Goiás

Anvisa proíbe venda de fraldas fabricadas por empresa de Anápolis

Notificação foi publicada na última segunda-feira (3/12), no Diário Oficial da União (DOU).
04/12/2018, 18h46

Um lote de fraldas da marca Ternura e Cegonha, produzida até o último dia (22/10) pela empresa goiana Quimpharma de Anápolis, teve a comercialização proibida, nesta terça-feira (4/12) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

A proibição foi publicada na última segunda-feira (3/12) no Diário Oficial da União (DOU). O documento proíbe a venda da mercadoria, pois a empresa não tinha informado a Anvisa sobre a fabricação do produto, o que impossibilitava a fiscalização por parte da agência, que consiste em uma infração sanitária. Nesses casos, a multa pode variar de R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão.

A norma vale apenas para fraldas fabricadas até o dia 22 de outubro; os itens que foram fabricados após a data estão liberados para comercialização. Confira abaixo os modelos das fraldas proibidas pela Anvisa:

  • Fralda Ternura Econômica (todos os tamanhos) produzida até 22 de outubro de 2018;
  • Fralda Ternura Regular (todos os tamanhos) produzida até 22 de outubro de 2018;
  • Fralda Ternura Jumbo (todos os tamanhos) produzida até 22 de outubro de 2018;
  • Fralda Ternura Adulto (todos os tamanhos) produzida até 22 de outubro de 2018;
  • Fralda Cegonha Econômica (todos os tamanhos) produzida até 22 de outubro de 2018;
  • Fralda Cegonha Regular (todos os tamanhos) produzida até 22 de outubro de 2018;
  • Fralda Cegonha Mega (todos os tamanhos) produzida até 22 de outubro de 2018.

 Empresa de Anápolis

Fundada em 2014, a Quimpharma tem a sede no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA Anápolis-GO). Por meio do site oficial, a empresa informa que atua no mercado com “laboratórios de pesquisa e maquinas alta tecnologia, além de um rigoroso controle que proporciona produtos de excelente qualidade.”

Em nota a QUIMPHARMA, informou que a proibição e distribuição dos produtos são apenas dos fabricados até o dia 22 de outubro e que os produtos produzidos pela empresa, após essa data estão em conformidade com a Anvisa.

Confira a nota

“A QUIMPHARMA INDUSTRIA QUIMICA E FARMACEUTICA LTDA, diante das informações de que os produtos FRALDA TERNURA, FRALDA CEGONHA e FRALDA TERNURA BABY tiveram sua produção, distribuição e comercialização proibidos pela ANVISA, antes de 22/10/2018, vem a público esclarecer: A medida adotada pela ANVISA diz respeito apenas aos produtos fabricados até a data de 22/10/2018, de modo que todos os produtos fabricados a partir de então encontram-se plenamente regulares perante todos os órgãos de saúde.

A proibição levada a efeito pelo órgão foi motivada pelo descumprimento de uma obrigação meramente formal imposta pela legislação, qual seja a de comunicar previamente a ANVISA do início da produção, distribuição e comercialização dos produtos.

Não obstante, embora tal exigência tenha sido desde há muito satisfeita pela empresa, merece ser observado que a medida da ANVISA não afasta a qualidade dos produtos fabricados pela QUIMPHARMA, os quais são constantemente submetidos e aprovados em diversos testes realizados por órgãos credenciados pela Vigilância Sanitária.

A QUIMPHARMA esclarece, ainda, que vem desenvolvendo, incansavelmente, projetos que envolvem pesquisa, treinamentos, alteração de processos, entre outros, tanto à nível de campo como em sua planta industrial, objetivando atender as questões ligadas a qualidade de seus produtos e consequente satisfação do mercado consumidor, envolvendo em tal contexto todo o sistema de produção, divulgação e distribuição, sempre na busca das melhores práticas.

Dessa forma, a Quimpharma Indústria Química e Farmacêutica Ltda reitera seu compromisso com a sociedade, com seus clientes e parceiros, desenvolvendo atividade produtiva com responsabilidade e respeito ao sistema de produção instalado, ao consumidor e a sustentabilidade da cadeia produtiva. Atenciosamente, Quimpharma Indústria Química e Farmacêutica Ltda.”

Anvisa: como denunciar

Os consumidores que necessitarem denunciar a venda irregular de produtos pode entrar em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) por meio da Central de Atendimento da Anvisa (0800 642 9782 ou pela site da ouvidoria: http://portal.anvisa.gov.br/ouvidoria.

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Brasil

Passageiro é preso no aeroporto de Brasília após dizer a Lewandowski que "STF é uma vergonha"

Caso ocorreu nesta terça (3/12) durante um voo comercial que seguia de São Paulo para Brasília.
04/12/2018, 18h57

Um passageiro foi detido nesta terça-feira (4/12), no Aeroporto de Brasília, após dizer ao ministro Ricardo Lewandowski que o Superior Tribunal Federal (STF) é “uma vergonha”. O caso ocorreu durante um voo comercial que saiu do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com destino a Brasília; o homem foi preso pela Polícia Federal assim que a aeronave fez o pouso.

Em um vídeo que circula nas redes sociais, o passageiro, identificado como o advogado Cristiano Caiado de Acioli, de 39 anos, que está sentado próximo ao ministro, inicia uma conversa: “Ministro Lewandowski, o Supremo é uma vergonha, viu? Eu tenho vergonha de ser brasileiro quando eu vejo vocês”.

Logo em seguida, Ricardo Lewandowski responde à crítica do passageiro com uma pergunta: “Vem cá, você quer ser preso?”, e ainda pede a um comissário de bordo para que “Chame a Polícia Federal, por favor”.

O advogado rebate: “Eu não posso me expressar? Chamem a Polícia Federal, então. Por que eu falei que o Supremo é uma vergonha?”.

Veja o momento:

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PASSAGEIRO É PRESO NO AEROPORTO DE BRASÍLIA APÓS DIZER A LEWANDOWSKI QUE “STF É UMA VERGONHA” ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Um passageiro foi detido nesta terça-feira (4/12), no Aeroporto de Brasília, após dizer ao ministro Ricardo Lewandowski que o Superior Tribunal Federal (STF) é “uma vergonha”. O caso ocorreu durante um voo comercial que saiu do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com destino a Brasília; o homem foi preso pela Polícia Federal assim que a aeronave fez o pouso. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Em um vídeo que circula nas redes sociais, o passageiro, identificado como o advogado Cristiano Caiado de Acioli, de 39 anos, que está sentado próximo ao ministro, inicia uma conversa: “Ministro Lewandowski, o Supremo é uma vergonha, viu? Eu tenho vergonha de ser brasileiro quando eu vejo vocês”. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Logo em seguida, Ricardo Lewandowski responde à crítica do passageiro com uma pergunta: “Vem cá, você quer ser preso?”, e ainda pede a um comissário de bordo para que “Chame a Polícia Federal, por favor”. O advogado rebate: “Eu não posso me expressar? Chamem a Polícia Federal, então. Por que eu falei que o Supremo é uma vergonha?”.

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O diálogo acirrado ocorreu quando o avião ainda estava em São Paulo. Assim que fez o pouso no aeroporto de Brasília, Cristiano foi detido por policiais federais para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido.

Passageiro acredita que conduta de  Lewandowski foi abusiva

Até às 15h de hoje o passageiro continuava detido na sede da Polícia Federal. Ao G1, por telefone, o homem disse que nem se quer falaram por qual crime ele responderia. Cristiano disse ainda que a conduta do ministro foi “ilegal e abusiva” e que tomará todas as “opções legais”.

De acordo com a assessoria de Lewandowski, “o passageiro começou a injuriar o STF como instituição, não pessoalmente ao ministro Lewandowski”, e por esse motivo o ministro pediu para que a Polícia Federal fosse acionada.

O ministro Ricardo Lewandowski, que integra a Segunda Turma do Supremo, seguia para Brasília para participar do julgamento de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o dia 7 de abril.

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Política

"Sou entusiasta do porte de arma", diz Major Araújo em entrevista ao Dia Online

Deputado reafirmou que pretende se candidatar a prefeito de Goiânia em 2020.
04/12/2018, 21h14

O deputado estadual Major Araújo (PRP) concedeu, nesta terça-feira (4/12), uma entrevista ao Dia Online, onde falou sobre os planos para os próximos anos, importantes temas da política goiana e de sua carreira como deputado e candidato a vice-prefeito em 2016 – período no qual ele afirma ter sofrido uma “série de boicotes”. Com ideais voltados à Segurança Pública, Major Araújo falou também sobre projetos polêmicos como o desarmamento da PM e o Bolsa Arma.

Nas eleições 2018, ocorridas no dia 7 de outubro, Major Araújo foi reeleito deputado estadual com 38.278 votos. Popular entre os goianienses, o deputado afirmou que pretende se lançar como candidato a prefeito em 2020. “Acredito que temos muito o que contribuir para o desenvolvimento de Goiânia”, escreveu por meio das redes sociais.

Assista a entrevista na íntegra:

Major Araújo fala sobre projetos polêmicos relacionados à Segurança Pública

Durante a entrevista, o Major declarou que o polêmico projeto de desarmamento da Polícia Militar, proposto por ele em 2011, pode ser considerado como uma provocação. “Questionou-se naquele momento a questão dos confrontos. Para evitar confrontos você tem que desarmar alguém, ou do lado de lá ou do lado de cá. Naquele momento eu provoquei: ‘a polícia é impotente para desarmar bandidos'”, disse. O major afirmou ainda que a polêmica foi criada com o intuito de discutir, de fato, a segurança pública no estado.

Ainda em relação ao combate à violência, Major Araújo comentou que é um entusiasta do porte de arma. “Acho que hoje não tem saída para nós”, desabafa o deputado. “Os governos não vão investir em estrutura porque criou-se uma bola de neve. Eu não espero do Caiado [governador eleito em Goiás] que ele vá compor os 30 mil policiais do efetivo; acho que só uma pessoa faria isso: só eu”, declara.

Major Araújo, que já foi vereador de Goiânia e autor de projetos como inclusão dos Militares e demais servidores da Segurança Pública nos programas de vacinação como grupo de risco e obrigação de vigilância armada nos caixas eletrônicos de agências públicas e privadas e cooperativas de crédito estabelecidos na capital, reafirmou que gostaria de voltar ao Dia Online como pré-candidato a prefeito. “Eu gostaria muito de discutir Goiânia.”

Imagens: Facebook 

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Goiás

Integrantes de quadrilha especializada em roubo a bancos morrem em troca de tiros com a polícia, em Minas Gerais

Confronto entre policiais e suspeitos aconteceu durante uma operação policial.
05/12/2018, 07h50

Cinco homens suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubo a carros fortes e bancos e de pertencerem ao novo cangaço morreram na madrugada desta quarta-feira (5/12), depois de uma troca tiros com a polícia, na zonal rural de Brasilândia de Minas, em Minas Gerais.

A polícia informou que os suspeitos que morreram durante o confronto participaram de diversas ações criminosas em Goiás, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal (DF). Além de equipes das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM), participaram da ação agentes do Grupo Antirroubo a Banco da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GAB-DEIC) e policias do Grupo Tático (GT 3).

Os policiais encontraram com os suspeitos fuzis, pistolas, espingardas e outros equipamentos usados durante os roubos. A polícia informou também que faz buscas por outros membros do grupo e que o resultado da operação vai ser apresentado durante uma coletiva de imprensa.

Suspeitos morrem em suposta troca de tiros em Luziânia

No dia (13/10) dois bandidos morreram durante uma suposta troca de tiros com equipes das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM) na DF-180, próximo a cidade de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, na noite da última sexta-feira (12/10).

A PM disse ao Portal Dia Online que os policiais da ROTAM viram um veículo do modelo Ford Ranger branco, e ao abordar os suspeitos, o motorista da caminhonete fugiu em alta velocidade, dando início a perseguição.

Durante o acompanhamento o condutor da caminhonete perdeu o controle do veículo, que capotou. Os suspeitos desceram carro e tentaram fugir a pé pela mata, efetuando disparos contra os policiais envolvidos na ocorrência.

A PM informou que os policiais revidaram a agressão e que na mata a troca de tiros continuou, com dois dos suspeitos sendo baleados, que não resistiram aos ferimentos e morreram no local. Segundo as informações fornecidas pela polícia, o terceiro suspeito de integrar o bando conseguiu fugir.

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Economia

Após acordo entre Caiado e empresários, projeto econômico de impacto bilionário em Goiás é aprovado

Inicialmente, a proposta de Caiado de redução de incentivos fiscais a setores produtivos de Goiás foi vista com desconfiança e rejeição por parte dos empresários.

Por Ton Paulo
05/12/2018, 08h13

Os deputados da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) aprovaram em primeira votação na noite da última terça-feira (4/12), em sessão extraordinária, o projeto da governadoria com o substitutivo do relator, o deputado Lívio Luciano (Podemos), que dispõe sobre a redução de incentivos fiscais a setores produtivos em Goiás. A proposta, já aprovada, vai gerar um impacto de aproximadamente R$ 1 bilhão na economia do Estado, uma vez que mudará os quadros de reinstituição dos incentivos, dos benefícios fiscais ou financeiros-fiscais e das isenções relativos ao ICMS. O projeto foi acordado após uma reunião entre Caiado e nomes do empresariado goiano.

Antes da votação do projeto, o presidente da Alego, José Vitti, recebeu o governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM), e líderes empresariais na sala da Presidência, para selar acordo ao projeto. Estiveram presentes Otávio Lage, da Adial; André Rocha da Sifaeg e Pedro Alves, presidente da Fieg, além do empresário Edwal Portilho. À imprensa, caiado garantiu que Goiás continuará sendo um dos estados mais atrativos para novos empreendimentos.

O deputado e aliado de Caiado, Lívio Luciano, que relatou o projeto de convalidações fiscais, disse a um jornal local que o acordo fechado entre os empresários e Caiado não é muito distante do que foi anunciado no começo pelo futuro governador. Segundo ele, “o núcleo empresarial entendeu a atual situação do estado e viram que o momento é de abrir mão também”. “Posso adiantar que foram feitos ajustes setoriais, principalmente nos setores em que haviam benefícios sobrepostos, como o automobilístico”, afirmou o deputado.

Presidente da Adial diz que “o diálogo levou ao consenso”, se referindo à proposta de Caiado

Para o presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (ADIAL), Otávio Lage de Siqueira Filho, os empresários, que inicialmente receberam o projeto com desconfiança e rejeição, agora o veem com bons olhos. “Abrimos mão de incentivos fiscais a que temos direito durante 12 meses, para ajudar a fazer o Estado de Goiás dar certo. O diálogo levou a esse consenso. Houve boa vontade de todos, ao ver o esforço do governador Ronaldo Caiado de fazer com que o Estado de Goiás continuasse atraindo empreendimentos, gerando empregos e desenvolvendo”, concluiu.

Caiado garantiu que Goiás continuará sendo um dos estados mais atrativos para as empresas e prevê a possibilidade de que medidas possam ser tomadas para enfrentar a concorrência de outros Estados. Segundo o democrata, com o acordo, o Estado contará com caixa extra de R$ 1 bilhão. Já os representantes dos empresários preveem investimentos de R$ 5 bilhões no Estado.

Via: O Hoje 

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