Esportes

Atlético de Madrid goleia time da quarta divisão e vai às oitavas da Copa do Rei

05/12/2018, 18h40

O Atlético de Madrid recebeu o Sant Andreu nesta quarta-feira e não teve qualquer dificuldade para confirmar a classificação às oitavas de final da Copa do Rei. Mesmo atuando com um time praticamente formado por reservas, os donos da casa golearam o adversário da quarta divisão nacional por 4 a 0 no Wanda Metropolitano.

O resultado foi mais do que suficiente para garantir a vaga dos madrilenhos, que já haviam vencido na ida, fora de casa, por 1 a 0. Até por isso, o técnico Diego Simeone optou por uma escalação mista, apenas com nomes como Koke, Saúl Ñíguez e Ángel Correa entre os titulares.

O Atlético até suou no primeiro tempo e só marcou na etapa final. Aos dois minutos, Lemar recebeu pela esquerda, cortou para o meio e finalizou firme de fora da área. Cinco minutos mais tarde, Kalinic aproveitou cruzamento da direita de Arias e cabeceou para ampliar.

A vantagem tranquilizou o Atlético, que marcaria o terceiro dois minutos mais tarde com o gol mais bonito do jogo. Correa recebeu pelo lado direito, girando sobre a marcação, e finalizou de trivela. Ainda houve tempo para Vitolo, aos 35 minutos, definir o placar.

Outro que garantiu classificação às oitavas nesta quarta foi o Girona, que derrotou o Alavés por 2 a 1, em casa. Após o empate por 2 a 2 no campo do adversário, a equipe saiu atrás, com gol contra de Alcala, mas virou já na reta final com Granell e Portu para confirmar a vaga.

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Saúde

Ambulância é flagrada transportando carne e produtos de limpeza na BR-153

Veículo também estava com os documentos atrasados.
05/12/2018, 18h42

A Polícia Rodoviária Federal de Goiás (PRF) apreendeu, nesta quarta-feira (5/12), uma ambulância transportando carne e produtos de limpeza de forma irregular, na BR-153, em Jaraguá. O veículo, que pertence a prefeitura de uma cidade do interior de Goiás, também estava com os documentos atrasados.

De acordo com informações da PRF, a ambulância fazia o transporte dos produtos da cidade interiorana para a casa de apoio do município em Goiânia. Apesar de equipada com sinais sonoros e luminosos, no interior da ambulância não havia equipamentos de emergência. Segundo verificação da placa, o veículo tem registro de Goianésia.

Veja o vídeo da apreensão dos produtos:

AMBULÂNCIA É FLAGRADA TRANSPORTANDO CARNE E PRODUTOS DE LIMPEZA NA BR-153⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀A Polícia Rodoviária Federal de Goiás (PRF) apreendeu, nesta quarta-feira (5/12), uma ambulância transportando carne e produtos de limpeza de forma irregular, na BR-153, em Jaraguá. O veículo, que pertence a prefeitura de uma cidade do interior de Goiás, também estava com os documentos atrasados.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀De acordo com informações da PRF, a ambulância fazia o transporte dos produtos da cidade interiorana para a casa de apoio do município em Goiânia. Apesar de equipada com sinais sonoros e luminosos, no interior da ambulância não havia equipamentos de emergência. O veículo tem registro de Goianésia.

Posted by Dia Online on Wednesday, December 5, 2018

Pelas imagens é possível perceber que o veículo que deveria atender a saúde da cidade foi transformada, irregularmente, em um veículo para transporte de cargas.

Após o flagrante, os policiais acionaram a Vigilância Sanitária, que fez a apreensão da carga. Foi constatado que o Furgão estava carregado com carnes de diversos tipos sem refrigeração, além de transportar alimentos juntos com produtos de limpeza.

O caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil local onde foi enquadrado em crime contra as relações de consumo. O veículo foi autuado e só será liberado após regularização dos documentos.

Ocorrências com ambulância em Goiás

Este ano, ao menos seis casos de ocorrência policiais envolvendo ambulâncias foram registrados em Goiás. Foram contabilizados dois acidentes com vítimas fatais, dois casos de furto e ainda ambulâncias encontradas paradas e com custo altíssimo de manutenção.

As duas últimas citadas foram encontradas no pátio do Centro de Zoonoses de Goiânia, sucateadas, e que, segundo documentos da Secretaria Municipal de Saúde, tiveram manutenção de R$136 mil em um ano e meio.

“A prefeitura gasta um valor desse em manutenção e o mesmo o carro já é retirado de circulação e numa situação absurda, sem o motor. Nós pesquisamos e uma ambulância semelhante custa hoje no mercado R$25mil”, afirma o vereador Elias Vaz (PSB), integrante da Comissão Especial de Inquérito, que apura irregularidades na Saúde.

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Goiás

Funcionário da Saneago é soterrado após vazamento subterrâneo de água, em Planaltina

Incidente ocorreu na tarde desta quarta-feira (5/12), na Estação de Tratamento do município.
05/12/2018, 19h15

Um funcionário da  Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) ficou soterrado após um vazamento subterrâneo de água na Estação de Tratamento de Planaltina de Goiás. O incidente ocorreu por volta das 15h20 desta quarta-feira (5/12) e equipes do Corpo de Bombeiros de Goiás e do Distrito Federal atuam na ocorrência.

Por meio de nota a empresa informou que o servidor “passava pela calçada da unidade quando o terreno cedeu, criando uma cratera no local. O Corpo de Bombeiros está trabalhando no resgate. O operador ainda não foi localizado e a companhia aguarda o decorrer do resgate para mais informações”.

De acordo com a corporação, o acidente pode ter ocorrido após um vazamento subterrâneo de água, que deixou o solo instável. A estação de tratamento fica localizada no Núcleo Rural Bom Sucesso, próximo à Ponte do Rio Maranhão, na divisa de Planaltina de Goiás com o Distrito Federal.

Em atualização.

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Brasil

Segurança do Carrefour pode responder ação criminal por matar cão

Caso ocorreu na última sexta-feira (30/11), em uma loja da rede em Osasco.
05/12/2018, 19h20

O segurança da rede de supermercados Carrefour acusado de envenenar e matar a pauladas um cachorro em Osasco, na Grande São Paulo, pode ser responsabilizado criminalmente pelo ato, avaliam advogados.

“Alguém que age com tamanha violência contra um inocente cachorro demonstra ausência de senso de civilidade e mostra ser um risco à própria sociedade”, afirma o criminalista Daniel Bialski, mestre em processo penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Segundo denúncias, o caso ocorreu na última sexta, 30, em uma loja da rede Carrefour de Osasco, onde a cadela conhecida como ‘Manchinha’ vivia e era alimentada por funcionários e clientes.

O segurança do estabelecimento é acusado de ter dado veneno de rato ao animal antes de agredi-lo a pauladas. As agressões teriam sido filmadas por testemunhas. O Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito para apurar o caso.

Bialski afirma que o ato está tipificado na Lei de Crimes Ambientais, que prevê em seu artigo 32 maltrato a animais. O crime pode levar à detenção de três meses a um ano, e a pena pode ser aumentada em até um terço no caso de morte.

“Atos cruéis como este evidenciam personalidade deformada, podendo-se dizer que quem age assim poderia atentar contra uma criança, mulher ou homem, desde que desafiado ou que esteja numa situação de tensão”, avalia Bialski. “Esse brutal ato tem que ser punido de forma severíssima porque é inconcebível tolerarmos essa atrocidade.”

De acordo com o professor de direito penal João Paulo Martinelli, do IDP-São Paulo, o caso se trata de abuso e maus-tratos. “O infrator incorre nas mesmas penas de quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.”

A Polícia Civil de Osasco investiga o caso e afirma ter ouvido a gerência do supermercado e pessoas que testemunharam a violência contra ‘Manchinha’. Os agentes buscam imagens de câmeras de segurança que podem ter registrado as agressões.

O que diz o Carrefour

“Nota de esclarecimento sobre o caso da Loja Osasco – SP

O Carrefour reconhece que um grave problema ocorreu em nossa loja de Osasco. A empresa não vai se eximir de sua responsabilidade. Estamos tristes com a morte desse anima. Somos os maiores interessados para que todos os fatos sejam esclarecidos. Por isso, aguardamos que as autoridades concluam rapidamente as investigações. Desde o início da apuração, o funcionário de empresa terceirizada foi afastado. Qualquer que seja a conclusão do inquérito, estamos inteiramente comprometidos em dar uma resposta a todos. Queremos informar também que estamos recebendo sugestões de várias entidades e ONGs ligados à causa que vão nos auxiliar na construção de uma nova política para a proteção e defesa dos animais.

Carrefour Brasil”

Imagens: Metrópoles - DF 

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Saúde

Mulher que ficou com restos de placenta após parto em maternidade de Goiânia deve receber R$ 10 mil

Restos placentários foram retirados do útero da paciente 30 dias após o nascimento do bebê.
05/12/2018, 20h49

A Prefeitura de Goiânia deverá indenizar em R$ 10 mil uma mulher que ficou com restos de placenta após parto realizado na Maternidade Dona Iris, na capital. De acordo com processo, os restos placentários foram retirados do útero da paciente 30 dias após o nascimento do bebê. A decisão é do juiz Fabiano Abel de Aragão Fernandes, que ressaltou que a imperícia da equipe médica causou transtornos à paciente.

A paciente, que não teve o nome divulgado, deu entrada no hospital no dia 16 de agosto do ano passado, onde a criança nasceu por parto normal. Nas primeiras horas após dar a luz, a mulher começou a sentir febre, queda da pressão arterial, desmaios e sangramento excessivo, de acordo com os prontuários médicos, sendo necessária, inclusive, transfusão de sangue.

Depois de 18 dias internada, a paciente recebeu alta médica, mas em casa voltou a sentir fortes dores abdominais, odor fétido nas partes íntimas, além de hemorragia. A paciente entrou em contato com a maternidade, mas foi informada de que o sangramento era normal nos primeiros dias do estado puerperal.

No dia 9 de setembro, quase 30 dias depois do parto, a mulher foi internada novamente. Após exame de ultrassom, foi constado restos de placenta no útero da paciente. Foi realizado um procedimento de curetagem e uma nova transfusão de sangue devido a intensa hemorragia e risco de morte.

Falha no atendimento em maternidade de Goiânia

Para o juiz, houve falha no atendimento médico na maternidade. “A equipe médica não diligenciou em investigar a causa do sangramento e tampouco teve a cautela de submetê-la a um exame de ultrassom ou a outro exame adequado para indicar as causas do sangramento e da súbita síncope que lhe acometeu. Foi necessário que ela retornasse ao hospital com quadro de saúde ainda mais agravado para que somente então fosse feito o exame para detectar a causa da infecção e do sangramento recorrente, situação essa que poderia ter sido plenamente evitada houvessem os profissionais que a atenderam procedido com responsabilidade”.

Na decisão, ele considerou ainda que o ocorrido causou à paciente “danos a sua integridade psíquica, ao seu amor-próprio, a sua tranquilidade e expectativas comprometidas de poder cuidar de seu filho logo após o parto são evidentes e o direito de ser compensada por tudo isso salta aos olhos.”

Via: TJ-GO 
Imagens: Drauzio Varella 

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