Goiás

Funcionário da Saneago é soterrado após vazamento subterrâneo de água, em Planaltina

Incidente ocorreu na tarde desta quarta-feira (5/12), na Estação de Tratamento do município.
05/12/2018, 19h15

Um funcionário da  Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) ficou soterrado após um vazamento subterrâneo de água na Estação de Tratamento de Planaltina de Goiás. O incidente ocorreu por volta das 15h20 desta quarta-feira (5/12) e equipes do Corpo de Bombeiros de Goiás e do Distrito Federal atuam na ocorrência.

Por meio de nota a empresa informou que o servidor “passava pela calçada da unidade quando o terreno cedeu, criando uma cratera no local. O Corpo de Bombeiros está trabalhando no resgate. O operador ainda não foi localizado e a companhia aguarda o decorrer do resgate para mais informações”.

De acordo com a corporação, o acidente pode ter ocorrido após um vazamento subterrâneo de água, que deixou o solo instável. A estação de tratamento fica localizada no Núcleo Rural Bom Sucesso, próximo à Ponte do Rio Maranhão, na divisa de Planaltina de Goiás com o Distrito Federal.

Em atualização.

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Brasil

Segurança do Carrefour pode responder ação criminal por matar cão

Caso ocorreu na última sexta-feira (30/11), em uma loja da rede em Osasco.
05/12/2018, 19h20

O segurança da rede de supermercados Carrefour acusado de envenenar e matar a pauladas um cachorro em Osasco, na Grande São Paulo, pode ser responsabilizado criminalmente pelo ato, avaliam advogados.

“Alguém que age com tamanha violência contra um inocente cachorro demonstra ausência de senso de civilidade e mostra ser um risco à própria sociedade”, afirma o criminalista Daniel Bialski, mestre em processo penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Segundo denúncias, o caso ocorreu na última sexta, 30, em uma loja da rede Carrefour de Osasco, onde a cadela conhecida como ‘Manchinha’ vivia e era alimentada por funcionários e clientes.

O segurança do estabelecimento é acusado de ter dado veneno de rato ao animal antes de agredi-lo a pauladas. As agressões teriam sido filmadas por testemunhas. O Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito para apurar o caso.

Bialski afirma que o ato está tipificado na Lei de Crimes Ambientais, que prevê em seu artigo 32 maltrato a animais. O crime pode levar à detenção de três meses a um ano, e a pena pode ser aumentada em até um terço no caso de morte.

“Atos cruéis como este evidenciam personalidade deformada, podendo-se dizer que quem age assim poderia atentar contra uma criança, mulher ou homem, desde que desafiado ou que esteja numa situação de tensão”, avalia Bialski. “Esse brutal ato tem que ser punido de forma severíssima porque é inconcebível tolerarmos essa atrocidade.”

De acordo com o professor de direito penal João Paulo Martinelli, do IDP-São Paulo, o caso se trata de abuso e maus-tratos. “O infrator incorre nas mesmas penas de quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.”

A Polícia Civil de Osasco investiga o caso e afirma ter ouvido a gerência do supermercado e pessoas que testemunharam a violência contra ‘Manchinha’. Os agentes buscam imagens de câmeras de segurança que podem ter registrado as agressões.

O que diz o Carrefour

“Nota de esclarecimento sobre o caso da Loja Osasco – SP

O Carrefour reconhece que um grave problema ocorreu em nossa loja de Osasco. A empresa não vai se eximir de sua responsabilidade. Estamos tristes com a morte desse anima. Somos os maiores interessados para que todos os fatos sejam esclarecidos. Por isso, aguardamos que as autoridades concluam rapidamente as investigações. Desde o início da apuração, o funcionário de empresa terceirizada foi afastado. Qualquer que seja a conclusão do inquérito, estamos inteiramente comprometidos em dar uma resposta a todos. Queremos informar também que estamos recebendo sugestões de várias entidades e ONGs ligados à causa que vão nos auxiliar na construção de uma nova política para a proteção e defesa dos animais.

Carrefour Brasil”

Imagens: Metrópoles - DF 

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Saúde

Mulher que ficou com restos de placenta após parto em maternidade de Goiânia deve receber R$ 10 mil

Restos placentários foram retirados do útero da paciente 30 dias após o nascimento do bebê.
05/12/2018, 20h49

A Prefeitura de Goiânia deverá indenizar em R$ 10 mil uma mulher que ficou com restos de placenta após parto realizado na Maternidade Dona Iris, na capital. De acordo com processo, os restos placentários foram retirados do útero da paciente 30 dias após o nascimento do bebê. A decisão é do juiz Fabiano Abel de Aragão Fernandes, que ressaltou que a imperícia da equipe médica causou transtornos à paciente.

A paciente, que não teve o nome divulgado, deu entrada no hospital no dia 16 de agosto do ano passado, onde a criança nasceu por parto normal. Nas primeiras horas após dar a luz, a mulher começou a sentir febre, queda da pressão arterial, desmaios e sangramento excessivo, de acordo com os prontuários médicos, sendo necessária, inclusive, transfusão de sangue.

Depois de 18 dias internada, a paciente recebeu alta médica, mas em casa voltou a sentir fortes dores abdominais, odor fétido nas partes íntimas, além de hemorragia. A paciente entrou em contato com a maternidade, mas foi informada de que o sangramento era normal nos primeiros dias do estado puerperal.

No dia 9 de setembro, quase 30 dias depois do parto, a mulher foi internada novamente. Após exame de ultrassom, foi constado restos de placenta no útero da paciente. Foi realizado um procedimento de curetagem e uma nova transfusão de sangue devido a intensa hemorragia e risco de morte.

Falha no atendimento em maternidade de Goiânia

Para o juiz, houve falha no atendimento médico na maternidade. “A equipe médica não diligenciou em investigar a causa do sangramento e tampouco teve a cautela de submetê-la a um exame de ultrassom ou a outro exame adequado para indicar as causas do sangramento e da súbita síncope que lhe acometeu. Foi necessário que ela retornasse ao hospital com quadro de saúde ainda mais agravado para que somente então fosse feito o exame para detectar a causa da infecção e do sangramento recorrente, situação essa que poderia ter sido plenamente evitada houvessem os profissionais que a atenderam procedido com responsabilidade”.

Na decisão, ele considerou ainda que o ocorrido causou à paciente “danos a sua integridade psíquica, ao seu amor-próprio, a sua tranquilidade e expectativas comprometidas de poder cuidar de seu filho logo após o parto são evidentes e o direito de ser compensada por tudo isso salta aos olhos.”

Via: TJ-GO 
Imagens: Drauzio Varella 

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Goiás

Rotam encontra mais de duas toneladas de drogas em carregamento de aveia, em Serranópolis

Debaixo da carga de grãos de aveia que o caminhão levava, os policiais encontraram mais de duas toneladas de maconha e mais de seis quilos de skunk.

Por Ton Paulo
06/12/2018, 08h37

Os policiais da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) tiveram uma surpresa após fazer a abordagem de um caminhão de carga que transitava na região de Serranópolis, a 380 quilômetros de Goiânia, na noite da última quarta-feira (5/12). Debaixo da carga de grãos de aveia que o caminhão levava, os policiais encontraram mais de duas toneladas de maconha e mais de seis quilos de skunk. A apreensão foi feita em colaboração com a Polícia Federal/SR/TO.

Segundo informações da Rotam, a abordagem do caminhão aconteceu na noite de ontem, por volta das 23h00. O veículo, que trafegava pela região de Serranópolis, interior do estado, estava carregada com sacos de grãos de aveia.

Ao ser feita uma busca no interior do caminhão, a equipe da Rotam encontrou 2.517,600 quilos de maconha, mais de duas toneladas, escondidos sob o carregamento de aveia. Além disso, os policiais também encontraram pouco mais de seis quilos de skunk.

A equipe policial abordou também um veículo Ford/Ecosport utilizado como “batedor” para o caminhão com a carga de entorpecentes, que veio do Paraguai. Durante a ação policial, Elcivan Pereira de Sousa, responsável pelo transporte da droga, foi preso em flagrante, assim como os ocupantes do veículo, que associados estavam apoiando o transporte da droga, sendo Jorge Macedo da Silva, que já possuía antecedentes criminais, Cláudia Silveira dos Santos e um menor de idade.

Os detidos foram encaminhados pra a sede da Polícia Federal no município de Jataí, sudoeste de Goiás, para as providências cabíveis. Todo a droga apreendida, assim como os veículos utilizados no tráfico de drogas, foram apreendidos e também encaminhados para a Polícia Federal.

Tonelada de maconha já havia sido apreendido em Serranópolis, em julho deste ano

Um homem de 30 anos foi preso suspeito de transportar cerca de 1 tonelada de maconha na carroceria de uma caminhonete, na GO-184, em Serranópolis, na região sudoeste de Goiás. Segundo a Polícia Militar, Moisés de Jesus Alexandre disse que ia levar a droga para Goiânia.

O capitão da PM responsável pela apreensão informou que Moisés tinha passagens pela polícia por tráfico de drogas. O suspeito e a droga, à época, foram levados para a sede da Polícia Federal em Jataí..

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Goiás

Operação Migração Dois desarticula organização criminosa em Goiás

A organização criminosa era comandada de dentro do presídio.
06/12/2018, 09h51

A segunda fase da Operação Migração Dois foi deflagrada pela Polícia Civil (PC), por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores – DERFVRA, e desarticulou uma organização criminosa responsável pelos crimes de roubo, receptação, adulteração de veículos, falsificação de documentos e tráfico de drogas. Caso será apresentado hoje (6/12), na DERFVRA.

Foram cumpridos 24 mandados de prisão preventiva e 46 mandados de busca e apreensão em 8 municípios – Goiânia, Trindade, Pontalina, Bom Jesus de Goiás, Porangatu Piracanjuba, Nova Veneza e Abadia de Goiás.

A operação resultou na apreensão de instrumentos utilizados nas falsificações de placas veiculares, carros adulterados e documentos.

De acordo com o Delegado Fabio Meireles, que conduz as investigações, a organização criminosa era comandada de dentro da Array>Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), por dois detentos, que não tiveram o nome revelados para não atrapalhar na investigação. 

O Delegado contou ainda que no ano passado foi realizada a primeira fase da operação, e agora teve um desdobramento.

Participaram da operação 120 policiais civis da DERFRVA, DENARC, DECON, DOT, 1ªDRP, GEPATRI, 1ªDRP, GIH, 2ªDRP, 6ªDRP, 12ªDRP, GT3, GPO, além da polícia científica.

As investigações ainda estão em andamento, e o caso será apresentado pelo Delegado Fábio Meireles, responsável pela investigação.

Primeira fase da Operação Migração foi realizada pela DERFVRA no ano passado

Em outubro do ano passado a Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA) cumpriu 14 mandados de prisão durante a primeira fase da Operação Migração. O objetivo era desarticular uma organização criminosa especializada na clonagem de veículos. Além das ordens judiciais determinando as prisões, foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em Anápolis e Aparecida de Goiânia.

Segundo informações da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, a quadrilha é especializada em clonagem de veículos.

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