Goiás

Operador de empilhadeira morre esmagado pelo veículo, em Jataí

Francisco tentava saia de um terreno acidentado para um pavimentado, quando perdeu o controle da empilhadeira e ela tombou sobre ele.
05/12/2018, 09h18

Um homem identificado como Francisco Alex da Conceição, de 27 anos, morreu na última terça-feira (4/12) esmagado por uma empilhadeira, depois de perder o controle do veículo em Jataí, a 327 quilômetros de Goiânia.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) atendeu a ocorrência e constatou a morte do rapaz no local. De acordo com informações veiculadas pelo G1, o rapaz operava a máquina no depósito de uma empresa de materiais de construção, que não teve o nome divulgado, no momento que manobrava a empilhadeira, quando o veículo tombou e caiu sobre Francisco.

Conforme a publicação, o rapaz ainda tentou sair debaixo da empilhadeira, mas morreu no local. A empilhadeira que caiu sobre o operário pesa aproximadamente três toneladas, Francisco teve diversos ferimentos, entre eles um traumatismo na região do tórax.

Segundo as informações veiculadas, o rapaz trabalhava aproximadamente há um ano na empresa e meses atrás fez cursos para dirigir a empilhadeira. A empresa informou por meio de nota que tem prestado todo apoio a família de Francisco.

A empilhadeira foi recolhida pela polícia para investigar a causa da morte de Francisco.

Em Anápolis o funcionário de empresa morreu depois de ser esmagado por uma caminhonete

Na última sexta-feira (30/11) o conserto de uma caminhonete no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), a 55 quilômetros de Goiânia, resultou em uma tragédia. A morte de um motorista de 63 anos, identificado como Gentil Latalisa Rodrigues, que trabalhava na empresa há uma semana.

De acordo com a empresa, Gentil não recebeu ordens para concertar o veículo, mas o senhor alegou aos patrões que tinha 35 anos de experiência e iria fazer o conserto. No entanto, segundo a polícia é possível que o macaco usado pelo funcionário tenha escorregado e permitiu o veículo cair em cima de Gentil.

Via: G1 

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Goiás

Concurso da Câmara Municipal de Goiânia é suspenso pela Justiça

O órgão legislativo está impedido de fazer convocações antes do julgamento final da ação.

Por Ton Paulo
05/12/2018, 09h55

O concurso público da Câmara Municipal de Goiânia, aplicado no dia 2/9 e que teve o resultado divulgado no dia 22/11, foi suspenso em decisão de um juiz que acolheu liminar do Ministério Público de Goiás (MP-GO). O MP-GO cobra o estabelecimento da previsão das cotas exigidas para pessoa com deficiência, reservando o quantitativo mínimo de 5% de todas as vagas oferecidas para todos os cargos, o que não teria sido cumprido pelo edital do concurso. O órgão legislativo está impedido de fazer convocações antes do julgamento final da ação.

A decisão de suspensão do concurso veio depois que o juiz Fabiano Aragão Fernandes acolher liminar do MP-GO, referente ao Edital nº 1/2018. Foi apontada ainda a necessidade de republicação de um novo edital, com previsão legal de vagas em todos os cargos às pessoas com deficiência

O pedido foi feito em ação civil pública proposta pela promotora de Justiça Marilda Helena dos Santos (confira aqui a íntegra), com atuação na defesa da pessoa com deficiência. A promotora sustenta a necessidade de anulação do edital e reabertura do prazo para as inscrições, com o estabelecimento da previsão das cotas exigidas para pessoa com deficiência, reservando o quantitativo mínimo de 5% de todas as vagas oferecidas para todos os cargos.

Foi apontada ainda a necessidade de republicação de um novo edital, com previsão legal de vagas em todos os cargos às pessoas com deficiência, garantindo a elas a integralidade do prazo inicialmente previsto para inscrição.

Foi apontado ainda que, apesar de previsto no Item 3 do edital, não se observou, na prática, o percentual de reserva de vagas para portadores de deficiência física estabelecido em, no mínimo, 5% pelo artigo 37 do Decreto nº. 3298/99 e pela Lei Federal nº. 7853/89, normas que instituíram a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. Para a promotora, “inexiste expressa previsão do quantitativo de vagas para candidato com necessidades especiais no edital do concurso, o que é flagrante desrespeito ao direito da pessoa com deficiência”.

Na decisão, o magistrado ponderou que, “considerando que o concurso público já foi homologado e que os candidatos aprovados podem ser a qualquer momento convocados, bem assim que eventual acolhimento dos pedidos deduzidos na inicial inolvidavelmente resultará na anulação do concurso, reputo imprescindível, para se evitar que tanto os candidatos inscritos quanto aqueles que porventura terão a chance de se inscrever na condição de portador de deficiência física sejam prejudicados, que o certame seja suspenso até o julgamento de mérito”.

Concurso da Câmara Municipal de Goiânia foi envolto em polêmicas

O concurso da Câmara de Goiânia, realizado no início de novembro, foi marcado por inúmeras polêmicas e denúncias de desvios e irregularidades.

Segundo uma vereadora da capital, várias denúncias de irregularidades constatadas por candidatos chegaram ao seu gabinete, motivo esse que fez com que ela entrasse com um pedido de investigação no Ministério Público.

De acordo com a vereadora Sabrina Garcêz (PTB), logo após a aplicação das provas do concurso em questão várias pessoas a procuraram para denunciar supostos desvios e falhas no processo seletivo. Entre gabaritos duplicados até convocações extraordinárias de candidatos em prazo fora do edital, candidatos falando ao celular na sala e envelopes abertos com provas, vários foram os problemas relatados.

Em nota, à época, a Câmara Municipal de Goiânia informou que contratou o Centro de Seleção da UFG pela experiência e credibilidade que possui e que todas as reclamações de candidatos foram encaminhadas para a universidade, mas acompanhadas pela Câmara.

Via: MP-GO 

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Brasil

Vídeo mostra momento em que advogado agride idoso, em Recife

Advogado confessa agressão e que foi vítima de golpe aplicado pelo idoso.
05/12/2018, 10h34

As câmeras de segurança da Rua Gregório Junior, no Bairro Zumbi, de Recife, registraram o momento em que José Guilherme Santiago, de 70 anos, é agredido com socos e ponta pés pelo advogado Humberto Cavalcante, no último sábado (1/12).

Embora o caso tenha acontecido no sábado, os vídeos ganharam as redes sociais apenas na terça-feira (4/12). No vídeo é possível ver quando o homem chega pelas costas e atinge o idoso com um soco no rosto, em seguida mesmo com José Guilherme caído, o suspeito agride o idoso com chutes.

No vídeo é possível ver que um outro homem, tenta impedir que o advogado continue agredido José Guilherme.

O caso foi encaminhado para a Delegacia do Cordeiro, em Recife, que informou ao Portal Dia Online que estava esperando a documentação da Central de Flagrantes, no entanto eles informaram à reportagem que toda documentação foi encaminhada para a Delegacia do Idoso da cidade.

Segundo informações da polícia de Recife, o idoso afirmou que foi alvo das agressões pela negociação de um veículo.

Advogado admite agressão a idoso e disse que foi vítima de golpe

Portal Dia Online entrou em contato com o advogado Humberto Cavalcante, suspeito da agressão ao idoso no último sábado. Ele confirmou que agrediu José Guilherme, por uma negociação de um veículo. “Esse senhor é um golpista, estelionatário, me deu um golpe de 27 mil reais”, informou o advogado.

De acordo com o Humberto Cavalcante, ele vendeu um carro para o idoso, pelo preço de R$ 27 mil reais, mas o idoso enviou uma nota falsa no valor de R$ 18.300 comprovando o pagamento do veículo.

“No último sábado estava passando pela rua, quando vi ele e em um ato impensado agredi ele”, conta Humberto Cavalcante.

Segundo o advogado, José Guilherme era procurado pela polícia pois tinha um mandado de prisão em aberto.

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Política

Glencore e outras gigantes do setor de commodities são alvo de Lava Jato

A Operação Lava Jato está em sua 57ª fase.
05/12/2018, 11h01

A Operação Sem Limites, 57ª fase da Lava Jato deflagrada nesta quarta-feira, 5, investiga empresas do mercado internacional por suspeita de pagar milhões em propinas a funcionários da Petrobras em troca de vantagens na aquisição de derivados do petróleo. Na mira, segundo o Ministério Público Federal (MPF), estão as gigantes Vitol, Trafigura e Gleconre, com faturamento superior ao da estatal.

A Lava Jato suspeita que, entre 2011 e 2014, as três empresas efetuaram pagamentos de propinas para intermediários e funcionários da Petrobras nos montantes, respectivamente, de US$ 5,1 milhões, US$ 6,1 milhões e US$ 4,1 milhões, relacionadas a mais de 160 operações de compra e venda de derivados de petróleo e aluguel de tanques para estocagem.

Além dessas empresas, outras trading companies ainda continuam sendo investigadas por suspeitas de pagamento de propinas para funcionários da Petrobras.

A Operação Sem Limites apura o pagamento total de pelo menos US$ 31 milhões em propinas para funcionários da Petrobras, entre 2009 e 2014. Estão sendo cumpridos 11 mandados de prisão preventiva, 27 de busca e apreensão e 1 de intimação, expedidos pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.

“As provas apontam que havia um esquema em que empresas investigadas pagavam propinas a funcionários da Petrobras para obter facilidades, conseguir preços mais vantajosos e realizar contratos com maior frequência”, informa a Procuradoria da República em nota.

“Esses negócios diziam respeito à compra e venda (trading) no mercado internacional de óleos combustíveis (produtos utilizados para geração de energia térmica em fornos e caldeiras), gasóleo de vácuo (produto intermediário utilizado na produção de gasolina e diesel), bunker (combustível utilizado nos motores de navio) e asfalto.”

Segundo a Lava Jato, os subornos beneficiavam funcionários da gerência executiva de Marketing e Comercialização, subordinada à diretoria de Abastecimento. As operações de trading e de locação que subsidiaram os esquemas de corrupção foram conduzidas pelo escritório da Petrobras em Houston, no estado do Texas, EUA, e pelo centro de operações no Rio de Janeiro.

‘Delta business’

Os investigadores relatam que alguns funcionários da Petrobras corrompidos se referiam à diferença entre o preço de mercado de compra ou venda do petróleo ou derivados e o preço mais vantajoso concedido às tradings mediante pagamento de propina como “delta”. Trata-se de alusão à quarta letra do alfabeto grego que, na matemática, é utilizada para representar a diferença entre duas variáveis.

O “delta”, segundo a Lava Jato, correspondia ao valor da vantagem indevida obtida pela trading, que era dividido entre os beneficiários do esquema, o que incluía os operadores e os funcionários da Petrobras corrompidos.

Alguns investigados chegavam a se referir a esse esquema de corrupção como “delta business”, ou negócio gerador de “delta”, em tradução livre.

Esta fase da Lava Jato é resultado do aprofundamento das investigações decorrentes da 44ª fase da operação. Trata-se de nova vertente de apuração em franca expansão.

“As trading companies comercializam de modo maciço e recorrente com a estatal brasileira no mercado internacional. Somente a Trafigura, entre 2004 e 2015, realizou cerca de 966 operações comerciais com a Petrobras, as quais totalizaram o valor de aproximado de US$ 8,7 bilhões”, aponta a Procuradoria.

Para a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili, integrante da força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal em Curitiba, “as operações da área comercial da Petrobras no mercado internacional constituem um ambiente propício para o surgimento e pulverização de esquemas de corrupção”.

“O volume negociado é muito grande e poucos centavos a mais, nas negociações diárias, podem render milhões de dólares ao final do mês em propina”, afirmou.

O procurador da República Athayde Ribeiro Costa ressalta que “trata-se de esquema criminoso praticado ao longo de anos, com envolvimento de empresas gigantes de atuação internacional, parte delas com faturamento maior que o da própria Petrobras”.

“Foram corrompidos funcionários da estatal, com evidências de que ao menos dois ainda estão em exercício, para que as operações de a compra e venda de derivados de petróleo favorecessem estas empresas. Os ilícitos estão sujeitos a punições no Brasil e no exterior”, declarou.

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Goiás

Carreta tomba em rodovia, interdita pista e causa risco de contaminação ambiental, próximo a Guapó

A PRF vê risco de contaminação ambiental, uma vez que o óleo vegetal transportado pelo veículo está sendo absorvido pelo solo e pode chegar ao córrego existente nas proximidades do local do acidente.

Por Ton Paulo
05/12/2018, 11h04

Uma carreta que transportava óleo vegetal tombou na manhã desta quarta-feira (5/12) na entrada de um viaduto que dá acesso o anel viário que liga Guapó a Aparecida de Goiânia. Toda a pista lateral que faz margem à BR-060, que liga Guapó a Goiânia, está totalmente fechada neste momento. A PRF vê risco de contaminação ambiental, uma vez que o óleo vegetal transportado pelo veículo está sendo absorvido pelo solo e pode chegar ao córrego existente nas proximidades do local do acidente.

Segundo o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Newton Morais, o veículo de grande porte transportava cerca de 30.000 litros de óleo vegetal e, ao chegar na entrada de acesso ao viaduto, por volta das 9h50, acabou tomando na rodovia.

Ainda de acordo com o inspetor, toda a carga que era transportada pela carreta ficou esparramada na pista, o que obrigou a PRF e o Corpo de Bombeiros, presentes no local, a interditarem a região.

Risco de contaminação ambiental é iminente

Além da pista interditada, outro fato que preocupa os policiais e bombeiros que atendem à ocorrência, é o grande risco de contaminação ambiental. Segundo o inspetor Newton, o óleo vegetal transportado pela carreta começou a ser absorvido pelo solo, e a existência de um pequeno córrego a 300 metros do local agrava ainda mais a possibilidade de contaminação.

Funcionários da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA) estão a caminho do local, para avaliar o impacto. “Um trabalho de lavagem do local vai ser feito, o que demora muito. Não há previsão para a liberação da pista e nem para o término desse trabalho de lavagem”, informa o inspetor.

Agentes da PRF e membro do Corpo de Bombeiros estão, neste momento, oferecendo atendimento ao motorista, que apresenta várias escoriações e está atordoado.

Não há previsão para liberação do trecho para quem quer ter acesso da BR-060 para o anel viário sentido Aparecida. O inspetor ressalta que a pista principal que liga Guapó A Goiânia não está interditada.

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