Entretenimento

Livraria da Travessa: Um pé em SP e outro em Lisboa

06/12/2018, 07h52

Enquanto as livrarias Cultura e Saraiva estão às voltas com suas recuperações judiciais, com o abastecimento das lojas para o Natal, tradicionalmente um bom período para o mercado editorial, e, sobretudo, com a sua sobrevivência, a Livraria da Travessa prepara voos maiores.

Rui Campos, criador, nos anos 1990, da rede que conta hoje com nove lojas (no Rio, em SP e Ribeirão Preto), está em Lisboa para planejar sua primeira livraria internacional. Prevista para ser inaugurada ainda no primeiro semestre e com projeto de Bel Lobo, como as outras unidades da rede desde a primeira – a de Ipanema -, ela terá 300 m2 e será instalada no térreo de um casarão tombado no bairro cult de Príncipe Real. É nesse palacete que fica a Casa Pau-Brasil, um espaço que abriga, desde 2017, marcas brasileiras (de sabonete, chocolate, roupa, etc.) e artistas.

Campos não vê o movimento como um projeto de expansão, algo que tenha sido planejado. Mas apareceu o convite e ele achou que dava para fazer lá uma livraria com a alma da Travessa. “Os portugueses são apaixonados pelo mundo da edição, da literatura e, principalmente, da poesia – o que remete a um espaço de livraria como é a Travessa. Isso nos deu a certeza de que podemos fazer esse trabalho em Portugal”, conta o livreiro, que nunca imaginou que teria uma loja fora do País.

Ao contrário do que se pode supor, a livraria não será exclusiva de obras de autores brasileiros, explica Rui. “Os livros brasileiros são fundamentais no projeto e a expectativa é que eles estejam lá, claro. Mas a ideia é trabalhar fortemente também o livro europeu – de autores portugueses, mas também franceses e ingleses. Lisboa é uma cidade absolutamente capitalista.”

A livraria contará com cerca de 40 mil títulos e o investimento será de R$ 1 milhão. O valor é um pouco mais alto do que o que será usado para abrir sua primeira loja de rua em São Paulo – um sonho antigo de Rui, que nunca tinha encontrado o lugar que imaginava, e dos editores, que consideram a Travessa uma das mais sérias livrarias do País, e que foi revelado na semana passada.

A Travessa já tem uma loja pequena no Instituto Moreira Salles, com títulos de arte e fotografia, e uma provisória na Bienal de São Paulo, que termina domingo. A partir de março, estará também na altura do número 400 da Rua dos Pinheiros, ocupando uma casa de 180 m2 – mais compacta do que as outras. Será sua primeira loja de rua em São Paulo.

“Ainda não é o que a Travessa poderia oferecer em Pinheiros, mas esta loja, que estamos chamando de cubo Travessa por causa do formato da casa, será mais focada. Faremos uma curadoria de livros mais afinada”, conta o livreiro.

Os dois projetos da rede coincidem com o formato que tem sido mais bem-sucedido no momento: o das livrarias médias. “As megas não estão bem e as de tamanho médio estão conseguindo manter o foco no atendimento, na curadoria e na criação de um ambiente agradável. É o caso da Travessa, da Martins Fontes e da Livraria da Vila, que não estão reclamando de nada e têm um modelo que está fazendo sucesso no mundo todo”, diz.

Rui comenta que havia uma expectativa de crise, mas que este final de ano está sendo “impressionante”. Em novembro, sua empresa registrou crescimento de 30% em comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho anual deve ser 15% melhor do que o de 2017. Outro plano dele para evitar a crise é investir em papelaria de luxo, sacolas e coisas do gênero. “É um paradoxo: neste mundo cada vez mais virtual, nunca se consumiu tanto lápis e caderno”, diz. A ideia é tentar compensar as perdas com CDs e DVDs, que já representaram 20% do negócio e hoje estão na casa dos 8%.

O erro da concorrência, que amarga sua pior crise, avalia o livreiro, foi ter “perdido o foco no livro, no atendimento e no que significa ser uma livraria”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Rotam encontra mais de duas toneladas de drogas em carregamento de aveia, em Serranópolis

Debaixo da carga de grãos de aveia que o caminhão levava, os policiais encontraram mais de duas toneladas de maconha e mais de seis quilos de skunk.

Por Ton Paulo
06/12/2018, 08h37

Os policiais da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) tiveram uma surpresa após fazer a abordagem de um caminhão de carga que transitava na região de Serranópolis, a 380 quilômetros de Goiânia, na noite da última quarta-feira (5/12). Debaixo da carga de grãos de aveia que o caminhão levava, os policiais encontraram mais de duas toneladas de maconha e mais de seis quilos de skunk. A apreensão foi feita em colaboração com a Polícia Federal/SR/TO.

Segundo informações da Rotam, a abordagem do caminhão aconteceu na noite de ontem, por volta das 23h00. O veículo, que trafegava pela região de Serranópolis, interior do estado, estava carregada com sacos de grãos de aveia.

Ao ser feita uma busca no interior do caminhão, a equipe da Rotam encontrou 2.517,600 quilos de maconha, mais de duas toneladas, escondidos sob o carregamento de aveia. Além disso, os policiais também encontraram pouco mais de seis quilos de skunk.

A equipe policial abordou também um veículo Ford/Ecosport utilizado como “batedor” para o caminhão com a carga de entorpecentes, que veio do Paraguai. Durante a ação policial, Elcivan Pereira de Sousa, responsável pelo transporte da droga, foi preso em flagrante, assim como os ocupantes do veículo, que associados estavam apoiando o transporte da droga, sendo Jorge Macedo da Silva, que já possuía antecedentes criminais, Cláudia Silveira dos Santos e um menor de idade.

Os detidos foram encaminhados pra a sede da Polícia Federal no município de Jataí, sudoeste de Goiás, para as providências cabíveis. Todo a droga apreendida, assim como os veículos utilizados no tráfico de drogas, foram apreendidos e também encaminhados para a Polícia Federal.

Tonelada de maconha já havia sido apreendido em Serranópolis, em julho deste ano

Um homem de 30 anos foi preso suspeito de transportar cerca de 1 tonelada de maconha na carroceria de uma caminhonete, na GO-184, em Serranópolis, na região sudoeste de Goiás. Segundo a Polícia Militar, Moisés de Jesus Alexandre disse que ia levar a droga para Goiânia.

O capitão da PM responsável pela apreensão informou que Moisés tinha passagens pela polícia por tráfico de drogas. O suspeito e a droga, à época, foram levados para a sede da Polícia Federal em Jataí..

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Goiás

Operação Migração Dois desarticula organização criminosa em Goiás

A organização criminosa era comandada de dentro do presídio.
06/12/2018, 09h51

A segunda fase da Operação Migração Dois foi deflagrada pela Polícia Civil (PC), por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores – DERFVRA, e desarticulou uma organização criminosa responsável pelos crimes de roubo, receptação, adulteração de veículos, falsificação de documentos e tráfico de drogas. Caso será apresentado hoje (6/12), na DERFVRA.

Foram cumpridos 24 mandados de prisão preventiva e 46 mandados de busca e apreensão em 8 municípios – Goiânia, Trindade, Pontalina, Bom Jesus de Goiás, Porangatu Piracanjuba, Nova Veneza e Abadia de Goiás.

A operação resultou na apreensão de instrumentos utilizados nas falsificações de placas veiculares, carros adulterados e documentos.

De acordo com o Delegado Fabio Meireles, que conduz as investigações, a organização criminosa era comandada de dentro da Array>Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), por dois detentos, que não tiveram o nome revelados para não atrapalhar na investigação. 

O Delegado contou ainda que no ano passado foi realizada a primeira fase da operação, e agora teve um desdobramento.

Participaram da operação 120 policiais civis da DERFRVA, DENARC, DECON, DOT, 1ªDRP, GEPATRI, 1ªDRP, GIH, 2ªDRP, 6ªDRP, 12ªDRP, GT3, GPO, além da polícia científica.

As investigações ainda estão em andamento, e o caso será apresentado pelo Delegado Fábio Meireles, responsável pela investigação.

Primeira fase da Operação Migração foi realizada pela DERFVRA no ano passado

Em outubro do ano passado a Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA) cumpriu 14 mandados de prisão durante a primeira fase da Operação Migração. O objetivo era desarticular uma organização criminosa especializada na clonagem de veículos. Além das ordens judiciais determinando as prisões, foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em Anápolis e Aparecida de Goiânia.

Segundo informações da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, a quadrilha é especializada em clonagem de veículos.

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Entretenimento

Thammy e esposa doarão óvulos para inseminação, diz Gretchen sobre futuro neto

Gretchen admitiu não saber como será feita a técnica.
06/12/2018, 09h52

“Eu acho ótimo”, comemorou Gretchen ao falar sobre a decisão de Thammy Miranda e Andressa Ferreira de realizarem inseminação artificial para terem o primeiro filho. A declaração foi dada durante o programa “Luciana By Night”, na Rede TV!, desta quarta-feira, 5.

A cantora revelou que o casal deve iniciar o procedimento já neste mês para que a modelo esteja grávida em janeiro de 2019, se tudo der certo.

Gretchen admitiu não saber, com certeza, como será feita a técnica, mas acredita que serão usados óvulos de Thammy e Andressa. “Thammy ainda tem óvulo. Creio que um de Thammy e um de Andressa. Ainda não sei de detalhes, mas o desejo é que use um óvulo de um e de outro”, ressalta.

Sobre as críticas sofridas pelo filho, Gretchen analisa: “Olha, seria tão bom se as pessoas não ficassem se incomodando com o outro e vivessem suas próprias vidas. Já é tão difícil viver a vida da gente, você ainda quer viver a vida do vizinho, do outro…”.

Gretchen garante que nunca se preocupou com o que os outros dizem a respeito dela. A cantora lembrou do tempo em que, aos 18 anos, saía para comprar pão na padaria com uma meia calça na cabeça, uma espécie de touca, para não desmanchar o cabelo.

“A Sula (Miranda), minha irmã, dizia: ‘Você tá louca, vai desse jeito na padaria?’. Eu dizia: ‘Se alguém tem que gostar de mim, tem que gostar assim. Porque, se gosta de mim com a touca, imagina sem… iria me adorar! Eu não estava nem aí”.

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Política

Bolsonaro chega ao CCBB para reunião que aprovará estrutura de ministérios

Onyx Lorenzoni, informou que estão previstas 22 pastas.
06/12/2018, 09h56

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, terá uma reunião nesta quinta-feira, às 10h, com a equipe de transição para aprovar o desenho consolidado da estrutura dos ministérios. Esta semana, o futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, informou que estão previstas 22 pastas – o comando dos futuros ministérios dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente ainda não foi definido.

Bolsonaro chegou por volta das 8h40 ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição, para “agenda interna”, segundo informou sua assessoria.

Inicialmente, Bolsonaro teria reuniões no início da manhã com autoridades na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República, onde está hospedado, mas os encontros não ocorreram. Ainda não foi informado se o presidente eleito permanecerá em Brasília nesta quinta-feira ou se retornará ao Rio de Janeiro.

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