Política

PR anuncia que vai integrar base aliada do governo Bolsonaro

06/12/2018, 07h48

Terceira bancada a ser recebida pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, o PR anunciou nesta quarta-feira, 5, que vai integrar a base aliada do novo governo, mas que a adesão às propostas dependerá do convencimento dos parlamentares. Segundo o líder do partido na Câmara, deputado José Rocha (BA), só será possível “medir a temperatura” conforme as propostas econômicas forem encaminhadas ao Congresso a partir do próximo ano.

Bolsonaro participou nos últimos dois dias da primeira rodada de conversas oficiais com dirigentes partidários e parlamentares – também estiveram no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) integrantes do PSDB, MDB e PRB. “Nós não vamos, de maneira coercitiva ou de qualquer outra maneira, forçar o parlamentar a votar como o partido encaminhar. Mas, com certeza, faremos todos os esforços no sentido do convencimento. Os que não se acharem convencidos vão votar como acharem melhor”, afirmou Rocha.

O PR, partido do ex-deputado Valdemar Costa Neto, que foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do mensalão e comanda a sigla nos bastidores, possui a sexta maior bancada da Câmara, com 41 deputados.

No mesmo dia em que se reuniu com Bolsonaro, a legenda também abriu um canal de comunicação com outros 14 partidos para tentar quebrar a polarização do PSL, partido do presidente eleito, e do PT na Câmara – os dois são as maiores legendas da Casa na próxima legislatura considerando os eleitos.

O objetivo seria formar um grande bloco com cerca de 300 parlamentares, o que também pode contribuir para a decisão do futuro presidente da Casa. Fazem parte PP, MDB, PSD, PR, PSB, PRB, PSDB, DEM, PDT, Solidariedade, PTB, PCdoB, PSC, PPS e PHS. A alegação é de que o grupo não seria “nem oposição nem governo”, e sim uma forma de contribuir para o “funcionamento da Câmara”.

A articulação também poderia ser uma forma de retaliação pelo fato do presidente eleito ter excluído as cúpulas partidárias das negociações da formação do seu primeiro escalão.

Depois de se reunir com Bolsonaro, o líder do PSDB na Câmara, Nilson Leitão (MT), disse que o partido está disposto a ajudar o Brasil, mas que “não precisa entrar no governo”. O deputado afirmou que a sigla vai apoiar as reformas ligadas à agenda tucana e defendeu que Bolsonaro aproveite o início do mandato para aprová-las.

Os tucanos estão divididos sobre aderir ou não à base de Bolsonaro. A ala ligada ao governador eleito de São Paulo, João Doria, quer apoiar o novo governo, mas enfrenta resistência de parlamentares próximos ao candidato derrotado à Presidência Geraldo Alckmin, que preside o PSDB.

Nesta quarta, o líder do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), afirmou que o partido vai “ajudar votando medidas importantes”. Segundo Baleia, embora a sigla seja oficialmente independente, o partido do presidente Michel Temer “saberá votar o que é importante para a recuperação econômica” do País.

Propostas

Nas conversas, Bolsonaro apresentou propostas de acordo com o partido. Embora não tenha mencionado o assunto com o MDB, ao PSDB reforçou a ideia de encaminhar a reforma da Previdência de forma fatiada ao Congresso, começando pela idade mínima para a aposentadoria, sem especificar qual seria.

Em conversa com o PSDB, defendeu o fim da reeleição para a Presidência. “Todos os governantes que entram já entram com medo de tomar decisões importantes pensando em ser reeleito. Eu não quero fazer isso. Não quero administrar pensando na reeleição, mas no Brasil”, disse Bolsonaro aos tucanos, segundo participantes.

Em comum, afirmou aos parlamentares que quer aprovar um aprofundamento da reforma trabalhista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Rotam encontra mais de duas toneladas de drogas em carregamento de aveia, em Serranópolis

Debaixo da carga de grãos de aveia que o caminhão levava, os policiais encontraram mais de duas toneladas de maconha e mais de seis quilos de skunk.

Por Ton Paulo
06/12/2018, 08h37

Os policiais da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) tiveram uma surpresa após fazer a abordagem de um caminhão de carga que transitava na região de Serranópolis, a 380 quilômetros de Goiânia, na noite da última quarta-feira (5/12). Debaixo da carga de grãos de aveia que o caminhão levava, os policiais encontraram mais de duas toneladas de maconha e mais de seis quilos de skunk. A apreensão foi feita em colaboração com a Polícia Federal/SR/TO.

Segundo informações da Rotam, a abordagem do caminhão aconteceu na noite de ontem, por volta das 23h00. O veículo, que trafegava pela região de Serranópolis, interior do estado, estava carregada com sacos de grãos de aveia.

Ao ser feita uma busca no interior do caminhão, a equipe da Rotam encontrou 2.517,600 quilos de maconha, mais de duas toneladas, escondidos sob o carregamento de aveia. Além disso, os policiais também encontraram pouco mais de seis quilos de skunk.

A equipe policial abordou também um veículo Ford/Ecosport utilizado como “batedor” para o caminhão com a carga de entorpecentes, que veio do Paraguai. Durante a ação policial, Elcivan Pereira de Sousa, responsável pelo transporte da droga, foi preso em flagrante, assim como os ocupantes do veículo, que associados estavam apoiando o transporte da droga, sendo Jorge Macedo da Silva, que já possuía antecedentes criminais, Cláudia Silveira dos Santos e um menor de idade.

Os detidos foram encaminhados pra a sede da Polícia Federal no município de Jataí, sudoeste de Goiás, para as providências cabíveis. Todo a droga apreendida, assim como os veículos utilizados no tráfico de drogas, foram apreendidos e também encaminhados para a Polícia Federal.

Tonelada de maconha já havia sido apreendido em Serranópolis, em julho deste ano

Um homem de 30 anos foi preso suspeito de transportar cerca de 1 tonelada de maconha na carroceria de uma caminhonete, na GO-184, em Serranópolis, na região sudoeste de Goiás. Segundo a Polícia Militar, Moisés de Jesus Alexandre disse que ia levar a droga para Goiânia.

O capitão da PM responsável pela apreensão informou que Moisés tinha passagens pela polícia por tráfico de drogas. O suspeito e a droga, à época, foram levados para a sede da Polícia Federal em Jataí..

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Goiás

Operação Migração Dois desarticula organização criminosa em Goiás

A organização criminosa era comandada de dentro do presídio.
06/12/2018, 09h51

A segunda fase da Operação Migração Dois foi deflagrada pela Polícia Civil (PC), por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores – DERFVRA, e desarticulou uma organização criminosa responsável pelos crimes de roubo, receptação, adulteração de veículos, falsificação de documentos e tráfico de drogas. Caso será apresentado hoje (6/12), na DERFVRA.

Foram cumpridos 24 mandados de prisão preventiva e 46 mandados de busca e apreensão em 8 municípios – Goiânia, Trindade, Pontalina, Bom Jesus de Goiás, Porangatu Piracanjuba, Nova Veneza e Abadia de Goiás.

A operação resultou na apreensão de instrumentos utilizados nas falsificações de placas veiculares, carros adulterados e documentos.

De acordo com o Delegado Fabio Meireles, que conduz as investigações, a organização criminosa era comandada de dentro da Array>Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), por dois detentos, que não tiveram o nome revelados para não atrapalhar na investigação. 

O Delegado contou ainda que no ano passado foi realizada a primeira fase da operação, e agora teve um desdobramento.

Participaram da operação 120 policiais civis da DERFRVA, DENARC, DECON, DOT, 1ªDRP, GEPATRI, 1ªDRP, GIH, 2ªDRP, 6ªDRP, 12ªDRP, GT3, GPO, além da polícia científica.

As investigações ainda estão em andamento, e o caso será apresentado pelo Delegado Fábio Meireles, responsável pela investigação.

Primeira fase da Operação Migração foi realizada pela DERFVRA no ano passado

Em outubro do ano passado a Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA) cumpriu 14 mandados de prisão durante a primeira fase da Operação Migração. O objetivo era desarticular uma organização criminosa especializada na clonagem de veículos. Além das ordens judiciais determinando as prisões, foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em Anápolis e Aparecida de Goiânia.

Segundo informações da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, a quadrilha é especializada em clonagem de veículos.

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Entretenimento

Thammy e esposa doarão óvulos para inseminação, diz Gretchen sobre futuro neto

Gretchen admitiu não saber como será feita a técnica.
06/12/2018, 09h52

“Eu acho ótimo”, comemorou Gretchen ao falar sobre a decisão de Thammy Miranda e Andressa Ferreira de realizarem inseminação artificial para terem o primeiro filho. A declaração foi dada durante o programa “Luciana By Night”, na Rede TV!, desta quarta-feira, 5.

A cantora revelou que o casal deve iniciar o procedimento já neste mês para que a modelo esteja grávida em janeiro de 2019, se tudo der certo.

Gretchen admitiu não saber, com certeza, como será feita a técnica, mas acredita que serão usados óvulos de Thammy e Andressa. “Thammy ainda tem óvulo. Creio que um de Thammy e um de Andressa. Ainda não sei de detalhes, mas o desejo é que use um óvulo de um e de outro”, ressalta.

Sobre as críticas sofridas pelo filho, Gretchen analisa: “Olha, seria tão bom se as pessoas não ficassem se incomodando com o outro e vivessem suas próprias vidas. Já é tão difícil viver a vida da gente, você ainda quer viver a vida do vizinho, do outro…”.

Gretchen garante que nunca se preocupou com o que os outros dizem a respeito dela. A cantora lembrou do tempo em que, aos 18 anos, saía para comprar pão na padaria com uma meia calça na cabeça, uma espécie de touca, para não desmanchar o cabelo.

“A Sula (Miranda), minha irmã, dizia: ‘Você tá louca, vai desse jeito na padaria?’. Eu dizia: ‘Se alguém tem que gostar de mim, tem que gostar assim. Porque, se gosta de mim com a touca, imagina sem… iria me adorar! Eu não estava nem aí”.

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Política

Bolsonaro chega ao CCBB para reunião que aprovará estrutura de ministérios

Onyx Lorenzoni, informou que estão previstas 22 pastas.
06/12/2018, 09h56

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, terá uma reunião nesta quinta-feira, às 10h, com a equipe de transição para aprovar o desenho consolidado da estrutura dos ministérios. Esta semana, o futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, informou que estão previstas 22 pastas – o comando dos futuros ministérios dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente ainda não foi definido.

Bolsonaro chegou por volta das 8h40 ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição, para “agenda interna”, segundo informou sua assessoria.

Inicialmente, Bolsonaro teria reuniões no início da manhã com autoridades na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República, onde está hospedado, mas os encontros não ocorreram. Ainda não foi informado se o presidente eleito permanecerá em Brasília nesta quinta-feira ou se retornará ao Rio de Janeiro.

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