Trânsito

Este ano, 70% das vítimas fatais de acidentes de trânsito em Goiânia estavam em motocicletas

Até esta sexta-feira (7/12), foram registradas 165 mortes por acidentes de trânsito na capital.
07/12/2018, 17h08

De acordo com levantamento da Delegacia Estadual de Investigação de Crimes de Trânsito (Dict), 70% das vítimas fatais de acidentes de trânsito em Goiânia pilotavam ou eram passageiros de motocicletas. Ao todo, de janeiro até hoje, foram contabilizadas 165 mortes por acidentes na capital. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (7/12).

Este ano, até o momento, a porcentagem de motociclistas e passageiros mortos em acidentes é menor que os casos de 2016 e maior que os do ano passado, quando foram registrados 222 acidentes, sendo que 62% das vítimas também estavam em motocicletas.

Nos dados divulgados nesta sexta-feira, a Dict revela que, do total de mortes, três casos envolveram ônibus do transporte coletivo e 31 pessoas foram vítimas de atropelamento.

Acidentes de trânsito em Goiânia e embriaguez ao volante

Somando os dados dos últimos três anos, 869 pessoas morreram em acidentes de trânsito em Goiânia, sendo 156 delas atropeladas. Esses números podem estar relacionados com o casos de embriaguez ao volante, que em 2018 já somam mais de 450 ocorrências.

Em 2016, de acordo com dados da Dict, 287 motoristas foram autuados pela infração. No ano passado, foram 350 casos, e este ano, até hoje (7/12), 455 condutores foram autuados em flagrante por assumirem, bêbados, a direção de veículos.

Segundo dados divulgados em maio deste ano pela Delegacia de trânsito, os horários de maior incidência de acidentes é das 17h às 20h; das 8h às 11h; e das 5h às 8h. Ainda de acordo com os dados, 50% dos casos ocorreram aos finais de semana.

Por ano, acidentes de trânsito matam 1 milhão de pessoas

De acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado também nesta sexta-feira, os acidentes de trânsito são responsáveis pela morte de mais de um milhão de pessoas no mundo, todos os anos. Em 2009 haviam sido registrados 1,2 milhão de mortes; já este ano o número subiu para 1,35 milhão. As principais vítimas são crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos.

Via: Veja 

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