Goiás

Casal é resgatado dentro de casa amarrados e em chamas pelos Bombeiros, em Águas Lindas

Um homem, de 20 anos, e uma mulher de 30 estavam amarrados dentro da casa.
08/12/2018, 15h24

O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) da cidade de Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal (DF) foi acionado na manhã deste sábado (8/12) para combater um incêndio a residência, no Parque Barragem Setor 1 e resgatar um casal que estava dentro da casa em chamas.

De acordo com a corporação, vizinhos da residência acionaram os bombeiros para combater o incêndio, no momento em que as equipes chegaram ao local, além do fogo, notaram que dentro da casa tinha um homem de aproximadamente 20 anos e uma mulher de 30 amarrados.

O CBMGO fez o resgate das vítimas que tiveram queimaduras de 1º, 2º e 3º graus por várias partes do corpo, prestaram os primeiros socorros as vítimas e os levaram para o Hospital Municipal Bom Jesus na cidade.

Depois de socorrer o casal, a corporação voltou as atenções para o combate ao incêndio na casa, que se concentrou em um dos quartos. De acordo com os bombeiros foram gastos durante a ocorrência, cerca de 200 litros de água para controlar o fogo.

Apesar das chamas terem atingido um quarto, o fogo não se espalhou para outros cômodos da casa. Segundo o CBMGO, como duas pessoas foram encontradas amarradas dentro da casa, e a característica criminosa os bombeiros chamaram a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) para atender a ocorrência. Até o momento não há informações sobre quem amarrou o caso e colocou fogo na residência.

Incêndio em Goiânia

Em julho deste ano, o Corpo de Bombeiros, foi acionado para combater um incêndio em uma casa no Residencial Goiânia Viva, na Capital. No local também funcionava uma pequena confecção de roupas, onde o fogo teria começado. Um depósito de espumas também foi atingido pelas chamas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, um casal, que morava na residência foi encaminhado ao Cais do Bairro Goiá para avaliação após inalarem fumaça. Nem o homem nem a mulher apresentavam ferimentos ou queimaduras.

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Goiás

Recém-nascido é encontrado em caixa de papelão em matagal, em Aparecida de Goiânia

Recém-nascido que recebeu o nome de Samuel, ainda tinha sangue no cordão umbilical.
08/12/2018, 16h29

Um recém-nascido foi encontrado durante o horário de almoço, por Policiais Militares (PM’s) neste sábado (8/12), dentro de uma caixa de papelão, em um matagal no Setor Papilon Park, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital.

A criança que é do sexo masculino foi encontrada pela equipe do Sargento Adelson, e segundo a polícia o menino estava dentro de uma caixa de papelão, enrolado em uma toalha.

O sargento explicou que o recém-nascido estava com muito sangue no cordão umbilical, indicando que a criança tinha nascido há pouco tempo. Os policiais na ocorrência chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu) que prestaram os primeiros atendimentos ao bebê no local.

Os policiais militares e os socorristas do Samu, deram o nome de Samuel para criança. O recém-nascido foi levado pelo Samu para a Maternidade Marlene Teixeira, em Aparecida de Goiânia.

Em nota a Maternidade Marlene Teixeira informou ao Portal Dia Online que recebeu o menino e que o mesmo está com estado de saúde estável, pesa 3,5kg e não tem previsão de alta.

Confira a nota

“A Maternidade Marlene Teixeira recebeu na manhã deste sábado, 8, um recém-nascido abandonado e que foi socorrido por equipe do SAMU. Os pediatras da unidade fizeram a avaliação da criança e estão prestando toda a assistência necessária. O bebê pesa 3,5Kg, tem estatura de 50cm e passa bem. Ainda não há previsão de alta.”

Bebê abandonado em Goiânia

Em outubro deste ano um outro recém-nascido de aproximadamente dois meses de idade foi abandonado na madrugada desta terça-feira (23/10), na rua Potengi no Bairro Goiá, em Goiânia. O bebê foi encontrado por moradores da região.

Um morador identificado apenas pelo nome de Fabrício estava dormindo em sua casa, quando acordou com o choro da criança e acionou a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) para atender a ocorrência.

Uma equipe da 15ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) esteve no local, ao chegar à região encontrou o bebê. Imediatamente a equipe pediu apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO).

A criança uma menina, foi levada para o Hospital Materno Infantil (HMI) de Goiânia, e pouco mais de um mês foi adotada por uma família da capital.

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Brasil

Ato contra morte de cadela faz Carrefour Osasco fechar as portas

O animal morreu após ser agredido por um segurança da loja, no último dia 30.
08/12/2018, 16h48

O Carrefour Osasco fechou as portas neste sábado, 8, por causa de uma manifestação agendada para o local, em repúdio pela morte da cadela “Manchinha”. O animal morreu após ser agredido por um segurança da loja, no último dia 30. De acordo com o Carrefour, a área de vendas da unidade na Grande São Paulo foi fechada às 14h, mas o estacionamento está liberado para os manifestantes. Por volta das 16h, não havia informações sobre a reabertura da loja após as manifestações.

Em um ato convocado nas redes sociais até às 15h deste sábado, mais de 12 mil pessoas haviam sinalizado que pretendem comparecer e 55 mil demonstraram interesse. O convite para o protesto pede às pessoas que durante o evento utilizem uma peça de roupa na cor preta, e levem balões, flores e velas, em sinal de luto contra a morte da cadela.

Na quinta-feira, 6, o segurança acusado de agredir e causar a morte do cachorro confessou à polícia ter golpeado o animal com uma barra metálica, mas se disse arrependido. Em depoimento prestado na Delegacia do Meio Ambiente, ele afirmou que não percebeu que havia ferido o animal e só teria se dado conta quando viu o sangue no chão. Também alegou ter buscado ajuda e ligado para o Centro de Zoonoses do seu celular pessoal.

O segurança foi indiciado pelo artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, por praticar abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais. A pena prevista é de 3 meses a 1 ano de prisão, além de multa, que pode ser aumentada em até um terço por causa da morte. Ele vai responder em liberdade, porque o crime é considerado de baixo potencial ofensivo.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que o caso ainda é investigado. “Policiais analisam imagens de câmeras de segurança do local e colhem oitivas de testemunhas, como a veterinária do Centro de Zoonoses de Osasco, que atendeu o animal, e o segurança do estabelecimento, porém mais detalhes não podem ser passados para não atrapalhar as investigações.”

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Goiás

Médium João de Deus é acusado de abuso sexual

Além de abusar sexualmente das pacientes, o médium as ameaçava para que ficassem caladas.
08/12/2018, 17h22

O programa Conversa com Bial, da TV Globo, entrevistou quatro mulheres no programa que foi ao ar na noite da última sexta-feira (7/12) que afirmaram terem sido abusadas sexualmente pelo mundialmente famoso médium goiano João de Deus.

Os abusos teria ocorrido entre 2013 e 2017, no local onde o médium realiza suas famosas ‘cirurgias espirituais’, a Casa Dom Inácio de Loyola, na cidade de Abadiânia, interior de Goiás. O programa, que foi ao ar na noite de sexta-feira, diz ter colhido depoimentos de dez mulheres com relatos semelhantes.

As mulheres contaram ao jornalista e apresentador Pedro Bial que os abusos cometidos por João de Deus aconteciam numa linha padrão. O médium, segundo elas, atendia as mulheres em público e depois pedia que elas o encontrassem, sozinhas, em seu escritório, para que ele incorporasse uma entidade e terminasse o procedimento.

Os abusos sexuais ocorriam, de acordo com os relatos, dentro da sala dele. Algumas dizem ter sido levadas a um banheiro dentro do cômodo. Elas afirmam que João de Deus lhes pedia segredo sobre as supostas “práticas espirituais”.

Além do programa entrevista com Bial exibido na última sexta-feira, uma reportagem do jornal O Globo que investigou as denúncias e ouviu quatro mulheres das 12 que afirmaram terem sido abusadas pelo médium João de Deus.

Uma holandesa teve coragem de mostrar o rosto e afirmou ter sido penetrada pelo médium João de Deus

Entre as mulheres que foram ouvidas pela reportagem esta a holandesa, Zahira Leeneke Maus, que recentemente usou o seu perfil no Facebook para relatar que foi abusada sexualmente pelo médium.

No relato de Zahira ela conta que conheceu João de Deus, através de um amigo que lhe falou sobre o médium. A holandesa então procurou por ele mais de uma vez para buscar pela espiritualidade e a cura de um trauma sexual.

A holandesa relata que em uma oportunidade, em que esteve na cidade de Abadiânia com o médium, ela foi convidada para uma consulta particular, e levada até um banheiro na sala dele, momento em que João de Deus se posicionou atrás dela.

“Ele pegou a minha mão e colocou por trás de mim na calça dele, fique me perguntando o que está acontecendo aqui, por que tenho que tocar no seu pênis para ser curada? Em seguida, ele começou a movimenta a minha mão no pênis dele, eu estava em choque” conta Zahira.

A holandesa afirma que durante o ato o médium disse que ela deveria sorrir, se sentir feliz por estar ali naquele momento. “Ele estava se limpando e fechando as calças de novo, me levou para outro escritório, me colocou em um sofá e abriu um armário cheio de pedras preciosas e disse que eu poderia escolher qualquer uma, como se fosse uma espécie de pagamento”, conta.

A coach espiritual e autora Amy Biank, afirmou durante a entrevista que levava várias pessoas para a Casa Dom Inácio de Loyola desde 2002, e disse que as pessoas que trabalhavam com médium tinham conhecimento da prática. A escritora confessou que em uma oportunidade ouviu o grito de uma mulher, enquanto João de Deus tentava obrigar ela a fazer sexo oral nele e mandou a escritora ficar calada.

Depois das denúncias irem ao ar na última sexta-feira (7/12) o médium por meio da assessoria de imprensa respondeu em nota que trabalha há 44 anos atendendo milhares de pessoas na cidade e nega todas as acusações feitas contra ele.

Confira a nota enviada ao programa

“Há 44 anos, João de Deus atende milhares de pessoas em Abadiânia, praticando o bem por meio de tratamentos espirituais. Apesar de não ter sido informado dos detalhes da reportagem, ele rechaça veementemente qualquer prática imprópria em seus atendimentos”.

Via: G1 

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Brasil

Cubanas pedem ajuda à OAB para conseguir refúgio no Brasil

Médicas são consideradas desertoras por não cumprirem a convocação de Cuba para retornar à ilha.
09/12/2018, 10h28

Quatro médicas que atendiam a população de Nova Odessa (SP) pelo programa Mais Médicos protocolaram na quinta-feira pedidos de refúgio no Brasil. As profissionais não cumpriram a convocação de Cuba para retornar à ilha e, lá, são consideradas desertoras.

Segundo o presidente da subsecção local da Ordem dos Advogados do Brasil, sem apoio das prefeituras onde trabalharam, esses médicos estão batendo às portas da OAB para pedir ajuda. “Algumas cidades fizeram jantares de despedida para os cubanos, disseram que iam apoiar, mas viraram as costas para aqueles que ficaram aqui. Mesmo os que constituíram família não podem exercer a profissão porque não estão sendo readmitidos no Mais Médicos e não têm sequer Carteira de Trabalho para tentar outro ofício”, disse Alessandre Pimentel.

Cubanas decidiram ficar no Brasil

Das oito cubanas que atendiam nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Nova Odessa, cinco decidiram ficar no País, mas só uma se casou e regularizou a situação de permanência. Para não serem consideradas clandestinas, a OAB encaminhou os pedidos de refúgio das outras quatro à Polícia Federal, em Piracicaba (SP). “Se forem para Cuba, vão sofrer retaliações. Há orientação do governo cubano de que o médico chamado de volta que não atende à convocação fica oito anos proibido de entrar em Cuba. As autoridades cubanas consideram-nos desertores.”

A cubana Liseti Aguilera, uma das solicitantes, disse que quer revalidar o diploma de médica obtido em Cuba e trabalhar em atenção básica no País. “Vim com a maior boa vontade e encontrei um povo amigo. Quero muito ficar, mas preciso de trabalho até poder fazer a prova.” Suleidys Gonzales, outra cubana, disse que não vai voltar à ilha pela ligação com os pacientes que atendeu em Nova Odessa. “Somos quase como família.”

Em nota, a prefeitura de Nova Odessa informa ter providenciado transporte e acompanhado as cinco médicas que foram requerer a Carteira de Trabalho anteontem. O prefeito Benjamin Vieira (PSDB), diz o texto, entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores para discutir o caso.

Pelo Estado. Em outras cidades, cubanos que se casaram e decidiram ficar no País também enfrentam problemas. “Estamos sendo discriminados, pois saiu edital (para suprir o quadro do Mais Médicos) para os que já têm o CRM (registro no Conselho Regional de Medicina) e outro para formados no exterior. Estão dando prioridade para brasileiros que se formaram no exterior e excluindo a nós, cubanos, que já estávamos trabalhando há três anos, sem reclamação de ninguém”, disse a cubana Lissete Quiñonez, de São Miguel Arcanjo (SP). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Dom Total 

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