Goiás

Jovem é preso após agredir o avô, em Goianápolis

Avó acionou a Polícia e jovem foi preso em flagrante por lesão corporal.
10/12/2018, 16h02

Um jovem identificado como Vitor Marques Rodriques Pires, de 22 anos, foi preso na cidade de Goianápolis, a 42 quilômetros de Goiânia, na noite do último domingo (9/12) suspeito de agredir o avô, depois de ele se negar a dar dinheiro para Vitor comprar drogas.

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) informou ao Portal Dia Online que o jovem chegou em casa alterado e pediu dinheiro ao avô, que se recusou a atender o pedido do neto. Diante da negativa, Vitor agrediu o avô, usando uma faca para ameaçar os avós e uma barra de ferro para torturará-los.

Segundo a PM, a avó do jovem acionou a equipe da polícia, que encontrou o rapaz em uma praça próximo a casa onde a agressão aconteceu. Conforme a corporação, os avós e o jovem foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia, onde foram constatadas as agressões, diante dos fatos Vitor foi preso em flagrante pelo crime de lesão corporal.

O rapaz passou a noite Central de Flagrantes e foi encaminhado foi transferido na manhã desta segunda-feira (10/12) para o presídio da cidade de Goianápolis, onde o crime aconteceu.

Menores invadem casa em Caldas Novas, matam neto e baleiam avó

O caso foi registrado em outubro deste ano, quando os dois menores invadiram uma residência no Setor Chácaras Ipanema, em Caldas Novas, e mataram a tiros Genival de Alencar Coelho e balearam a avó dele, que não foi identificada. Os menores bateram no portão por volta de 3h20, em busca de Genival, que recepcionou os atiradores.

Para o Portal Dia Online, a PM informou que dois adolescentes de 15 anos foram apreendidos suspeitos de participação no crime. “Eles ficaram calados”, contou um policial. “O delegado veio aqui apenas para ouvi-los e saiu. Deve voltar mais tarde”, disse.

Via: Portal 6 
Imagens: Portal 6 

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Educação

Matrículas de novos alunos em CMEIs de Goiânia começam nesta semana

Para 2019, de acordo com a SME, são oferecidas 11.869 novas vagas na Educação Infantil.
10/12/2018, 16h58

O período de matrícula para novos alunos nos CMEIs de Goiânia começa na próxima quarta-feira (12/12). Para 2019, de acordo com a Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME), são oferecidas 11.869 vagas na Educação Infantil da capital. Para alunos novatos em escolas, Ensino Fundamental e Pré-escola, as matrículas estão abertas desde a última quinta-feira (6/12).

A pré-matrícula online para os Centros Municipais de Educação Infantil (Cmei) é feita por meio do site www.sme.goiania.go.gov.br, na aba “E-Matrícula”, a partir das 8h, do dia 12 de dezembro. Para fazer o cadastro, os pais e responsáveis devem estar munidos com os seguintes documentos:

  • CPF do responsável e do educando (se houver);
  • Endereço completo com CEP (de Goiânia);
  • Número do NIS da criança e do responsável (para cadastrados no Bolsa Família);
  • Nome completo da criança/educando;
  • Data de nascimento da criança/educando;
  • Nome completo da mãe;
  • Informar 3 números de telefones para contato com DDD 62
  • Ter o nome da escola ou CMEI de preferência, caso não saiba, vá em “CONSULTAR”.

Atenção, pais e responsáveis: quando a vaga for disponibilizada, deve-se imprimir o comprovante de pré-matrícula. O prazo para confirmar a matrícula na Instituição é de três dias. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelos seguintes números: (62) 3524-7310 | 3524-7302 | 3524-7304 | 3524-5084 | 3524-5086 | 3524-5089 | 3524-8965 | 3524-5082.

Vagas reservadas nos CMEIs de Goiânia

Segundo a SME, 50% das vagas nos CMEIs da capital são reservadas para crianças que possuem o Bolsa Família. Para isso, é necessário informar, no ato da pré-matrícula online, o Número de Identificação Social (NIS) da criança e do responsável.

Caso seja necessário atendimento presencial, o pai ou responsável deve procurar as instituições de ensino (escolas e CMEIs) e as Coordenadorias Regionais de Educação (CRE) – endereços abaixo. A SME ressalta que não será feito nenhum tipo de atendimento presencial na sede da Secretaria.

  • CRE Brasil – Rua Prof. Lázaro Costa, Qd 167, Lt 10, Cidade Jardim | 3524-5681
  • CRE Bretas – Av. Goiás Norte, Qd 68, Lt 01, Setor Urias Magalhães | 3524-2490
  • CRE Central – Rua 243, esq. c/ 220, no 260, Setor Leste Universitário | 3524-1664
  • CRE Jarbas – Rua C 75, esq. c/ C 93, Qd 192, Setor Sudoeste | 35241720
  • CRE Thomé – Rua C 165, Qd 588, Lt 77, Setor Nova Suíça | 3524-5636

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Entretenimento

Chorinho é uma boa opção de entretenimento em Goiânia

O Chorinho em Goiânia é uma excelente opção para quem pretende curtir boa música com os amigos e sem pagar caro por isso! Confira mais detalhes!
10/12/2018, 17h30

Quem mora em centros urbanos como Goiânia está acostumado a ter uma rotina intensa e cheia de atividades. Por vezes é preciso dividir o tempo entre o trabalho, estudos e alguma outra tarefa extra. Fato é que nem sempre é possível tirar um tempinho de folga apenas para relaxar e curtir boa música, principalmente quando muitas opções oferecidas pela cidade acabam custando caro. No entanto, se você está realmente disposto a se permitir viver novas experiências, o Chorinho em Goiânia pode ser uma excelente opção.

Para aqueles que ainda não conhecem, nossa dica é que destinem um espacinho na agenda para já organizarem o dia da visita! A proposta do evento é abrir as portas para artistas locais, oferecendo ao público opções de entretenimento que saem a um baixíssimo custo e que ainda possuem alta qualidade. Portanto, se você está procurando um bom motivo para reunir os amigos, este pode ser o momento perfeito para convidá-los para o próximo Chorinho.

Um pouquinho sobre a história do Chorinho

Chorinho em Goiânia
Foto: Reprodução/ DM

Quem passa todos os dias pelo centro de Goiânia costuma não perceber algumas preciosidades que habitam por ali. Isso porque a força do hábito faz com que funcionemos no “modo automático” e simplesmente deixamos de enxergar algumas coisas que estão a nossa volta.

O Grande Hotel, localizado na Avenida Goiás, é um bom exemplo disso. Muita gente costuma passar todos os dias por ali, mas sequer notam que aquela é uma das construções mais importantes da cidade, considerado como um lugar histórico e de afirmação cultural. E é exatamente por tais razões que o ambiente foi escolhido para ser a sede do Chorinho em Goiânia.

Em atividade desde 2006 e após sofrer dois anos de hiato, o evento retornou para o calendário cultural da cidade ainda neste ano. Oficialmente nomeado como “Projeto Grande Hotel Revive o Choro”, o evento é realizado pela Prefeitura de Goiânia e acontece durante as noites de sexta, carregando consigo uma valorosa função cultural, ao mesmo tempo em que tem como objetivo a ocupação da cidade. Isso mesmo! A ideia é fazer com que as pessoas saiam dos espaços fechados de entretenimento e que vão para as ruas prestigiar artistas que também merecem visibilidade.

Esta é uma forma de revitalizar o centro de Goiânia, que apesar de ser tão rico em cultura e história, anda esquecido e não é valorizado da forma que deveria. De acordo com Carlos Brandão, que é o produtor cultural responsável pelo Chorinho: “O evento mostra que o centro de Goiânia é viável. Mostra que o público gosta daqui. Que é viável se tiver bons bares e restaurantes à noite, se a Prefeitura der subsídios para as pessoas se instalarem aqui, fazer ruas (com funcionamento comercial) 24 horas, por exemplo“.

Apenas para que você tenha ideia, cada evento chega a reunir 2 mil pessoas no centro, abrangendo os mais variados públicos. São pais que levam seus filhos, adolescentes, jovens, adultos e até pessoas mais velhas que vão até o local em busca de diversão.

Problemas com segurança

Chorinho é uma boa opção de entretenimento em Goiânia
Foto: Reprodução/ DM

Embora seja um evento importante para a manutenção da cena cultural e alternativa da cidade, não se pode ignorar o fato de que o Chorinho também já foi palco de alguns episódios de violência.

No dia 9 de fevereiro deste ano (2018), o vendedor de doces Roberto Fonseca, de 39 anos, foi morto no local e outras duas pessoas ficaram feridas após a realização de um show.

Para Carlos Brandão, o infeliz acontecimento apenas revela uma das principais dificuldades enfrentadas para manter o evento vivo, que é justamente o alinhamento com os órgãos de segurança pública. Apesar de o Chorinho ser um evento realizado pela Prefeitura, a Guarda Civil Metropolitana ainda não é capaz de atender a demanda do evento. Vale ressaltar que após a tragédia, a segurança foi intensificada mas ainda assim, a Guarda não pode ficar por lá durante todo o tempo.

Mesmo após a onda de medo, o evento continua de pé e atraindo cada vez mais público que está realmente interessado em aproveitar o momento para encontrar os amigos e curtir da forma mais saudável possível. É importante ter consciência de que esta é uma produção importante para a cidade e precisa sim ter seu espaço.

Imagens: DM O Popular 

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Goiás

Criança agredida pelo pai em Anápolis segue internada sem previsão de alta 

Caso ocorreu na última segunda-feira (3/12), em uma via pública no Setor Central da cidade.
10/12/2018, 18h02

O menino de 4 anos agredido pelo próprio pai em Anápolis segue internado no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) sem previsão de alta, apesar de melhora no quadro clínico. Durante uma discussão entre o homem e a ex-mulher, mãe da criança, ocorrida na tarde da última segunda-feira (3/12), ele jogou o menino contra o chão diversas vezes, em uma via pública no Setor Central da cidade.

A criança, que foi socorrida com suspeita de traumatismo craniano e afundamento de crânio, foi levada ao Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), mas em seguida transferida para o Hugol, onde está internada desde o dia 3. De acordo com boletim médico divulgado nesta segunda-feira (10/12), o menino passa bem e respira sem ajuda de aparelhos, mas ainda não há previsão para alta médica.

Homem tenta suicídio após agredir o filho em Anápolis

O homem, de aproximadamente 30 anos, durante uma discussão com a ex-mulher, arremessou a criança por várias vezes no chão, além de outras agressões; o menino foi socorrido com suspeita de traumatismo craniano e afundamento de crânio. Informações preliminares apontam que os casal discuta por conta de ciúmes. Aparentemente, a mulher também foi agredida e sofreu ferimentos leves.

Após agredir a criança, o homem foi para casa e tentou se matar com golpes de faca no tórax e nos pulsos. Ele foi socorrido por policiais militares que atendiam o caso e levado ao Huana, em estado grave, onde também continua internado. Os policiais chegaram a acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a residência é difícil acesso, e a equipe não conseguiu chegar até lá.

O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Anápolis. Até momento, a mãe a a avó materna da criança já foram ouvidas. De acordo com informações da Polícia Civil, esta semana, outras testemunhas devem prestar depoimento.

Via: CBN Goiânia 
Imagens: Itajá 105 

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Política

Em depoimento, Daniel Messac nega coação de testemunha da Operação Poltergeist

Parlamentar foi preso na tarde da última sexta-feira (7/12), pela Operação Embaraço.
10/12/2018, 19h20

Daniel Messac (PTB) prestou depoimento na tarde desta segunda-feira (10/12), ao Ministério Público de Goiás (MPGO), e negou ter coagido testemunha da Operação Poltergeist, deflagrada em 2014 para apurar contratação de funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego). Durante os 40 minutos de depoimento, ele apenas repetiu as palavras do advogado.

deputado estadual foi preso na tarde da última sexta-feira (7/12), em Goiânia, no desdobramento da Operação Embaraço, que investiga a coação de testemunhas da Operação Poltergeist. Nas investigações, Daniel Messac foi apontado como líder do esquema na contratação de funcionários fantasmas para Alego. Além do deputado, outras 36 pessoas foram denunciadas por envolvimento no esquema.

Defesa de Daniel Messac considera prisão abusiva

Por meio de nota, divulgada na última sexta-feira (7/12), a defesa do deputado estadual Daniel Messac (PTB) diz que considera a prisão abusiva e “lamenta profundamente que o Ministério Público tenha se utilizado de documentos inconsistentes, que se não forem explicados a contento pelo órgão de acusação, caracteriza fraude. Motivo que levou o Poder Judiciário a erro.”

A defesa explica ainda que não houve coação da testemunha e reforça que “o Poder Judiciário tem que estar atento aos excessos do Ministério Público, há limites. A defesa usará de todos os recursos legais para a defesa do Deputado.”

Veja a nota na íntegra:

A defesa do Deputado Daniel Messac considera abusiva a sua prisão e lamenta profundamente que o Ministério Público tenha se utilizado de documentos inconsistentes, que se não forem explicados a contento pelo órgão de acusação, caracteriza fraude. Motivo que levou o Poder Judiciário a erro.

O Ministério Público diz que no momento em que Natã estava depondo aos Promotores de Justiça, no dia 26/05/2017, este recebeu uma ligação do Pastor VAGNO, assediando à testemunha. Porém, durante o período de depoimento gravado em um vídeo de 34:37:00, não houve nenhuma interrupção ou toque de celular, muito menos citação da tal ligação, o que demonstra que ela não existiu.

Alega, também, que a ligação de VAGNO ocorreu no dia 26/05/2017, no momento em que ele fazia o depoimento. Neste outro vídeo gravado (01:37:00), a data de geração das imagens é no dia 15/08/2017. Esta data é parte integrante do vídeo, imodificável quando há transferência para outros dispositivos eletrônicos, segundo especialistas. Embora no vídeo Natã esteja com a mesma camiseta, percebe-se modificação do tamanho da barba, das unhas e do esmalte, que no primeiro vídeo tem esmalte nas unhas e no outro não, demonstrando que são dias diferentes.

Se ocorreu a ligação, o vídeo não mostra quem a fez, apenas é um recorte de um diálogo onde o interlocutor NATÃ induz o pastor VAGNO a responder o que ele deseja. Quando Natã perguntou ao pastor se Daniel mandou Anderson procurá-lo, o vídeo é interrompido. Fatalmente porque a resposta não foi conforme o interesse do Ministério Público. Deveria a acusação apresentar o vídeo na sua integralidade e não parte.

Salienta-se que o protegido do Ministério Público (NATÃ) reconheceu ser um funcionário fantasma da Assembleia Legislativa, mas misteriosamente ele não foi denunciado juntamente com os outros supostos fantasmas. Este procedimento é irregular, a exemplo do que ocorre na operação Lava Jato, os delatores são denunciados e suas penas amenizadas, não pode o MP decidir quem denuncia ou não, sob pena de lesão ao princípio da obrigatoriedade da ação penal. Muitas pessoas fariam qualquer coisa para não serem denunciadas.

Nas conversas extraídas do aplicativo WhatsApp, supostamente entre Daniel e Anderson, não há nenhum diálogo combinando coação de testemunhas, as conversas são evasivas e sem relacionamento com NATÃ, isso não pode justificar a prisão.

O curioso é que este processo ficou parado de setembro de 2017 a agosto de 2018, só se movimentando no período próximo das eleições, sem nenhum outro fato novo. Que coação é essa que faz o MP ficar inerte e não agir para proteger o cidadão? Ou ela não existiu, mas se existiu, prevaricou. O Poder Judiciário tem que estar atento aos excessos do Ministério Público, há limites. A defesa usará de todos os recursos legais para a defesa do Deputado.

Leandro Silva, Advogado

Imagens: PTB 

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