Entretenimento

Cantora Joelma recebe Título de Cidadã Goiana hoje, em Goiânia

A justificativa da homenagem, segundo o autor, seria a fama internacional da artista, que reside em Goiânia desde março deste ano.

Por Ton Paulo
12/12/2018, 12h26

A cantora, compositora e empresária paraense Joelma da Silva Mendes, ou simplesmente Joelma, que integrava a Banda Calypso ao lado de seu ex-marido Chimbinha, vai receber na noite desta quarta-feira (12/12) o Título de Cidadã Goiana na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). A justificativa da homenagem, segundo o autor, seria a fama internacional da artista, que reside em Goiânia desde março deste ano.

A iniciativa da entrega do título é do deputado estadual Marlúcio Pereira, do PRB, e a homenagem será realizada às 19h30, no Plenário Getulino Artiaga, na Alego. De acordo com o parlamentar à imprensa da Assembleia, “Joelma é conhecida internacionalmente, tendo feito diversos shows em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Suíça, Itália, Angola, Cabo Verde, Estados Unidos, Paraguai, Argentina, Perú, Japão, França e outros demais países”.

“Em 23 de outubro de 2017, a cantora Joelma foi homenageada pela a Festa Nacional da Música, na qual recebeu um prêmio agradecendo pela contribuição à música brasileira”, comenta o deputado. Além disso, o parlamentar argumenta, ainda como justificativa para a entrega do Título de Cidadã Goiana, que Joelma é uma defensora do combate à violência contra a mulher.

“[Ela] escolheu Goiânia, capital do Estado, para levantar essa bandeira em uma nova etapa da vida dela. Portanto, Joelma é merecedora de tamanha honraria”, finaliza.

Cantora Joelma teve fama alavancada na Banda Calypso

Joelma da Silva Mendes nasceu em 22 de junho de 1974 em Almeirim, no Pará. Aos 19 anos, ingressou na carreira artística após receber o convite para ser vocalista da banda Fazendo Arte, em Belém. Conheceu o músico Chimbinha em 1998, com quem viria a se casar e a criar a banda Calypso, em junho de 1999. A banda conquistou sucesso em todo o país e ganhou fama internacional fazendo shows na Argentina, Peru e Angola.

Antes de se tornar vocalista e coreógrafa da banda Calypso, Joelma teve um disco solo produzido por Chimbinha. Na época, ela usava o nome artístico de Joelma Lins.

As coreografias e os figurinos da artista sempre mereceram destaque: looks ousados e exaltando a boa forma, botas de cano longo e saltos bem altos e jogadas de cabelo de um lado para outro.

Em agosto de 2015, Joelma e o músico Cledivan Almeida Farias, o Chimbinha, anunciaram o fim do casamento após 18 anos de união. Eles são pais de Yasmin. A cantora também é mãe de Nathália e Yago, de um relacionamento anterior.

Na mesma época, o ex-casal anunciou o fim da banda Calypso, estendendo os show até o fim do ano para, então, a cantora seguir carreira sol.

Em março de 2018, Joelma se mudou para Goiânia, onde mora atualmente. A cantora alugou uma propriedade no condomínio de luxo Aldeia do Vale, mesmo lugar onde mora o cantor Leonardo.

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Goiás

Secretário de Segurança de Ronaldo Caiado anuncia comandantes da PM e dos Bombeiros

Nomes foram anunciados durante uma entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira.
12/12/2018, 13h01

O secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás (SSP-GO), na gestão do governador eleito Ronaldo Caiado (DEM), Rodney Miranda, anunciou na manhã desta quarta-feira (12/12) os nomes que vão chefiar o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar do Estado de Goiás (CBMGO e PMGO) a partir do dia 1º de janeiro. Entre os contados para assumir o comando geral da PM, estavam o coronel Ricardo Mendes e o coronel Ricardo Rocha, no entanto o comando ficará com o coronel Renato Brum.

Além do coronel Renato Brum que assume o comando geral da PM, outros nomes também foram anunciados pelo secretário do governo Caiado. Entre os nomes estão o do Coronel Dewislon Adelino Mateus que vai assumir o comando geral do Corpo de Bombeiros na gestão de Caiado, Coronel Newton Nery de Castilho que assume a secretaria da casa da chefia militar e o Coronel André Henrique Avelar de Sousa que assume o subcomando da PM.

Comandante geral da Polícia Militar do Estado de Goiás

Coronel Renato Brum vai ser o comandante geral da PM no Governo de Caiado
Foto: Divulgação

O nome do coronel Renato Brum já havia sido levantado anteriormente pela equipe de Caiado, desde de 1991 na PM, o coronel comandava o 2º Comando Regional da Polícia Militar (CRPM) em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital.

O novo comandante geral da polícia já trabalhou na ROTAM, chefiou o Presídio Odenir Guimarães (POG), subcomandante da ROTAM, além de comandar outras diversas aéreas dentro da polícia. E agora vai assumir o comando geral da PM no Estado.

Comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás

Coronel Renato Brum vai ser o comandante geral da PM no Governo de Caiado
Foto: Divulgação

O novo comandante do CBMGO é formado em engenharia de segurança pública, especialista em operações em altura, com curso feito em São Paulo e operações em montanhas ministrado pelo Exército. O coronel esta na corporação há 27 anos e já comandou os bombeiros em outra oportunidade. O coronel também comandou a terceira regional da corporação em Anápolis e estava na coordenação de Comandante de Apoio Logístico da corporação.

Secretário Chefe da casa Militar

Coronel Renato Brum vai ser o comandante geral da PM no Governo de Caiado
Foto: Divulgação

Formado em direito, o ex-comandante das Rondas Ostensivas Metropolitanas (ROTAM), ex-superintendente diretor geral penitenciário e ex-subsecretário de segurança pública, o Coronel Newton Nery de Castilho, de 46 anos, e com 27 anos de Polícia assume a secretaria da chefia da casa militar.

Subcomandante geral da PM

Coronel Renato Brum vai ser o comandante geral da PM no Governo de Caiado
Foto: Divulgação

O coronel André Henrique Avelar de Sousa, de 47 anos, que comandou a 15ª Companhia Independente da Polícia Militar (15ª CIPM), foi subcomandante da ROTAM e do Batalhão de Choque e do Tático Operacional Rodoviário, do Comando de Operação de Divisas (COD) e assistente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e que estava como Chefe do Estado Maior Estratégico também assume a partir do próximo ano o subcomando geral da PM.

Caiado anunciou nove nomes do seu secretariado

O governador eleito por Goiás Ronaldo Caiado (DEM) anunciou no início da tarde desta terça-feira (11/12), no Castro’s Park Hotel, nove nomes escolhidos para assumir as pastas do governo e cargos de diretoria e presidência dos órgãos do Estado. Os nove nomes das 17 secretarias confirmadas por Caiado foram anunciados durante uma coletiva de imprensa que começou por volta de meio-dia.

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Economia

AGU vai recorrer de decisão de Fux sobre frete

Na semana passada, o ministro do Supremo atendeu a um pleito da Confederação Nacional da Agricultura e suspendeu a aplicação de multas contra quem descumprir a tabela de fretes.
12/12/2018, 13h29

A ministra Grace Mendonça, da Advocacia Geral da União (AGU), disse nesta quarta-feira, 12, que pedirá ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux que mantenha a vigência do dispositivo da Lei 13.703, que estabeleceu a atual regra de fretes mínimos. De acordo com a ministra, é possível que se tenha um realinhamento dessa política no novo governo, mas é importante se manter a “presunção de constitucionalidade da norma” nesse momento.

“Por ora, o que se vai apresentar ao STF é um pedido de reconsideração para que se mantenha a política até que a nova gestão governamental se debruce sobre o tema”, afirmou.

Na semana passada, Fux atendeu a um pleito da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e suspendeu a aplicação de multas contra quem descumprir a tabela de fretes.

De acordo com a ministra, que falou nesta quarta sobre insegurança jurídica em evento do Cebri-BNDES, no Rio, a política de fretes, que foi criada após a greve dos caminhoneiros, em maio desse ano, deve ser “tema de enfrentamento” do governo que se inicia.

“Será necessário mesmo se estabelecer um diálogo com todos os setores para se construir o melhor caminho, o melhor direcionamento”, completou Grace.

Imagens: Diário do Poder 

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Esportes

Com Real enfraquecido, River tenta encerrar domínio europeu no Mundial de Clubes

Representante Sul-Americano conta com péssima fase vivida pelo time comandado por Santiago Solari para quebrar hegemonia do Velho Continente.
12/12/2018, 13h43

Vencedor de três das últimas quatro edições do Mundial de Clubes da Fifa, o Real Madrid chegará a esta edição da competição, que começa nesta quarta-feira, nos Emirados Árabes Unidos, sem possuir o favoritismo gigante que sempre ostentou em suas outras participações no torneio. Embora ainda conte com um elenco estelar, o time espanhol ainda se ressente da saída de Cristiano Ronaldo, hoje jogador da Juventus, e conta com um técnico Santiago Solari ainda em fase de afirmação como comandante da equipe merengue.

O favoritismo do Real está em xeque por uma série de motivos. Após a saída do treinador Zinedine Zidane, ocorrida de forma surpreendente logo depois do final da última temporada europeia, Julen Lopetegui fracassou como substituto do ídolo francês. E hoje o time tenta voltar a engrenar em um novo ciclo no qual amargou uma série de resultados surpreendentes, como por exemplo uma derrota por 3 a 0 para o modesto Eibar, sofrida no mês passado.

A fase instável do Real se reflete na tabela do Campeonato Espanhol, no qual a equipe ocupa apenas a quarta posição, cinco pontos atrás do líder Barcelona. Na Liga dos Campeões, o time já assegurou classificação às oitavas de final, mas chegou a ser batido por 1 a 0 pelo CSKA Moscou, na Rússia, em outubro, mesmo mês em que foi superado pelo Levante por 2 a 1 e acabou goleado por 5 a 1 pelo Barcelona, derrota determinante para a demissão de Lopetegui.

O River Plate, que conquistou o título da Copa Libertadores na final do último domingo contra o Boca Juniors, disputada curiosamente no estádio do Real, é a principal ameaça ao favoritismo do time espanhol. O clube argentino é um forte candidato a reeditar o feito obtido pelo Corinthians, última equipe da América do Sul a conquistar o Mundial de Clubes, em 2012, no Japão.

“O principal objetivo era a Libertadores, que leva ao Mundial. Depois de ganhar a final contra o Boca, dizemos: ‘E agora?’. Bom, vem isto, vamos nos preparar e tratar de jogar a final”, projetou o técnico Marcelo Gallardo, admitindo que não será fácil fazer o seu grupo de jogadores se concentrar agora apenas na luta pelo título em Abu Dabi depois de ter superado o Boca Juniors por 3 a 1 na decisão histórica do último domingo, em Madri.

“Vai ser difícil focar, porque vivemos algo extraordinário, que não será repetido. Então, é um ‘bônus’ que vamos ter e ver se podemos focar, preparar da melhor maneira, mesmo sem muito tempo”, reforçou o comandante.

Depois disso, o Bayern de Munique ficou com a taça em 2013, o Real se consagrou campeão em 2014, 2016 e 2017 e neste período o Barcelona também ergueu o troféu em 2015. Em meio a este cenário de domínio europeu, o Chivas, do México, e o japonês Kashima Antlers, do Japão, surpreendente vice-campeão mundial de 2016 e que conta com o meia brasileiro Serginho, são os outros times que figuram como maiores postulantes, logo atrás do River, a lutar pelo título da competição.

Com chancela da Fifa há apenas 18 anos, o Mundial de Clubes só teve três campeões não europeus, sendo que todos são do Brasil: o Corinthians, com as taças obtidas em 2000 e 2012; o São Paulo, em 2005; e o Internacional, em 2006. O Vasco, em 2000, o Santos (2011) e o Grêmio (2017) foram vice-campeões como representantes do País neste período, assim como ocorreu com os argentinos Boca Juniors (2007), Estudiantes (2009), San Lorenzo (2014) e River Plate (2015).

Desta forma, o Real também defenderá uma hegemonia europeia que, caso não seja mantida, significará a consagração de um campeão inédito nos Emirados Árabes desde que o Mundial passou a ser organizado pela Fifa.

Esta edição do evento será aberta nesta quarta-feira com a partida entre o Al Ain, representante do país-sede, contra o Team Wellington, da Nova Zelândia, às 13h30 (de Brasília). No sábado, o vencedor deste duelo vai encarar o Espérance, da Tunísia, atual campeão africano, na luta por uma vaga na semifinais. Também no sábado, Kashima e Chivas medem forças em outro confronto que vale lugar na semi.

Se confirmar favoritismo na semifinal, o River terá pela frente na decisão do dia 22 de dezembro o vencedor do duelo que o Real Madrid fará contra quem levar a melhor na partida entre Kashima e Chivas. Assim como o time argentino, a equipe madrilenha estreará diretamente nas semifinais, no dia 19. A estreia do River será na próxima terça-feira, quando pegará o Espérance ou o vencedor do confronto entre o Al Ain e o Team Wellington.

Imagens: El Pais 

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Política

Coordenador da Lava Jato no Rio anuncia novas ações para 2019

Eduardo El Hage diz que "muita coisa ainda vai ser deflagrada" no próximo ano.
12/12/2018, 13h55

O coordenador da força tarefa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, Eduardo El Hage, fez hoje (12) um balanço dos trabalhos iniciados há três anos e que determinaram a prisão de um ex-governador (Sérgio Cabral), um governador (Luiz Fernando Pezão), ex-presidentes da Assembleia Legislativa, conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e outras autoridades do estado.

Hage participou de uma homenagem ao Dia Internacional Contra a Corrupção, comemorado no último domingo (9), e afirmou que, em 2019, mais etapas da operação serão deflagradas.

“Muita coisa ainda vai ser deflagrada em 2019. Temos várias linhas de investigação em curso. Acredito que o estado do Rio de Janeiro foi infestado por esse fenômeno da corrupção, mas pouco a pouco temos conseguido combater”, disse.

Ele acredita que organizações criminosas semelhantes atuam em outros estados. “Pessoalmente, acho que estamos até à frente de outros estados. Tudo o que foi feito e está sendo visto no Rio, não tenho dúvida, acontece em outros estados, mas aqui está sendo revelado e punido”, acrescentou.

O procurador da República foi um dos palestrantes da homenagem promovida hoje pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) e apresentou números sobre os mais de dois anos da força tarefa, por meio da qual o Ministério Público Federal denunciou 246 pessoas em 46 denúncias apresentadas à Justiça.

Desde que a Lava Jato chegou ao estado, foram decretados 190 mandados de prisão preventiva e 39 prisões temporárias, além de 40 conduções coercitivas e 466 mandados de busca e apreensão.

Foram realizadas 30 operações em conjunto com a Polícia Federal e a Receita Federal, e os acusados respondem por 15 crimes, entre eles, os de corrupção ativa e passiva, lavagem de ativos e organização criminosa.

A Justiça homologou 35 acordos de colaboração premiada, que fixaram a devolução de R$ 575 milhões em multas compensatórias. Em dois acordos de leniência firmados com empresas, foram devolvidos aos cofres públicos R$ 134 milhões.

Delação de executivos

El Hage lembrou, ainda, que o início das investigações partiu de acordos de delação premiada de executivos da construtora Andrade Gutierrez, que relataram em 2015 que o ex-governador Sérgio Cabral (MDB) cobrava 5% de propina sobre contratos fechados pelo estado.

A partir dessa informação, chegou-se à primeira fase da Operação Calicute, em 17 de novembro de 2016, quando o ex-governador foi preso ao lado de dois ex-secretários e operadores financeiros, grupo que é considerado por El Hage o núcleo duro da organização criminosa.

As 46 denúncias já resultaram em nove sentenças condenatórias contra 40 pessoas, cujas penas somadas chegam a 665 anos e seis meses de prisão.

Ao discursar na abertura do evento, o procurador-geral do MP-RJ, Eduardo Gussem, destacou que a corrupção é uma ameaça aos direitos da população e contribui inclusive para o agravamento de problemas de segurança pública, como a ocupação de territórios no estado por milicianos e traficantes.

“Se analisarmos as estruturas públicas, a impressão que dá é que todas elas convergiram para a corrupção”, disse ele.

Imagens: Agência Brasil 

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