Brasil

Amigo diz que atirador de Campinas relatava ameaças e queria comprar arma

13/12/2018, 18h28

Uma pessoa que teve contato por quase dez anos, desde 2007, com Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, contou à Polícia Civil de Campinas nesta quinta-feira, 13, que o atirador da Catedral de Campinas pediu ajuda para comprar uma arma “fria”. Cinco pessoas, além do autor do crime, morreram na tragédia, ocorrida na terça-feira, 11.

A testemunha, que teve o nome preservado e trabalhava com segurança privada, levou uma moto para reparos na oficina mecânica que o atirador manteve durante algum tempo. Conforme o relato, Euler reclamava de perseguições e dizia precisar de uma arma para “matar essas pessoas”, referindo-se aos supostos perseguidores. O homem fez relatos semelhante em um diário encontrado pela polícia.

Conforme o delegado Hamilton Caviolla Filho, titular do 1º Distrito Policial, a testemunha relatou que, inicialmente, Euler, parecia pessoa “normal e confiável”. “Isso foi lá em 2007, quando se tornaram, de certa forma, amigos em razão dos contatos frequentes. No ano seguinte, as coisa já começaram a mudar”, disse o delegado. A testemunha contou que, após a morte da mãe, há oito anos, as mudanças de comportamento se acentuaram. O atirador passou a manifestar um comportamento “fora do normal”.

A testemunha disse que Euler sentia-se perseguido, pois achava que os carros que passavam defronte à oficina estavam à sua procura. Em certa ocasião, ele chegou a passar algumas placas de veículos, pedindo que o amigo as pesquisasse, pois acreditava estar em perigo. O gerente da oficina pediu a colegas policiais que fizessem a checagem, mas nada de anormal foi achado e ele passou a duvidar dos relatos. Mesmo assim, recomendou que o amigo denunciasse o fato à polícia.

Na época, Euler procurou o 5º DP de Campinas e fez um boletim de ocorrência sobre a suposta perseguição. A testemunha disse que o atirador reclamou do fato de a polícia não ter levado o caso adiante. “Na ocasião, ele disse que tinha filmado as placas dos carros e a delegada da época pediu que ele apresentasse as imagens, mas ele nunca levou”, explicou o delegado. Foi quando, segundo a testemunha, Euler pediu ajuda para comprar uma arma não registrada. O depoente disse que, após esse pedido, ele se afastou de Euler. Ele não soube precisar a data em que isso aconteceu, mas foi após a morte da mãe de Grandolpho, em 2016.

Conforme o delegado, o depoimento é mais uma peça no quebra-cabeças que a polícia está tentando montar para compor o perfil psicológico do atirador. “Fica cada vez mais claro que ele sofria de um quadro psicótico que pode ter contribuído para o desfecho, mas ainda temos um longo caminho de investigação”, disse. Familiares já haviam dito que, depois que perdeu a mãe e o irmão caçula, Euler vivia dizendo que a vida dele não fazia mais sentido. Ele passou a morar com o pai, em um condomínio de Valinhos, mas vivia isolado no quarto. Conforme a família, ele tinha depressão e chegou a passar por tratamento.

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Goiás

Caso João de Deus envolve centenas de denúncias de abuso sexual, aborto, suicídio e protestos; entenda

Médium, alvo de um pedido de prisão do MP, nega todas as acusações.
13/12/2018, 19h11

Desde a última sexta-feira (7/12), o médium João de Deus se tornou um dos nomes mais noticiados na imprensa nacional e internacional depois que dez mulheres revelaram-se vítimas de abuso sexual, por meio do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Segundo as denunciantes, os abusos ocorriam na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, interior de Goiás, onde o médium realiza milhares de atendimentos espirituais.

Os relatos encorajaram outras centenas de mulheres que também se sentiram abusadas. Até a tarde desta quinta-feira (13/12), apenas o Ministério Pública de Goiás havia recebido 250 denúncias contra o religioso. Os MPs de todos os estados brasileiros recebem os relatos. Estima-se, até o momento, que o número tenha ultrapassado as 400 possíveis vítimas.

Com base nos relatos das mulheres, os abusos seguem um padrão. Ele atendia as mulheres em público e depois pedia que elas o encontrassem, sozinhas, em seu escritório, para que ele incorporasse uma entidade e terminasse o procedimento. Os abusos sexuais ocorriam, de acordo com elas, dentro da sala dele.

Algumas dizem ter sido levadas a um banheiro dentro do cômodo. As mulheres relataram ainda que em alguns casos ele oferecia uma ‘jóia’ como espécie de ‘recompensa’. O médium, alvo de um pedido de prisão do MP, nega todas as acusações.

Denúncias de abuso sexual contra João de Deus

No último domingo, 9 de dezembro, uma das denunciantes, moradora de Valparaíso de Goiás revelou ter sido assediada pelo médium João de Deus. Segundo a mulher, de 41 anos, que preferiu não se identificar, o abuso ocorreu em 1999 durante uma consulta espiritual, na Casa Dom Inácio de Loyola, onde o religioso realiza os milhares de atendimentos. Na época, a mulher buscava cura para uma depressão.

Ao procurar o Correio Braziliense, a mulher relatou que durante umas das consultas espirituais, João de Deus pegou a mão dela e colocou dentro de sua calça. “Quando saímos do salão de orações coletivas, onde recebemos passes, ele já estava na sala reservada. Um dos ajudantes permitiu que eu ficasse sozinha com ele. Eu ia sentar no sofá, mas ele não deixou. Pediu para que eu ficasse de pé”, conta.

“Ele começou a me apalpar, tremendo e gemendo. Dizia no meu ouvido que era oração. Ele pegou minha mão e a colocou dentro da calça dele. Eu fechei a mão. E ele dizia para eu abrir a mão. Ele reclamou: ‘Filha, você não quer ficar curada?’. E pedia para eu segurar (o pênis dele)”, relata.

Mulher relata que abuso sexual resultou em gravidez seguida de aborto

Em outro caso, divulgado hoje (13/12), uma ex-moradora de Taguatinga (DF) contou que ficou gravida de João de Deus após sofrer abuso sexual. Hoje, com 53 anos, a mulher conta que o abuso ocorreu quando ela tinha 16 e que na época chegou a ser ameaçada de morte caso revelasse a alguém. Ela também denunciou o religioso.

“Uma amiga minha que me levou para conhecer o João de Deus. Aí, eu fui para lá trabalhar com ele na corrente. Com três meses, ele abusou de mim. Tirou minha roupa, minha peça íntima de baixo, a de cima não. Ele fez o que fez e eu peguei uma gravidez dele”, revelou à TV Globo.

De acordo com a mulher, e alguns meses a barriga começou a crescer e ela foi pedir ajuda ao médium. “Ele falou assim: ‘Não! Eu vou te dar um remédio’. Eu pensei que o remédio era uma garrafada para fazer um tratamento, mas ele me deu um remédio para matar a criança, para eu não complicar a vida dele.”

Mulher que relatou abuso sexual comete suicídio

Uma das mulheres que disse ter sido abusada sexualmente pelo médium João de Deus cometeu suicídio nesta quarta-feira (12/12), após saber que o líder espiritual foi trabalhar normalmente, na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia. As informações foram obtidas pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.

De acordo com o jornal, a família da vítima nunca acreditou nas denúncias feitas por ela, pois, todos seriam muito devotos a João de Deus. Ainda de acordo com informações da Folha, Sabrina Bittencourt, ativista social ficou muito abalada ao saber da notícia, e precisou tomar medicamentos desde então. O advogado dela a orientou a não divulgar nenhum detalhe da morte.

Fiéis protestam em Abadiânia

Nesta quinta-feira fiéis se reuniram em frente à ‘Casa’ em uma manifestação em prol de João de Deus. Eles seguravam cartazes com pedidos de amor desejando forças ao médium. Um dos protestantes, estrangeiro, ficou sentando por mais de nove horas com os olhos fechados e segurando o cartaz com a frase “Help João”.

Imagens: Istoé 

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Brasil

Advogado de João de Deus pede que pedido de prisão não seja concedido

Defesa argumenta que João de Deus tem residência e já se mostrou disposto a colaborar com a Justiça.
13/12/2018, 20h00

O advogado de João de Deus, Alberto Zacharias Toron, apresentou à Justiça um pedido para que a prisão preventiva de seu cliente não seja concedida. Numa audiência com o juiz Fernando Chacha, realizada na tarde desta quinta, 13, Toron sugeriu ainda que, se mantida a liberdade, seu cliente estaria disposto a fazer os atendimentos espirituais escoltado por policiais ou, ainda, permitir que sessões sejam gravadas.

De acordo com Toron, não há um prazo para que o juiz decida sobre o pedido de prisão, apresentado na tarde de quarta pelo Ministério Público. “Embora não tenha tido até agora acesso aos depoimentos ou ao pedido de prisão preventiva, com todas as limitações apresentei argumentos para que o juiz negasse a prisão”, completou.

Toron chegou em Abadiânia na noite de quarta, horas depois de o MP apresentar o pedido de prisão preventiva. Hoje, encontrou-se com João de Deus e fez a visita à Casa Dom Inácio de Loyola, como é conhecido o espaço onde o médium faz os atendimentos. “Ele está muito abatido, triste e inconformado com a situação.”

Acusações contra João de Deus

João de Deus é acusado de abuso sexual por mulheres que buscaram atendimento na casa. Relatos reunidos até o momento indicam que, depois da sessão, o médium teria o costume de sugerir para as supostas vítimas uma audiência particular, momento em que os abusos seriam cometidos. Para o Ministério Público, a semelhança nos depoimentos reforçam as suspeitas contra o médium. Até o momento, foram coletados 256 depoimentos.

O pedido de prisão foi protocolado no fim da tarde de quarta, no Fórum de Abadiânia, onde o líder espiritual mantém a Casa Dom Inácio de Loyola. O MP fundamentou o pedido de prisão preventiva com dois argumentos. Para o órgão, em liberdade, haveria o risco de João de Deus coagir as testemunhas ou, mantendo o atendimento, fazer novas vítimas. Daí a argumentação de Toron. Embora ele garanta que o risco inexista, seu cliente não faria oposição a permanecer com escolta na sala de atendimento.

Toron classificou o pedido de prisão do MP de descabido. Ele argumentou que João de Deus tem residência e já se mostrou disposto a colaborar com a Justiça. Num rápido aparecimento que fez na Casa Dom Inácio de Loyola na quarta, o líder espiritual disse ser inocente e que estava nas mãos da Justiça. “João de Deus está vivo”, disse ele, para um público reduzido de fiéis.

Desde que as primeiras denúncias de abuso vieram à tona, o movimento na Casa Dom Inácio de Loyola caiu. Pelos cálculos de funcionários, na quarta o local recebeu cerca de um terço do número costumeiro de visitantes. A estimativa é de que o líder atraia mensalmente cerca de 10 mil pessoas, das quais 40% são estrangeiras. Nesta quinta, com o pedido de prisão, o movimento se reduziu ainda mais.

As denúncias de abuso sexual surgiram na semana passada, quando o programa Conversa com Bial, da TV Globo, mostrou depoimento de mulheres que teriam sido vítimas de João de Deus. Depois da divulgação, surgiram novos depoimentos. Até quarta, o MP já contabilizava 256.

A cidade aguarda dividida os desdobramentos. Com 17 mil habitantes, boa parte da economia do município gira em torno das atividades de João de Deus. O prefeito da cidade, José Aparecido Alves Diniz, calcula que a casa gera direta ou indiretamente 1.300 postos de trabalho. “Não há como negar que vai ser um baque para o município”, disse.

Fiéis, por sua vez, estão divididos. Apegados à fé, muitos afirmam ser necessária a distinção entre o que faz o homem e a entidade. Outros não acreditam nas denúncias. “Mas é claro que as investigações têm de ser feitas. Não devemos julgar apressadamente nem contra ou a favor”, disse a paulista Elizabeth Cozza. Mesmo diante das denúncias, ela decidiu vir para Abadiânia em busca de tratamento.

Em entrevista ao Estado, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal , Luciano Miranda Meireles, disse estar impressionado com o relato das vítimas e afirmou não ter dúvida de que, uma vez formalizadas as denúncias, o caso João de Deus tem potencial para superar o do ex-médico Roger Abdelmassih, condenado por abusar sexualmente de suas pacientes. Meireles ponderou que o número de casos é maior – pois não se restringe a uma pequena parcela de pacientes.”Fora o tempo. Há relatos de abusos cometidos há 20 anos.”

Nos casos de abusos sexuais, afirmou Meireles, as denúncias podem ser baseadas apenas nos relatos das vítimas. “Mas não queremos fazer isso de forma apressada. Daí a importância de ouvirmos um grande número de pessoas, para ver se as informações são conflitantes ou se elas se encaixam.”

Na tarde desta quarta, antes do pedido de prisão preventiva ser feito, a recomendação era reduzir a exposição de João de Deus. Era dada como certa, por exemplo, a participação do médium nas sessões realizadas nesta quinta e nesta sexta. Havia ainda a possibilidade de se declarar um recesso na casa na próxima semana. As atividades seriam retomadas apenas no próximo ano. “Era o tempo de se baixar a poeira”, resumiu Francisco Lobo.

Convidado para cuidar do caso, o consultor de crise Mário Rosa afirmou que, com as denúncias, João de Deus alterna momentos de angústia e tristeza com alguns momentos de calma. Rosa define o médium como uma pessoa rústica e pouco articulada. “Ele não funciona de acordo com a lógica da sociedade”, disse. Daí a estratégia de evitar a exposição do médium.

Imagens: alto astral 

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Goiás

Grupo armado invade casa e mata homem a tiros, em Goiânia

Polícia acredita que vítima foi morta por vingança.
14/12/2018, 07h55

Henrique Ferreira Menezes, de 26 anos, foi morto a tiros dentro de sua casa na noite da última quinta-feira (13/12), no Bairro Capuava, região noroeste de Goiânia.

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) foi acionada para atender a ocorrência. Ao chegar ao local, os policiais informaram que testemunhas contaram que um carro parou na porta da casa da vítima e pelo menos três homens pularam o muro da residência e atiraram contra Henrique e fugiram do local em seguida.

A polícia informou também que chamou o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) para prestar os primeiros socorros a vítima ainda no local do crime. No entanto, o CBMGO informou ao Portal Dia Online que quando chegou na casa de Henrique, o rapaz já havia sido levado pelo pai para o Cais Cândida de Morais, onde foi constatado o óbito.

A PM acredita que o assassinato de Henrique tenha sido por vingança, pois segundo a polícia, o rapaz tinha várias passagens e estava no regime semiaberto, monitorado pela tornozeleira eletrônica.

A autoria e motivação do crime  são desconhecidos, e o caso vai ser investigado pela Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH).

Mortos a tiros dentro de casa em Goiânia

Na última terça-feira (11/12) Claudemir Jacob Brito, de 56 anos, foi morto a tiros dentro de sua residência, no Setor Leste Universitário, em Goiânia. De acordo com as informações da polícia, a esposa da vítima afirmou em depoimentos que os dois estavam em casa, quando um suspeito invadiu a casa e atirou contra Claudemir.

Além do caso envolvendo Claudemir, um duplo homicídio também foi registrado na terça-feira, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital. Dois homens estavam em uma casa no Setor Independência das Mansões, em Aparecida, quando foram alvejados por disparos de arma de fogo. Uma das vítimas morreu no local, o outro homem chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho da unidade de saúde.

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Goiás

PRF deflagra megaoperação de fim de ano e mira em irresponsabilidade no trânsito em Goiás

A Operação Integrada Rodovida começa hoje e, em sua totalidade, deve durar até o mês de março de 2019 nas rodovias goianas e nas do resto do país.

Por Ton Paulo
14/12/2018, 08h44

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deflagrou nesta sexta-feira (14/12) uma grande operação de combate às mortes e violência no trânsito em Goiás, sobretudo aquelas causadas por irresponsabilidade de condutores. A Operação Integrada Rodovida começa hoje e, em sua totalidade, deve durar até o mês de março de 2019 nas rodovias goianas e nas do resto do país. O lançamento ocorre no Posto Policial da PRF de Hidrolândia.

De acordo com a PRF, as principais ações a serem executadas são o enfrentamento às mortes e violência no trânsito brasileiro, e será feita em todas as rodovias federais do Brasil. A ação será dividida em dois períodos: o primeiro período vai da segunda quinzena do mês de dezembro até o fim de janeiro (14/12 até 31/01), e o segundo está compreendido entre 22 de fevereiro até 9 de março de 2019.

Todo o período em que dura a operação é caracterizado pelo aumento do fluxo de veículos e de passageiros nas rodovias federais em função das férias escolares e das festas de Natal, Ano Novo e Carnaval, datas comemorativas em que milhares de pessoas costumam sair a passeio. Além disso, o programa representa um conjunto de esforços dos Governos Federal, Estadual e Municipal para reduzir a violência do trânsito e enfrentar acidentes.

A PRF ainda deixa claro que a irresponsabilidade no trânsito vai entrar na mira da operação, objetivando conter acidentes relacionados ao excesso de velocidade, embriaguez ao volante, ultrapassagens proibidas, não uso do cinto de segurança, e envolvendo motocicletas ou ciclomotores e uso do celular ao volante, historicamente com índices elevados de letalidade.

O lançamento da operação, em Goiás, ocorre no Posto Policial da PRF em Hidrolândia (BR-153), e tem como órgãos colaboradores o Centro de Referência à Saúde do Trabalhador (Cerest), Detran-GO, e SMT (Goiânia).

PRF lista principais infrações no trânsito e histórico das operações anteriores no trânsito em Goiás

Abaixo estão listadas as más condutas a serem mais observadas durante todo o período:

  • Ultrapassagens irregulares
  • Excesso de velocidade
  • Consumo de álcool
  • Atropelamento de pedestres
  • Trânsito irregular de motocicletas

A corporação também divulgou os números das edições anteriores, que mostram os resultados obtidos entre os dias 15 de dezembro e 15 de março, entre os anos de 2015 a 2018, somente em Goiás:

De 15/12/2015 a 15/03/2016

Total de acidentes graves : 826

Total de feridos : 1.164

Total de mortes : 109

De 15/12/2016 a 15/03/2017

Total de acidentes graves : 722

Total de feridos : 984

Total de mortes : 94

De 15/12/2017 a 15/03/2018

Total de acidentes graves : 677

Total de feridos : 960

Total de mortes : 74

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