Mundo

Trump volta a atacar investigação sobre interferência russa em eleições de 2016

16/12/2018, 21h04

O presidente americano, Donald Trump, e seu advogado Rudy Giuliani proferiram uma nova série de ataques neste domingo aos investigadores envolvidos no caso da interferência russa nas eleições americanas de 2016.

No Twitter, Trump chamou o movimento de “caça às bruxas” com a Rússia e afirmou que sua origem data de “muito antes de eu ser eleito”. “É muito ruim para o nosso país. Eles estão prendendo pessoas por distorções, mentiras ou coisas não relacionadas que ocorreram há muitos anos. Nada a ver com conluio. Um golpe democrata!”, escreveu.

Giuliani também usou uma televisão criticar o conselheiro especial Robert Mueller, responsável pelas investigações, e promotores federais em Nova York. “Eles são uma piada”, disse. Quando questionado sobre uma possível entrevista Trump a Mueller, afirmou que isso só aconteceria “sobre o meu cadáver”.

Mueller, que está investigando possíveis relações entre a campanha Trump e a Rússia, continua a solicitar uma entrevista com o presidente. No mês passado, a Casa Branca enviou respostas por escrito a perguntas sobre um possível conluio. A administração resistiu, no entanto, a responder perguntas sobre possíveis obstruções à justiça.

Prisão de ex-advogado

Na semana passada, a exposição legal de Trump cresceu quando seu ex-advogado pessoal, Michael Cohen, foi condenado a três anos de prisão depois de admitir que emitiu pagamentos em dinheiro a mulheres que alegaram encontros sexuais com Trump. Promotores e Cohen dizem que ele agiu por ordem do presidente, o que Trump e Giuliani negam.

“Lembre-se, Michael Cohen só se tornou um ‘rato’ depois que o FBI fez algo que era absolutamente impensável e inédito até que a caça às bruxas começou ilegalmente”, afirmou Trump em um tuíte, também neste domingo. “Eles entraram no escritório de um advogado!”, acrescentou.

O episódio, no entanto, não foi um arrombamento. O FBI executou um mandado de busca obtido de um juiz para realizar uma batida em abril na casa, no escritório e no quarto de hotel de Cohen e apreendeu registros em vários assuntos, entre eles um pagamento de US$ 130 mil feito à atriz pornô Stormy Daniels por Cohen.

Os promotores dizem que Trump orientou Cohen a realizar os pagamentos para comprar o silêncio de Daniels e da ex-modelo da Playboy Karen McDougal, no período que antecedeu a campanha de 2016. Promotores federais em Nova York dizem que os pagamentos equivalem a contribuições de campanha ilegais, porque foram feitos no auge da temporada eleitoral com objetivo de impedir prejuízos à campanha com a divulgação de informações sobre os encontros.

Trump comparou ainda sua situação a uma envolvendo a campanha de 2008 do ex-presidente Barack Obama. A Comissão Eleitoral Federal, que normalmente lida com menores infrações financeiras de campanha quando as ações não são voluntariosas e com penalidades civis que são tipicamente multas, multou a campanha de Obama em US$ 375 mil por violações civis regulatórias. As multas decorreram da falha da campanha em relatar um lote de contribuições, totalizando quase US$ 1,9 milhão, a tempo nos últimos dias da campanha. Fonte: Associated Press.

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Goiás

Homem é morto a tiros na porta de distribuidora de bebidas, em Aparecida de Goiânia

Vítima estava bebendo no momento que foi alvejado pelo suspeito.
17/12/2018, 07h44

Um homem foi morto a tiros na noite do último domingo (16/12) na porta de uma distribuidora de bebidas, na Vila Romana, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital.

O rapaz foi identificado pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) como Luiz Carlos Gonçalves Filho, que segundo as informações repassadas pela polícia, estava bebendo na distribuidora, quando um suspeito em uma moto chegou, foi até ele e efetuou os disparos contra a cabeça da vítima.

O delegado titular do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia, Klayter Camilo, confirmou o assassinato ao Portal Dia Online. Segundo as informações divulgadas pela polícia, o suspeito do crime fugiu logo após matar Luiz e até o momento não foi encontrado.

A autoria do crime e motivação ainda são desconhecidos, o assassinato vai ser investigado pelo GIH de Aparecida de Goiânia.

Mortos a tiros em Aparecida de Goiânia

No  último dia 17 de novembro de 2018 um homem identificado como Carlos Ferreira da Silva, de 21 anos, estava em casa, quando um conhecido da vítima o chamou para conversar e depois de alguns metros atirou contra ele, no Setor Marista Sul, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital. A motivação do crime também é desconhecida até o momento e Carlos cumpria pena no regime semiaberto.

Em setembro deste ano, a jovem Maiane Silva de Souza, de 21 anos foi baleada na cabeça, em uma rua do Jardim Helvécia, em Aparecida de Goiânia. A jovem estava com o filho de um ano e dez meses. Apesar de ser baleada, Maiane foi socorrida e encaminhada ao Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO) no entanto, um mês depois a jovem morreu no hospital.

No dia (14/10) o corpo de um homem foi encontrado na porta de um bar com três tiros na cabeça, no Jardim Tiradentes, em Aparecida. Segundo a PC, a equipe esteve no local, pois testemunhas que estavam em uma festa próxima, chamaram a polícia.

No último dia 19 de novembro de 2018, Cris Jarlan Rocha Paiva, de 19 anos, foi morto a tiros no Jardim Eldorado, em Aparecida de Goiânia. Segundo a PCGO, o rapaz estava próximo à sua residência, quando um homem dentro de um carro de cor prata se aproximou e efetuou os disparos que mataram o jovem.

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Goiás

Presidência da Agetop é oferecida por Caiado a prefeito do interior, diz jornal

Caiado teria oferecido a Presidência da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) para o ex-deputado e atual prefeito de Catalão, Adib Elias (MDB).

Por Ton Paulo
17/12/2018, 08h16

O governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), está anunciando aos poucos os nomes que vão assumir as pastas que comporão sua gestão. Na terça-feira, 11/12, Caiado reuniu a imprensa para anunciar nove nomes das 17 secretarias de seu governo (incluindo os novos gestores dos órgãos públicos estaduais). Agora, Caiado teria oferecido a Presidência da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) para o ex-deputado e atual prefeito de Catalão, Adib Elias (MDB). As informações são do Jornal Opção.

Conforme adiantado pelo jornal, Ronaldo Caiado ofereceu o cargo de presidente da Agetop, que hoje é ocupado por Luiz César Kimura, para Adib Elias, dizendo que a função é dele, se ele quiser. Entretanto, ainda de acordo com o jornal, se não quiser ocupar o cargo oferecido, Adib poderá indicar para Caiado um técnico que avaliar como competente.

Para aliados políticos, Adib Elias teria afirmado que, uma vez que foi eleito para governar Catalão, pretende permanecer na Prefeitura do município, que tem quase 90 mil habitantes.

Políticos próximos a Adib teriam aconselhado o prefeito a “tirar Catalão de dentro de si” se quisesse um futuro na política estadual. Um ex-deputado federal aliado de Adib teria chegado a dizer que “gerir a Agetop é como administrar cinquenta municípios. Trata-se de uma potência”.

Se Adib Elias não aceitar o comando da Agetop, o nome mais cotado para aceitar o cargo é seu secretário de Transportes, Luis Severo.

A reportagem do Dia Online entrou em contato com a assessoria do prefeito de Catalão, Adib Elias, mas até o fechamento desta matéria não obteve retorno.

Adib Elias chegou a se licenciar da Prefeitura de Catalão para coordenar a campanha de Caiado

No final de agosto deste ano, o prefeito Adib Elias assinou o pedido de ‘licença em virtude de férias’ do cargo por 30 dias. O motivo do afastamento foi para fazer a coordenação geral da campanha do candidato ao governo de Goiás, Ronaldo Caiado. Em seu lugar assumiu a prefeitura de Catalão, o vice-prefeito, João Sebba (MDB).

“Eu vou sair por 30 dias, mas a prefeitura, a cidade e o povo de Catalão vão ser muito bem cuidados pelo dr. João Sebba. Trata-se de um dos homens mais corretos e honestos não só de Catalão. Um homem que sabe a liturgia do cargo e tem meu respeito profundo”, disse Adib Elias à época.

O afastamento durou de 1º de setembro ao dia 30 do mesmo mês.

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Brasil

Sem presença de João de Deus, futuro de centro espiritual é incerto

Futuro da Casa Dom Inácio de Loyola é incerto sem a presença do líder espiritual.
17/12/2018, 09h50

O que será da Casa Dom Inácio de Loyola sem João Teixeira de Faria, o João de Deus? Além das cirurgias espirituais, o centro promove correntes de oração e banhos de cristal, realizados por funcionários ligados ao líder espiritual. Para seguidores, as “entidades” continuam se manifestando, mesmo sem a “presença física” de João de Deus. Por isso, o espaço segue aberto, mas com cerca de um terço do movimento normal.

O médium, acusado de cometer uma série de abusos sexuais, se entregou à polícia neste domingo, dia 16. João de Deus prestou depoimento e foi levado para o Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia (GO).

A perspectiva é de que fiéis sigam viajando para Abadiânia, mas em uma proporção menor e talvez mais regional do que a atual, estima André Ricardo de Souza, professor de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). “Talvez dê para comparar com o que ocorreu em Uberaba depois que Chico Xavier morreu (em 2002). Outros psicógrafos surgiram e atraem pessoas. Tem fluxo, mas é bem menor”, diz ele, que também é coordenador do Núcleo de Estudos de Religião, Economia e Política da universidade.

O professor ressalta que João de Deus mistura elementos do espiritismo com o catolicismo, de modo a exibir imagens de santos e ter um deles, católico, como a principal entidade que incorpora (Santo Inácio de Loyola, que dá nome à casa). “Há muitos casos desse tipo hoje, independentemente da identificação com o espiritismo kardecista, que transita entre religiões.”

Ele lembra que um dos primeiros grandes expoentes dessa trajetória foi José Arigó nos anos 1950 e 1960, que chamou atenção internacional e atendeu até a filhas do presidente Juscelino Kubitschek. “Depois dele, outros também apareceram, como o Dr. Fritz, que enfrentaram acusações de charlatanismo. Muitos morreram de forma trágica, em acidente de automóvel ou assassinados.”

Franca

Na cidade de Franca (interior de SP), um dos principais expoentes é João Berbel, do Instituto Medicina do Além (Ima), que oferece atendimentos, tratamentos e medicamentos gratuitamente. Ele ainda realiza cirurgias espirituais, mas deixou de fazer incisões nos anos 1990, quando a prática passou a ser mais criticada. Souza afirma que a prática é “controversa”. “É bem menos usado, até porque é algo problemático. Se, por um lado, as pessoas ficam curiosas, é um espetáculo, por outro, gera receio, medo”, aponta.

No fim da vida, Chico Xavier teria deixado de se submeter a uma cirurgia do tipo, mesmo após recomendação. “O espiritismo, enquanto religião, rejeita isso categoricamente”, pontua. “Mas, como o João de Deus não tinha compromisso com espiritismo, continua com as incisões, que chamam a atenção, dão repercussão. Ele tem essa coisa da celebridade, dos artistas até internacionais, de uma grande espetacularização. Em torno dele se formou toda uma estrutura comercial.”

Permanência

Uma jovem de 23 anos que afirma ter sido abusada por João de Deus afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo ser contrária ao fechamento da casa. Ela frequenta o local há 10 anos e diz ter sido abusada em 2015.

“Esse trabalho ajudou muita gente, curou várias pessoas, porque quem curava eram as entidades. Todos esses espíritos de luz, e não ele. Ele servia de instrumento”, diz. “Lamento que a história da casa tenha sido manchada por um escândalo. Mas acredito que vai continuar funcionando: a casa não deixará de ser um lugar abençoado, a espiritualidade tem meios de continuar esse trabalho sem ele.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Bombeiros fazem cortejo para menino que morreu após ser atropelado por avó, em Niquelândia

O pequeno Issac, de apenas 5 anos, morreu após ser atropelado acidentalmente pela avó. Caso comoveu a cidade de Niquelândia.

Por Ton Paulo
17/12/2018, 09h54

Uma tragédia comoveu os habitantes do município de Niquelândia, a 300 quilômetros de Goiânia, na manhã do último sábado (15/12). Um menino de apenas 5 anos morreu após ser atropelado acidentalmente pela própria avó. O Corpo de Bombeiros promoveu um cortejo fúnebre para o pequeno Issac Augusto Nunes de Oliveira no domingo (16/12), juntamente com viaturas da Polícia Militar (PM).

A tragédia aconteceu por volta das 11h de sábado, no Setor Belo Horizonte, em Niquelândia. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o menino ficou ferido depois de a avó ter perdido o controle do carro e batido no portão da casa, onde Isaac brincava. Ele foi atingido em cheio.

Isaac chegou a ser socorrido pelos bombeiros e encaminhado para o hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo.

De acordo com o delegado Cassio Arantes a um jornal local, a avó do menino estava “realmente estava bem devagar, chegou na frente do portão devagar, mas por um motivo que não se sabe acabou avançando no portão da própria residência. Ela derrubou o portão, o neto estava brincando na área da garagem, o portão caiu em cima dele, o carro passou por cima do portão, ele sofreu os ferimentos, foi socorrido, mas veio a óbito no hospital”, explica.

A assessoria do Corpo de Bombeiros conta que houve comoção generalizada na cidade pela morte do pequeno Isaac, e um cortejo fúnebre foi feito pelo bombeiros em conjunto com a PM. O cortejo foi feito por volta das 10h30.

Bombeiros fazem cortejo para menino que morreu após ser atropelado por avó, em Niquelândia
Foto: Reprodução/Bombeiros

Além do caso de Niquelândia, menino de 5 anos morreu atropelado em Cristalina, em outubro deste ano

Em outubro deste ano, um menino também de 5 anos morreu após ser atropelado por um micro-ônibus escolar no município de Cristalina, interior de Goiás. Segundo os bombeiros, a criança andava de mãos dadas com o irmão quando se soltou e foi atingido pelo veículo. Ele chegou a ser socorrido no local, mas não resistiu e veio a óbito.

O acidente ocorreu no dia 22 de outubro, na Rua 9 da Vila Militar no Setor Noroeste da cidade. O corpo da vítima foi recolhido horas depois pelo Instituto Médico Legal (IML) de Luziânia, no Entorno do DF.

Via: O Popular 

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