Entretenimento

Livraria Saraiva fecha lojas no Paraná

Em outubro 19 lojas espalhadas pelo Brasil fecharam as portas.
20/12/2018, 08h46

A Livraria Saraiva, em início de processo de recuperação judicial, vai fechar suas duas livrarias do Paraná até o fim do ano. Elas ficam nos shoppings Muller e Crystal, em Curitiba.

No Shopping Muller, resta uma unidade da rede Livrarias Curitiba, forte na região Sul e que quer conquistar mais espaço em São Paulo.

Com este anúncio, a maior rede de livrarias do País vê seu número de lojas diminuir de cerca de 100 para menos de 80 em dois meses – em outubro, ela fechou 19 lojas espalhadas pelo Brasil.

A dívida reportada pela empresa é de R$ 675 milhões. No momento, ela conseguiu acordo com algumas das principais editoras, que aceitaram retomar o fornecimento de livros para abastecer as lojas para o Natal – mediante pagamento à vista.

Leia o comunicado da Saraiva

A Saraiva comunica que está em constante avaliação da operação de sua rede de lojas, considerando aberturas, reformas e fechamentos, dentro de seu plano de transformação e de manter sua operação saudável. Seguindo essa estratégia, as lojas do Shopping Crystal e Shopping Mueller, ambas em Curitiba (PR), encerram suas atividades em dezembro. A rede reforça que continua operando na região por meio de seu e-commerce.

Imagens: jconline 

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Goiás

Preso o suspeito de ter praticado triplo homicídio em Valparaíso de Goiás

O homem, acusado de ter matado três jovens na madrugada desta quarta-feira, dois de 19 anos e uma de 16, foi identificado e preso pela Polícia Civil em menos de 24h após o crime.

Por Ton Paulo
20/12/2018, 08h50

Foi preso no início da noite de ontem (19/12) o suspeito de ter praticado um triplo homicídio na cidade de Valparaíso de Goiás, entorno do Distrito Federal. O homem, acusado de ter matado três jovens na madrugada desta quarta-feira, dois de 19 anos e uma de 16, foi identificado e preso pela Polícia Civil em menos de 24h após o crime.

O crime, que levou à prisão do principal suspeito, Ademilson Louza Liano, de 33 anos, ocorreu por volta das 4h30 da última quarta-feira, na Rua 14 do Bairro Parque São Bernardo, em Valparaíso de Goiás. Crhipony Da Silva Miranda, Lucylaine Sousa Campos, ambos de 19 anos, e L.R.S.S., de 16, morreram no local após serem alvejados com disparos de arma de fogo.

A ocorrência foi atendida, inicialmente, por policiais militares do 20° Batalhão, que foram acionados por populares que teriam ouvido barulho de disparos.

Segundo informações apuradas pelo Dia Online, os jovens estavam em uma reunião de amigos, a chamada “resenha”, na residência do Parque São Bernardo, de propriedade de um homem somente identificado como Mateus, que não estava no momento do crime.

De acordo com a PC, o irmão de uma das vítimas estava na casa vizinha à sua e escutou os tiros. Quando chegou na residência, encontrou os três corpos na sala. A adolescente de 16 anos é moradora de Cidade Ocidental e estava a passeio em Valparaíso.

A PC destacou a equipe do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) para realizar todos os levantamentos preliminares e, após a realização de algumas diligências, conseguiu identificar o autor do crime como sendo Ademilson.

A prisão e a motivação do autor do triplo homicídio

De acordo com o delegado Henrique Wilson, que conduziu as investigações, o homem foi encontrado e preso por volta das 19h de ontem, no mesmo bairro onde ele teria cometido o crime. Todas as testemunhas foram identificadas e ouvidas, e foram uníssonas em apontar Ademilson como o autor dos disparos.

Preso o suspeito de ter praticado triplo homicídio em Valparaíso de Goiás
Foto: PC

Ainda segundo o delegado, não há uma confirmação da motivação do crime, apenas hipóteses. “Ainda não podemos confirmar oficialmente o que motivou o crime. O suspeito se manteve em silêncio o tempo todo durante a prisão, então isso ainda está sendo investigado”, conta.

A princípio, a hipótese mais provável seria a de que o alvo do autor seria apenas uma das vítimas, sendo que as outras duas teriam sido por ” queima de arquivo”, no entanto, as investigações serão aprofundadas até o total esclarecimento do caso.

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Goiás

Jovem é executado com aproximadamente 30 tiros, em Anápolis

Jovem estava na rua com outras pessoas, quando foi alvejado pelos disparos.
20/12/2018, 09h08

O adolescente Henrique Malheiros Carvalho, de 16 anos, foi morto com mais de 25 tiros na noite da última quarta-feira (19/12) em uma rua do conjunto popular Copacabana, na cidade de Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia.

O delegado do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Anápolis, Cleyton Lobo, confirmou o assassinato ao Portal Dia Online. Cleyton Lobo afirmou que o rapaz estava na companhia de outras pessoas, quando um carro de cor prata passou pela via com os suspeitos, que alvejaram o adolescente e fugiram em seguida.

“Nós contamos pelos menos 25 disparos, mas só com o exame do Instituto Médico Legal (IML) o médico vai poder determinar quantos atingiram o jovem”, conta o delegado.

Clayton Lobo informou à reportagem que o rapaz mesmo sendo novo, já havia sido apreendido em outra oportunidade pela polícia. “Vamos conversar com amigos e com a família do jovem, para poder identificar se o crime foi motivado por essa passagem que ele tem, ou se a execução dele teve outra motivação”, afirmou Cleyton Lobo.

O caso agora vai ser investigado pelo GIH de Anápolis, que busca neste momento descobrir a motivação e autoria do crime.

Jovem é executado em Anápolis

No dia 11 de novembro de 2018, Douglas Augusto Bonfim, de 21 anos, estava próximo a um campo de futebol, no bairro Frei Eustáquio, no Centro de Anápolis, quando quatro suspeitos se aproximaram e alvejaram o rapaz com pelo menos 15 disparos de arma de fogo.

Um outro caso foi registrado no dia 24 de novembro de 2018 no Bairro da Lapa na cidade. Janilton Alves Teixeira Filho, foi morto dentro de casa, após o pai sair para trabalhar.

Segundo a polícia, os suspeitos estavam do lado de fora e aproveitaram o momento que o pai do rapaz saiu para invadir a casa e executar Janilton com 12 tiros na cabeça.

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Economia

BC prevê inflação baixa em 2018 e para os próximos três anos

A taxa Selic é o principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação.
20/12/2018, 09h50

Os consumidores podem ter inflação mais baixa em 2018 e nos próximos anos do que a até então esperada pelo Banco Central (BC). As reduções na cotação do dólar e no preço do petróleo influenciaram itens como gasolina e botijão de gás. Outro fator que contribui para reduzir as previsões da inflação são as mudanças das bandeiras tarifárias da energia elétrica. A avaliação consta do Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente pelo BC.

No cenário em que o dólar permanece em R$ 3,85 e a taxa básica de juros, a Selic, segue em 6,5% ao ano, a previsão para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 4,4%, estimada em setembro, para os atuais 3,7%, neste ano. Para 2019, a projeção passou de 4,5% para 4%. Para 2020, o recuo foi de 4,2% para 4%, e para 2021, de 4,2% para 4,1%.

Em outro cenário, em que são consideradas projeções do mercado financeiro para o dólar e a taxa Selic, a estimativa para a inflação passou de 4,1% para 3,7%, neste ano, de 4% para 3,9%, em 2019, permanece em 3,6%, em 2020, e foi ajustada de 3,8% para 3,7%, em 2021. Nesse caso, a inflação é menor nos próximos anos do que no outro cenário porque o mercado prevê taxa Selic maior. O mercado estima que a Selic vai subir dos atuais 6,5% para 7,5% ao ano, em 2019, para 8% ao ano em 2020 e permanecer nesse patamar em 2021 e 2022. A expectativa para a taxa de câmbio é R$ 3,78, no final de 2018, R$3,80 em 2019 e 2020 e R$3,86, em 2021.

A taxa Selic é o principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação. Quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

O BC atua para atingir as metas de inflação definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2018, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Já para 2020, a meta é 4%, e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

No último dia 12, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, manteve, pela sexta vez seguida, a taxa Selic em 6,5% ao ano. No Relatório de Inflação, divulgado hoje, o BC reforçou que os próximos passos do comitê continuam dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e expectativas para a inflação. “Os membros do Copom julgam que cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política, monetária, inclusive diante de cenários voláteis, têm sido úteis na perseguição de seu objetivo precípuo de manter a trajetória da inflação em direção às metas. O Comitê entende que decisões pautadas por esses princípios constituem bom guia para a política monetária.”

Imagens: Agência Brasil 

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Economia

Aumenta número de casas com televisão apta a receber sinal digital

O desligamento do sinal analógico começou em 2016 no país.
20/12/2018, 10h27

O número de domicílios brasileiros com televisão apta a receber sinal digital cresceu de 2016 para 2017, ao atingir a marca de 54,3 milhões. Isso representa 79,8% das casas com aparelho televisor no país, de acordo com o suplemento Tecnologias da Informação e Comunicação da Pnad Contínua, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2016, o percentual era de 71,5%.

O aumento ocorreu em proporções semelhantes tanto na área rural quanto em centros urbanos. O crescimento foi registrado paralelamente ao processo de gradual extinção do sinal analógico no país.

O desligamento do sinal analógico começou em 2016 no país. Até o final de 2017, quando foi feita a pesquisa, isso já havia ocorrido em Brasília, São Paulo, Goiânia, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e Vitória, além de diversos municípios do interior.

Ao longo deste ano, o cronograma teve sequência e o sinal foi interrompido em outras capitais. De acordo com a Portaria 3.493/2016 do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o desligamento da transmissão analógica em todo o país deverá estar concluído até o fim de 2023.

A analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE Adriana Beringuy lembra que a implantação do sinal digital também segue um cronograma. “Enquanto 79,8% dos domicílios têm aparelhos em condições de receber esse sinal, ele está de fato sendo recebido em 66% dos domicílios. A diferença entre estar preparado e estar efetivamente recebendo o sinal ocorre porque a transmissão digital não está disponibilizada ainda em todo o país.”

Tela fina

O suplemento também revelou que, entre os domicílios com televisão, 69,7% tinham aparelhos de tela fina em 2017. Esse percentual representa aumento em comparação aos 65% registrados em 2016.

De outro lado, houve queda no número de casas com aparelhos antigos. Em 2017, os televisores de tubo existiam em 38,9% desses domicílios. Um ano antes, eram 44,9%. O iminente desligamento do sinal analógico é apontado por Adriana Beringuy como um dos elementos que influencia a busca por aparelhos mais modernos.

A pesquisa mostra ainda que, de 2016 para 2017, houve leve aumento no número de casas sem televisão. Isso ocorreu tanto na área urbana, onde o crescimento foi de 2,1% para 2,6%, quanto na área rural do país, que saltou de 7,1% para 7,7%. Para a analista do IBGE, os dados refletem a busca por outras mídias e têm ligação ao abandono dos televisores de tubo.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua substituiu a Pnad e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Por meio da pesquisa, são publicados relatórios mensais e trimestrais com informações conjunturais relacionadas à força de trabalho, educação e migração. Há ainda suplementos em que determinados assuntos são pesquisados com periodicidades diferentes. O suplemento Tecnologias da Informação e Comunicação da Pnad Contínua foi divulgado pela primeira vez com informações relativas a 2016.

Imagens: Agência Brasil 

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