Goiás

Vereador propõe projeto de lei para regularizar Fashion Trucks, em Goiânia

Projeto agora vai ser analisado pelas comissões permanentes e se for aprovado volta a plenário para ser votado.
21/12/2018, 14h50

Na sessão desta sexta-feira (21/12) na Câmara Municipal de Goiânia, o vereador Lucas Kitão (PSL) apresentou um projeto de lei para regulamentar os Fashion Trucks na capital – a venda de acessórios e roupas em caminhões na cidade, no mesmo modelo dos Food Trucks.

“Nós queremos com essa proposta permitir que outras pessoas também entrem nesse negócio e possam investir seus capitais na compra, na venda [de roupas] e na mobilização de pessoas”, explica.

Kitão afirmou que essa é uma atividade econômica bastante explorada em outros países e em outras cidades. Com a proposta, o vereador afirma que vai dar mais praticidade para os empresários venderem acessórios, roupas e calçadas, levando os produtos até o consumidor.

“Ao levar os produtos para o consumidor em uma região ou lugar com grande concentração de pessoas, iremos facilitar a compra e a venda de produtos, daqueles que não têm tempo ou até mesmo estão desempregados”, conta o vereador.

Projeto de lei que regulamenta os Fashion Truck também vai auxiliar a gerar empregos

Outro ponto importante lembrado pelo autor do projeto, é que o mesmo vai contribuir para que além de vender os produtos, os empresários possam gerar novos empregos na capital. Além disto, a proposta também visa aumentar a arrecadação do municípios, com a aprovação da proposta.

Lucas Kitão afirmou que espera que a proposta caia no gosto popular assim como os food trucks. “O empreendedor e o consumidor vão ter a certeza que é um negócio possível de regulamentação, onde o empresário vai poder tirar uma licença, e ter mais segurança para investir sem medo. Da mesma forma o cliente vai saber que a prefeitura vai estar ali fiscalizando, vigiando e trazendo segurança para que o consumidor possa comprar os produtos e outros serviços na capital”, conclui.

Os veículos dos Fashion Trucks poderão comercializar em diversos espaços abertos da cidade, menos em feiras livres ou espaços que tenham legislação específica. Além disto, o projeto de Kitão permite que além dos produtos vendidos pelos empresários, permite que eles comercializem bilhetes de loterias, carnês, cartelas ou similares.

Proposta do vereador vai ser analisada pelas comissões permanentes da Câmara e caso seja aprovada, a mesma vai ser votada no plenário da casa. Caso seja aprovado na câmara em duas votações, o projeto é enviado para o Prefeito Iris Rezende (MDB) que vai analisar e decidir pela sanção ou veto da proposta.

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Goiás

Padrasto é preso suspeito de estuprar enteadas, em Goiatuba

Suspeito saía com a mãe das meninas para trabalhar e voltava para cometer os estupros.
21/12/2018, 15h02

Um homem de 49 anos foi preso preventivamente na última quinta-feira (21/12), suspeito de estuprar as duas enteadas na cidade de Goiatuba, a 178 quilômetros de Goiânia, no Sul do Estado de Goiás.

Portal Dia Online conversou com o delegado Patrick Carniel, que cumpriu o mandado de prisão contra o padrasto das meninas. “Ele e a esposa saíam para trabalhar, mas ele voltava e cometia os abusos contra as meninas, que hoje tem 13 e 16 anos”, conta o delegado.

Conforme o delegado, os abusos começaram quando as meninas tinham aproximadamente 10 anos e sem a mãe ter conhecimento do caso. “A mais nova fugiu várias vezes de casa, por causa dos estupros, a mãe acreditava que era por ela ser custosa”, relata.

Patrick Carniel afirmou que a polícia tomou conhecimento do caso esse ano, após a adolescente de 13 anos fugir de casa. Segundo o delegado, durante essa fuga, o Conselho Tutelar da cidade, procurou a delegacia e encontraram a menina, na oportunidade ela foi questionada qual a razão dela fugir de casa e ela contou que era por conta dos estupros do padrasto.

Delegado vai pedir o indiciamento do padrasto por estupro de vulnerável

A polícia ao tomar conhecimento do caso começou a investigar os abusos e chamou as duas adolescentes para depor. De acordo com o delegado, como os depoimentos eram parecidos, o delegado pediu pela prisão preventiva do padrasto.

O delegado afirmou à reportagem que concluiu o inquérito nesta sexta-feira (21/12) e pediu o indiciamento do padrasto por estupro de vulnerável no caso das duas meninas. Caso seja condenado em cada um dos casos, o padrasto pode pegar de 8 a 15 anos de prisão.

Outro caso de estupro foi registrado em Luziânia

No dia 20 de novembro de 2018, policiais das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM) prenderam um homem no Parque JK, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF), suspeito de estupro de vulnerável, pois os policiais o encontraram dentro de um carro com uma criança de 11 anos. Durante a abordagem, o suspeito não desceu do carro, pois estava sem roupa e com a esposa no local.

O homem ainda tentou fugir da polícia, mas acabou se envolvendo em um acidente, e a criança que estava com ele no carro, aproveitou para fugir e gritar por socorro. Diante dos acontecimentos, o homem foi preso em flagrante por estupro de vulnerável.

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Goiás

João de Deus já foi chamado de "João Curador" e acusado de tráfico de drogas e tortura

João de Deus, antigamente chamado de "João Curador", já foi acusado dos crimes de tráficos de drogas e tortura, em Goiás.

Por Ton Paulo
21/12/2018, 15h22

A famoso médium João de Deus, imerso em denúncias de abuso sexual e preso no último domingo (16/12), tem um passado mais sombrio do que se imaginava. Documentos trazidos à tona pela revista Veja no final da manhã desta sexta-feira (21/12) mostram que João Teixeira de Faria, hoje João de Deus mas já chamado de “João Curador”, já foi acusado dos crimes de tráficos de drogas e tortura, em Goiás.

De acordo com os documentos, no ano de 1985 João de Deus foi pego transportando uma carga de minério que seria contrabandeada para o exterior. Ele chegou a ser preso e, à época, o médium confessou o crime à Polícia Federal (PF) e afirmou que, caso o roubo tivesse dado certo, ele teria lucrado ao equivalente a R$ 3,5 milhões de reais.

Depois de 11 anos, conforme revela a Veja, ele foi alvo de investigações e acusações ainda mais graves. No ano de 1996, três homens foram presos e acusados de portar drogas, brigar com um segurança e furtar a bolsa de uma mulher atendida na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia.

Depois de concluso o inquérito, apenas um dos suspeitos por furto foi condenado. O caso, porém, voltou-se contra o médium, já que o juiz do caso detectou falhas de procedimento e concluiu que as acusações eram “manobras policiais coordenadas por João de Deus”.

João de Deus, ou “João Curador”, era o “juiz” e “delegado” nas sessões de tortura, segundo documentos

Os três homens relataram que, em janeiro de 1996, foram conduzidos para a delegacia e forçados a confessar o porte de maconha, depois de serem submetidos a sessões de tortura e ameaças de morte. Tais sessões eram comandadas diretamente por João de Deus, que eles chamavam de “João Curador”.

Segundo os depoimentos dos homens envolvidos no inquérito, verificados nos documentos trazidos pela Veja, João de Deus atuava como um “delegado” e “juiz” durante as sessões de tortura. Era ele quem interrogava e dava as orientações para o espancamento.

Um dos três acusados chega a fazer a revelação surpreendente que João de Deus traficava cocaína e que trabalharam juntos por mais de seis anos.

Na época, o Dr. Alderico Rocha dos Santos, o juiz responsável pelo caso, pediu ao Ministério Público a instauração de um inquérito. Depois de oito anos, o caso foi encerrado porque os crimes prescreveram.

A Polícia Civil de Goiás afirmou recentemente que todos os casos envolvendo João de Deus, mesmo que prescritos, são de “extrema relevância, pois servem de prova testemunhal” para as investigações em andamento contra o médium.

Via: Veja 
Imagens: O Globo 

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Goiás

Por suspeita de tortura, diretor de presídio de Ceres é afastado

Segundo o promotor, há um procedimento investigatório em curso que apura casos de tortura por parte do diretor interino.

Por Ton Paulo
21/12/2018, 16h08

O diretor interino do presídio de Ceres, Mateus Cordeiro assim como seu irmão que atua na unidade como agente prisional, Anderson Cordeiro, foram afastados por determinação da Justiça e estão proibidos de se aproximar do presídio, assim como dos detentos e de seus familiares. O promotor de Justiça, autor do pedido de afastamento, esclarece que há um procedimento investigatório em curso que apura casos de tortura física e psicológica, além de, pelo menos, duas tentativas de homicídio contra reeducandos por parte dos dois.

O pedido de afastamento, de iniciativa do promotor de Justiça Marcos Alberto Rios, foi acatado pelo juiz Cristian Assis. Mateus Cordeiro, diretor interino do presídio, e Anderson Cordeiro (vulgo Bocão) além de terem sido afastados de suas funções, estão proibidos, ainda, de estabelecer qualquer contato físico ou virtual com os reeducandos e seus familiares, mantendo uma distância mínima de 500 metros destes e da cadeia local.

Na decisão, o magistrado registrou que será decretada a imediata prisão preventiva dos dois, em caso de descumprimento de qualquer dessas medidas cautelares.

Na representação do Dr. Marcos Alberto, que falou sobre a investigação que pesa sobre Mateus e Anderson por tortura, o promotor informou sobre o procedimento, instaurado a partir de provocação do Ministério Público Federal (MPF) e da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

Ele alertou ainda que já foram ouvidas cerca de 30 pessoas, a maioria reeducandos, tendo sido comprovadas diversas práticas criminosas. Ainda segundo Marcos Rios, após a abertura da investigação, um dos presos teria sido ameaçado de morte pelo diretor, que usou a expressão “nós vamos terminar o serviço”. “Sem dúvida, a ameaça é destinada a intimidar a testemunha e impedi-la de contribuir com a apuração dos fatos que lhe dizem respeito”, avalia o promotor, em entrevista à imprensa do MP.

Administração Penitenciária declarou que ainda não foi notificada do afastamento do diretor interino do presídio de Ceres

O argumento do Ministério Público para obter o afastamento dos dois foi a gravidade da situação, além da perspectiva concreta de que a ordem pública viesse a ser comprometida e as testemunhas sofressem constrangimento ou até eliminadas.

Procurada pela reportagem do Dia Online, a assessoria da Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informou que ainda não pode se pronunciar sobre o caso, uma vez que o órgão, até o momento, não foi notificado do afastamento de Mateus e Anderson Cordeiro.

Via: MP-GO 

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Entretenimento

Os piores e melhores filmes de super-heróis de 2018

Programa Dia de Cinema faz uma análise de todos os filmes de super-heróis lançados no ano.
21/12/2018, 16h16

O ano de 2018 foi repleto de adaptações de quadrinhos e os filmes de super-heróis, mais uma vez, fizeram toda a diferença. A Marvel dominou o circuito com Vingadores: Guerra Infinita”, “Homem-Formiga e a Vespa” e Pantera Negra– que se tornou a maior arrecadação da empresa nos EUA.

Além, claro, de outros sucessos como “Deadpool 2” com Ryan Reynolds e a Pixar com “Os Incríveis 2”, lançado 14 anos após o original.

Neste episódio do programa Dia de Cinema, do Portal Dia Online, Matthew Vilela recebe Enzo Del Buono, Isis Bomfim e Sérgio Renato para um bate-papo sobre todos os filmes de super-heróis lançados durante o ano.

Assista abaixo ao programa sobre “Os Piores e Melhores Filmes de Super-Heróis de 2018”:

Imagens: Herois de Tevê 

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