Trânsito

Carro com cinco jovens cai em córrego na Marginal Botafogo, em Goiânia

O mais jovem que estava no carro, de 18 anos, era justamente o condutor. Acidente ocorreu nesta madrugada.

Por Ton Paulo
24/12/2018, 08h09

Às vésperas do natal, um acidente envolvendo um veículo e cinco homens foi registrado na madrugada desta segunda-feira (24/12), na Alameda Marginal Botafogo, em Goiânia. O motorista do carro, que levava três passageiros, perdeu o controle da direção, rompeu a barra de proteção e acabou caindo dentro do córrego que divide a Alameda.

O acidente ocorreu próximo à Rua 44, sentido Setor Pedro Ludovido/Centro, na Alameda Marginal Botafogo, em Goiânia, por volta das 2h30. De acordo com informações da Delegacia de Crimes de Trânsito (DICT), estavam no carro o passageiros Weder da Silva, de 35 anos, Jhonatan da Silva Lima, de 26, Willian Francisco de Oliveira, de 25, Daniel Vieira dos Santos, de 19, e o motorista Caio Assis de Oliveira, de 18  anos.

Ainda segundo a DICT, Caio trafegava pela Alameda Marginal Botafogo em um veículo Gol, seguindo pela faixa de rolamento da direita. Por motivos ainda ignorados, o jovem, que estava na direção do veículo, perdeu o controle e mudou para a faixa da esquerda, chocando-se contra a barra metálica de proteção.

A barra acabou se rompendo, e o veículo com os cinco jovens acabou caindo dentro do córrego que divide a Alameda Marginal Botafogo.

Jovens que caíram na Marginal Botafogo sofreram lesões e foram encaminhados para o hospital

Felizmente, nenhum óbito foi registrado no acidente. Entretanto, com o impacto da queda, as vítimas sofreram lesões corporais, foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros de Goiás e tiveram de ser encaminhadas para o Hospital de Urgências de Goiânia, o Hugo.

Devido ao estado de saúde do condutor, Caio Oliveira, não foi possível realizar o teste do bafômetro.

A reportagem do Dia Online entrou em contato com o hospital, que somente pôde informar que os jovens continuam internados na Emergência da unidade, com detalhes do estado de saúde dos jovens apenas repassados para a família.

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Mundo

Sobe para 281 número de mortos em tsunami na Indonésia

Há 1.016 pessoas feridas e 57 desaparecidas.
24/12/2018, 08h49

Autoridades da Indonésia confirmaram hoje (24) que chegou a 281 o número de mortos em decorrência do  tsunami que atingiu as ilhas de Java e Sumatra há pouco mais de 24 horas. Há 1.016 pessoas feridas e 57 desaparecidas. Segundo as autoridades, o número pode ser ainda maior, pois a extensão total do dano ainda é desconhecida.

Na madrugada desta segunda-feira (24), foram reiniciadas as buscas por desaparecidos em torno dos prédios que desmoronaram perto da costa em Pandeglang, no oeste de Java. As equipes de resgate não têm maquinário suficiente para as atividades.

Até ontem (23), o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o Itamaraty, não tinha informações de brasileiros entre as vítimas. Porém, deixou um canal de comunicação para eventuais informações.

Segurança

As autoridades indonésias afastaram os moradores das áreas costeiras, pois há ameaça de outro tsunami ocorrer, uma vez que um vulcão no Estreito de Sunda, entre Java e Sumatra, está ativo. Especialistas suspeitam que o tsunami de ontem (23) tenha sido causado por deslizamentos de terra causados pela erupção do vulcão Krakatau.

Saldo inicial

Por enquanto, o saldo inicial é de que o tsunami destruiu 556 casas, nove hotéis e 360 ​​navios no distrito de Pandeglang, a área mais atingida, bem como a província Serang de Banten e o distrito de Lampung Selatan, na província de Lampung, informou o porta-voz da Agência Nacional de Gerenciamento de Desastres, Sutopo Purwo Nugroho.

No distrito de Pandeglang, ondas gigantes atingiram áreas residenciais e vários pontos turísticos ao longo da costa, como Pantai Tanjung Lesung, Sumur, Penimbang, Teluk Lada e Carita, disse Sutopo.

A maioria dos hotéis, resorts, restaurantes e lojas de conveniência fechou após o tsunami. Entre as áreas devastadas havia uma praia na vila de Cinangka, em Anyer, muito procurada por suas areias brancas e por seus coqueiros. Todas as construções feitas de bambu na praia foram destruídas.

Depois que o tsunami ocorreu, a Agência de Meteorologia e Geofísica proibiu a comunidade de ter atividades na área costeira do estreito.

*Com informações da NHK, emissora pública de televisão do Japão, e da Xinhua, agência pública de notícias da China

Imagens: Agência Brasil 

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Goiás

Depois de 22 anos em situação irregular, prédio da Câmara de Goiânia recebe Alvará de Aceite

O documento de aceite da Câmara de Goiânia representa apenas uma parte do processo total de regularização do prédio.

Por Ton Paulo
24/12/2018, 09h54

A Câmara Municipal de Goiânia, cujo prédio situa-se na Avenida Goiás, Setor Central, recebeu na última semana, pela primeira vez em 22 anos, o Alvará de Aceite da Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh). O fato foi comemorado pelo presidente da Câmara, Andrey Azeredo (MDB). O documento de aceite da Câmara de Goiânia representa apenas uma parte do processo total de regularização do prédio, uma vez que é necessário a obtenção do Habite-se para a adequação total.

De acordo com Azeredo, foram tomadas medidas como a adequação do prédio “no tocante à acessibilidade, especialmente para portadores de necessidades especiais”, e foram feitas mudanças internas para a “adequação às normas do Corpo de Bombeiros”. “Feito isso, pleiteamos junto à Seplanh a regularização da edificação mostrando que ela garante segurança. Agora, depois de uma análise técnica e bem apurada, recebemos o Aceite”, comemora.

Ainda segundo o presidente do órgão do Legislativo, o Alvará do Aceite recebido, após o tempo impressionante de 22 anos, permite que o próximo passo seja a obtenção do Habite-se, algo que, de acordo com Azeredo, “a Câmara nunca teve e que vai permitir ao futuro presidente da Casa pleitear um seguro para o prédio, garantindo que qualquer eventualidade possa ser coberta por uma instituição financeira e dando garantia à vida das pessoas bem como aos bens patrimoniais da Casa”.

O secretário titular da Seplanh, Henrique Alves, esclarece que o Alvará de Aceite é um documento que a Lei exige para que o Município “aceite tecnicamente o prédio como ele está”. Conforme ele, a próxima etapa a ser seguida pela Câmara é a obtenção do certificado de conclusão de obras, o Habite-se, que é o documento final que dá a possibilidade de a Câmara pleitear um seguro ou um financiamento, uma série de questões que antes não poderia.

A obtenção do aceite foi anunciada no gabinete do prefeito Iris Rezende por Henrique Alves. Ele ressaltou que um trabalho vigoroso com o apoio dos servidores da Câmara, da parte de Engenharia e das Diretorias Geral e Administrativa foi feito, para que melhores condições nas instalações fossem concretizadas.

Prédio da Câmara de Goiânia só poderá contar com seguro após obtenção de documento

Apenas com a obtenção do Habite-se a Câmara Municipal de Goiânia vai poder pleitear um seguro para o prédio. De acordo com Andrey Azeredo, “o fato da Câmara não ter o Habite-se é, para alguns, uma questão banal”. “Infelizmente, muitos só se lembram da importância disso quando ocorre alguma tragédia. Já vimos uma boate no Rio Grande do Sul que pegou fogo e aí, depois, comentam “nossa, não tinha regularização.”, conta.

De acordo com Henrique Alves, são levados em conta na análise técnica a acessibilidade, a segurança e as rotas de fuga (usadas em casos, por exemplo, de incêndio).

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Goiás

Jovem mata a tiros namorada de 14 anos, em Itumbiara

Adolescente foi baleada na cabeça, depois de uma discussão com o namorado.
24/12/2018, 10h15

Uma adolescente de 14 anos foi morta a tiros na tarde do último domingo (23/12) depois de uma discussão com o namorado, de 19 anos, na Vila Beatriz, na cidade de Itumbiara, a 205 quilômetros de Goiânia.

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) esteve no local e identificou a vítima como Ana Beatriz Ferreira Bessa, de 14 anos. De acordo com as informações repassadas pela polícia, a jovem estava dentro de casa e teria discutido com o namorado Thiago Lourenço, de 19, conhecido como doidinho.

Segundo a polícia, uma testemunha do crime, contou que escutou o som de um tiro e chamou a PM. Ao chegar ao local, os policiais encontraram Ana Beatriz caída com um tiro na cabeça, e chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu) que constatou a morte da adolescente.

Adolescente foi morta após uma crise de ciúmes do namorado

O principal suspeito do crime é o namorado da adolescente, Thiago Lourenço, pois segundo a testemunha contou a polícia, o suspeito teve uma crise de ciúmes, o que deu origem a discussão que terminou com a morte da adolescente. A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) também esteve no local, e depois da perícia da Polícia Técnico Científica (PTC), o Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo.

A polícia fez busca pela região para tentar encontrar o suspeito do crime, mas até o momento Thiago não foi encontrado e segue foragido. O caso é investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Itumbiara e é tratado como feminicídio.

Jovem foi morta a tiros, em Goiânia

No dia 20 de dezembro de 2018, Joyce da Silva Santos, de 21 anos, estava na porta de uma loja, em Goiânia, quando foi alvejada por disparos de arma de fogo. Segundo o delegado da Delegacia Estadual de Investigação de homicídios (DIH) Marco Aurélio, dois rapazes passaram em uma moto e atiraram contra a moça, atingindo o tórax e a cabeça de Joyce. A vítima morreu no local, o caso é investigado pela DIH.

Imagens: Facebook 

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Goiás

Presos fazem rebelião em presídio de Goiatuba

Motim aconteceu após os detentos não conseguirem receber celulares e drogas.
24/12/2018, 10h36

Os presos do presídio de Goiatuba, a 178 quilômetros de Goiânia, fizeram uma rebelião na madrugada desta segunda-feira (24/12) após não conseguirem receber drogas e celulares jogados por um outro homem do lado de fora da unidade prisional. Os presos chegaram a incendiar os colchões e só os agentes prisionais não foram suficientes para conter o motim.

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) por meio de nota confirmou o caso ao Portal Dia Online. A nota divulgada, conta que um homem identificado como Fernando Araújo foi visto pelos agentes da unidade prisional do lado de fora da unidade, jogando drogas e celulares para os presos.

Presos fazem rebelião em presídio de Goiatuba
Na foto: Fernando Araújo (Reprodução)

Os presos então se rebelaram, quebraram os cadeados da cela e tentaram invadir as celas da Ala do Seguro, segundo a DGAP. Conforme a nota divulgada pela DGAP, os presos colocaram fogo no colchões, sendo necessária a presença do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) para controlar as chamas.

Rebelião só foi contida com a chegada do reforço policial

Para conter os presos, os agentes da unidade prisional fizeram disparos de armas não letais, mas que foram insuficientes para conter o motim. A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) e o Grupo de Intervenção Tática (GIT) da Regional de Caldas Novas foram chamados para controlar a rebelião e levar os presos para o pátio do banho de sol.

Durante a ação, a DGAP afirmou que quatro detentos atingidos pelas munições não letais foram levados para a unidade de saúde para receber atendimento, mas já retornaram a unidade. Após a rebelião, a diretoria afirma na nota que foi determinada a transferência imediata de 15 detentos, que foram identificados como líderes do motim. A DGAP abriu sindicância para apurar o que levou a rebelião dos presos da unidade.

Confira a nota da DGAP

“A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informa que na madrugada desta segunda-feira (24/12), os presos da Unidade Prisional de Goiatuba se amotinaram.

Por volta das 2 horas, após Fernando Araújo ser flagrado pelos agentes de plantão tentando arremessar drogas e celulares para dentro do presídio, os presos se rebelaram, quebraram os cadeados e tentaram invadir as celas da Ala do Seguro. Houve queima de colchões.

A intervenção dos agentes com disparos com munição menos que letal não foi suficiente para conter os presos.

Foi solicitado o apoio da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil até a chegada do Grupo de Intervenção Tática (GIT) da Regional Caldas Novas, que conseguiu dominar e levar os presos para o pátio do banho de sol.

Quatro detentos atingidos por munições menos que letal foram encaminhados para a unidade de saúde para atendimento e já retornaram para a unidade prisional.

A DGAP determinou a imediata transferência de 15 presos, identificados pelos serviços de inteligência como as lideranças negativas que causaram o tumulto.

Foi determinada também abertura de sindicância para apuração dos fatos.

Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP)”

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