Goiás

Inscrição para o concurso da Assembleia terminam hoje

Os salários para o concurso vão de R$ 5 mil a R$ 29 mil reais.
27/12/2018, 11h44

Termina nesta quinta-feira (27/12) o prazo para se inscrever no concurso da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego). A banca organizadora do concurso é o Instituto Americano do desenvolvimentos (IADES). A contratação do IADES foi feita sem licitação, por meio de dispensa do documento. Ao todo, estão sendo oferecidas 80 vagas.

As inscrições para os cargos de Assistente Legislativo, de nível médio, tem a taxa de R$ 80,00. Os interessados nos cargos de nível superior, Analista Legislativo e Procurador Legislativo, terão que desembolsar, respectivamente, R$ 100,00 e R$ 150,00, na inscrição.  Os salários variam de R$ 5 mil a R$ 29 mil reais.

As provas objetivas e discursivas para Analista Legislativo serão aplicadas no dia 20 de janeiro de 2019, com duração máxima de 4  horas, incluindo o tempo para a leitura das instruções, o preenchimento da folha de respostas da prova objetiva e da transcrição  do texto definitivo da prova discursiva. Já a avaliação será aplicada para Analista Legislativo e Procurador no dia 27 de janeiro de 2019.

O cronograma com as datas do concurso público e as etapas do certame estão disponíveis no próprio edital, que pode ser acessado pelo Diário da Assembleia ou no site da banca Iades.

Confira as Vagas oferecidas

Analista Legislativo (Nível Superior):

Arquiteto (02 vagas)

Arquivologista (02 vagas)

Assistente Social (02 vagas)

Cirurgião Dentista (02 vagas)

Comunicador Social (05 vagas)

Contador (05 vagas)

Enfermeiro do Trabalho (02 vagas)

Engenheiro Civil (01 vaga)

Engenheiro do Trabalho (01 vaga)

Engenheiro Eletricista (01 vaga)

Fisioterapeuta (02 vagas)

Médico Cardiologista (01 vaga)

Médico Clínico (01 vaga)

Médico do Trabalho (02 vagas)

Médico Ginecologista (01 vaga)

Médico Ortopedista (01 vaga)

Médico Psiquiatra (01 vaga)

Psicólogo Organizacional (02 vagas)

Revisor Ortográfico (06 vagas)

Segurança da Informação (02 vagas)

Procurador de 2ª Classe (02 vagas)

Assistente Legislativo (Nível Médio):

Tradutor Intérprete de Libras (02 vagas)

Policial Legislativo (30 vagas)

Técnico de Segurança do Trabalho (02 vagas)

Técnico em Enfermagem do Trabalho (02 vagas)

Imagens: Jornal Opção 

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Entretenimento

Elenco de 'Friends' fatura US$ 20 milhões por ano com reprises

Friends ainda fatura, aproximadamente, US$ 1 bilhão por ano para a companhia.
27/12/2018, 11h51

O elenco de “Friends”, clássica série de meados da década de 1990, continua recebendo US$ 20 milhões por ano, mesmo após 14 anos do fim da série. Os atores conseguiram o direito de receber 2% do dinheiro que entra para a Warner Bros com todas as reprises exibidas pela TV. Friends ainda fatura, aproximadamente, US$ 1 bilhão por ano para a companhia.

Além disso, estima-se que um grande acordo com a Netflix pode dobrar o valor de rendimentos da série. O serviço de streaming garantiu a permanência de todas as temporadas para o próximo ano. Em entrevista ao “The Hollywood Reporter”, o chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, afirmou que a saída de “Friends” da plataforma trata-se de um “rumor”.

A Warner, detentora dos direitos da série, planeja lançar sua própria plataforma de streaming no último trimestre de 2019, o que pode significar que a série acabe “se mudando”, já que também não teria um contrato de exclusividade com a Netflix.

O seriado é tão “queridinho” em todo o mundo que, sempre que os atores publicam uma foto juntos ou há rumores de uma possível reaproximação, os fãs se agitam.

Pesquisa realizada pelo “Hollywood Reporter” com mais de duas mil pessoas revelou que 75% dos entrevistados aprovariam o retorno da série e gostariam que o elenco original fosse mantido.

Imagens: E+ Estadão 

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Economia

Juros do cartão de crédito e do cheque especial sobem em novembro

O juros chegou a 305,7% ao ano, em novembro.
27/12/2018, 11h57

Os consumidores que caíram no rotativo do cartão de crédito ou usaram cheque especial pagaram juros mais caros em novembro, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (27).

A taxa de juros do cheque especial subiu 5,3 pontos percentuais, em relação a outubro, ao chegar em 305,7% ao ano, em novembro. As regras do cheque especial mudaram em julho. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos passaram a receber a oferta de um parcelamento, com taxa de juros menores que a do cheque especial definida pela instituição financeira.

A taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu 4,1 pontos percentuais em relação ao outubro, chegando a 279,8% ao ano, no mês passado.

A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes. No caso do consumidor adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 255,6% ao ano em novembro, com aumento de 2,4 pontos percentuais em relação a outubro.

Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) subiu 5,7 pontos percentuais, indo para 296,8% ao ano.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Essa regra entrou em vigor em junho deste ano.

Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa.

Modalidades caras

As taxas do cheque especial e do rotativo do cartão são as mais caras entre as modalidades oferecidas pelos bancos. A do crédito pessoal, por exemplo, é mais baixa: 122,9% ao ano em novembro, com redução de 3,1 pontos percentuais na comparação com o mês anterior. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) chegou a 24,3% ao ano, estável em relação a outubro.

A taxa média de juros para as famílias caiu 0,3 ponto percentual para 51,6% ao ano. A taxa média das empresas caiu 0,1 ponto percentual, atingindo 20,3% ao ano.

Inadimplência

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, chegou a 4,8%, com redução de 0,1 ponto percentual. No caso das pessoas jurídicas, houve recuo de 0,1 ponto percentual para 3%. Os dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) os juros para as pessoas físicas subiram 0,1 poto percentual para 7,7% ao ano. A taxa cobrada das empresas caiu 0,5 ponto percentual para 9,2% ao ano. A inadimplência tanto das pessoas físicas quanto das empresas caiu 0,1 ponto percentual para 1,6% e 2%, respectivamente.

Saldo dos empréstimos

Em novembro, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 3,202 trilhões, com aumento de 1,1% no mês e de 3,6% no ano. Em 12 meses, a expansão chegou a 4,4%. Para este ano, segundo previsão divulgada em setembro, o BC projeta crescimento do crédito em 4%.

Esse estoque do crédito corresponde a 46,8% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) – com aumento de 0,2 ponto percentual em relação a outubro. Em 12 meses, houve recuo de 0,2 ponto percentual.

Projeções para 2019

Para próximo ano, o BC espera por uma expansão maior do saldo do crédito, em 6%. No segmento de pessoas físicas, a estimativa é de alta de 7% no estoque de empréstimos, “em linha com a aceleração do consumo das famílias”, segundo o Relatório de Inflação, divulgado no último dia 20. Para pessoas jurídicas, a projeção é de expansão de 5%, “influenciada, entre outros fatores, pela continuidade do processo de captação de recursos por parte das empresas nos mercados externo e de capitais, em substituição aos recursos do SFN [Sistema Financeiro Nacional]”.

A carteira de crédito livre deve crescer 10,5% e os empréstimos do segmento direcionado, 1%.

Imagens: Agência Brasil 

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Goiás

IPVA tem redução de 3,2% para 2019, em Goiás

Motoristas com carros de 11 a 15 anos ainda serão obrigado a pagar o imposto, lei que isentou para veículos com mais de 10 anos só passa a valer em 2019.
27/12/2018, 12h09

O valor do Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA) em Goiás vai ter uma redução de 3,2% no próximo ano, conforme estabelecido pela tabela da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (FIPE). A informação foi divulgada na manhã desta quinta-feira (27/12) pelo governo de Goiás, durante uma coletiva na Secretaria da Fazenda (Sefaz).

A informação sobre a redução do IPVA também foi publicada na edição desta quinta-feira do Diário Oficial do Estado (DOE). Conforme o publicado no diário, o desconto de 50% para proprietários de veículos de motor 1.0 ou motos de até 125 cilindradas e que estejam dentro dos padrões legais exigidos vai ser mantido.

Quem estiver inscrito na nota fiscal goiana também tem desconto

Durante a coletiva de imprensa, foi lembrado que os 408.271 inscritos no programa Nota Fiscal Goiana também vão ter uma redução no valor pago no IPVA, que pode variar de 5 a 10%. Vale lembrar que o cálculo do imposto é feito aplicando a alíquota de cada veículo sobre o valor de venda pesquisado conforme a tabela FIPE.

Com a redução no valor do imposto, a previsão é de arrecadar no próximo ano mais de R$ 1,4 bilhão. A diminuição no valor pode englobar carros com mais de 10 anos de uso, o que faria a arrecadação cair aproximadamente R$ 300 mil reais e fechar a previsão para o próximo ano em R$ 1,1 bilhão de reais. Durante a coletiva, foi apresentado os dados da frota de veículos existem no Estado, com 3.127.429 milhões de automóveis tributáveis, inclusive com os automotores com mais de 15 anos de uso em Goiás.

Vale lembrar que o proprietário de um carro novo não paga o imposto no Estado, mas que os que já tem mais de dez anos são tributados. Atualmente existe uma discussão sobre a isenção do pagamento do IPVA para veículos com mais de 15 anos, o que era determinado por lei. Inclusive com uma lei aprovada em fevereiro deste ano pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB) para que proprietários de veículos com mais de 10 anos de uso também ficassem isentos de pagar o IPVA, no entanto a lei só passa a valer a partir de 2019.

Confira o calendário para o pagamento do IPVA, em 2019

IPVA vai ter uma redução de 3,2% em 2019, em Goiás
Foto: Reprodução

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Política

Indulto de Natal será publicado até sexta-feira, afirma Marun

Decreto de indulto natalino exclui condenados pelos crimes de corrupção.
27/12/2018, 12h49

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou nesta quinta-feira, 27, que o presidente Michel Temer publicará até Sexta-feira (28) o decreto de indulto natalino com a exclusão dos crimes de corrupção. “Ele está avaliando o formato já que não temos uma decisão final do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre isso”, disse Marun.

Em conversa com jornalistas nesta manhã, o ministro afirmou que Temer não quer assinar um novo indulto que possa ser questionado futuramente e, por isso, deverá excluir do rol de beneficiários aqueles que cometeram crime de corrupção.

“O presidente está avaliando se não teremos um novo indulto sem efetividade”, disse. “Ele deve se basear em indultos que já foram promulgados e que foram cumpridos sem nenhuma intervenção do STF. Esse deverá ser o norte”, completou.

Temer havia decidido não editar o indulto porque o Supremo encerrou o ano sem finalizar o julgamento sobre a validade do indulto natalino assinado por ele no ano passado. As regras estabelecidas pelo último documento estão suspensas.

Como a Coluna do Estadão mostrou na terça-feira, 25, o presidente mudou de ideia ao acatar o pedido feito pelo defensor público-geral federal em exercício, Jair Soares Júnior, que solicitou que o decreto de indulto fosse editado para este ano.

Marun informou também que Temer sancionará o Orçamento da União para o próximo ano. A peça chegou ao Planalto nesta quarta-feira, 26.

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