Esportes

Vasco oficializa e apresenta o atacante Ribamar: 'Proposta chegou na hora certa'

27/12/2018, 18h40

Ribamar é o primeiro reforço a ser oficializado pelo Vasco para 2019. O atacante, de 21 anos, foi apresentado nesta quinta-feira e assinou contrato para as próximas duas temporadas. O jogador posou para fotos ao lado do diretor executivo de futebol Alexandre Faria, de quem recebeu a camisa cruzmaltina na Sala dos Beneméritos, em São Januário.

“Era um desejo que eu tinha, de vestir a camisa do Vasco. Já estava com vontade de voltar ao Brasil e essa proposta chegou na hora certa. Digo aos torcedores vascaínos que dedicação não vai faltar e espero dar alegrias ao torcedor do Vasco”, disse o atleta.

Ribamar já trabalhou com o técnico Alberto Valentim no Egito, quando atuou pelo Pyramids, e se colocou à disposição do comandante vascaíno para atuar em qualquer uma das posições de ataque, que terminou 2018 tendo Maxi López como titular absoluto.

“Não tenho preferência por posição. O Valentim me conhece, sabe como posso render. Espero continuar tendo a confiança dele aqui no Vasco. Aonde eu for escalado, vou dar meu máximo. Me vejo pronto para vestir a camisa do Vasco e trabalho para cada vez estar melhor.”

O diretor Alexandre Faria também falou sobre a contratação de Ribamar, ressaltando que novos reforços devem ser anunciados na próxima semana, após a realização de exames médicos e assinatura de contrato. Ribamar chega por empréstimo de dois anos e o Vasco ficará com 50% dos direitos econômicos do jogador.

“É um atacante jovem, com características físicas e técnicas que nos agradam muito. Outros atletas chegam também na semana que vem, dependendo de exames e assinatura”, afirmou o dirigente.

Carioca, de 1,84 metro, Ribamar iniciou a carreira em 2011 nas categorias de base do Botafogo, equipe na qual permaneceu até 2015. Após duas temporadas no alemão Munique 1860 (2016 e 2017), passou outras duas no Atlético-PR (2017 a 2018). Ano passado, atuou também pelo Pyramids, do Egito, e Ohod Al-Medina, da Arábia Saudita.

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Política

Prefeito de Goiânia diz que BRT deve ser concluído até 2020

Em 2019, Iris Rezende afirma que asfalto chegará em todos os bairros da capital que ainda faltam.
27/12/2018, 19h03

O atual prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), disse que as obras do BRT na capital devem ser concluídas até 2020. Além dessa previsão, o prefeito também planeja entregar, em 2019, asfalto em todos os bairros de Goiânia que ainda não são pavimentados. Os próximos passos e o balanço da atual gestão municipal foram divulgados nesta quinta-feira (27/12), durante coletiva de imprensa no Paço Municipal.

Iris Rezende (MDB) destacou ainda que foram feitos ajustes e esforços para quitar dívidas do município, além de buscar mais eficiência nos serviços oferecidos à população. “Definimos prioridades e reorganizamos as finanças da Prefeitura. Fiz um compromisso com o povo da cidade e tenho convicção de que será cumprido, e Goiânia voltará a ser motivo de orgulho para seus moradores”, reforçou.

O prefeito destacou que no próximo ano a Prefeitura de Goiânia dará continuidade em obras como o BRT e Maternidade Oeste, além da pavimentação de mais de 30 bairros. “Vamos asfaltar todos os bairros que ainda faltam em Goiânia. O BRT deve ser concluído até 2020 e a Maternidade Oeste ainda no ano que vem. Já resolvemos problemas antigos da cidade, como a Marginal Botafogo, reativamos a nossa usina de asfalto e vamos iniciar em janeiro o recapeamento de 600 ruas e avenidas na Capital”, ressaltou.

Iris Rezende, prefeito de Goiânia, anuncia que atual mandato é o último de sua carreira

Atuante na política goiana desde o final da década de 1950, o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), anunciou, em outubro deste ano, que o atual mandato que cumpre como gestor da capital é também o último.

O emedebista, conhecido pelos goianos como um dos políticos mais tradicionais e longevos na atividade pública no Estado de Goiás, disse ao jornal que só foi candidato em 2016 “por causa de uma situação vexatória em que a Prefeitura estava”.

De acordo com ele, se a situação fosse boa, ele não teria sido candidato, e completa atribuindo à sua idade o motivo de sua aposentadoria. “A Prefeitura estando consertada, não justifica eu, que já vou completar 85 anos daqui a dois meses, ainda estar envolvido com a administração”, declara.

Em julho de 2016, Iris Rezende anunciou sua aposentadoria na política, mas voltou atrás algumas semanas depois e decidiu lançar sua candidatura, sendo eleito prefeito de Goiânia pela quarta vez.

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Goiás

Governo de Goiás afirma que vai pagar salários de dezembro

Resposta veio após o governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM), dizer, durante entrevista coletiva, que tenta resolver suposto calote de Zé Eliton, atual governador, no funcionalismo público.
27/12/2018, 19h40

Por meio de nota, o Governo de Goiás afirmou que vai pagar os salários de dezembro dos servidores do estado. A resposta veio após o governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM), dizer, durante entrevista coletiva, que tenta resolver suposto calote de Zé Eliton, atual governador, no funcionalismo público.

No comunicado, o governo estadual esclarece ainda que Goiás apresenta um cenário  diferente de muitos outros estados brasileiros, pois somente neste ano pagou 13 folhas salariais, incluindo o 13º salário dos servidores estaduais, conforme a legislação.

Veja a nota na íntegra:

“O Governo de Goiás esclarece que quitou na sua integralidade a folha de novembro dos servidores estaduais e informa que os repasses referentes aos empréstimos consignados estão absolutamente em dia, bem como os pagamentos para o Ipasgo, de modo que o instituto continuará usando recurso próprio para quitar a folha de pagamento de seus servidores, devendo inclusive quitar até segunda-feira a de dezembro com esse caixa.

Conforme a Lei 20.1230, de junho de 2018, as consignações devem ser recolhidas em favor das respectivas instituições financeiras até 30 dias úteis após o vencimento da folha de pagamento mensal. Portanto, não há de se falar em atrasos.

Já em relação ao pagamento da folha dos trabalhadores estaduais, a Sefaz lembra que, desde 2015, todos os salários são pagos até o décimo dia do mês subsequente ao trabalhado, conforme estabelecido pela Constituição Estadual.

Sobre o empenho da folha de dezembro, considerando que o seu pagamento pode ser feito até o 10º dia do mês subsequente ao trabalhado, o Governo do Estado poderá fazer o empenho, liquidar e pagar a folha a qualquer momento, conforme disposto na legislação.

O atual Governo deixará significativo saldo em caixa no Tesouro Estadual no dia 31, após a arrecadação dos dias 28 a 30, cumprirá as suas vinculações constitucionais no encerramento do exercício fiscal. Somente neste ano pagou 13 folhas salariais, incluindo o 13º salário dos servidores estaduais, que estão rigorosamente em dia de acordo com a legislação, num cenário diferente de muitos outros Estados brasileiros.”

Suposto calote do atual governo de Goiás no funcionalismo público

O governador eleito Ronaldo Caiado (DEM)  afirmou na última quarta-feira (26/12), em entrevista coletiva, que vai tentar solucionar o suposto calote dado pelo governador Zé Eliton (PSDB) na folha de pagamento do funcionalismo público do mês de dezembro. Segundo Caiado, não há previsão para o pagamento dos servidores estaduais no mês 12, uma vez que a folha nem foi empenhada, e que ele, Caiado, “tomará todas as medidas cabíveis para buscar resolver a questão”.

De acordo com o governador eleito, a gestão do governador Zé Eliton (PSDB) não promoveu o empenho (fase em que a administração pública se compromete a reservar o valor para cobrir determinadas despesas) e, dessa forma, ainda não é possível fazer uma previsão da data em que o próximo governo depositará os salários do funcionalismo no próximo mês. O prazo legal seria o dia 10 de janeiro (referente ao mês de dezembro).

Imagens: Alan Ribeiro 

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Goiás

João de Deus tem prisão por posse ilegal de arma de fogo suspensa

Mesmo com a decisão, médium continua preso suspeito de violação sexual.
27/12/2018, 20h15

O médium João de Deus teve a prisão por posse ilegal de arma de fogo suspensa, em caráter liminar, pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). Sob condição de pagamento de fiança de R$ 1 milhão, uso de monitoramento eletrônico e “se por outro motivo não estiver preso”, ele pode responder o processo em prisão domiciliar. A decisão foi do juiz plantonista Wilson Safatle Faiad.

Mesmo com a decisão, João de Deus continua preso preventivamente no Núcleo de Custódia, em Aparecida de Goiânia, suspeito de violação sexual. Ele é investigado por centenas de crimes sexuais, ocorridos, segundo as denunciantes, na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia.

Habeas corpus de João de Deus será julgado pelo STF

A defesa de João de Deus entrou com pedido de habeas corpus junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). O recurso está nas mãos do ministro Dias Toffoli desde o dia 20 de dezembro e ainda não foi julgado. Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), atuará nesse processo. A estratégia da defesa é reforçar que a prisão é desnecessária devido a idade e condições de saúde do religioso.

João Teixeira de Farias, de 76 anos, o conhecido João de Deus, preso desde o dia 16 de dezembro, após se entregar à polícia em Abadiânia. Ele é investigado por crimes sexuais, denunciados por centenas de mulheres do Brasil e algumas do exterior.

O médium já foi foi indiciado pela Polícia Civil de Goiás por violação sexual mediante fraude. De acordo com o inquérito, concluído e apresentado ao Poder Judiciário, o crime, registrado em outubro deste ano, foi cometido contra uma fiel na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia.

Ele prestou um segundo depoimento aos promotores da força-tarefa do Ministério Público de Goiás (MP-GO), na manhã de ontem (26/12), em Goiânia. João de Deus negou todas as acusações e disse que não abusou das mulheres que relatam os casos.

Imagens: AmazonasAtual 

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Brasil

O bebê que se perdeu da mãe e morreu atropelado em metrô de São Paulo

Luan, de 3 anos, foi arrastado pela multidão para fora do vagão e caiu nos trilhos.
28/12/2018, 00h25

Nenhuma palavra consegue traduzir a dor de Lineia Oliveira Silva. Ela é mãe de Luan, de apenas 3 anos, protagonista de uma história que ocorreu em um metrô de São Paulo que deixa qualquer um com nó na garganta.

Luan morreu atropelado por um trem da linha 1-Azul do Metrô na capital paulista, na estação Santa Cruz, no início da tarde do  último domingo (23/12).

O bebê seguia para Santos, com Lineia, mais três irmãos e o padrasto. O vagão e a plataforma, conforme a mãe, estavam lotados. A família não desceria naquela estação, mas o menino foi arrastado pela multidão quando o trem parou na Santa Cruz.

A mãe, o padrasto e os irmãos se desesperaram porque não conseguiram recuperar o menino. A porta se fechou.

Lineia, então, desceu na próxima estação e voltou para aquele em que Luan havia sido colocado para fora pela multidão. Após procurar o menino, pediram socorro aos seguranças.

Os trens ficaram inoperantes até que os seguranças encontraram o menino dentro de um túnel, para onde teria sido arrastado. Com ferimentos na cabeça, o menino estava morto. Todos que acompanhavam a cena se emocionaram com o desespero da mãe.

Mesmo assim, levaram Luan ao Hospital São Paulo. Lá, constataram sua morte e o levaram para o Instituto Médico Legal (IML).

Pai não conseguiu se despedir do filho, em São Paulo

O corpo de Luan foi sepultado na tarde de terça-feira (24/12). O pai do menino, contudo, estava viajando para a Bahia de férias. Quando soube da morte do filho, tentou chegar a tempo. Mas não conseguiu ver, pela última vez, o rosto do menino arrastado pela multidão para debaixo dos trilhos e depois para dentro do caixãozinho branco.

Adeilson Bispo Oliveira, de 32 anos, pai de Luan, contou ao Portal R7 que, um dia antes de viajar, levou o menino para tomar sorvete. “Toda vez que olho a foto dele fico em choque. Hoje, busquei os irmãos dele para passar o dia comigo. Eles estão sentindo muito a falta de Luan”, lembrou-se o pai.

Via: R7 

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