Goiás

Família acredita que Bruce Lee tenha sido vítima de latrocínio

Irmão de Mohamed D'ali está desaparecido desde o dia 12 de dezembro de 2018.
29/12/2018, 14h11

A família de Bruce Lee Carvalho que está desaparecido desde o dia 12 de dezembro de 2018, acredita que ele tenha sido vítima de Latrocínio – roubo seguido de morte.

A suspeita da família foi levantada em entrevista ao G1 na tarde da última sexta-feira (28/12), quando o advogado, Carlos Brandão, da mãe de Bruce Lee, Ivany Carvalho dos Santos, afirmou suspeitar que o filho tenha sido vítima de Latrocínio.

Bruce Lee Carvalho é irmão de Mohamed D’ali Carvalho, condenado por matar e esquartejar a inglesa Cara Marie Burke, em 2008, em Goiânia.

Mãe e namorada de Bruce Lee prestam depoimento em Goiânia

A mãe e a namorada de Bruce Lee moram em Londres e vieram para prestar depoimento na Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) sobre o desaparecimento do empresário. De acordo com a publicação, a namorada de Bruce Lee encontrou um chip de celular na casa dele e entregou o material aos investigadores, que buscam encontrar alguma pista sobre o desaparecimento do irmão de Mohamed.

Na matéria o advogado afirmou que tanto a mãe como a namorada de Bruce Lee estão buscando entender o que está acontecendo. Entretanto a mãe do desaparecido disse a Brandão, acreditar que o filho tenha sido vítima de latrocínio ou algo parecido.

Desaparecimento de Bruce Lee

O irmão de Mohamed D’ali, fez o último contato com a família e amigos no dia 12 de dezembro de 2018, desde então ninguém teve alguma informação ou notícias de onde ele poderia estar.

Dois amigos de Bruce Lee, estiveram na sua casa em Goiânia, após notar o sumiço do empresário. Entre as pessoas que foram a casa do desaparecido, estava um sócio dele, em um restaurante na capital.

Ao chegar a residência de Bruce Lee, os amigos que foram procurar por ele, notaram que a casa tinha sinais de arrombamento e chamaram um chaveiro. O homem chamado pelos amigos, contou a eles, que poucos dias antes outros homens haviam também estiveram na casa. O caso é investigado pela Delegacia de Investigações Criminais (Deic) e corre em sigilo.

Via: G1 

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Goiás

Dois são baleados ao sair de bar, em Jataí

Quatro suspeitos em duas motos atiraram contra as vítimas e fugiram em seguida.
29/12/2018, 16h11

Dois homens foram baleados durante a madrugada deste sábado (29/12) enquanto voltavam de um bar na cidade de Jataí, a 327 quilômetros de Goiânia.

O caso foi registrado pela Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) que afirmou ao Portal Dia Online ter sido chamada pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade,  por volta das 02h00, depois de receber os dois baleados. As vítimas foram identificadas como Diego Silva Moreira, de 23 anos e Max Nogueira, de 27.

Segundo as informações da polícia, Diego contou que estava no setor Epaminondas e foi de moto com Max em um estabelecimento conhecido como “Arena”, que fica na BR-060.

Diego e Max foram baleados após deixar o estabelecimento

No depoimento aos policiais, Diego narra que ele e o amigo ficaram pouco tempo na “Arena” e decidiram voltar pra casa. No caminho de volta, os dois foram surpreendidos por quatro homens, em duas motos e que efetuaram vários disparos, alvejando Diego e Max.

De acordo com a polícia, Diego afirmou que ao serem baleados, tanto ele quanto Max caíram da moto, enquanto os suspeitos fugiram em seguida. Diego e Max foram socorridos por outras pessoas que passavam pelo local e encaminhados para UPA.

Max foi encontrado em estado mais grave e foi transferido para o Hospital de Urgências da Região Sudoeste (HURSO) onde está internado. Segundo as informações da polícia, os autores do crime e a motivação são desconhecidos.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio, e vai ser investigado pela regional da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) de Jataí.

Homicídio em Jataí

No dia 13 de outubro de 2018, a PM apreendeu três adolescente por tentativa de homicídio. O caso aconteceu dentro de um motel na Vila Sofia, em Jataí. Segundo a polícia, a vítima foi identificada com Deyner Lima Costa, de 30 anos, que foi atacado com golpes de garrafa de vidro e em seguida os menores infratores tentaram afogá-lo.

Os funcionários do motel ao perceberem o que estava acontecendo no quarto chamaram a polícia que apreendeu os adolescentes. Deyner chegou a ser socorrido e levado para o hospital, mas morreu cerca de dois dias depois das agressões.

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Mundo

Donald Trump teria apoio de 33% dos eleitores para reeleição, aponta pesquisa

A pesquisa perguntou a 1.473 eleitores se eles "definitivamente votariam em Trump," "provavelmente votariam em Trump".
29/12/2018, 16h48

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria o apoio de 33% dos eleitores para sua reeleição, de acordo com pesquisa realizada pelo Harvard CAPS/Harris com exclusividade para o site especializado na cobertura política The Hill.

A sondagem perguntou a 1.473 eleitores se eles “definitivamente votariam em Trump,” “provavelmente votariam em Trump”, “provavelmente votariam em um candidato democrata”, “definitivamente votariam em um candidato democrata” ou “votariam em um candidato independente ou outro candidato” caso o presidente busque a reeleição em 2020.

Desse total, 22% disseram que “definitivamente” votariam em Trump, enquanto 11% afirmaram que “provavelmente” votariam no presidente.

Outros 33% responderam que “definitivamente” votariam em um democrata na próxima eleição presidencial, e 11% dos entrevistados disseram que “provavelmente” votariam em um eventual oponente democrata.

Outros 11% afirmaram que pretendem votar em outro candidato em 2020, enquanto 13% permanecem sem candidato definido, de acordo com a sondagem da Harvard CAPS/Harris. (Fabiana Holtz – fabiana.holtz@estadao.com)

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Goiás

Equipe de transição afirma que rombo nos cofres de Goiás chega a R$ 3,4 bilhões

O "decreto do calote" isenta a atual gestão de pagar os salários no mês corrente, jogando para o próximo governo a responsabilidade.
29/12/2018, 17h10

O atual governo de Goiás vai definhando ao final do ano de 2018, dívidas e mais dívidas, com a saúde, com a educação, com os servidores públicos e caminhando para não deixar dinheiro em caixa para futura gestão. Pelo menos é o que diz a equipe de transição do governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) em nota emitida na tarde deste sábado (29/12) e com uma dívida de R$ 3,4 bilhões.

Rombo nos cofres de Goiás é de R$ 3,4 bilhões

A nota acusa a atual gestão de fazer uma manobra para que a próximo gestão seja culpada de começar o trabalho sem verba para o pagamento dos salários dos servidores do mês de dezembro. Na nota, a equipe de transição do democrata traz ainda que José Eliton (PSDB) vai sair do governo, mas deixa um rombo de R$ 3,4 bilhões para Ronaldo Caiado.

Conforme a nota, a equipe de transição de Caiado, classifica como enganosa as afirmações da atual gestão, que o vencimento da folha no dia 10, vai ser preciso apenas o novo governo empenhar e efetuar os pagamentos da folha com os recursos acumulados.

Segundo a nota divulgada, a manobra da atual gestão é uma maneira de driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) inclusive com o decreto do calote, publicado no Diário Oficial do Estado, no dia primeiro de novembro de 2018 baixado pelo governador José Eliton, em que fica isento de empenhar e pagar a folha dos servidores do mês corrente.

Confira a nota na íntegra da equipe de transição do governador eleito Ronaldo Caiado

“Há uma manobra do atual governo para culpar o governo que começará em 1º de janeiro pela falta de recursos para pagamento do mês de dezembro deste ano. A verdade é que o governador José Eliton está deixando um rombo de R$ 3,4 bilhões. Da mesma forma, é enganoso o argumento de que, sendo dia 10 o prazo legal para pagamento do salário de dezembro, basta o novo governo simplesmente empenhar e pagar a folha com os recursos acumulados até a data.

Levantamento para janeiro de 2019, com base em anos anteriores e calendário atual de tributos, mostra a realidade: neste período, deverão entrar no caixa do Tesouro menos da metade (cerca de R$ 780 milhões) dos recursos previstos para a quitação da folha de dezembro (R$ 1,6 bi, com acréscimo de restante de novembro). E não se trata de dinheiro extra, mas de recurso a ser usado na quitação de janeiro. Ou seja: se usado para pagar dezembro, janeiro fica a descoberto.

Na tentativa de driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o atual governo chegou a baixar decreto (de número 9346/18) isentando-se da responsabilidade de empenhar e quitar a última folha dos servidores. Significa que, apesar de ser despesa obrigatória, não há qualquer provisionamento (recurso previsto) para o seu pagamento. Na prática, ao criar a autorização para não empenhar a folha, via decreto, o atual governador confere a uma despesa sabida e certa o caráter de despesa não habitual, e deixa claro o objetivo de usar em outras finalidades os recursos inerentes exatamente à folha.

Na ânsia de vender a ilusão de que está certo e levar avante sua manobra contra o novo governo, o atual governador há muito não se preocupa mais com a verdade. Prega que deixa recursos em caixa, porém não os apresenta. Diz que começou a pagar dezembro, no entanto os órgãos citados como “prova” do que diz são agências e empresas públicas com recursos próprios. Simples: se há tanto recurso em caixa, por que não pagam o salário dos servidores? Não se governa com mentiras. A isto, os goianos deram um basta em outubro.

O governo que acaba tem que reconhecer que quebrou Goiás. É o que atesta o Tesouro Nacional, que rebaixou o Estado para a pior nota, a nota D. Quer dizer: não temos mais o aval da União para realizar qualquer operação de crédito (empréstimo). E ainda assim, se encontrarmos alguma instituição disposta a negociar com o Estado, o recurso virá mais caro, com juros maiores e obrigações mais limitadoras. A situação é alarmante, restando-nos, quem sabe, como alternativa, recorrer inclusive a uma concordata. Eis o resultado concreto da gestão temerária do atual e do ex-governador. O que salta aos olhos: falta a estes governantes o mínimo de dignidade moral para assumirem as suas responsabilidades.

Diante dos fatos, o novo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, já anunciou que a folha de dezembro será objeto de análise detalhada dos técnicos e que será também apurada a responsabilidade, dentro do processo de regularização de despesa conforme as normas orçamentárias. Ao mesmo tempo, o governador buscará diálogo com ampla participação de todos os Poderes e associações de servidores. Vamos encontrar uma solução conjunta e definitiva.

Além de garantir o pagamento em dia do mês de janeiro, Ronaldo Caiado decidiu ainda restabelecer, assim que tomar posse, a redação original do art. 45 do decreto 9346 (revogado pelo atual governador), que diz que “as despesas com pessoal e encargos sociais, oriundas das folhas de pagamento, bem como com estagiários e respectiva taxa de administração, deverão ser empenhadas e liquidadas dentro do respectivo mês de competência”.

O povo goiano não admite mais ser enganado. Goiás, a partir do dia 1º, terá governo e governador.

Equipe de Transição do Novo Governo de Goiás”

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Política

Juíza libera a Dilma acesso ao inquérito-mãe da Lava Jato

Juíza afirmou que não via com facilidade de que maneira o acesso aos autos pela defesa de Dilma Vana Rousseff poderia prejudicar investigações sigilosas em curso.
30/12/2018, 10h12

A juíza federal Gabriela Hardt liberou à ex-presidente Dilma Rousseff acesso ao inquérito-mãe da Operação Lava Jato. O procedimento deu origem à investigação, em Curitiba, que teve sua primeira fase deflagrada em 14 de março de 2014.

A defesa de Dilma havia solicitado acesso a todo conteúdo do inquérito, pois seria alvo da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci, seu ex-ministro da Casa Civil. Em manifestação, o Ministério Público Federal foi contrário, alegando que a defesa se baseava exclusivamente em informações publicadas na imprensa e que negativa de acesso também teria por finalidade preservar a eficácia de eventuais investigações ou diligências em curso.

Ao decidir, Gabriela Hardt afirmou que não via com facilidade de que maneira o acesso aos autos pela Defesa de Dilma Vana Rousseff poderia prejudicar investigações sigilosas em curso. Segundo a magistrada, o acesso da defesa ao inquérito-mãe não permitiria acesso a investigações sigilosas, a processos nos quais tramitam acordos de colaboração ou leniência e nem a processos nos quais há medidas cautelares e coercitivas pendentes.

“Dilma Vana Rousseff é ex-presidente do Brasil, tendo sido responsável pela indicação política de investigados e/ou condenados no âmbito da Operação Lava Jato, vg. Aldemir Bendine, Antônio Palocci e Guido Mantega. Ainda, ela própria ocupou o cargo de Presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, durante o período no qual também ocupava o cargo de Ministra de Minas e Energia do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, outro condenado perante este Juízo”, registrou a magistrada.

“Sem qualquer juízo de valor, é visível que há uma certa proximidade de Dilma Vana Rousseff aos fatos investigados perante este Juízo.”

A juíza ainda anotou que mesmo Dilma não sendo diretamente investigada nos presentes autos, considerando que se trata de inquérito-mãe da Operação Lava Jato, que tramita com sigilo baixíssimo, reputo razoável franquear acesso a sua defesa.

“Defiro o requerido e franqueio o acesso da defesa de Dilma Vana Rousseff a este apuratório”, decidiu a juíza.

O que mira o inquérito-mãe da Lava Jato?

O inquérito policial 1041/2013 foi aberto em 8 de novembro de 2013, pelo delegado Márcio Adriano Anselmo, que iniciou as investigações que desencadearam a primeira fase da Lava Jato, que prendeu em março de 2014 o doleiro Alberto Youssef – velho conhecido da Justiça Federal, do Caso Banestado – e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa.

O inquérito nasceu de uma descoberta feita por Anselmo nas escutas telefônicas que tinham sido autorizadas pelo juiz federal Sérgio Moro, nos telefones da lavanderia de dinheiro do doleiro Carlos Habib Chater, dono do Posto da Torre.

“No curso da interceptação, surgiram, porém, indícios de práticas de crimes por terceiros que não compõem o grupo criminoso dirigido por Carlos Chater, em espécie de encontro fortuito de provas”, escreveu Moro, ao autorizar as investigações desmembradas de um inquérito aberto ainda em 2009. Os crimes de terceiros levaram ao escândalo Petrobrás.

Imagens: Metro Jornal 

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