Trânsito

Motorista sinaliza buraco na BR-153 com placa improvisada

Polícia Rodoviária Federal reforça o alerta sobre as más condições de trafegabilidade na rodovia.
31/12/2018, 16h43

Um motorista que passava pela BR-153, no trecho entre Anápolis e o trevo que dá acesso a Pirenópolis, interior Goiás, sinalizou um dos buracos da via com uma placa improvisada. O registro foi feito por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que substituíram o alerta feito pelo condutor por um cone.

De acordo com a PRF, durante patrulhamento na altura do quilômetro 410 da BR-153 os policiais rodoviários encontraram uma placa de sinalização que foi quebrada e colocada na rodovia para identificar um dos buracos. Neste feriado, o trecho de acesso a Pirenópolis, cidade turística, é um dos mais movimentados.

Motorista sinaliza buraco na BR-153 com placa improvisada
Foto: Reprodução/PRF
Motorista sinaliza buraco na BR-153 com placa improvisada
Foto: Reprodução/PRF

A Polícia Rodoviária Federal reforça o alerta sobre as más condições de trafegabilidade na BR-153, principalmente no trecho entre Anápolis e Jardim Paulista.  A corporação ressalta a necessidade de redução da velocidade nesses locais, atenção à sinalização da via e evitar trefegar durante a noite.

Leitores do Portal Dia Online também relataram, por meio das redes sociais, que outros trechos da BR-153 apresentam péssimas condições. As principais reclamações são de buracos na via, que além de causar danos materiais aos motoristas, provocam inúmeros acidentes.

Acidentes graves na BR-153 em Goiás

Motorista sinaliza buraco na BR-153 com placa improvisada
Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros

Na véspera do feriado de Natal, um grave acidente envolvendo dois carros e três caminhões deixou sete mortos e cinco feridos na BR-153, em Porangatu, interior de Goiás. O acidente ocorreu por volta das 12h deste sábado (22/12). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, quatro pessoas de uma mesma família morreram carbonizadas. Entre as vítimas estavam dois bebês, que foram levados ao Hospital Municipal da cidade e morreram na unidade após parada-cardiorrespiratória. Motoristas de dois caminhões se feriram, mas um terceiro saiu ileso.

Motorista sinaliza buraco na BR-153 com placa improvisada
Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros

Em novembro deste ano, um paciente morreu em um acidente entre uma ambulância e um caminhão carregado de produto químico perigoso, na BR-153, entre São Luís do Norte e Ceres. O motorista da ambulância, que sofreu ferimentos graves, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital Municipal de Uruaçu. Já o paciente morreu preso às ferragens. As vítimas não tiveram os nomes revelados. Segundo o Corpo de Bombeiros, o motorista do caminhão que teve a carga espalhada na via não se feriu.

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Brasil

Tiroteios sobem 43% durante intervenção no Rio, mostra aplicativo

A intervenção das Forças Armadas no Rio de Janeiro, que termina hoje, 31, deixou em 2018 um saldo de 8.577 tiroteios.
31/12/2018, 16h50

A intervenção das Forças Armadas no Rio de Janeiro, que termina hoje, 31, deixou em 2018 um saldo de 8.577 tiroteios/disparos no Grande Rio, 43% a mais do que no mesmo período do ano anterior, quando não havia a presença do Exército no Estado e foram registrados 5.993 tiroteios/disparos, informa o aplicativo de dados Fogo Cruzado RJ. O número de mortos porém caiu 2,3%, de 1.281 em 2017 para 1.251 em 2018.

Ao todo, 171 pessoas foram vítimas de bala perdida no Grande Rio durante a intervenção, sendo que 37 morreram, segundo balanço feito pelo Fogo Cruzado. “Após o decreto da intervenção, em 16 de fevereiro, houve 55 casos com três ou mais civis mortos na região metropolitana do Rio, totalizando 219 mortes, contra 33 casos no ano passado, que deixaram 128 mortos”, informa o laboratório de dados.

Entre 16 de fevereiro e 31 de dezembro deste ano, período da intervenção, 63 adolescentes foram baleados em tiroteio e 29 morreram, além de 20 crianças de até 11 anos e 11 meses também atingidas, das quais três morreram. A vítima mais nova foi baleada dentro de uma escola no Cosme Velho em 27 de abril, tinha 6 meses, foi socorrida e passa bem, informou o Fogo Cruzado, destacando que durante a intervenção também 274 agentes de segurança foram baleados, sendo que 96 deles morreram.

Durante a intervenção houve em média 27 tiroteios/disparos por dia, contra 16 em 2017, sendo o mais longo período de tiroteio o ocorrido no morro do Jordão, na Taquara, zona oeste do Rio, que durou 23 horas e 48 minutos. Belford Roxo foi o município que mais subiu no ranking de incidência de tiroteios, subindo da 7.ª para a 3.ª colocação, após registrar 663 tiroteios no ano passado contra 128 em 2017, aumento de 418%.

Segundo o Fogo Cruzado, 60 tiroteios duraram 2 horas ou mais no Grande Rio desde o decreto da intervenção, sendo que 4 deles duraram mais de 10 horas. Dos 21 municípios da região metropolitana, apenas Rio Bonito registrou queda no número de tiroteios/disparos em relação ao mesmo período do ano passado. Oito tiveram um crescimento maior que 100%: Seropédica (950%), Belford Roxo (418%), Japeri(292%), Maricá (225%), Paracambi (200%), Itaguaí (166%), Magé (147%) e Itaboraí (116%). Destes, 6 são na Baixada.

A Vila Kennedy, que ficou conhecida como “laboratório da Intervenção”, foi o bairro da região metropolitana onde houve mais registros de tiros durante o período, 343, seguido de Complexo do Alemão, 244, e Praça Seca, 224. Segundo bairro no ranking geral de tiros, o Complexo do Alemão foi a área com Unidade Policial Pacificadora (UPP) onde mais houve registros: 244, com ao menos 15 mortos e 22 feridos. A Rocinha vem em 2o, com 124 tiroteios, 19 mortos e 17 feridos.

O complexo de favelas da Cidade de Deus ficou em quinto lugar entre as comunidades com UPP, registrando oito mortos e seis feridos no período de Intervenção, após 107 tiroteios/disparos. O Complexo de São Carlos, no Centro, também com UPP, registrou 110 tiroteios/disparos durante a Intervenção e saldo de nove mortos e 13 feridos, ficando em quarto lugar, enquanto o Complexo da Penha, zona norte do Rio, contabilizou 117 tiroteios/disparos, 12 mortos e seis feridos, informou o Fogo Cruzado.

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Política

Um dia antes da posse, Caiado afirma que não vai decepcionar o povo goiano

Governador eleito reafirmou ainda que próxima gestão será técnica e de resultados.
31/12/2018, 17h43

Um dia antes de receber a posse com novo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), eleito com 59% dos votos, declarou que assume a responsabilidade ciente de que não vai decepcionar o povo goiano. O democrata reafirmou também que próximo governo estadual “será um governo técnico, de soluções para a crise”. Em entrevistas à imprensa, Caiado disse que o Estado se encontra em uma situação extremamente delicada, mas está confiante nas mudanças que serão implementadas.

“Tenho que reconhecer que será o maior desafio da minha vida política. Assumo essa responsabilidade ciente de que não vou decepcionar o povo goiano. Com a experiência que acumulei, com a maneira que sempre fiz política, sei que enfrentaremos muitos problemas, entre eles a situação calamitosa em que se encontram as contas públicas. No entanto, garanto que saberei governar com total transparência”, reforçou Caiado.

Problemas identificados pela equipe de transição de Caiado

Segundo a equipe de transição, foram identificados inúmeros problemas como atraso em repasses constitucionais aos municípios, a prestadores de serviços, empresas terceirizadas e às organizações sociais que gerem os hospitais estaduais; além da inadimplência com programas sociais como a Bolsa Universitária, com o Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo) e até mesmo com o governo federal.

“Goiás chegou a uma situação de total inadimplência, uma situação preocupante porque um Estado rico como Goiás hoje não tem mais o aval do Tesouro Nacional, nem do Ministério da Fazenda. Goiás foi rebaixado à pior nota de avaliação de risco, letra D. Estamos no fundo do poço. Não temos dinheiro, não temos como contrair empréstimo. O que consegui junto ao ministro da Economia foi uma auditoria a partir do dia 14 de janeiro para levantar todo quadro e buscarmos alternativas”, explicou.

Apesar destas e outras dificuldades apontadas, o governador eleito acredita na “recuperação de Goiás”. “Serei o governador de todos os goianos. Faremos um governo transparente, de combate firme à corrupção e ao mesmo tempo dando satisfação para atender as regiões mais carentes, com prioridade a Saúde, Segurança e Educação. Governo não é de partido político, é do povo de Goiás. Vamos ao trabalho e mostrar que somos maiores do que o que fizeram com o Estado nesses últimos 20 anos”, concluiu Caiado.

Secretários do governo Caiado

Os últimos quatro secretários do governo Caiado foram anunciados na tarde da última quarta-feira (26/12). Ao todo, o novo governo contará com 17 pastas. Veja abaixo a relação do secretariado da próxima gestão:

  • Rodney Miranda – Secretaria de Segurança Pública
  • Ricardo Soavinski – Saneago
  • Ismael Alexandrino Jr – Secretaria de Saúde
  • Adriano da Rocha Lima – Secretaria de Desenvolvimento Econômico
  • Marcos Cabral – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social
  • Marcos Roberto – Detran
  • Wilder Morais – Indústria e Comércio
  • José Soter – Operacional do Detran
  • Cristiane Schmidt – Secretaria da Fazenda
  • Vassil José de Oliveira – Secretaria de Comunicação
  • Anderson Máximo de Holanda – Casa Civil
  • Juliana Pereira Diniz Prudente – Procuradora geral do Estado
  • Edival Lourenço – Secretário de Cultura
  • Antônio Carlos de Souza Lima Neto – Secretário de Agricultura
  • Andrea Vulcanis – Secretária de Meio Ambiente
  • Rafael Ângelo do Valle Rahif – Secretário de Esporte
  • Ernesto Roller (MDB), secretário de governo
Imagens: DM 

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Política

De vaias a falas emocionadas, confira como foi a posse do governador Ronaldo Caiado

A cerimônia foi marcada por troca de farpas entre a oposição e a tropa de choque do governador recém-empossado, além de vaias e ataques a Marconi Perillo e Zé Eliton.

Por Ton Paulo
01/01/2019, 14h40

O governador Ronaldo Caiado, do DEM, foi empossado oficialmente na manhã e início da tarde desta terça-feira (1/1), em um evento solene que começou na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e terminou no Palácio das Esmeraldas, onde Caiado recebeu de seu antecessor, Zé Eliton, do PSDB, a faixa de governador, conforme dita a tradição. A cerimônia foi marcada por troca de farpas entre a oposição e a tropa de choque do governador recém-empossado, além de vaias e ataques a Marconi Perillo e Zé Eliton.

A cerimônia, que teve início na sede da Alego, também deu posse ao novo vice-governador do Estado, Lincoln Tejota (PROS), e teve embate entre a já oposição e situação do Governo. O deputado Talles Barreto, do PSDB, usou a tribuna do Plenário para demarcar a oposição ao governador Caiado. Barreto também defendou Marconi e Zé Eliton, dizendo que “a oposição [ao governo do PSDB] tentou fazer uma má imagem do Estado”. “Os opositores [ao governo do PSDB] sempre tentaram fazer uma imagem caótica do Estado de Goiás. Mas agora, que essa oposição é Governo, só faremos uma oposição justa”, disse o deputado em tom inflamado.

O deputado José Nelto, eleito deputado federal e um dos principais aliados de Caiado, rebateu, e disse que o deputado deve ter vivido “no governo [do PSDB] da propaganda”. Nelto ainda usou a tribuna para tecer ataques ao ex-governador Marconi Perillo, onde o classificou como “coronel desertor”. “Chegou ao fim o ‘Tempo Novo’, esse governo que servia aos saqueadores do Estado. A máscara caiu”, disse Nelto.

Ao tomar a fala, Caiado disse que “não vai decepcionar” os votos recebidos, e pediu ajuda ao povo goiano para recuperar e governar o Estado. “Considero este o momento mais desafiador da minha carreira política. Quero dizer que sempre honrei o voto dos goianos. Nunca decepcionei ou desonrei o mandato que vocês me deram, cinco vezes como deputado federal, como senador e agora como governador”, disse.

O governador empossado disse ainda que, em reunião com Paulo Guedes, ministro da Economia do presidente Jair Bolsonaro, foi informado que Goiás havia ganhado a pior nota (letra D) no que se refere a Estados bons pagadores, e se comprometeu a recuperar as contas públicas, “deixadas em mau estado pelo governo anterior”. “Eles disseram que estavam deixando 700 milhões em caixa pra mim. Eu desafio eles me mostrarem esses 700 milhões. Eles deixaram 11 milhões em caixa, para uma dívida de mais de 3 bilhões“, disse.

De vaias a falas emocionadas, confira como foi a posse do governador Ronaldo Caiado
Caiado beija a esposa, Gracinha Caiado (Foto: Assessoria)

Caiado também fez agradecimentos a aliados políticos e à sua família. Ao falar desta última, o governador se emocionou. Se referiu à esposa, Gracinha Caiado, como companheira de longa data, agradecendo-a pelo apoio, também falou dos filhos, Anna Vitória, Maria, Marcela e Ronaldo Filho, onde mencionou, em tom descontraído, que a caçula “fazia o que queria com ele”.

Após passar faixa para o governador Ronaldo Caiado, Zé Eliton saiu debaixo de vaias

Após o fim das falas e formalidades na Alego, Caiado seguiu com a família e a equipe para o Palácio das Esmeraldas, local onde tradicionalmente o governador recebe num gesto simbólico, do antecessor a faixa de chefe do Estado de Goiás.

Após fazer formalmente a transferência da faixa para Caiado, Zé Eliton deixou o local sob muitas vaias dos presentes. Poucos foram os presentes que acompanharam o agora ex-governador e sua esposa até seu carro. O cerimonialista que conduzia a posse teve que tomar a palavra para tentar abafar as vaias.

Em uma estrutura montada pelo evento, o vice-governador, Lincoln Tejota, foi o primeiro a falar. Tejota citou trechos da Bíblia e disse que o livro sagrado ensina que “nenhuma autoridade chega ao poder se não pela vontade de Deus”. Tejota também fez uma fala de agradecimento a Wilder Morais, escolhido por Caiado para ser o secretário da Indústria e Comércio, ao qual se referiu como um grande político.

De vaias a falas emocionadas, confira como foi a posse do governador Ronaldo Caiado
Caiado discursa no Palácio das Esmeraldas (Foto: Assessoria)

Ao discursar no Palácio, Caiado disse que não poderia se demorar, uma vez que seguiria dali para a posse do presidente Jair Bolsonaro, do PSL, em Brasília (motivo que fez com que a coletiva com a imprensa após a posse fosse cancelada). Com o tempo que teve, Caiado disse que fará com que os goianos “passem a ter orgulho de morarem no Estado” e que o “tempo do ‘Arrocha Goiás’ [lema de sua campanha] começava agora”.

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Goiás

Lincoln Tejota diz que Governo pagará servidores "no momento oportuno"

De acordo com Tejota, o governo anterior deixou "um rombo" nas contas públicas, e que o atual governo pagará servidores "quando tiver caixa".

Por Ton Paulo
01/01/2019, 15h29

Em entrevista depois da cerimônia de posse, o vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota (Pros) falou sobre a situação das contas do Estado e do impasse do pagamento dos servidores estaduais relativo ao mês de dezembro. De acordo com Tejota, o governo anterior deixou “um rombo” nas contas públicas, e que o atual governo, de Ronaldo Caiado, pagará o funcionalismo público “no momento oportuno, quando tiver caixa”.

De acordo com Tejota, medidas de recuperação das contas públicas pela atual gestão foram tomadas assim que passada a eleição. Segundo ele, a alteração dos incentivos fiscais para a indústria de Goiás é uma delas. “Nós sentamos com o setor produtivo, com os grandes empresários, rediscutimos os incentivos fiscais, e com o apoio deles e da Assembleia Legislativa, na qual eu estava ainda como deputado estadual, de cara a gente já pôde trazer um bilhão para os cofres públicos”, declarou.

O vice-governador disse ainda que o Governo manterá o ritmo de corte de gastos. “Continuaremos com essa austeridade, enxugando a folha, trazendo uma máquina enxuta, mas uma máquina eficiente, uma máquina que devolve como resultado para a população os benefícios que ela tanto precisa”, disse.

Tejota também respondeu à fala feita pelo deputado estadual Talles Barreto, na cerimônia de posse de Ronaldo Caiado, na Alego, onde ele disse que “ao longo da gestão do PSDB, a oposição pintou Goiás como um Estado caótico, o que não correspondia à verdade. Segundo Tejota, “com fatos e com números não se argumenta”. “Você não interpreta “dois mais dois são quatro”. E nós temos que entender que hoje tem 11 milhões em caixa, isso demonstra o tamanho do rombo. Nós temos a folha de dezembro [dos servidores estaduais] para cumprir,a folha de janeiro até o dia 10 para cumprir, e nós temos 11 milhões”, respondeu.

Na Alego, durante sua fala nesta manhã, Caiado disse que o governo tucano havia deixado uma dívida de 3,4 bilhões no Estado, com apenas 11 milhões em caixa.

Questionado sobre se o Governo pagaria o salário de dezembro dos servidores, o vice-governador Lincoln Tejota respondeu que sim, mas “no momento oportuno, quando tivesse caixa para isso”.

Posse de Ronaldo Caiado e Lincoln Tejota foi realizada nesta terça-feira

O governador Ronaldo Caiado, do DEM, foi empossado oficialmente na manhã e início da tarde desta terça-feira (1/1), em um evento solene que começou na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e terminou no Palácio das Esmeraldas, onde Caiado recebeu de seu antecessor, Zé Eliton, do PSDB, a faixa de governador, conforme dita a tradição.

Ao discursar no Palácio, Caiado disse que não poderia se demorar, uma vez que seguiria dali para a posse do presidente Jair Bolsonaro, do PSL, em Brasília (motivo que fez com que a coletiva com a imprensa após a posse fosse cancelada). Com o tempo que teve, Caiado disse que fará com que os goianos “passem a ter orgulho de morarem no Estado” e que o “tempo do ‘Arrocha Goiás’ [lema de sua campanha] começava agora”.

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