Goiás

João de Deus vira réu pelos crimes de abusos sexuais, em Abadiânia

Médium passa a ser réu pelo estupro de vulnerável e violação sexual, em Abadiânia.
09/01/2019, 13h27

A denúncia contra João de Deus  sobre o crime de abusos sexuais foi aceita hoje (9/1) pela juíza Rosângela Rodrigues dos Santos. O médium passa a ser réu pelo estupro de vulnerável e violação sexual, em Abadiânia.  Ele está preso no Núcleo de Custódia, desde 16 de dezembro.

O líder espiritual presta esclarecimentos, neste momento, a Polícia Civil dentro do presídio. De acordo com a nota divulgada pela corporação, ele é ouvido sobre o inquérito que investiga a posse ilegal de armas de fogo encontradas na casa dele. Depois que a delegada Karla Fernandes assumiu a coordenação das investigações, será a primeira vez que o médium será ouvido. O inquérito deve ser concluído ainda hoje e enviado ao Judiciário.

Mulheres denunciaram João de Deus por abuso sexual em programa da globo

Por meio do programa Conversa com Bial, da TV Globo, dez mulheres revelaram ser vítimas de abuso sexual de João de Deus. Conforme as denunciantes, os abusos ocorriam na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, interior de Goiás, onde o médium realiza os atendimentos espirituais.

Os relatos impulsionaram outras mulheres que também se sentiram abusadas, a contarem suas versōes. No dia (13/12), somente o Ministério Pública de Goiás havia recebido 250 denúncias contra o religioso. Os MPs de todos os estados do Brasil receberam os relatos.

Conforme os depoimentos da vítimas, os abusos tinham um padrão. Ele atendia as mulheres em público e depois pedia que elas o encontrassem, sozinhas, em seu escritório, para que ele incorporasse uma entidade e terminasse o procedimento. Os abusos sexuais ocorriam, de acordo com elas, dentro da sala dele.

Algumas dizem ter sido levadas a um banheiro dentro do cômodo. As mulheres relataram ainda que em alguns casos ele oferecia uma ‘jóia’ como espécie de ‘recompensa’. O médium, até o momento, continua negando todas as acusações.

Via: G1 

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Entretenimento

Xuxa comemora 12 meses de veganismo

Te amo. Beijos veganos, meu gostoso", escreveu a apresentadora para namorado, também vegano.
09/01/2019, 13h41

Há um ano, Xuxa e Junno decidiram entrar para o veganismo. “Um ano de veganismo. Um ano sem sofrimento, sem morte no nosso prato”, escreveu a apresentadora na legenda do vídeo no perfil oficial dela no Instagram.

Nas imagens, Xuxa pergunta ao chef de cozinha o que ele preparou para o casal. “Aqui tem salada de quinoa, uma salada de fruta, queijo vegano, salsa, tomilho… “, explica o cozinheiro. “Vamos comemorar muito bem nosso um ano de veganismo”, enfatiza Junno.

Para finalizar as comemorações, Xuxa postou uma foto na qual aparece beijando Junno na praia, durante o pôr do sol. “Te amo. Beijos veganos, meu gostoso”, escreveu a apresentadora.

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Entretenimento

Indonésia censura cena de beijo de 'Aquaman', segundo fãs do filme

Fãs ficaram surpresos e questionaram se o país censura beijos.
09/01/2019, 14h47

Internautas da Indonésia estão comentando no Twitter que o país censurou o beijo entre Arthur Curry e a Princesa Mera, em Aquaman. Esta matéria contém spoilers.

A cena dura cerca de 20 segundos e os fãs indonésios perceberam que havia algo de errado no filme. “Os dois deram um beijão perto do fim do filme? Juraria, pelo o que eu vejo na Indonésia, que foi cortado”, escreveu um internauta.

Uma outra fã ironizou o corte: “Há uma cena de beijo? Porque, caso contrário, há alguma edição de m… (risos). A Indonésia censura coisas assim?”.

A agência estatal Lembaga Sensor Film, responsável por avaliar os filmes que entram no país, listou em seu site que a obra tem 142 minutos de duração. No entanto, as informações da Warner Bros constam 143 minutos e oito segundos.

Até o momento desta publicação, não houve um posicionamento oficial da Warner e do órgão governamental da Indonésia sobre as declarações feitas no Twitter.

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Goiás

Mulher é resgatada após ser espancada e deixada para morrer enrolada em lençol, em Abadia de Goiás

Ela sobreviveu e foi levada para o Hospital de Urgências de Goiânia.
09/01/2019, 14h56

O rastro de sangue e as chinelas de uma mulher, de 51 anos, em uma avenida revela a violência que levou moradores a um matagal na manhã desta quarta-feira (9/1) no setor Goiânia Sul, em Abadia de Goiás, a 23 quilômetros de Goiânia. Por sorte, não encontraram um cadáver, mas uma mulher confusa, que sobreviveu a uma tentativa de homicídio.

Os suspeitos, depois de espancarem e perfurarem a vítima no rosto e no dorso, a arrastaram pela rodovia e a deixaram para morrer, coberta apenas com um lençol. Além de ter sido espancada, a vítima teria sido estuprada.

Depois de encontrarem a vítima, moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar (CBMGO). Em seguida, o delegado titular da delegacia da Guapó, Arthur Fleury, iniciou diligências para identificar os autores.

Mulher é resgatada após ser espancada e deixada para morrer enrolada em lençol, em Abadia de Goiás
Foto: Bill Guerra

O delegado Arthur Fleury adiantou que após começar as buscas pelos suspeitos, constatou que o motorista de um aplicativo foi assaltado.

O motorista teria conseguido fugir do bando: três homens e uma mulher, que seria a vítima jogada no matagal.

“O motorista conseguiu fugir pela mata. O carro foi encontrado e a mulher totalmente lesionada, então pode ser que ela tenha participado do roubo, não há certeza disso, estamos investigando”, afirma Fleury.

O nome da vítima, que foi levada ensanguentada para o Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO), não foi revelado. Ela foi rapidamente atendida enquanto moradores assistiam, aliviados, um raro caso em que uma vítima de tentativa de homicídio sobrevive.

Mulher foi encontrada enrolada em um lençol

Conforme mostram imagens de vídeos enviados para a página do repórter cinematográfico Bill Guerra,  a mulher foi resgatada pelos bombeiros. Em outro vídeo que também foi postado na página, uma pessoa narra o que vê: muito sangue na rodovia e a mulher enrolada no lençol.

Nas imagens, um homem narra que a mulher foi estuprada e agredida do outro lado da rua. Por acharem que a vítima estaria morta, os suspeitos a arrastaram, deixando o rastro de sangue da mulher no asfalto e abandonada no matagal.

Segundo o CBMGO, os moradores da região encontraram a mulher e acionaram a corporação. Os bombeiros afirmaram que ela foi encontrada confusa, sem os documentos pessoais.

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Economia

Fieg critica proposta econômica de Caiado para Goiás, e diz que ela "engessa o Estado"

O presidente da entidade, Sandro Mabel, ainda fez um balanço do desempenho da indústria goiana em 2018 e falou sobre as perspectivas para 2019.

Por Ton Paulo
09/01/2019, 15h20

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, disse, em entrevista coletiva à imprensa no final da manhã desta quarta-feira (9/1), que a proposta do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), de entrar no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) para equilibrar as contas públicas podem “engessar o Estado”. O presidente ainda fez um balanço do desempenho da indústria goiana em 2018 e falou sobre as perspectivas para 2019 diante das mudanças nos governos estadual e federal.

Segundo Mabel, a Fieg tem uma visão otimista para o Estado, que vem apresentando recuperação econômica ainda discreta, mas que pode tornar-se vigorosa a partir do segundo semestre ou mesmo cair na estagnação. De acordo com ele, depois de um 2018 de instabilidades, os rumos da economia goiana serão ditados, mais que nunca, pelo comportamento dos governos federal e estadual.

“Como a economia em todo o Brasil, a indústria também teve um crescimento pequeno em 2018. Estamos com boas perspectivas para 2019. A economia, as bolsas, os industriais e os consumidores estão mais entusiasmados. Com a entrada de Jair Bolsonaro na presidência e de Ronaldo Caiado, no Governo do Estado, temos expectativa que a indústria dê um salto, porque a economia também dará este salto”, avaliou Sandro Mabel, que assumiu a presidência da Fieg em 20 de dezembro para o mandato 2019/2022.

Fieg critica proposta econômica de Caiado para Goiás e diz que ela "engessa o Estado"
Sandro Mabel, presidente da FIEG, fala sobre expectativas para Goiás (Foto: Assessoria FIEG)

Entretanto, o presidente da Fieg não vê com bons olhos os próximos passos de Ronaldo Caiado para a tentativa de recuperação econômica de Goiás, que, segundo o próprio governador, foi entregue a ele pelo ex-governador Zé Eliton “em estado de falência”. De acordo com ele, a proposta de Caiado para entrar no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) pode “engessar o Estado”.

“A Fieg não é contra Goiás entrar no RRF. Temos a preocupação que Goiás encare o RRF como única alternativa de solução. Isso engessa o Estado sobremaneira, podendo criar uma condição de, na hora em que a economia der uma deslanchada, Goiás não ter instrumentos para deslanchar também”, explica Sandro. “Não estamos fazendo oposição à decisão do governador (Caiado). Apenas queremos ajudá-lo a encontrar alternativas e mostrar as consequências que possam afetar Goiás. O Estado não pode ser tocado só com a visão do fisco, do caixa. Ele é feito de desenvolvimento e precisamos desenvolver a economia para arrecadar mais”, reitera.

Fieg diz que retomada do crescimento do Estado depende do investimento na indústria

Para que a retomada do crescimento econômico em Goiás se faça robusto, a Fieg considera necessário o efeito de medidas, no âmbito federal, a exemplo de ajuste duradouro nas contas públicas, avanço nas reformas estruturantes, como a previdenciária e a tributária, e a adoção de iniciativas para melhorar o ambiente de negócios, entre as quais a desburocratização.

Conforme Sandro Mabel, a solução para a economia goiana voltar a crescer, é o incentivo à produção, ao desenvolvimento. Para tanto, ele vê a necessidade de políticas que incentivem a industrialização da matéria-prima produzida em Goiás, sobretudo no setor alimentício.

“Goiás tem uma grande condição de dar um salto em industrialização. Os grãos, que dominam nossa produção e é nosso ouro, não devem ser exportados in natura, como acontece hoje. Temos de criar um novo ciclo de desenvolvimento industrial, criar políticas para industrializarmos estes grãos em Goiás. Isso criaria milhares de empregos, o que será muito bom para o Estado. É nossa grande aposta para um novo ciclo de crescimento em Goiás”, afirmou Mabel, referindo-se ao incentivo fiscal de 5% que Goiás oferece para as exportações.

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