Goiás

O que fazer em Goiás Velho: 11 destinos incríveis para conhecer

Não sabe o que fazer em Goiás Velho? A cidade é um verdadeiro patrimônio histórico e oferece diversas atrações para o público, proporcionando quase uma viagem no tempo.
09/01/2019, 18h38

Não é preciso ir muito longe para encontrar verdadeiras belezas naturais. Se você está pensando em viajar, pode escolher uma das várias cidades turísticas de Goiás e com certeza poderá aproveitar de paisagens e momentos incríveis. Já conhece a Cidade de Goiás? A antiga Vila Boa, também apelidada de Goiás Velho, é um dos destinos preferidos não apenas de goianos, mas também de pessoas de todas as partes do país. Suas características históricas e o climinha bucólico são os principais atrativos da cidade, que oferece excelentes opções para quem pretende conhecer um pouquinho mais sobre a história do estado. Portanto, se você está buscando o que fazer em Goiás Velho, podemos de ajudar!

Fundada em 1729, justamente no momento em que o ciclo do ouro se encontrava em seu auge, a cidade foi a capital do estado de Goiás até o ano de 1937, quando a sede do governo foi transferida para a novata Goiânia. Sua história tem início com as expedições dos bandeirantes, que se aventuraram nas terras do Brasil Central em busca de riquezas.

O que fazer em Goiás Velho: 11 destinos incríveis para conhecer
Foto: Reprodução/ 3 em 3

Acabaram encontrando boa quantidade de ouro na região, fato que transformou o local na capital do estado tempos depois. Ainda hoje é possível encontrar grande parte da história da cidade em excelente estado de conservação. A arquitetura é uma excelente prova disso, já que os casarões e as ruas de pedra ainda estão por lá, fomentando o turismo da cidade e compondo um ambiente simplesmente apaixonante.

Apenas a título de curiosidade e para que também não restem dúvidas, Goiás é conhecida por diferentes nomes. “Vila Boa de Goyas” foi seu primeiro nome, que nasceu pouco depois de sua fundação. Atualmente, se tornou apenas “Goiás”, sendo antecedida por “Cidade de” apenas para diferenciá-la do estado. Enquanto isso, “Goiás Velho” é um carinhoso apelido dado para a velha capital. No ano de 2001, o município foi reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Histórico e Cultural Mundial por sua arquitetura barroca e suas tradições culturais seculares.

Procurando o que fazer em Goiás Velho?

Principais atrações:

1 – Centro Histórico

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução/ Iphan

A Cidade de Goiás é uma das principais testemunhas da ocupação e colonização do Brasil Central. Assim como já foi possível perceber, é uma das poucas do país que ainda guarda consigo características daquele período, com suas ruas de pedra e casarões coloniais, que por incrível que pareça, preservam estrutura bem cuidada e nos transportam em uma “viagem no tempo”.

Por ali se encontram diversos pontos turísticos da antiga cidade. Para quem ainda não conhece o local, fica a dica para marcar uma ida até lá. Certamente irá se surpreender e se encantar! Vale a pena!

2 – Museu Casa de Cora Coralina

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução

Também conhecido como “Casa Velha da Ponte”, o Museu Casa de Cora Coralina é uma das principais atrações. Portanto, se você procura o que fazer em Goiás Velho, este é certamente um destino que não pode deixar de conhecer.

Foi após a morte da poetisa que seus parentes e amigos se reuniram para criar a Associação Casa de Cora Coralina, no ano de 1985. Enquanto o isso, o museu propriamente dito, foi inaugurado apenas em 20 de agosto de 1989, data em que se comemorava o centenário de nascimento de Cora.

O acervo do ambiente é formado por objetos pessoais, manuscritos, datiloscritos, fotos, correspondências, hemeroteca, utensílios domésticos, livros e móveis. Tais artigos foram doados pela família da poetisa e um dia, já pertenceram a ela.

Para conferir mais detalhes você pode acessar o site do museu: Museu Casa de Cora Coralina. Vale muito a pena conhecer!

Horário de funcionamento: terça a sábado, das 9h às 16h45 / domingo, das 9h às 13h

Telefone: (62) 3371-1990

Endereço: R. Dom Cândido, 20, Goiás – GO, 76600-000

3 – Palácio Conde dos Arcos

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução

Para aqueles que se interessam por história e querem desvendar cada segredo da cidade, uma visita ao Palácio Conde dos Arcos é indispensável! Foi ali que morou o primeiro governador do estado de Goiás, que por sinal, foi homenageado com o nome da ambiente.

Embora não seja possível encontrar um grande acervo, ainda é uma das principais construções da Cidade de Goiás, fazendo com que seus visitantes enxerguem toda a cultura do local. As visitas são guiadas e é possível conhecer um pouquinho do processo de formação do estado, seja no que tange o aspecto político ou social.

O jardim do palácio ainda é um detalhe a parte, já que garante uma linda e refrescante paisagem.

Horário de funcionamento: terça a sábado, das 9h às 17h / domingo, das 9h às 15h

Telefone: (62) 3371-1200

Endereço: Praça Tasso Camargo, 1 – Centro, Goiás – GO, 76600-000

4 – Praça do Coreto

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução

Para quem procura o que fazer em Goiás Velho, visitar a Praça do Coreto também é uma das melhores opções. Linda e charmosa, proporciona uma experiência inigualável para seus visitantes. Não há nada melhor que comprar um bom picolé por ali e aproveitar os banquinhos e as sombras da praça para passar um tempo.

É verdadeiramente como se o tempo parasse. É possível ficar horas por ali apenas mantendo um bom papo com os amigos e observando a bela paisagem ao redor. E como já é possível imaginar, é claro que por ali há um pequeno coreto. Bem cuidado e encantador, o ambiente faz lembrar aquelas novelas de época, aliás, e um excelente cenário para as melhores fotografias.

Telefone para informações: (62) 99141-1188

Endereço: R. Moretti Foggia, 180 – Centro, Goiás – GO, 76600-000

Igrejas e Catedrais

5 – Catedral de Sant’Ana

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução

Localizada na praça principal da Cidade de Goiás, a estrutura da igreja é bastante antiga e remonta ao ano de 1743. Embora guarde muita história consigo e tenha uma arquitetura simplesmente deslumbrante, o local não se encontra bem conservado atualmente.

Seu interior perdeu características que garantiam sua originalidade, no entanto, ainda é possível encontrar painéis que dão ao ambiente uma identidade interessante. Mesmo que não esteja em seus melhores dias, ainda é um excelente destino para quem visita a cidade, principalmente para aqueles que dão importância para o valor histórico.

Endereço: 80, R. 25 de Julho, 2, Goiás – GO, 76600-000

6 – Igreja Nossa Senhora Aparecida

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução

Encontrada na beira da estrada, fica bem pertinho da Cidade de Goiás, em rua que segue direção à Goiânia. Fica em um ambiente bastante sossegado e quase não há movimento nas redondezas, o que garante bons momentos de paz. Vale a pena fazer uma visita pois, além disso, a igreja ainda é linda!

7 – Igreja Nossa Senhora de Abadia

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução

Há muito o que fazer em Goiás Velho, sem dúvidas! E mais uma excelente opção é visitar a Igreja Nossa Senhora de Abadia, que também conta com a antiga estrutura colonial, lhe garantindo uma fachada linda e encantadora.

Vale mencionar também a vista privilegiada que é possível ter dali. Isso porque a igreja se encontra sobre um morro, fazendo com que quem esteja lá em cima possa ver boa parte da cidade. A vista durante o pôr do sol é simplesmente deslumbrante!

Endereço: R. Sen. Eugenio Jardim, Goiás – GO, 76600-000

8 – Igreja do Rosário

O que fazer em Goiás Velho:
Foto: Reprodução

A igreja é uma das mais bonitas da cidade, disso não tenha dúvida. Sua estrutura arquitetônica é deslumbrante e em seu interior ainda é possível encontrar diversos painéis de arte sacra. Também é possível apreciar obras do início do modernismo em Goiás, produzidas por Frei Confaloni.

Endereço: Rua Luiz Guedes Amorim, 1, Goiás – GO, 76600-000

Outros lugares para visitar

9 – Chafariz de Cauda

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução

Fundado no ano de 1778, o Lago do Chafariz era utilizado para o abastecimento da Cidade de Goiás. Sua estrutura se encontra na Praça Brasil Caído, preservando até hoje as características arquitetônicas daquela época, carregando traços da art déco e um pouco da arquitetura colonial.

É um dos mais bonitos pontos turísticos da cidade e, embora seja bem simples, é uma construção muito bonita que sempre rende fotos maravilhosas.

Endereço: R. Nova, 159-235, Goiás – GO, 76600-000

10 – Museu das Bandeiras

O que fazer em Goiás Velho
Foto: Reprodução

O Museu das Bandeiras se encontra na antiga Casa de Câmara e Cadeia da Província de Goyas, representando também uma boa escolha para quem busca o que fazer em Goiás Velho. O prédio foi inaugurado em 1766, seguindo ainda os projetos da Coroa Portuguesa.

Já o museu foi inaugurado em 1949, tendo como acervo inicial os arquivos documentais da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional. Apenas para que você tenha ideia, esse conjunto de documentos representa uma das mais importantes fontes de informação sobre a administração pública do Centro-Oeste durantes o período colonial, imperial e republicano.

Hoje em dia, o acervo do museu é composto por artes sacras, vestuário, mobiliário, utensílios domésticos e armamentos. Vale a pena conhecer!

Horário de Funcionamento: terça a sábado, das 9h às 12h e das 13h às 18h / domingo, das 9h às 13h

Telefone: (62) 3371-1087

Endereço: Praça Brasil Caiado – Centro, Goiás – GO, 76600-000

11 – Mercado Municipal

O que fazer em Goiás Velho:
Foto: Reprodução/ Curta Mais

O local é bastante agradável, perfeito para fazer um passeio. Um dos pontos positivos é que conta com estacionamento grátis, permitindo acesso mais fácil ao lugar. Por ali é possível encontrar diversas lojinhas de lembranças e artesanato, sendo que ainda é possível contar com alguns restaurantes e lanchonetes. Bonito e bastante agradável!

Endereço: R. 15 de Novembro, 13, Goiás – GO, 76600-000

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Economia

Brasileiros consideram reforma da previdência necessária

Texto do governo federal vai ser encaminhado em fevereiro e não há informações sobre a inclusão dos militares na reforma.
09/01/2019, 19h10

Uma das mais conturbadas pautas do congresso nacional atualmente, é a reforma da previdência. O tema também é uma das primeiras medidas que o atual presidente Jair Bolsonaro (PSL) e sua equipe econômica querem a aprovação. Com o cenário desenhado, o R7 foi as ruas para ver como essa reforma é vista pelos brasileiros e chegou a conclusão de que 68,6% consideram a reforma previdenciária necessária. O resultado da pesquisa feito pelo instituo Paraná Pesquisas foi divulgado nesta quarta-feira (9/1).

Durante a pesquisa foram ouvidas 2.006 pessoas com idades acima dos de 16 anos, em 148 municípios do país, em todos os Estados, entre os dias 12 e 15 de dezembro de 2018. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Foram entrevistadas pessoas com idade acima de 45 anos e com ensino superior, e o número de brasileiros favoráveis a reforma nessa faixa etária supera os 70%. Quando a idade muda, entre 16 e 34 anos, a maioria é contra a reforma. A pesquisa também levou em conta o modelo de aposentadoria dos servidores públicos atualmente que encerram a carreira com salário integral, é um dos itens que vai sofrer alteração.

Segundo a pesquisa 65,6% deles vão se aposentar nas mesmas condições dos trabalhadores da iniciativa privada. Conforme matéria publicada pelo R7, 28,7% afirmam que devem continuar a receber o salário integral.

Presença de militares na reforma da previdência ainda não foi definida

Além da mudança prevista com os servidores que encerram a carreira recebendo o salário integral, outro ponto que também vai ser observado é a aposentadoria dos militares. A pesquisa publicada nesta quarta-feira, mostra que 57,7% não vão ter um regime previdenciário especial, enquanto outros 37,3% afirmam que vão ter e outros 5% não souberam responder.

A proposta do governo federal deve ser apresentada em fevereiro. E segundo o ministro-chefe da casa civil, Onyx Lorenzoni, não há informações se os militares serão incluídos na reforma da previdência. Além disto, o ministro defendeu que para o presidente Jair Bolsonaro “é bom dar exemplo”, mesmo que o tema não seja consenso entre os militares.

Além da pesquisa sobre a reforma previdenciária, a população foi questionada, sobre a proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, para a criação de um sistema de capitalização individual. Diferente do atual, que o trabalhador recolhe para um fundo coletivo.

Segundo a publicação, 63,2% concordam com a proposta do ministro, enquanto outros 29,1% discordam da criação deste sistema. Conforme a pesquisa, a aprovação do sistema é maior no Norte e Centro-Oeste do país com 66%, enquanto no Sul e Sudeste chega a 64% e no Nordeste o índice é de 59,9%.

Via: R7 

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Educação

Secretária de Educação Fátima Gavioli fala sobre os desafios a frente da secretaria

"Nós não temos interesse em ter visibilidade com números, o que a gente quer é qualidade efetiva.", afirma a nova Secretária de Educação de Goiás.
09/01/2019, 20h54

Portal Dia Online recebeu na manhã da última terça-feira (8/1) a Secretária de Educação do Estado de Goiás, Fátima Gavioli. Durante a entrevista, a secretária falou sobre sua formação, o inicio da carreira, como foi sua mudança para Goiás e os desafios de assumir a educação do estado.

Antes se formar e ser professora, a secretária que nasceu no Paraná, mas se mudou para Rondônia, trabalhou primeiro como boia-fria e depois como doméstica em uma casa, começando os estudos mais tarde do que o normal.

“Trabalhando como boia fria, com um ano arrumei um trabalho em uma residência, ficava nessa casa 6 anos, e aí o meu pai chegou uma hora e falou “agora se você quiser você pode estudar, a gente já esta conseguindo sobreviver aqui né””, conta.

Segundo Fátima, após concluir os estudos, fez o curso de Letras se formou, e depois de trabalhar 6 anos na casa, os donos tinham uma loja e a convidaram para trabalhar como vendedora. “Depois de 13 anos prestei concurso no Estado, pois já tinha curso de Letras, aí já foi uma outra carreira, no Estado eu fui professora e fui lotada em um distrito. Fiz um trabalho muito bom nesse distrito, o governador do Estado me conheceu e me convidou para ser coordenadora regional”, explica.

Após ser coordenadora regional por dois mandatos consecutivos, o trabalho de Fátima com a educação de Rondônia ganhou um novo capítulo. Segundo a secretária, em 2014 o governador do Estado, Confúncio Moura, lhe fez o convite para ser a primeira secretária da rede estadual do Estado a assumir o cargo, que ela ocupou até o janeiro de 2017.

Fátima Gavioli afirma que trabalha com inclusão

Uma das vertentes trabalhadas por Fátima Gavioli é inclusão, não apenas de pessoas com deficiência, mas também com outras pessoas que não tem condições de ter acesso a educação. “O meu mestrado é na área de inclusão, eu trabalho a inclusão, e a inclusão perpassa primeiro as pessoas com deficiência e depois pessoas como eu que começaram a estudar tarde, crianças que estão em comunidades longínquas”, explica.

A secretária afirmou durante a entrevista que desde que assumiu o cargo tem trabalhando desde às 7h da manhã até às 22h, e que chegou na secretaria e encontrou todos os servidores exonerados. Disse ainda que ficou supresa com uma matéria que saiu, na qual dizia que ela iria exonerar três mil professores de apoio que atendem crianças especiais nas escolas.

“Primeiro que a área do meu mestrado, não abro mão disto. Segundo, que não houve essa conversa, não teve sequer tempo para essa conversa”, comenta. Através da matéria Fátima afirma que passou a ter conhecimento do contrato de Goiás, que se chama professor de apoio e é o professor que dá suporte ao professor da sala regular e presta apoio às crianças com necessidades especiais.

“É muito importante a gente fazer a diferença entre elas, tem crianças que têm dificuldades de aprendizagem, tem crianças que têm transtornos e crianças que têm deficiência”, explica a secretária.

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)

Fátima respondeu que muitos perguntaram se antes de assumir o cargo de secretária em Goiás, ela conhecia o governador Ronaldo Caiado (DEM), ao que ela tem respondido que não e que só conheceu Caiado na entrevista para o cargo.

Conforme a secretária, a educação nacional sofre uma crise. “Para se ter ideia a melhor educação do Brasil é Goiás com 4.3, se você parar para pensar eu tenho uma régua que vai de 0 a 10, e a melhor educação é Goiás com 4.3”, afirma.

Ao ser questionada sobre a possibilidade do índice do Ideb cair em Goiás, Fátima foi bem categórica: “Se ele cair e for para seis na régua eu vou ficar muito feliz, por que nós não temos interesse em ter visibilidade com números, o que a gente quer é qualidade efetiva”, explica.

Ideologia de gênero

Outro tema bastante polêmico e abordado durante a entrevista, foi sobre as declarações de ideologia de gêneros nas escolas pelo presidente Jair Bolsonaro. A secretária é direta ao afirmar que tem 22 anos de carreira e que não tem conhecimento sobre isso dentro das escolas. E que essas discussões estão desvirtuando o verdadeiro sentido da educação que é o ensino e aprendizagem.

“Como professora eu nunca vi, mas se caso isso chegar a mim documentado, esse professor vai passar todas as condutas permitidas dos processos administrativos disciplinares. Até hoje a gente ouve muito falar, vou usar a fala de uma mãe: está um perigo, a gente matrícula uma menina e sai um menino”, conta.

Segundo Fátima, a educação sexual não é necessária para as criança, pelo menos não da forma como que algumas pessoas tentam impor na educação. Propondo que as relações entre meninos e meninas elas são normais.

“Existem algumas tentativas exageradas de levar para dentro da escola, sem que a pessoa que vai levar esse debate esteja preparada para tal. Então talvez não seja nem a questão da idade, talvez seja a questão de quem vai levar isso para dentro da escola e como vai levar isso”, explica a secretária.

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Mundo

Polícia investiga parto de mulher em coma há mais de 10 anos

Ela deu à luz mês passado.
10/01/2019, 06h56

A polícia de Phoenix, nos EUA, requisitou exames de DNA dos funcionários homens de uma clínica do Estado do Arizona, onde uma mulher em coma há mais de uma década deu à luz no mês passado.

Os investigadores apresentaram na quarta-feira, 9, uma ordem judicial para que os empregados façam exames de sangue para tentar descobrir se o homem que estuprou a mulher trabalha na clínica Hacienda Healthcare. Em razão do escândalo, o diretor da clínica, Bill Timmons, renunciou ao cargo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Entretenimento

Homem-Aranha: Uma homenagem ao verdadeiro herói de mil faces

O personagem foi criado por Stan Lee e Steve Ditko.
10/01/2019, 07h12

Desde a sua primeira aparição, em agosto de 1962, o Homem-Aranha foi reimaginado dezenas de vezes. Embora a roupagem original de Steve Ditko tenha permanecido quase imutável, os quadrinhos são um grande laboratório de ideias.

A primeira grande releitura do herói foi seu uniforme negro, um alienígena que se une ao corpo de Peter Parker durante a saga Secret Wars (1984-85) e viria a ser um de seus principais antagonistas, Venom. A partir dos anos 1990, o cabeça de teia ganhou diversas versões e uniformes alternativos, indo até para o passado ou futuro. Em Spider-Man 2099 (1992), quem assume o manto futurista do herói é Miguel OHara, que se envolve em um acidente de laboratório e tem seus genes misturados aos de uma aranha, ganhando poderes semelhantes aos do antigo Homem-Aranha, cujos passos decide seguir. Já em Spider-Man Noir (2009), o personagem vive durante a Grande Depressão americana como um pistoleiro mascarado, vestido todo de preto.

Os desenhos animados são bem mais avessos à mudança que as HQs. De todas as aparições do amigão da vizinhança na TV, desde 1967, apenas a série Unlimited (1999) trouxe um uniforme mais moderno. No cinema, os filmes dirigidos por Sam Raimi, Mark Webb e Jon Watts se inspiraram também no visual clássico criado por Steve Ditko, mas o uniforme que o herói interpretado por Tom Holland veste em Vingadores – Guerra Infinita faz alusão à Iron Spider, armadura que o personagem usa durante a saga Guerra Civil (2006).

Com a animação Homem-Aranha no Aranhaverso, finalmente essas e outras versões do personagem ganham o grande público no cinema. O filme introduz aos espectadores não habituados ao mundo das HQs, com suas idas e vindas de roteiro, o importante conceito de universos paralelos. Não bastasse o nível técnico e estético da animação, o longa constitui mais um elo fundamental na já intrincada relação entre cinema e quadrinhos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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