Esportes

Universidad do Chile desiste e deixa Soteldo próximo de reforçar o Santos

09/01/2019, 18h52

Yeferson Soteldo deve ser o primeiro reforço do Santos para a temporada 2019. Nesta quarta-feira, a Universidad de Chile anunciou que desistiu das negociações para manter o meia-atacante venezuelano no seu elenco, deixando o caminho aberto para a direção do clube paulista fechar a sua contratação, em uma negociação que estava adiantada, de acordo com o presidente José Carlos Peres.

“O jogador Yeferson Soteldo não fará parte da equipe profissional da Universidad de Chile para a temporada 2019. O clube fez todos os esforços econômicos, administrativos e operacionais para ter o mais cedo possível o jogador incorporado ao trabalho de pré-temporada”, afirmou a Universidad de Chile em comunicado.

“No entanto, na noite de terça-feira, nossa gestão esportiva, via e-mail, informou à diretoria do Huachipato que a Universidade do Chile pôs fim a essas conversas, depois de esgotar todas as instâncias de negociação com as diferentes partes competentes nessa transferência”, acrescenta o clube de Santiago.

De acordo com a Universidad do Chile, as negociações foram frustradas por exigências dos empresários de Soteldo. Além disso, o clube aponta que o Huachipato comunicou ter recebido uma oferta do exterior pelo jogador, o que coincide com as recentes declarações de Peres do interesse santista no venezuelano.

“Com os representantes do jogador houve total concordância em diferentes momentos da negociação para selar sua continuidade. No entanto, demandas repentinas, incompreensíveis e inviáveis, arruinavam constantemente os acordos acertados pelas partes. Posteriormente, o Huachipato Club nos informou que recebera ofertas do exterior, que estavam avaliando”, acrescenta a Universidad de Chile.

Soteldo, de 21 anos, tem apenas 1,60m de estatura, tendo atuado no último ano pelo clube de Santiago, por empréstimo. O meia-atacante iniciou a sua carreira no venezuelano Zamora, sendo campeão nacional pelo clube e ainda fazendo parte seleção que foi vice-campeã mundial sub-20 em 2017.

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Economia

Brasileiros consideram reforma da previdência necessária

Texto do governo federal vai ser encaminhado em fevereiro e não há informações sobre a inclusão dos militares na reforma.
09/01/2019, 19h10

Uma das mais conturbadas pautas do congresso nacional atualmente, é a reforma da previdência. O tema também é uma das primeiras medidas que o atual presidente Jair Bolsonaro (PSL) e sua equipe econômica querem a aprovação. Com o cenário desenhado, o R7 foi as ruas para ver como essa reforma é vista pelos brasileiros e chegou a conclusão de que 68,6% consideram a reforma previdenciária necessária. O resultado da pesquisa feito pelo instituo Paraná Pesquisas foi divulgado nesta quarta-feira (9/1).

Durante a pesquisa foram ouvidas 2.006 pessoas com idades acima dos de 16 anos, em 148 municípios do país, em todos os Estados, entre os dias 12 e 15 de dezembro de 2018. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Foram entrevistadas pessoas com idade acima de 45 anos e com ensino superior, e o número de brasileiros favoráveis a reforma nessa faixa etária supera os 70%. Quando a idade muda, entre 16 e 34 anos, a maioria é contra a reforma. A pesquisa também levou em conta o modelo de aposentadoria dos servidores públicos atualmente que encerram a carreira com salário integral, é um dos itens que vai sofrer alteração.

Segundo a pesquisa 65,6% deles vão se aposentar nas mesmas condições dos trabalhadores da iniciativa privada. Conforme matéria publicada pelo R7, 28,7% afirmam que devem continuar a receber o salário integral.

Presença de militares na reforma da previdência ainda não foi definida

Além da mudança prevista com os servidores que encerram a carreira recebendo o salário integral, outro ponto que também vai ser observado é a aposentadoria dos militares. A pesquisa publicada nesta quarta-feira, mostra que 57,7% não vão ter um regime previdenciário especial, enquanto outros 37,3% afirmam que vão ter e outros 5% não souberam responder.

A proposta do governo federal deve ser apresentada em fevereiro. E segundo o ministro-chefe da casa civil, Onyx Lorenzoni, não há informações se os militares serão incluídos na reforma da previdência. Além disto, o ministro defendeu que para o presidente Jair Bolsonaro “é bom dar exemplo”, mesmo que o tema não seja consenso entre os militares.

Além da pesquisa sobre a reforma previdenciária, a população foi questionada, sobre a proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, para a criação de um sistema de capitalização individual. Diferente do atual, que o trabalhador recolhe para um fundo coletivo.

Segundo a publicação, 63,2% concordam com a proposta do ministro, enquanto outros 29,1% discordam da criação deste sistema. Conforme a pesquisa, a aprovação do sistema é maior no Norte e Centro-Oeste do país com 66%, enquanto no Sul e Sudeste chega a 64% e no Nordeste o índice é de 59,9%.

Via: R7 

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Educação

Secretária de Educação Fátima Gavioli fala sobre os desafios a frente da secretaria

"Nós não temos interesse em ter visibilidade com números, o que a gente quer é qualidade efetiva.", afirma a nova Secretária de Educação de Goiás.
09/01/2019, 20h54

Portal Dia Online recebeu na manhã da última terça-feira (8/1) a Secretária de Educação do Estado de Goiás, Fátima Gavioli. Durante a entrevista, a secretária falou sobre sua formação, o inicio da carreira, como foi sua mudança para Goiás e os desafios de assumir a educação do estado.

Antes se formar e ser professora, a secretária que nasceu no Paraná, mas se mudou para Rondônia, trabalhou primeiro como boia-fria e depois como doméstica em uma casa, começando os estudos mais tarde do que o normal.

“Trabalhando como boia fria, com um ano arrumei um trabalho em uma residência, ficava nessa casa 6 anos, e aí o meu pai chegou uma hora e falou “agora se você quiser você pode estudar, a gente já esta conseguindo sobreviver aqui né””, conta.

Segundo Fátima, após concluir os estudos, fez o curso de Letras se formou, e depois de trabalhar 6 anos na casa, os donos tinham uma loja e a convidaram para trabalhar como vendedora. “Depois de 13 anos prestei concurso no Estado, pois já tinha curso de Letras, aí já foi uma outra carreira, no Estado eu fui professora e fui lotada em um distrito. Fiz um trabalho muito bom nesse distrito, o governador do Estado me conheceu e me convidou para ser coordenadora regional”, explica.

Após ser coordenadora regional por dois mandatos consecutivos, o trabalho de Fátima com a educação de Rondônia ganhou um novo capítulo. Segundo a secretária, em 2014 o governador do Estado, Confúncio Moura, lhe fez o convite para ser a primeira secretária da rede estadual do Estado a assumir o cargo, que ela ocupou até o janeiro de 2017.

Fátima Gavioli afirma que trabalha com inclusão

Uma das vertentes trabalhadas por Fátima Gavioli é inclusão, não apenas de pessoas com deficiência, mas também com outras pessoas que não tem condições de ter acesso a educação. “O meu mestrado é na área de inclusão, eu trabalho a inclusão, e a inclusão perpassa primeiro as pessoas com deficiência e depois pessoas como eu que começaram a estudar tarde, crianças que estão em comunidades longínquas”, explica.

A secretária afirmou durante a entrevista que desde que assumiu o cargo tem trabalhando desde às 7h da manhã até às 22h, e que chegou na secretaria e encontrou todos os servidores exonerados. Disse ainda que ficou supresa com uma matéria que saiu, na qual dizia que ela iria exonerar três mil professores de apoio que atendem crianças especiais nas escolas.

“Primeiro que a área do meu mestrado, não abro mão disto. Segundo, que não houve essa conversa, não teve sequer tempo para essa conversa”, comenta. Através da matéria Fátima afirma que passou a ter conhecimento do contrato de Goiás, que se chama professor de apoio e é o professor que dá suporte ao professor da sala regular e presta apoio às crianças com necessidades especiais.

“É muito importante a gente fazer a diferença entre elas, tem crianças que têm dificuldades de aprendizagem, tem crianças que têm transtornos e crianças que têm deficiência”, explica a secretária.

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)

Fátima respondeu que muitos perguntaram se antes de assumir o cargo de secretária em Goiás, ela conhecia o governador Ronaldo Caiado (DEM), ao que ela tem respondido que não e que só conheceu Caiado na entrevista para o cargo.

Conforme a secretária, a educação nacional sofre uma crise. “Para se ter ideia a melhor educação do Brasil é Goiás com 4.3, se você parar para pensar eu tenho uma régua que vai de 0 a 10, e a melhor educação é Goiás com 4.3”, afirma.

Ao ser questionada sobre a possibilidade do índice do Ideb cair em Goiás, Fátima foi bem categórica: “Se ele cair e for para seis na régua eu vou ficar muito feliz, por que nós não temos interesse em ter visibilidade com números, o que a gente quer é qualidade efetiva”, explica.

Ideologia de gênero

Outro tema bastante polêmico e abordado durante a entrevista, foi sobre as declarações de ideologia de gêneros nas escolas pelo presidente Jair Bolsonaro. A secretária é direta ao afirmar que tem 22 anos de carreira e que não tem conhecimento sobre isso dentro das escolas. E que essas discussões estão desvirtuando o verdadeiro sentido da educação que é o ensino e aprendizagem.

“Como professora eu nunca vi, mas se caso isso chegar a mim documentado, esse professor vai passar todas as condutas permitidas dos processos administrativos disciplinares. Até hoje a gente ouve muito falar, vou usar a fala de uma mãe: está um perigo, a gente matrícula uma menina e sai um menino”, conta.

Segundo Fátima, a educação sexual não é necessária para as criança, pelo menos não da forma como que algumas pessoas tentam impor na educação. Propondo que as relações entre meninos e meninas elas são normais.

“Existem algumas tentativas exageradas de levar para dentro da escola, sem que a pessoa que vai levar esse debate esteja preparada para tal. Então talvez não seja nem a questão da idade, talvez seja a questão de quem vai levar isso para dentro da escola e como vai levar isso”, explica a secretária.

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Mundo

Polícia investiga parto de mulher em coma há mais de 10 anos

Ela deu à luz mês passado.
10/01/2019, 06h56

A polícia de Phoenix, nos EUA, requisitou exames de DNA dos funcionários homens de uma clínica do Estado do Arizona, onde uma mulher em coma há mais de uma década deu à luz no mês passado.

Os investigadores apresentaram na quarta-feira, 9, uma ordem judicial para que os empregados façam exames de sangue para tentar descobrir se o homem que estuprou a mulher trabalha na clínica Hacienda Healthcare. Em razão do escândalo, o diretor da clínica, Bill Timmons, renunciou ao cargo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Entretenimento

Homem-Aranha: Uma homenagem ao verdadeiro herói de mil faces

O personagem foi criado por Stan Lee e Steve Ditko.
10/01/2019, 07h12

Desde a sua primeira aparição, em agosto de 1962, o Homem-Aranha foi reimaginado dezenas de vezes. Embora a roupagem original de Steve Ditko tenha permanecido quase imutável, os quadrinhos são um grande laboratório de ideias.

A primeira grande releitura do herói foi seu uniforme negro, um alienígena que se une ao corpo de Peter Parker durante a saga Secret Wars (1984-85) e viria a ser um de seus principais antagonistas, Venom. A partir dos anos 1990, o cabeça de teia ganhou diversas versões e uniformes alternativos, indo até para o passado ou futuro. Em Spider-Man 2099 (1992), quem assume o manto futurista do herói é Miguel OHara, que se envolve em um acidente de laboratório e tem seus genes misturados aos de uma aranha, ganhando poderes semelhantes aos do antigo Homem-Aranha, cujos passos decide seguir. Já em Spider-Man Noir (2009), o personagem vive durante a Grande Depressão americana como um pistoleiro mascarado, vestido todo de preto.

Os desenhos animados são bem mais avessos à mudança que as HQs. De todas as aparições do amigão da vizinhança na TV, desde 1967, apenas a série Unlimited (1999) trouxe um uniforme mais moderno. No cinema, os filmes dirigidos por Sam Raimi, Mark Webb e Jon Watts se inspiraram também no visual clássico criado por Steve Ditko, mas o uniforme que o herói interpretado por Tom Holland veste em Vingadores – Guerra Infinita faz alusão à Iron Spider, armadura que o personagem usa durante a saga Guerra Civil (2006).

Com a animação Homem-Aranha no Aranhaverso, finalmente essas e outras versões do personagem ganham o grande público no cinema. O filme introduz aos espectadores não habituados ao mundo das HQs, com suas idas e vindas de roteiro, o importante conceito de universos paralelos. Não bastasse o nível técnico e estético da animação, o longa constitui mais um elo fundamental na já intrincada relação entre cinema e quadrinhos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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