Goiás

Carros de luxo do governo serāo leiloados para custear manutenção do Hospital Materno Infantil, em Goiânia

Governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou a informação, hoje (10/1). Dinheiro arrecadado será usado para custear as despesas do Hospital Materno Infantil.
10/01/2019, 12h59

Dois carros de luxos do governo serão leiloados para pagar a manutenção do Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia. O governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou a informação, hoje (10/1). Os veículos que são usados  para o transporte dele e da primeira-dama estão avaliados em cerca de R$ 320 mil. A dívida da unidade é de R$ 38 milhões.

Durante uma visita realizada ontem (9/1) na unidade de saúde, as chaves dos veículos foram entregues à diretora regional do Instituto Gestão e Humanização (IGH), organização social que administra a unidade, Rita de Cássia Leal. Ela disse que o valor arrecadado será usado nos custos da unidade.

Caiado visitou ministro da Saúde ontem (9/1) em Brasília, e expôs a grave situação do Hospital Materno Infantil

Em visita ao Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ontem (9/1) em Brasília, o governador Ronaldo Caiado, apontou as principais dificuldades e demandas do Estado na área.  Na ocasião, ele expôs a grave situação dos hospitais de Goiânia.

Caiado explicou ao ministro que o  Hospital Materno-Infantil vive um “colapso completo”e a disse que o momento é desesperador. “As crianças e os recém-nascidos não têm condições de sobreviver diante desta situação”, afirmou.

Outra grave situação exposta pelo governador Caiado é sobre o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). “O Hugo possui medicamentos e insumos para se manter no máximo por mais 15 dias. Os fornecedores já afirmaram que não repassam mais os materiais, caso não haja recursos para pagamento à vista, afinal, o Estado não os pagou. Só para as OSs, Goiás deve mais de 300 milhões”, contou.

Equipe de auditoria do governo federal irá checar dívida de Goiás referente a saúde para garantir recursos

Segundo Mandetta a primeira preocupação é manter o ponto de equilíbrio do Estado. “Nós já alertávamos o Ministério da Saúde do governo anterior sobre a situação de Goiás e hoje temos uma equipe olhando com muita atenção o Estado para fazer as habilitações que forem necessárias para garantir recursos para a equipe do governador”, ponderou.

O Ministro declarou que colocou uma equipe de auditoria à disposição do Governo de Goiás para checar a dívida do Estado relacionada à saúde e posteriormente garantir os recursos federais necessários para prover atendimento de qualidade aos cidadãos. Mandetta afirma que o governo federal e o governo de Goiás irão enfrentar essa grave crise para assegurar um sistema de saúde “mais sólido e mais confiável”.

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Goiás

Criança de quatro anos provoca incêndio na casa da avó, em Formosa

O fogo atingiu móveis, esquadrias e roupas que estavam no quarto, onde o incêndio se concentrou com intensa produção de fumaça.
10/01/2019, 13h54

Uma criança de 4 anos provocou um incêndio na casa da avó em Formosa, localizado a 280 quilômetros de Goiânia.  Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionados para combater o incêndio ontem (9/1), em uma residência, no bairro Lagoa dos Santos. Ninguém ficou ferido.

No local, os bombeiros estabeleceram as medidas externas de segurança, fizeram o adentramento à edificação, o combate às chamas e as operações de rescaldo. Conforme a corporacão, o incêndio se concentrou em um dos quartos da casa com intensa produção de fumaça. O fogo atingiu móveis, esquadrias e roupas que estavam no cômodo. As chamas também atingiram parte do forro do banheiro.

A mulher contou aos bombeiros que essa não é a primeira vez que a neta coloca fogo em objetos da casa. A versão dela também foi confirmada para a equipe de perícia que esteve no local na manhã de hoje (10/1).

O trabalho para combater o fogo durou cerca de uma hora. Na ocasião foram utilizados mil litros de água da reserva do caminhão da corporação.

Criança de quatro anos incendeia casa da avó, em Formosa
Incêndio se concentrou em um dos quartos da casa com intensa produção de fumaça: Reprodução/Corpo de Bombeiros

Criança da mesma idade provoca incêndio em Goiânia

Enquanto a mãe trabalhava, uma criança de quatro anos ateou fogo em casa, no setor Goiânia Viva, em Goiânia. A ocorrência foi registrada no dia 9 de novembro de 2018.

O menino teria ateado fogo acidentalmente um colchão, cujas chamas rapidamente se alastraram para o resto da casa, se transformando num incêndio de grandes proporções. No momento do acidente também havia um rapaz de 22 anos na residência, que dormia no momento do ocorrido. Na ocasião ninguém se feriu, mas a família acabou perdendo tudo.

O acidente ocorreu na casa de Lidiane Araújo Oliveira, de 29 anos. Ela que é cuidadora de um idoso com Alzheimer, veio da cidade de Buriti Alegre, interior do Estado, e morava de favor na casa que ficou completamente destruída, com seus quatros filhos. Ao todo, oito pessoas, quatro crianças e quatro adultos, viviam no local.

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Goiás

Marido é preso em flagrante por ameaçar e manter esposa em cárcere privado, em Bom Jesus

Denúncia foi feita pelo número 180, que é para denúncia de violência contra a mulher, que levou a polícia até Aldomiro.
10/01/2019, 14h22

Um homem de 40 anos foi preso em flagrante na tarde desta quinta-feira (10/1) na cidade de Bom Jesus de Goiás, a 218 quilômetros de Goiânia, suspeito de ameaçar e manter a esposa em cárcere privado e por posse ilegal de arma de fogo.

De acordo a Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) o suspeito foi identificado como Aldomiro Alves, de 40 anos, e a prisão foi efetuada na Fazenda Santa Lúcia, na Zona Rural de Bom Jesus. A polícia afirmou que recebeu denúncias através do número 180, que é para denúncia de violência contra a mulher, de que o homem estava batendo em sua esposa, que não teve o nome divulgado, e a estava mantendo em cárcere privado.

Polícia constata que mulher era mantida em cárcere privado

Após receber as denúncias, a polícia iniciou as diligências para constatar a veracidade das informações. Ao chegar na fazenda em que o casal reside, os policiais da ocorrência entrevistaram a mulher e constataram que as informações repassadas eram verdadeiras. Com a confirmação, foi dada voz de prisão a Aldomiro, que foi preso em flagrante.

Durante a ocorrência, a polícia vistoriou a casa do casal e encontrou duas armas de fogo, que foram apreendidas. O que rendeu ao suspeito mais uma autuação em flagrante, por posse ilegal de arma de fogo. Aldomiro foi preso em flagrante pelos crimes de cárcere privado e posse ilegal de arma de fogo. O suspeito foi levado para o presídio da cidade e está à disposição da justiça.

Jovem mantida em cárcere privado é resgatada, em Brasília

No final do mês de dezembro de 2018, uma jovem, de 18 anos, foi libertada pela polícia, após ser mantida por quatro meses em cárcere privado por uma seita religiosa, na cidade do Gama, em Brasília. Segundo as informações publicadas pelo Portal Dia Online a moça conseguiu pegar escondido o celular da líder religiosa e enviar uma mensagem com o pedido de socorro para conhecidos de Goiânia.

Os conhecidos da jovem compareceram a Delegacia do Gama e apresentaram a denúncia. O delegado do caso Vander Braga, iniciou as diligências, e afirmou que ao chegar na comunidade, e constatou a veracidade das denúncias. A jovem foi liberada e a líder religiosa presa em flagrante. No entanto, a líder passou por audiência de custódia, onde foi liberada e vai responder o processo em liberdade.

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Política

Investigações apontam R$ 10,8 milhões em contas na Suíça envolvendo Serra e PSDB

A decisão aconteceu após a Suíça rejeitar um recurso que pedia a suspensão da cooperação entre as procuradorias dos dois países.
10/01/2019, 14h23

A Justiça suíça autorizou o envio de informações bancárias ao Brasil para compor investigação que apura supostos repasses para campanhas do PSDB e do senador José Serra por meio de instituições financeiras locais. A decisão final, tornada pública na manhã desta quinta-feira, 10, ocorre após os suíços rejeitarem um recurso que pedia a suspensão da cooperação entre as procuradorias dos dois países.

No pedido, os procuradores brasileiros solicitavam todas as movimentações bancárias envolvendo as offshores entre 2006 e 2017. Em agosto de 2017, o MP suíço aceitou o pedido e ainda bloqueou os recursos. Cinco meses depois, em 5 de janeiro de 2018, a Justiça de Berna autorizou o envio de dados das contas ao Brasil.

Uma das empresas offshore supostamente usadas no esquema é a Circle Technical Company Inc, de Amaro Ramos, considerado operador do PSDB. Mas, um mês depois, os advogados da empresa e de Amaro entraram com um recurso para tentar impedir a transmissão dos dados. No dia 5 de setembro de 2018, os advogados argumentaram aos juízes suíços que a cooperação não poderia continuar já que, em 28 de agosto 2018, o STF reconhecia a “extinção da punibilidade” de Serra e de outros implicados.

Aos suíços, os advogados de Amaro entregaram um comunicado de imprensa do STF em que constava que “por unanimidade, a Segunda Turma do STF determinou a remessa à Justiça Eleitoral de São Paulo dos autos do inquérito 4428, em que o senador José Serra (PSDB-SP), o ex-deputado federal Ronaldo César Coelho (PSDB-RJ) e o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza são investigados pelo suposto recebimento de recursos para financiamento de campanhas eleitorais com recursos advindos de contratos para a construção do Rodoanel, em São Paulo”.

“Por maioria, a Segunda Turma decidiu ainda reconhecer a extinção da punibilidade de Serra e Coelho em relação aos fatos supostamente ocorridos antes de agosto de 2010”, indicava o STF no documento entregue aos juízes em Bellinzona.

Os suíços, porém, rejeitaram o argumento dos advogados. De acordo com o Tribunal europeu, o acordo entre Brasil e Suíça “não prevê a prescrição como uma base para impedir uma cooperação”. “Por essa razão, a queixa poderia ser rejeitada sem nova avaliação”, apontou.

Além disso, os juízes indicaram que, assim que receberam tal argumento, pediram uma explicação urgente por parte das autoridades brasileiras e a resposta apontou que a limitação ocorria pelo fato de Serra ter mais de 70 anos. “Mas nada é dito sobre o restante da investigação”, alertam os juízes suíços, que deixaram claro a potencial importância dos documentos para desvendar eventuais crimes cometidos por outros suspeitos. De acordo com eles, os brasileiros não indicaram que querem abandonar o caso.

Defesas

Em nota, o PSDB afirmou que desconhece quaisquer valores originados da Odebrecht e repassados às empresas citadas. “Todos os recursos recebidos pelo PSDB de São Paulo foram oriundos de doações legais, depositados em contas oficiais, e a prestação de contas feita de maneira regular e rigorosa à Justiça Eleitoral.”

O senador José Serra também negou qualquer tipo de irregularidade. “Todas as campanhas de José Serra sempre foram realizadas com rigor técnico para demonstrar aos eleitores as melhores propostas ao Brasil. E as contas, sempre aprovadas pela Justiça Eleitoral, ficaram a cargo do partido”, afirmou a assessoria do tucano, também por meio de nota.

O advogado Eduardo Carnelós, defensor do empresário José Amaro Pinto Ramos, não retornou o contato feito pela reportagem e os demais citados não foram encontrados.

Depósitos

Ao tentar derrubar o envio de dados, os advogados da offshore indicaram que existem “sérias inconsistências” na cronologia dos fatos. “Os pagamentos feitos entre junho de 2006 e outubro de 2007 não poderiam constituir vantagens indevidas resultantes de crime de corrupção”, alegaram.

“Os ex-diretores da Odebrecht confirmaram a existência de pedidos de pagamentos por políticos em relação ao financiamento das campanhas eleitorais de 2009 e 2010, pedidos atendidos entre 2008 e 2010. Portanto, depois de 2006 e 2007”, insistem.

“Na ausência de uma relação entre a oferta ou promessa de vantagens e o serviço, é impossível considerar os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, sob a lei suíça”, alegaram. Uma vez mais, os juízes derrubaram o argumento, indicando que “não se pode esperar” que o país que pede a cooperação tenha uma solicitação isenta de falhas.

Para o tribunal suíço, a cooperação serve “justamente para esclarecer pontos obscuros relacionados a casos no exterior”. Na avaliação da corte, o Brasil não precisa “provar” a ofensa. Mas dar as bases suficientes das circunstâncias das suspeitas.

De acordo com o tribunal, as suspeitas vem da análise de computadores e servidores que continham “e-mails, tabelas, justificação de pagamentos” e outros dados mantidos pela Odebrecht para subornar políticos. Teria sido, segundo a decisão dos juízes, a análise desse material que levou os investigadores a concluir que houve um pagamento total de R$ 10,8 milhões da construtora em 2006, 2007 e 2009 para contas que beneficiariam o candidato do PSDB.

Apenas em uma das contas, a empresa Circle recebeu 11 depósitos, em 2006, totalizando R$ 2,1 milhões. Cada parcela variava de R$ 145 mil a R$ 245 mil e todas foram realizadas entre junho e dezembro daquele ano.

A mesma offshore ainda recebeu em 2007 mais R$ 2,4 milhões. Os pagamentos ocorreram em 12 parcelas, cada uma no valor de R$ 200 mil. Uma segunda empresa ainda recebeu, entre 2006 e 2009, outros R$ 6,2 milhões. O dinheiro seria para apoiar “campanhas eleitorais”, incluindo presidenciais.

Os juízes ainda defenderam a troca de informações com o Brasil. “É precisamente para melhor entender a relação entre a Odebrecht e membros do PSDB que os investigadores brasileiros precisam da documentação do banco sob litígio”, defendeu o tribunal. Segundo a corte, o pedido de cooperação “satisfaz todas as exigências formais” e o recurso, portanto, “precisa ser rejeitado”.

“A utilidade potencial da documentação bancária é obvia, independente se o status de limitação foi imposto (no Brasil), já que as investigações tentar reconstruir todas as ofensas supostamente cometidas por outras pessoas, assim como pelos implicados”, completou.

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Goiás

Preso homem que roubou e estuprou viúva em Pontalina

O homem foi encontrado pela polícia numa fazenda no município de Mairipotaba.

Por Ton Paulo
10/01/2019, 14h27

Um homem de 23 anos foi preso na manhã desta quinta-feira (10/1) e condenado por roubar e estuprar uma viúva no município de Pontalina, a 130 quilômetros de Goiânia. O homem foi encontrado pela polícia numa fazenda em outro município, que fica a 50 quilômetros de Pontalina.

Havia contra o estuprador, Waleff Douglas de Souza, um Mandado de Prisão Preventiva em decisão condenatória pela prática dos crimes de roubo e estupro, ocorridos em Pontalina. Wallef foi condenado a 15 anos de reclusão. Ele foi preso em uma fazenda localizada no município de Mairipotaba, interior de Goiás.

Durante as investigações, policiais civis averiguaram que Waleff conhecia a vítima do crime, uma viúva que vivia sozinha nas imediações da residência da avó do autor, em Pontalina, e sabia que a mulher não costumava receber visitas, o que facilitou e incentivou sua ação.

Waleff, então, entrou na casa da mulher e, mediante violência e grave ameaça, estuprou a vítima.

Após a consumação do ato, Waleff obrigou a mulher a entregar todo o dinheiro que ela possuía em casa, cerca de R$ 475 reais, e um aparelho celular marca Samsung, modelo J5 prime, que foi, posteriormente, vendido a terceiro por R$ 300.

Depois de intensa investigação, a Polícia Civil conseguiu identificar a pessoa que havia comprado o aparelho celular roubado, e, por meio dela, chegou ao autor, que foi reconhecido pela vítima.

Além do caso de Pontalina, homem foi preso por estuprar jovem em Aparecida de Goiânia

Em dezembro do ano passado, um jovem de 20 anos foi preso suspeito de invadir a casa de uma vizinha de 23 e estuprá-la, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. De acordo com a PM, ele pulou o muro da casa encapuzado, encontrou a mulher sozinha e abusou sexualmente dela.

Conforme a corporação, o suspeito havia saído da cadeia há dois meses e já tinha passagens por roubo, receptação, furto e por outro estupro. Na delegacia, a jovem o reconheceu como autor do crime.

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