Esportes

Na mira do Corinthians, Vagner Love aciona Besiktas para rescindir contrato

10/01/2019, 17h48

O atacante Vagner Love está há sete meses sem receber salários no Besiktas. Na mira do Corinthians, o centroavante ainda tem mais um ano e meio de contrato com o clube turco, mas espera rescindir o vínculo até o final deste mês.

O empresário do jogador, Evandro Ferreira, disse em entrevista ao Estado que já acionou formalmente o Besiktas para que pague os salários atrasados e encerre o contrato do jogador. “Inicialmente estamos tentando de maneira amistosa. Se não houver acordo, acionaremos a Fifa”, informou.

O agente não deu prazo para procurar a entidade máxima do futebol. “Depende do Vagner Love. Enquanto ele tiver paciência para esperar. Mas esperamos que se resolva ainda em janeiro para que ele possa voltar a jogar o quanto antes”.

O atacante está treinando em separado do elenco e não tem sido relacionado para as partidas. A Fifa autoriza a rescisão de contrato com qualquer clube que atrase mais de três meses de salários.

Em entrevista no início da semana, o diretor de futebol do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, admitiu que está monitorando a situação de Love na Turquia. Evandro disse que conversou por duas vezes com dirigentes do clube paulista, mas que ainda não existe uma proposta formal. “Não queremos negociar com nenhum outro clube ainda”, disse.

Ele justificou a decisão lembrando uma frustrada conversa na temporada passada com o Santos. “Acertamos tudo com eles, mas chegou na hora e o Besiktas não liberou. Queremos primeiro acertar essa rescisão para depois conversar”, comentou.

Evandro informou que não há preferência por um time em especial. “O Vagner Love não tem empecilho de jogar no exterior ou no Brasil. Assim que conseguirmos a liberação, vamos começar a analisar as propostas. Só não podemos abrir mão de nada para acertar com um time. O Vagner já tem uma idade que não dá para dispensar um valor para acertar a saída”, comentou.

Vagner Love, atualmente com 34 anos, teve boa passagem pelo Corinthians em 2015, quando ajudou na conquista do título do Campeonato Brasileiro. O centroavante demorou um pouco para engrenar na temporada, mas finalizou aquele ano em alta. Love deixou o time após disputar 50 jogos e marcar 16 gols, se transferindo para o Monaco.

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Goiás

Suspeito de tráfico internacional é preso, em Valparaíso

Carros eram roubados e trocados por drogas no Paraguai, para serem revendidas no Distrito Federal e no Entorno.
10/01/2019, 18h56

Um homem foi preso na última quarta-feira (9/1) na cidade de Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal (DF) suspeito de tráfico de drogas internacional e integrar uma organização criminosa especializada nesse tipo de crime.

A prisão do suspeito foi efetuada devido a um mandado de prisão expedido contra o suspeito. O homem foi identificado como Jeferson de Matos Melo, de 30 anos, e foi preso pelos policiais civis da cidade de Valparaíso.

O comando da operação que terminou com a prisão de Jeferson, foi do delegado Rodrigo Mendes. “Nós recebemos uma denúncia anônima de que ele estaria escondido na cidade de Valparaíso”, conta o delegado.

Conforme o delegado, o caso foi repassado primeiro para o 1º Departamento Policial de Luziânia, que após receber as denúncias foi até a delegacia de Valparaíso pediu o apoio para cumprir o mandado de prisão. “Os policiais fizeram campana no local das denúncias, mas não conseguiram efetuar a prisão inicialmente. Depois de fazer levantamentos, até mesmo entrando em contato com a cidade de Ponta Porã, no Mato Grosso do sul (MS), no final da tarde retornamos ao local e conseguimos dar cumprimento ao mandado”, explica o delegado.

Roubava carros e os trocava por drogas no Paraguai

Segundo Rodrigo Mendes, Jeferson faz parte de uma organização criminosa especializada nesse tipo de crime, e que a maioria está presa, mas um segue foragido e outro morreu em confronto com a polícia.

“Eles roubavam carros de alto valor como caminhonetes Hylux, Frontier e passavam com os veículos por Ponta Porã (MS), os levando para a cidade de Juan Pablo Caballero, no Paraguai. E lá eles trocavam os carros por drogas para revender no Distrito Federal e no Entorno”, conta o delegado.

Após a prisão do suspeito, a polícia gravou um vídeo em que ele confessa os crimes, e que estava com uma Frontier para levar para o município paraguaio. Conforme o vídeo, o suspeito afirma que iria trocar o veículo por 300 kg de maconha para revender no DF e no Entorno.

Veja o vídeo abaixo:

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Goiás

Ronaldo Caiado cancela cobranças do Ipasgo e multas de contas do Detran e Saneago

Determinação é válida apenas para os servidores públicos que estão com os salários do mês de dezembro atrasados.
10/01/2019, 19h52

Após se reunir com o setor agropecuário de Jataí, a 327 quilômetros de Goiânia, e com professores do município nesta quinta-feira (10/1), o governador Ronaldo Caiado (DEM) cancelou as cobranças do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo) e de multas em contas do Detran e Saneago.

A decisão de Caiado é em virtude do governo anterior não ter quitado os salários dos servidores públicos do mês de dezembro. Nem ao menos empenhar a folha para pagar o funcionalismo público.

Com a adoção da medida, o governador visa amenizar os problemas dos servidores que não receberam os salários do mês passado. Durante sua visita a cidade de Jataí, Caiado falou sobre a situação financeira que o Estado vive “Eu não posso fazer empréstimo, porquê não tenho autorização, mas peço auxílio aos prefeitos para que me ajude a não deixar faltar comida e remédios para os servidores públicos, e assim que tiver dinheiro em caixa, eu vou pagar”, afirma o governador em vídeo

Servidores não vão pagar juros de multa e taxas do Detran em determinação do governador

A decisão do governador é emergencial e cancela a cobrança do Ipasgo do mês de dezembro. O mesmo vale para os servidores que foram multado pelo Detran e não tiveram condições de pagar, por não receberem os seus salários. Especificamente no caso do Detran, Caiado determinou que não sejam cobrados os juros e as taxas do órgão do servidor no momento que for quitar a multa.

A decisão acerca do Detran vale até o dia 25 de janeiro, quando o governador anunciou pagar 80% da folha salarial dos servidores do mês de janeiros e os outros 20% até o dia (30/1). Além do Ipasco e o Detran multas em contas da Saneago também foram canceladas pelo governador.

Caiado afirmou por meio de sua assessoria que gostaria de estender a decisão até a Enel energia, mas que não tem poder de suspender as multas do servidores com a empresa devido a venda da Companhia de Energia Elétrica do Estado de Goiás (CELG). “Nos solidarizamos com os funcionários públicos e vamos corrigir essa injustiça que o governo anterior cometeu contra eles ao não pagar seus salários”, disse.

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Goiás

Irmãos são presos suspeitos de matar estudante de Brasília, em Valparaíso

Suspeito contou a polícia que os dois fizeram uso de entorpecentes em um motel no sábado, e que Filipe se negou a pagar pelo produto, por isso decidiu mata-lo para levar carro, dinheiro e celular.
10/01/2019, 20h44

Três irmãos foram presos na tarde desta quinta-feira (10/1) em Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal (DF) suspeitos de participarem da morte do Estudante, Filipe Cezar dos Reis Almeida, de 28 anos, que foi encontrado em um córrego na zona rural da cidade com marcas de esganadura.

O delegado do 2º Departamento Regional  de Valparaíso, Rafael Abrão responsável pelas investigações efetuou a prisão dos três suspeitos. Os três foram identificados pelos primeiros nomes Waldiney, Adailton e Luis.

Estudante morto em Valparaíso não pagou pelas drogas

O estudante Felipe Cezar saiu de casa no sábado (5/1) e avisou a família que iria visitar uma amiga em Taguatinga no Distrito Federal e logo voltaria para casa. No entanto, o rapaz passou primeiro por Valparaíso e não deu mais notícias à família. No domingo (6/1) o corpo de Filipe foi encontrado em um córrego de Valparaíso e com marcas de esganadura. A partir do encontro do corpo do estudante a polícia começou a investigar o caso e chegou aos três irmãos presos nesta quinta-feira.

“Waldiney conta que conheceu Filipe no sábado e que os dois foram para um motel para consumir drogas, depois de usar os entorpecentes, ele alega que o rapaz não queria pagar pelo consumo e por isso decidiu mata-lo, para levar o dinheiro, celular e o carro”, afirma o delegado.

Conforme as informações repassadas pelo delegado, os dois entraram no carro e passaram na casa de um dos irmãos de Waldiney e pegou Adailton. “Dentro do veículo com ele em movimento ele começou a estrangular a vítima até ela ficar desacordada. Os dois irmãos colocaram o jovem no banco de trás e Adailton assumiu a direção, enquanto Waldiney estrangulava Filipe”, explica.

Irmãos são presos suspeitos de matar morador de Brasília, em Valparaíso
Foto: Divulgação/ Adailton

Segundo o delegado, após matar Filipe estrangulado, os dois irmãos deixaram o corpo da vítima em um córrego da cidade por volta das 6h da manhã. O corpo do estudante foi encontrado por moradores da região às 9h de manhã.

O irmão mais novo de Waldiney e Adailton, Luis também estaria envolvido no crime, porém o delegado afirmou que o mesmo foi preso por receptação por ter comprado o celular da vítima de um dos irmãos. Os três estão presos em Valparaíso, Waldiney e Adailton vão ser indiciados por latrocínio – roubo seguido de morte e Luis por receptação.

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Educação

Com repasse do Estado atrasado, faculdades em Goiás não renovam Bolsa Universitária

A OVG não estaria fazendo o repasse da verba da Bolsa Universitária às instituições há oito meses.

Por Ton Paulo
11/01/2019, 08h17

Com a proximidade do início do período letivo nas faculdades e universidades em Goiás, aumenta a apreensão dos estudantes universitários que dependem do desconto concedido através da Bolsa Universitária para estudar. Isso porque o programa, pertencente à Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), não realiza o repasse da verba para as instituições há cerca de oito meses, fato que fez com que mais de 80% delas ainda não encaminhasse a documentação necessária à OVG para a renovação da parceria.

Devido à alta abstenção das instituições de Ensino Superior na manutenção do programa – 81,1% das que estão credenciadas no Bolsa Universitária ainda não entregaram a documentação -, que atualmente atende 26,4 mil universitários, a OVG anunciou a prorrogação do prazo para o encaminhamento dos documentos pedidos para a realização da renovação da parceria, uma vez que o período para recadastramento deveria ter se encerrado na última quinta-feira (10/1).

A possibilidade da não renovação dos acordos é motivada pela falta de repasses por parte do programa que deve R$ 76,3 milhões para universidades e faculdades de Goiás. O valor corresponde ao período de oito meses de atraso.

Em seu site, a OVG divulgou 16 Instituições de Ensino Superior (IES) já entregaram o documento e outras dez entraram em contato com o programa informando que vão fazer o credenciamento nos próximos dias. O procedimento, feito uma vez por ano, é obrigatório. Somente as universidades e faculdades credenciadas podem receber bolsistas.

As IES têm feito a renovação das matrículas dos estudantes, entretanto, ressalvam os contratos com a informação de que não garantem a Bolsa Universitária e que, caso não haja a concessão do benefício, o aluno deve arcar com o total das mensalidades. Em algumas, o aluno precisa assinar um termo de ciência onde se compromete a ressarcir a instituição do valor descontado caso a bolsa não venha a ser concedida.

Na semana passada (3/1), o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Educação Superior do Estado de Goiás (Semesg) orientou as IES a ainda não renovar o termo de adesão com a OVG.

Segundo o presidente do sindicato, Jorge de Jesus Bernardo, “a orientação é esperar a posição do novo governo sobre o futuro do Programa Bolsa Universitária”.

Em nota, OVG comenta situação da Bolsa Universitária e fala em “caos administrativo no Estado”

Em nota, a assessoria da OVG disse que tem trabalhado para buscar alternativas para as “incontáveis dívidas encontradas” no Estado, que incluem a Bolsa Universitária.

A primeira-dama e presidente de honra da OVG, Gracinha Caiado, reafirmou que o valor deixado em aberto pelo governo passado com as faculdades e universidades conveniadas com a Bolsa Universitária chega a R$ 76,3 milhões.

Veja abaixo a nota na íntegra:

Nota de esclarecimento

A primeira-dama e presidente de honra da OVG, Gracinha Caiado, reafirma que o valor deixado em aberto pelo governo passado com as faculdades e universidades conveniadas com a Bolsa Universitária chega a R$ 76,3 milhões. Ate janeiro de 2019, acumulam-se oito meses de atraso com 85 instituições credenciadas.

Desde que assumiu o Estado, o governador Ronaldo Caiado tem trabalhado incessantemente para buscar alternativas às incontáveis dívidas encontradas.

Na última segunda-feira, 7, houve um encontro entre o governador, a primeira-dama e a secretária da Fazenda, Cristiane Alkmin, para discutir a situação da Bolsa Universitária. Na próxima semana, uma nova agenda será marcada.

A OVG volta a orientar os 26,4 mil estudantes que recebem o benefício a se recadastrar normalmente, pois não haverá mudanças no programa.

Com relação ao prazo para as Instituições de Ensino Superior (IES) parceiras entregarem o Termo de Credenciamento, a entidade informa que foi prorrogado. As faculdades e universidades teriam que enviar o documento até o dia 10 de janeiro. Com a prorrogação, terão até sexta-feira da semana que vem, dia 18, para regularizar a situação.

Dezesseis IES já entregaram a documentação e outras dez entraram em contato com o programa informando que vão fazer o credenciamento nos próximos dias. O procedimento, feito uma vez por ano, é obrigatório. Somente as universidades e faculdades credenciadas podem receber bolsistas.

Por fim, é público e notório o caos administrativo pelo qual passa Goiás. O governo passado sequer deixou recursos suficientes para pagar o salário dos servidores, os hospitais estaduais têm fechado as portas por falta de repasses, as estradas estão destruídas e o rombo das contas públicas chega a R$ 3,4 bilhões.

Vale ressaltar ainda que o recurso que financia a Bolsa Universitária advém da arrecadação de ICMS, por meio do fundo Protege (Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás), e foi indevidamente utilizado para outras finalidades pela gestão passada.

Assim como acontece em todos os órgãos, haverá uma auditoria nas contas, contratos e convênios da OVG.”

Via: O Popular 

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