Goiás

Preso homem que roubou e estuprou viúva em Pontalina

O homem foi encontrado pela polícia numa fazenda no município de Mairipotaba.

Por Ton Paulo
10/01/2019, 14h27

Um homem de 23 anos foi preso na manhã desta quinta-feira (10/1) e condenado por roubar e estuprar uma viúva no município de Pontalina, a 130 quilômetros de Goiânia. O homem foi encontrado pela polícia numa fazenda em outro município, que fica a 50 quilômetros de Pontalina.

Havia contra o estuprador, Waleff Douglas de Souza, um Mandado de Prisão Preventiva em decisão condenatória pela prática dos crimes de roubo e estupro, ocorridos em Pontalina. Wallef foi condenado a 15 anos de reclusão. Ele foi preso em uma fazenda localizada no município de Mairipotaba, interior de Goiás.

Durante as investigações, policiais civis averiguaram que Waleff conhecia a vítima do crime, uma viúva que vivia sozinha nas imediações da residência da avó do autor, em Pontalina, e sabia que a mulher não costumava receber visitas, o que facilitou e incentivou sua ação.

Waleff, então, entrou na casa da mulher e, mediante violência e grave ameaça, estuprou a vítima.

Após a consumação do ato, Waleff obrigou a mulher a entregar todo o dinheiro que ela possuía em casa, cerca de R$ 475 reais, e um aparelho celular marca Samsung, modelo J5 prime, que foi, posteriormente, vendido a terceiro por R$ 300.

Depois de intensa investigação, a Polícia Civil conseguiu identificar a pessoa que havia comprado o aparelho celular roubado, e, por meio dela, chegou ao autor, que foi reconhecido pela vítima.

Além do caso de Pontalina, homem foi preso por estuprar jovem em Aparecida de Goiânia

Em dezembro do ano passado, um jovem de 20 anos foi preso suspeito de invadir a casa de uma vizinha de 23 e estuprá-la, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. De acordo com a PM, ele pulou o muro da casa encapuzado, encontrou a mulher sozinha e abusou sexualmente dela.

Conforme a corporação, o suspeito havia saído da cadeia há dois meses e já tinha passagens por roubo, receptação, furto e por outro estupro. Na delegacia, a jovem o reconheceu como autor do crime.

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Mundo

Sob críticas, Maduro toma posse de seu segundo mandato na Venezuela

Esta é a primeira vez na história do país que um presidente toma posse diante do Judiciário e não do Parlamento.
10/01/2019, 15h15

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, prestou juramento para seu segundo mandato à frente do país nesta quinta-feira, 10, em uma sessão no Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

Diante de 30 juízes e um pequeno grupo de líderes regionais composto pelos presidentes de Bolívia, Cuba, El Salvador e Nicarágua, Maduro jurou a Constituição em um salão nobre do Tribunal.

É a primeira vez que um presidente toma posse diante do Judiciário e não do Parlamento, que teve as competências cassadas por autoridades chavistas logo após a oposição tomar a maioria da Assembleia Nacional nas eleições parlamentares de 2015.

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Mundo

Proprietários de terrenos prometem ir à Justiça contra muro de Trump

Sem acordo com os democratas, Trump afirma que pode declarar emergência nacional.
10/01/2019, 15h19

O governo federal dos Estados Unidos começou a levantar as cartas topográficas dos terrenos na fronteira do Texas com o México e anunciou planos para começar a construção do muro prometido por Donald Trump já em fevereiro. Os proprietários de algumas dessas terras, no entanto, prometem rechaçar as ofertas de compra e se preparam para disputas na Justiça.

“Poderiam me dar um bilhão de dólares e eu não aceitaria”, diz Eloisa Cavazos, que tem um propriedade na fronteira com o México, cujas terras ficam às margens do Rio Bravo, que no lado dos EUA é chamado Rio Grande, e separa os dois países. “Não se trata de dinheiro”, diz ela.

Em março, o Congresso alocou fundos para 53 quilômetros de muro e cercas no Texas. O governo anunciou planos que passam por propriedades privadas no Vale do Rio Grande. Algumas das pessoas afetadas são de famílias que vivem na região há gerações. Há também organizações ambientais e até uma capela do século 19.

Muitos contrataram advogados que estão preparados para lutar contra o governo se, como esperado, expropriarem as terras sob o conceito de domínio eminente – que exige que o governo prove que a terra será para uso público e ofereça compensação monetária aos proprietários.

E essa questão deve se intensificar se os democratas aceitarem o pedido do governo Trump de construir mais de 345 quilômetros novos de muro, incluindo 167 quilômetros no Vale do Rio Grande e 89 quilômetros nas proximidades de Laredo – independente de se tratarem de barreiras feitas de placas de aço, como Trump sugeriu, ou mais cercas como as que os democratas apoiaram já anteriormente.

Especialistas na legislação americana dizem que Trump provavelmente não poderá fazer mão do conceito de domínio eminente se declarar uma emergência nacional.

Construir o muro na região é uma prioridade para o Departamento de Segurança Nacional (DHS, em inglês) porque é a zona mais usada para as travessias terrestres ilegais. Em novembro, mais de 23 mil pessoas, incluindo famílias com crianças, foram capturadas ao cruzarem sem autorização no Vale do Rio Grande em novembro, número três vezes maior do que no mesmo período do ano anterior.

Funcionários do DHS argumentam que um muro frearia as travessias e desmotivaria as famílias centro-americanas de tentarem migrar em direção aos EUA. A maioria dessas famílias busca asilo em razão da violência em seus países de origem e com frequência se entregam para agentes fronteiriços.

Com parte dos US$ 1,6 bilhão que o Congresso aprovou em março, a Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, em inglês) anunciou que construiria 40 quilômetros de muro ao longo da barragem de controle de inundações no condado de Hidalgo, que se estende ao norte do Rio Grande.

No local, o Congresso não permitiu a construção de nenhum dos protótipos de muro apresentados por Trump. No entanto, o governo planeja solicitar um muro de concreto na altura da barragem existente, com postes de aço a 5,5 metros acima dela. O CBP quer limpar uma área de 45 metros para criar uma “zona de controle” com estradas de acesso, câmeras e iluminação.

O governo acionou na Justiça a diocese católica no ano passado para que seus pesquisadores tivessem acesso ao local da capela La Lomita, fundada em 1865 e que era importante para missionários que viajavam a cavalo para o Vale do Rio Grande.

O local ainda é o epicentro da comunidade católica do Vale do Rio Grande, onde casamentos e funerais são organizados, assim como a procissão do Domingo de Ramos que atrai 2 mil pessoas. A capela fica perto do Rio Grande e está na área onde o CBP quer construir a “zona de controle”.

A diocese disse que se opõe ao muro fronteiriço porque a barreira vai contra a doutrina católica e a responsabilidade da Igreja em proteger os migrantes, assim como os direitos à liberdade religiosa garantidos pela Primeira Emenda da Constituição. Um grupo jurídico da Universidade de Georgetown se juntou à diocese no processo.

O padre Roy Snipes comanda uma oração toda sexta-feira para que sua capela não seja afetada. Com chapéu de caubói, batina branca e cruz de metal, é conhecido como o “padre vaqueiro” e às vezes vai de sua casa à capela de barco pelo Rio Grande. “Isso envenenaria a água”, disse Snipes. “Ainda seria um lugar sagrado, mas seria um lugar sagrado que foi profanado”.

Os cerca de 25 hectares da família Cavazos foram adquiridos pela avó de Eloisa há 60 anos. Eles alugam parte da propriedade para inquilinos que construíram pequenas casas ou compraram trailers, e cobram apenas US$ 1 mil por ano. Eles vivem dos lucros da terra e se preocupam que uma cerca desencoraje os inquilinos e sua propriedade volte a ser “terra de ninguém” novamente.

No resto da propriedade há celeiros de madeira, estábulos e um píer de madeira que vai até o rio, que flui tranquilamente em direção ao Golfo do México. O irmão de Eloisa, Fred, pode sentar-se no píer em sua cadeira de rodas e pescar com uma vara feita de junco tirado da margem do rio.

Os topógrafos examinaram a propriedade em dezembro com a ordem de uma corte federal. A família ainda não recebeu uma oferta pelas suas terras, mas seus advogados do Projeto de Direitos Civis do Texas esperam que uma carta com a oferta chegue nas próximas semanas.

“Todo mundo nos diz para vender e ir para um lugar melhor”, diz Eloísa. “Para nós este é o paraíso.”

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Economia

Em combinado com prefeitos, Caiado pede que professores comprem fiado até receberem salários

Caiado disse que pediu aos prefeitos que avalizem donos de supermercados e farmácias para que os servidores possam fazer compras até que recebam do Estado.

Por Ton Paulo
10/01/2019, 15h37

O governador de Goiás Ronaldo Caiado, após assinar Termo de Compromisso com prefeituras e o MP para a restauração de rodovias goianas e vistoriar o Hospital Materno Infantil, em Goiânia, se reuniu em Jataí, Sudoeste Goiano, na manhã desta quinta-feira (10/1), com integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Jataí (Sintego). Após ouvir da presidente do sindicato que alguns professores estão com dificuldade até para comer, por causa do atraso dos salários, Caiado disse que pediu aos prefeitos que avalizem donos de supermercados e farmácias para que os servidores possam fazer compras até que recebam do Estado, o que seria o chamado “fiado”.

Durante a reunião, Ronaldo Caiado ouviu os relatos dos professores que estão preocupados com o pagamento do mês de dezembro, e disse que tem tomado todas as medidas para resolver a situação dos servidores. A presidente do Sintego de Jataí, Rosa Helena Lemes Oliveira Martins, descreveu que alguns professores “estão com dificuldades até para comer”. Rosa Helena salientou ainda os interesses dos professores. “Queremos que o senhor encontre uma forma de pagar o mês de dezembro porque eu vejo boa vontade no senhor”.

O governador, numa medida emergencial, contou que pediu aos prefeitos que avalizem donos de supermercados e farmácias para que os servidores possam fazer compras e paguem assim que o Estado tenha dinheiro em caixa para quitar a folha de dezembro, o famoso “fiado’.

Caiado descartou possibilidade de empréstimo do Tesouro Nacional

O governador disse ainda na ocasião que o ex-governador Zé Eliton “está querendo fugir de uma responsabilidade que é dele”. “Ele quis salvar o CPF dele e deixou o de vocês comprometido”, disse aos professores, e complementou que “tem prefeito que não recebe o Fundo da Educação há 10 meses e está há 13 meses sem os repasses da saúde”.

Sobre a possibilidade do Tesouro Estadual fazer um empréstimo para pagar os servidores, Ronaldo Caiado disse que não é possível “porque Goiás é o pior estado na avaliação do Tesouro Estadual”, com nota D, “interditado de receber aval da União para poder fazer empréstimos”.

O governador relatou que na próxima segunda-feira (14/1), uma comitiva do Governo Federal, formada por integrantes do Tesouro Nacional e da Secretaria do Orçamento “fará o levantamento da realidade orçamentária do Estado de Goiás” para que seja encontrada uma solução, rápida, para atender ao anseio dos servidores.

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Goiás

Vídeo mostra momento que clientes de uma clínica são assaltados, em Bela Vista de Goiás

Até o momento nenhum suspeito foi preso, polícia vai usar as imagens de segurança para identificar os assaltantes.
10/01/2019, 16h00

Dois homens fizeram o limpa durante um assalto a uma clínica de exames médicos, no setor Central, da cidade de Bela Vista de Goiás, a 45 quilômetros de Goiânia, na tarde da última quarta-feira (9/1). O arrastão dentro da unidade foi registrado pelas imagens de segurança da empresa.

O vídeo, gravado pela câmera de segurança da clínica, mostra o momento em que os dois suspeitos entram na unidade e anunciam o assalto. As imagens mostram que um dos assaltantes está de camisa branca e uma calça bege e com um revólver em mão, enquanto o segundo com camisa cinza e calça jeans tira o capacete e começa a pegar bolsa de cliente por cliente.

Enquanto o segundo suspeito aborda cada um dos clientes na clínica, o primeiro que está armado, aborda a atendente. Um homem e uma outra funcionária são abordados, a segunda atendente fica de fora e só depois percebe que a empresa esta sendo assaltada e o cliente volta para dentro da sala que havia acabado de deixar. Após o assalto, os dois suspeitos deixam a clínica levando os produtos do roubo.

Veja o vídeo do arrastão:

Até o momento, nenhum dos suspeitos do roubo à clinica foi preso

Após a fuga dos suspeitos, as atendentes da clínica chamaram a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) que compareceu a unidade para pegar as informações sobre o roubo. Segundo a polícia, os dois indivíduos adentraram unidade por volta das 14h e deram voz de assalto.

Conforme o Relatório de Atendimento Integrado (RAI) os suspeitos levaram da clínica o equivalente a R$ 1.250 reais, o celular e documentos de um cliente, além de R$ 400 reais de uma outra mulher que estava na clínica no momento do assalto.

De acordo com RAI da PM, depois do roubo os dois suspeitos fugiram em uma moto prata e até o momento ninguém foi preso. A polícia vai usar as imagens das câmeras de segurança para identificar os suspeitos e efetuar as prisões.

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