Política

Governador do Rio determina escolta para deputada Martha Rocha

13/01/2019, 20h52

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, determinou escolta para a deputada estadual Martha Rocha. A deputada, que recebeu ameaças de morte no fim do ano passado, teve o carro atacado a tiros de fuzil na manhã deste domingo, 13, na Penha, quando buscava a mãe para ir a missa. Os tiros atingiram seu motorista na perna direita.

Witzel e o secretário da Polícia Civil, Marcus Vinicius Braga, estiveram na Delegacia de Homicídio, responsável pelas investigações, para prestar solidariedade para a deputada. De acordo com o governador, a linha inicial de investigação aponta para tentativa de latrocínio, já que há outras ocorrências desse tipo no mesmo local.

“Não podemos deixar impunes quem quer que seja que atente contra o Estado Democrático de Direito. Pedi ao secretário que determine uma escolta imediata para a deputada, já que ainda não sabemos se é um atentado ou um latrocínio”, disse Witzel.

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Goiás

João de Deus deve ser interrogado hoje pela quarta vez, em Goiânia

O médium já havia sido ouvido duas vezes pela Polícia Civil e uma pelo Ministério Público de Goiás.

Por Ton Paulo
14/01/2019, 08h03

O médium de Abadiânia, João Teixeira de Faria, o João de Deus, deve ser interrogado nesta segunda-feira (14/1) pela quarta vez desde que foi preso, em dezembro do ano passado. O médium vai ser ouvido pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), que ja havia interrogado o acusado uma outra vez. Nas outras duas vezes, João de Deus foi ouvido pela Polícia Civil, que concluiu os inquéritos referentes a ele indiciando-o por porte ilegal de arma e fraude sexual.

A expectativa deste interrogatório é que ele seja questionado sobre as suspeitas de crimes sexuais em vítimas de Goiás, Distrito Federal e de São Paulo.

Nas outras três vezes em que já foi ouvido, tanto pelo MP-GO quanto pela Polícia Civil, o médium negou todas as acusações de abuso sexual que pesavam contra ele.

Quanto às armas encontradas em seu poder, João de Deus alegou que foram entregues a ele por pessoas que tinham vontade de se matar.

O depoimento do médium está previsto para ocorrer na tarde desta segunda-feira, no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, onde João de Deus está preso desde o último dia 16 de dezembro.

De acordo com a promotoria, o objetivo do interrogatório do médium é reunir informações para a próxima denúncia que o MP-GO quer finalizar.

Polícia Civil encerrou força-tarefa que investigava João de Deus

Em uma coletiva de imprensa realizada na manhã da última quinta-feira (10/1), na Delegacia Estadual de Investigações Criminais, a DEIC, a delegada Karla Fernandes comunicou que a força-tarefa montada pela Polícia Civil para investigar os crimes cometidos pelo médium João de Deus encerrou, oficialmente, todos os seus procedimentos. De acordo com a delegada, na ocasião, dos sete inquéritos abertos, João de Deus foi indiciado por quatro. O restante dos inquéritos conclusos foi remetido com relatório para arquivamento.

A delegada informou que todos os procedimentos que estavam em andamento na Polícia Civil de Goiás estão sendo, agora, encaminhados ao Poder Judiciário. Entretanto, segundo ela, o médium só foi indiciado em quatro: dois por abuso sexual e dois por porte ilegal de arma de fogo.

Ela disse ainda que a esposa do médium, Ana Keyla, também foi indiciada por porte ilegal de arma, uma vez que ela morava com João de Deus na mesma residência e tinha conhecimento das armas, que ficavam guardadas em sua gaveta de calcinhas.

A delegada continua relatando que os indiciamentos por abuso sexual só foram possíveis porque foram denunciados e investigados no prazo hábil diante da lei. Quanto aos outros, mesmo as investigações apontando indubitavelmente para a existência do crime, serão arquivos pela extinção de punibilidade. “O crime existiu, mas não pode ser punido” devido ao tempo transcorrido, explica.

Via: G1 

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Economia

Comissão do Governo Federal chega em Goiás para avaliar contas do Estado

A vinda da comissão representa uma possível saída para o governador Ronaldo Caiado recuperar as contas públicas do Estado.

Por Ton Paulo
14/01/2019, 08h50

Chega nesta segunda-feira (14/1), em Goiânia, uma comissão do Governo Federal composta por técnicos do Tesouro Nacional para avaliar a situação econômica do Estado. A vinda da comissão representa uma possível saída para o governador Ronaldo Caiado recuperar as contas públicas, que se encontram quase em situação de falência.

De acordo com a assessoria de Caiado, a primeira reunião com a comissão será ainda nesta segunda-feira, às 14h. As reuniões se estenderão durante a semana. A comitiva federal, que vai se encontrar com a equipe da secretária da Fazenda, Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt, tem integrantes da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), da Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e da Subsecretaria de Contabilidade Pública, sob o comando da coordenadora Sara Araújo.

A vinda a comissão foi adiantada depois da ida da secretária à Brasília. “Estava prevista para o dia 21, mas após nossa reunião em Brasília conseguimos uma data mais próxima. Quanto antes tivermos o parecer do Ministério da Economia, daremos os nossos prosseguimentos e faremos o nosso planejamento”, explica.

A Sefaz pretende abrir as contas para análise dos orçamentos de 2018 e 2019, vez que o Orçamento Estadual deste ano ainda aguarda aprovação da Assembleia Legislativa e poderá ser alterado por emendas. Segundo a assessoria de Ronaldo Caiado, na reunião de hoje será feita apresentação sobre o processo orçamentário do Estado. Depois, serão apresentadas as projeções da receita para 2019.

No segundo dia serão discutidos tópicos relacionados à folha de pessoal e à dívida pública estadual. No terceiro e último dia será a vez de debater os padrões contábeis pois a Sefaz considera importante alinhar a sua prestação de contas com as regras fixadas por leis federais e pelo modelo nacional adotado pela STN.

Comissão do Governo Federal definirá entrada de Goiás no RRF

Após verificar os dados, a missão vai definir se Goiás tem condições de aderir ao Programa de Recuperação Fiscal (RRF) do governo federal. Além da secretária, participam de encontros com a missão de Brasília os superintendentes-executivos da Dívida Pública, Contabilidade e Tesouro, Sílvio Vieira da Luz, o superintendente-executivo da Receita, Cícero Rodrigues, os superintendentes do Tesouro, Gilson Amaral, e da Contabilidade, Ricardo Borges Rezende, e a gerente de Contas Públicas, Mayres Agda Mesquita Morais.

A comissão de técnicos do Tesouro Nacional também vai analisar as contas públicas a fim de traçar um diagnóstico e estudar o socorro possível. “Aguardo este relatório para ter um quadro completo da nossa saúde financeira e, assim, buscar a alternativa mais rápida para pagar os servidores públicos”, analisa Caiado.

Também participam técnicos da Segplan e da previdência estadual.

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Política

Avião com Cesare Battisti chega a Roma

O italiano estava foragido desde o início de dezembro quando o ex-presidente, Michael Temer, autorizou sua extradição para a Itália.
14/01/2019, 09h28

Após quase quatro décadas de fugas, Cesare Battisti chegou à Itália por volta das 11h40 (8h40, no horário de Brasília) desta segunda-feira, 14. A aeronave, que partiu no início da noite de domingo, 13, de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, pousou no Aeroporto de Ciampino, em Roma, onde era aguardada pelo ministros do Interior, Matteo Salvini, e da Justiça, Alfonso Bonafede.

O italiano deverá ser encaminhado por um grupo de agentes penitenciários para a prisão de Rebibbia, na zona urbana de Roma. De acordo com informações do jornal italiano Corriere della Serra, ele deverá ficar sozinho na cela, em uma área de segurança reservada para terroristas, e passará por seis meses de isolamento diurno.

Battisti estava foragido desde 14 de dezembro de 2018, quando o então presidente Michel Temer autorizou sua extradição para a Itália um dia depois do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, suspender uma liminar que garantia sua permanência no Brasil. No sábado, dia 12, foi capturado por autoridades bolivianas.

De cavanhaque e óculos escuros, o italiano foi abordado por policiais enquanto caminhava por uma rua de Santa Cruz de la Sierra.

Após a prisão, o governo brasileiro deslocou um avião da Polícia Federal à Bolívia para trazer Battisti ao Brasil e, em seguida, extraditá-lo para a Itália, conforme promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro. O governo italiano, no entanto, já havia decidido levar Battisti diretamente ao país.

Em uma nota conjunta divulgada no início da noite de domingo, os ministérios das Relações Exteriores e da Justiça brasileiros afirmaram que o importante era que o italiano respondesse por seus crimes.

“O governo brasileiro se congratula com as autoridades bolivianas e italianas e com a Interpol pelo desfecho da operação de prisão e retorno de Battisti à Itália. O importante é que Cesare Battisti responda pelos graves crimes que cometeu. O Brasil contribui assim para que se faça justiça”, afirmou a nota.

Em uma tentativa frustrada para tentar evitar a viagem de Battisti de volta para a Europa, os advogados do italiano protocolaram um habeas corpus no STF no domingo. No pedido, argumentaram que entregá-lo para a Itália seria um “ato complexo” e irreversível.

Os defensores solicitaram que o habeas fosse analisado pelo ministro Marco Aurélio. O pedido, no entanto, foi julgado – e negado – pelo ministro Luis Roberto Barroso.

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Goiás

Ônibus clandestino que levava mais de R$ 1 milhão em mercadoria é apreendido em Porangatu

No veículo estavam 29 passageiros, e várias mercadorias como equipamentos eletrônicos e confecçōes sem notas fiscais.
14/01/2019, 09h30

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na tarde do último domingo (13/1), um ônibus clandestino com mercadorias avaliadas em mais R$ 1 milhão de reais. O veículo circulava na BR 153, em Porangatu, localizado 408 quilômetros de Goiânia.

O ônibus seguia de São Paulo (SP) com destino a Teresina (PI).  No veículo estavam 29 passageiros, e várias mercadorias como equipamentos eletrônicos e confecçōes sem notas fiscais. Conforme a polícia, o veículo nāo tinha autorização da  Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para circular.

Ônibus clandestino circulava em condiçōes precárias

O ônibus circulava com diversas caixas de mercadorias nos corredores e bancos, não tinha pneu de estepe, o tacógrafo estava irregular, pneu traseiro liso e banheiro insalubre. Além disso, o motorista não era habilitado para transportar passageiros. O veiculo foi apreendido e levado para a Secretária da Fazenda de Porangatu.

Os 22 adultos e as 7 crianças que estavam no veículo foram embarcados em outros coletivos, que fazem rotas regulares e seguiram viagem para a capital piauiense. Já o motorista foi ouvido pela polícia e liberado. Ele vai responder por dirigir sem habilitação de transporte de pessoas e transportar mercadorias sem nota fiscal.

Confira o vídeo:

Polícia apreende ônibus clandestino em Rio verde

Um coletivo que transportava trabalhadores rurais de forma irregular foi apreendido pela PRF, na BR 060, em Rio Verde. O veículo estava em péssimo estado de conservação e não tinha autorização para levar os passageiros.

Dentre as irregularidades encontradas no coletivo chamaram a atenção dos agentes a falta de cintos de segurança, os cintos disponíveis que existiam estavam defeituosos, tacógrafo irregular, falta de extintor, parabrisa trincado, limpador de parabrisa estragado, saídas de emergências isoladas e porta traseira trancada com cadeado e corrente.

O ônibus seguia em direção a uma plantação de cana de açucar da cidade e carregava 15 operários. Conforme os agentes da polícia, até a  porta traseira do ônibus era fechada com cadeado e corrente.

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