Brasil

Bombeiros buscam jovem que sumiu no Rio Tietê após fugir de cativeiro

Desaparecido desde quarta-feira, 9, o rapaz tem apenas 18 anos.
14/01/2019, 10h58

O Corpo de Bombeiros retomou na manhã desta segunda-feira, 14, as buscas por um jovem de 18 anos, desaparecido desde a quarta-feira, 9, quando tentou atravessar o Rio Tietê para escapar de um cativeiro, em Arujá, na Grande São Paulo.

Leonardo dos Santos Felipe ajudava o tio, Nereu Duarte Felipe, na entrega de uma carga de cola de madeira, quando foram rendidos por uma quadrilha. Eles foram levados vendados para um cativeiro, na margem do rio, e aproveitaram um descuido dos criminosos para fugir. O tio cruzou as águas e escapou, mas o jovem, que não sabia nadar, desapareceu.

A família de Leonardo mora em Votorantim, cidade do interior de São Paulo, onde também fica a empresa em que trabalhava. De acordo com familiares, o rapaz e o tio saíram de manhã para fazer a entrega de cola quando foram rendidos por três ocupantes de um carro no Rodoanel de São Paulo. Os dois foram colocados no automóvel e levados para o cativeiro, em uma casa em ruínas.

Durante a noite, o tio percebeu que a vigilância havia afrouxado, chamou o sobrinho e ambos saíram da casa e acabaram entrando no rio, coberto de vegetação aquática. O homem conseguiu atravessar para pedir socorro na rodovia, mas Leonardo desapareceu.

As buscas começaram na manhã seguinte, depois que o tio foi socorrido e pediu ajuda à polícia. O caminhão foi encontrado de tarde, na mesma região, com grande parte da carga. Criminosos usaram o cartão de Leonardo para sacar R$ 1,5 mil de sua conta em um shopping da cidade de São Paulo. Ele guardava o dinheiro para tirar a carteira de habilitação.

A Polícia Civil tenta rastrear o celular roubado do rapaz para chegar aos criminosos. Quatro equipes do Corpo de Bombeiros se revezam nas buscas, usando botes infláveis. A poluição do rio e o excesso de plantas aquáticas dificultam o trabalho. O pai e o tio de Leonardo acompanham as buscas no local.

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Goiás

PC investiga acidente que matou uma criança e deixou outra ferida, em Nerópolis

Paloma Rebeca de Sousa, 11 anos, está internada na UTI em estado grave no Hugol.
14/01/2019, 12h00

A Polícia Civil (PC) investiga o acidente que matou uma criança e deixou outra ferida em Nerópolis, localizado a 36 quilômetros de Goiânia. As crianças que estavam em uma bicicleta, ontem (13/1) foram atingidas por um caminhão bitrem que fazia uma curva, na GO 080.

Divino de Sousa Sena, de 8 anos, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local. Já a menina de 11 anos, Paloma Rebeca de Sousa, está internada na UTI em estado grave no Hospital de Urgência Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).

Conforme relatos do motorista do caminhão, ao realizar a conversão  para entrar na GO-080, na altura do km 25, ele não conseguiu visualizar as crianças. Ele foi ouvido e liberado após a realização de todos os procedimentos.

Ainda não se sabe como o acidente teria acontecido, mas conforme apurado pela reportagem do Dia Online, o veículo de grande porte saía da GO-222 para entrar na GO-080 quando atingiu a bicicleta onde estavam as duas crianças. No momento, elas estavam sozinha.  De acordo com  os moradores da cidade, o lugar é conhecido devido ao número de acidentes ocorridos no local.

Laudo do acidente que a PC investiga deve sair em 10 dias

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o tacógrafo foi recolhido pela Polícia Técnico Cientifica para perícia. O caso é investigado pelo delegado da cidade, Rodrigo Arana Vargas.

Ao Portal Dia Online, Rodrigo disse que estava se deslocando para a delegacia de Nerópolis para ter acesso ao inquérito. Conforme ele, ainda não há informações concretas sobre o que teria acontecido. Todavia, um laudo deve sair em 10 dias indicando a causa do  acidente.

“Será avaliado se o condutor do caminhão cometeu alguma modalidade de culpa: imprudência, imperícia e negligência. Além disso, se no momento do acidente, o condutor estava  em excesso de velocidade. Também iremos analisar se as crianças cometeram algum erro e testemunhas também serão ouvidas”, explica.

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Educação

"A gente vai dar um pare nisso aí", diz secretária da Educação de Goiás sobre implantação de OSs

Ainda de acordo com a secretária, o investimento na formação do quadro de pessoal é primordial nesse momento.

Por Ton Paulo
14/01/2019, 12h05

A secretária de Educação, Cultura e Esporte (Seduce), Fátima Gavioli, anunciou no final da última semana a extinção do departamento responsável pela implantação das chamadas Organizações Sociais (OSs) nas escolas do Estado de Goiás. Segundo a secretária, a Seduce vai “dar um ‘pare'” na questão.

A extinção do núcleo de Monitoramento da Gestão Compartilhada, responsável por assuntos relacionados à implantação de OSs nas escolas, foi confirmada na última sexta-feira (11/1), durante uma reunião entre representantes do Movimento dos Professores de Goiás (MPG).

No encontro, que aconteceu no gabinete da secretária, Fátima explicou a decisão e alegou se tratar de “questões financeiras”, e disse que a prioridade agora é a formação do quadro de pessoal. “É uma questão financeira. Nesse momento vamos focar na formação do nosso quadro de pessoal, investir pesado na formação de gestor, de professor, de coordenador”, declarou.

Ainda de acordo com a secretária, o investimento na formação do quadro de pessoal é primordial nesse momento. Simultaneamente, o impacto financeiro é, de acordo com ela, “extremamente inferior do que o processo de implantação de OSs”.

Apesar de focar em outros pontos, secretária de Educação de Goiás não descarta retomado do tema no futuro

Fátima foi categórica em afirmar o foco de sua gestão na Educação na formação de pessoal, deixando de lado a implantação das OSs, entretanto, ela não descartou que o tema possa ser retomado posteriormente. “Não significa que um dia alguém não possa retomar o assunto, mas, por enquanto, a gente vai dar um pare nisso aí”, completou a titular da Seduce.

A estrutura do núcleo de Monitoramento da Gestão Compartilhada contava com seis servidores e três estagiários, divididos em três coordenações: Fiscalização, Relacionamento Pedagógico e Avaliação Estatística. Em tese, a equipe geria os trâmites dos processos de implantação da gestão compartilhada com as OSs nas escolas.

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Goiás

Caso de criança agredida em Formosa começa a ser investigado

A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) é a responsável pela investigação.
14/01/2019, 13h22

A investigação do caso de uma criança que foi agredida em Formosa, no Distrito Federal, localizada a 280 quilômetros de Goiânia, deve ter inicio hoje (14/1) pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).  O pai do menino de 4 anos é o principal suspeito de ter cometido o crime.

A delegada  Fernanda Lima é a responsável pelo caso da criança que foi encontrada com sinais de agressão, em Formosa.  Ela vai atuar no  âmbito da Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Conforme o delegado regional Jandson Bernardo da Silva, disse a um jornal local de Goiânia, a investigadora não irá se pronunciar durante o processo de investigação.

De acordo com Jandson, a delegada não  irá falar nada, para não prejudicar as investigaçōes. Contudo, disse que as oitivas e outras diligências estão acontecendo para que tudo seja esclarecido.

A Polícia Civil já ouviu uma enfermeira que atendeu a criança no hospital. A avó paterna do menino deve prestar depoimento hoje (14/1), em Formosa.

No sistema, a PM verificou que já havia registros contra o pai do garoto por maus tratos contra o a criança. No dia da ocorrência, ele foi levado para o 1º Distrito Policial de Formosa. Na ocasião, ele a madrasta do menino prestarem depoimento e foram liberados porque os ferimentos são antigos e não cabia flagrante.

PM recebeu denúncias sobre criança agredida, no município

Por meio de denúncias, a Polícia Militar recebeu informaçōes na última sexta-feira (11/1) que uma criança estava enrolada em cobertores e com diversos hematomas, dentro do porta-malas de um carro e na companhia de dois adultos. Ao chegar no local,  a PM encontrou o menino no banco de trás de um carro, enrolado em um cobertor e com ferimentos no rosto e na cabeça.

Ao questionar os pais o que havia acontecido, eles afirmaram a PM que o menino tinha caído da cama. Conforme o casal, o ferimento na cabeça da criança tinha aparecido há 20 dias, quando a criança caiu da cama em cima de brinquedos de bloco de montagem. Já as feridas no rosto teria aparecido há 4 dias, depois de outra queda.

Todavia, a criança desmentiu a versão contada pelos pais. Ele informou a polícia que a cabeça tinha sido queimada por um ferro de passar e que os pais só dava biscoito para ele comer.

Via: G1 

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Goiás

Homem é morto a tiros na porta da casa, em Anápolis

Vizinhos contaram que na casa de Bene funcionava um ponto de venda de drogas.
14/01/2019, 14h16

Um homem de 55 anos foi morto a tiros na noite do último domingo (13/1) na porta de sua casa, no bairro da Lapa, em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia. O caso foi confirmado ao Portal Dia Online pelo delegado titular do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Anápolis, Vander Coelho.

De acordo com o delegado, a vítima foi identificada como Benevides Gonçalves da Costa, de 55 anos, mais conhecido por Bene. “Ele foi morto no momento que estava chegando em casa, pois estava com a porta do carro aberta e com as chaves do veículo nas mãos”, conta Vander Coelho.

Delegado acredita que Bene foi executado por ter envolvimento com tráfico de drogas

Segundo o titular da GIH, os autores do homicídio passaram em um veículo e efetuaram vários disparos que atingiram Bene. Vander Coelho afirmou que vizinhos da vítima informaram que no local funcionava um ponto de venda de drogas.

“Acreditamos que o crime tenha sido motivado pelo envolvimento da vítima com o tráfico de drogas, pois dentro da residência a Polícia Militar do Estado de Goiás (PM) apreendeu uma quantidade de entorpecentes”, afirma o delegado.

Conforme as informações de Vander Coelho, a vítima tinha uma ficha criminal extensa, com passagens por roubo, receptação, furto, tráfico de drogas, além de outros crimes. O caso é investigado pela GIH de Anápolis e até o momento não há informações sobre a autoria ou motivação do crime.

Final de semana tenso em Anápolis com três assassinatos registrados

Vander Coelho afirmou durante a entrevista que o GIH de Anápolis vinha comemorando as baixas de homicídios na cidade, mas que esse final de semana foi atípico com um total de três homicídios registrados.

O primeiro caso foi registrado na noite da última sexta-feira (11/1), quando o adolescente Pedro Henrique Coelho, de 16 anos, foi morto a tiros no bairro Copacabana, em Anápolis. O segundo assassinato do final de semana no município foi na madrugada de sábado (12/1), quando Valdivino Garcez, de 55 anos, foi encontrado dentro de seu veículo, na BR-153, com cortes no pescoço. E o último caso foi o de Bene, morto a tiros no momento que chegava em casa no noite de domingo (14/1).

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