Entretenimento

Série 'Jaspion' será exibida em serviço de streaming da Record

Série japonesa foi sucesso no Brasil nas décadas de 80 e 90.
18/01/2019, 09h30

Os fãs de Jaspion, protagonista de um seriado de ação japonês que fez sucesso no Brasil nas décadas de 1980 e 1990, quando foi exibido pela TV Manchete, têm um bom motivo para se animar: o PlayPlus, serviço de streaming da Record TV, disponibilizará a série para seus assinantes.

De acordo com o R7, serão disponibilizados todos os 46 episódios da série O Fantástico Jaspion. O público poderá assistir aos episódios a partir da próxima segunda-feira, 21 de janeiro.

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Entretenimento

Cantor sertanejo Marciano morre aos 67 anos

Fez dupla com João Mineiro, que morreu em 2012.
18/01/2019, 09h35

O cantor sertanejo Marciano morreu nesta sexta-feira, dia 18, aos 67 anos, em sua casa em São Caetano do Sul, município do ABC paulista. Ele sofreu um enfarte e não resistiu. A morte pegou os fãs de surpresa, uma vez que Marciano não apresentava problemas prévios de saúde.

Destaque da música sertaneja desde os anos 1970, em parceria com João Mineiro, Marciano ganhou fama ao dar voz a clássicos como Fio de Cabelo, Paredes Azuis e Menina Escuta Meu Conselho. Desde 2016 ele formava dupla com Milionário (José Rico morreu em 2015; João Mineiro, em 2012). A informação da morte de Marciano foi divulgada nas redes sociais do artista por sua equipe.

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Brasil

Levantamento mostra que 25% das mulheres vítimas de tiro morrem em casa

Dados comprovam que boa parte da violência contra a mulher são do seu núcleo de convivência.
18/01/2019, 09h41

Embora os homens sejam maioria absoluta entre as vítimas de armas de fogo no País, o índice de mulheres mortas a tiros dentro de casa é quase o triplo do registrado em relação ao sexo masculino. É o que aponta levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, disponíveis no portal Datasus.

O balanço mostra que dos 46.881 homens mortos por armas de fogo em 2017, último dado disponível no sistema, 10,6% morreram dentro de casa. No caso das 2.796 mulheres mortas da mesma forma, 25% foram vitimadas em domicílio.

A diferença de locais de ocorrência de mortes de homens e mulheres reafirma estatísticas criminais já conhecidas de que boa parte dos autores de violência contra a mulher são do seu núcleo de convivência, como marido, namorado, pais, tios e vizinhos, entre outros.

Para especialistas em segurança pública, a flexibilização do posse de arma no País, definido em decreto do presidente Jair Bolsonaro na última terça-feira, 15, pode agravar o cenário e aumentar o número de feminicídios no País.

“A flexibilização da posse de arma de fogo potencializa o risco de todas essas mortes por razões banais. Muitas mulheres morrem por força de conflitos corriqueiros e domésticos. Discussões que hoje terminam num empurrão ou num tapa podem terminar num feminicídio se o agressor tem fácil acesso a uma arma”, diz Silvia Chakian, promotora de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (Gevid) do Ministério Público de São Paulo.

Fator de risco

Ela relata que a posse de uma arma de fogo por um homem com histórico de violência doméstica pode, inclusive, ser usada pela Justiça como critério para a concessão de medidas protetivas a uma mulher. “É um fator de risco que pode levar a Justiça a decretar até a prisão preventiva de um suspeito”, explica a promotora.

Diretor executivo do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques destaca que a análise de boletins de ocorrência de violência contra a mulher mostra que armas de fogo também são usadas por um parceiro agressor para intimidar a vítima. “Nesses casos, a mulher fica com mais medo e acaba se submetendo a um relacionamento violento”, diz ele.

Foi na casa onde morava com a família, em Andradina, interior de São Paulo, que a jovem Danielle Batista Martins da Silva, de 25 anos, foi assassinada a tiros pelo marido após uma briga, há cerca de dois meses.

O crime foi cometido pelo técnico de futebol Max Alberto Martins da Silva, de 35 anos. Durante uma discussão, Danielle correu para a casa da mãe, que fica no mesmo terreno.

Descontrolado, Max teria ido à casa da sogra e, como não conseguiu se acertar com a companheira, voltou para a residência do casal e pegou um revólver calibre 32. Retornou então para o imóvel vizinho, atirou na testa da mulher e, depois, disparou contra a própria cabeça.

Antes, ainda teria procurado pelos três filhos do casal, que haviam fugido com a avó.

O crime aconteceu no dia 3 de novembro do ano passado e a mulher morreu no local, enquanto que o marido foi socorrido até a Santa Casa de Araçatuba, também no interior paulista, onde acabou morrendo três dias depois.

Ainda abalados pela tragédia, parentes de Danielle evitam fazer comentários. Já os amigos lamentam a tragédia. Alguns atribuem o ocorrido à facilidade do acesso ao revólver naquela ocasião. “É o exemplo do que uma arma pode fazer”, diz Sérgio Luís Alves, que conhecia o casal. “Acho que, na hora da raiva, se você tem facilidade para se armar e não está com a cabeça boa, pode acabar fazendo uma besteira”, afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Brasil

Produtor rural aprova decreto, mas pede mais medidas para reduzir crimes no campo

Foi ressaltado também a necessidade de acabar com o comércio de produtos roubados ou furtados.
18/01/2019, 09h47

Entre produtores rurais, é consenso a aprovação ao decreto do presidente Jair Bolsonaro que facilitou a posse à arma de fogo, mas eles também concordam que é preciso adotar outras medidas, mais severas, para reduzir a insegurança no campo, apontada hoje como uma das principais dificuldades do setor.

Favorável ao decreto, o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Marcelo Vieira, defende mais policiamento na zona rural. “Não é apenas liberar arma no campo que vai resolver a questão da segurança. O crime está cada vez pior. Quase diariamente ouvimos relatos de produtores que foram roubados, agredidos”, diz Vieira, cuja entidade tem associados em todas as regiões do Brasil.

O presidente da SRB também alerta para a necessidade de se acabar com o comércio de produtos roubados ou furtados. “Se você permite, está incentivando a insegurança”, afirma.

Para Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras, o governo deve criar identificadores para máquinas e equipamentos agrícolas, e incentivar, com recursos e apoio logístico, os Estados a desenvolverem e fortalecerem unidades especializadas de prevenção e combate à criminalidade. “É necessário criar um ambiente que desestimule a prática de delitos que colocam em risco a segurança das pessoas.”

Presidente da Associação dos Produtores de Soja de São Paulo (Aprosoja-SP), Gustavo Chavaglia afirmou que o decreto é importante, mas defendeu também aumento da punição para quem compra os produtos do comércio ilegal, de modo a dar mais segurança aos produtores. “Se o bandido pode ter arma, por que o produtor não?”, questionou. “Mas precisamos de uma lei mais dura contra o receptador. Mais bandido ainda é quem compra produto roubado.”

Segundo Chavaglia, hoje os criminosos vão às propriedades com a certeza de que os produtores estarão desarmados. Com a nova lei, afirma, haverá a sensação de “um contraponto”. “Se ele (criminoso) souber que tem a chance de reação, começa a haver uma relação de igualdade”, avalia. Segundo Chavaglia, os crimes no campo são mais complexos e os produtores estão mais vulneráveis que na área urbana. “Essa medida (decreto) permite uma mínima defesa.”

Porta-voz do Observatório da Criminalidade da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), André Sanches vê o decreto como uma “ponta” da discussão. De acordo com ele, sete em cada dez crimes no campo são realizados por quadrilhas especializadas. Por isso, diz, ações estruturantes, como o rastreamento do escoamento dos produtos roubados, são indispensáveis.

Sanches comenta também que a CNA tem assento no Conselho Nacional de Segurança Pública e tem dado mais destaque à insegurança no campo. “Antes, era invisível”, afirmou. “Não podemos fechar o olho para ressa realidade”.

Twitter

Nesta quinta-feira, 17, no Twitter, Bolsonaro afirmou que o decreto que flexibilizou o acesso à arma de fogo tem como principal objetivo “assegurar o direito inviolável à legítima defesa”. Ele rebateu críticas e escreveu que “medidas eficientes” ainda serão “tomadas e propostas” para melhorar a segurança pública. “Para a infelicidade dos que torcem contra, medidas eficientes para segurança pública ainda serão tomadas e propostas. Os problemas são profundos, principalmente pelo abandono dos governos anteriores. Mal dá pra resolver tudo em quatro anos, quem dirá em 15 dias de governo.”

A reportagem entrevistou Bartolomeu Pereira, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil). Veja, abaixo, os principais trechos.

Qual sua avaliação sobre a aprovação do decreto?

A arma é um componente a mais para a prevenção, para o bandido saber que na propriedade rural há uma arma de fogo. Mas isso não basta. Ficamos distantes da segurança pública e temos alto valor agregado em vigilância e equipamentos, então tudo isso necessita proteção.

O que é feito hoje?

Temos patrulhamento nas propriedades em Goiás e fazemos o georreferenciamento de todas, e organizamos grupos de WhatsApp com produtores e sindicatos rurais. Para vigiar, usamos até drones. Quando alguém estranho passa, a polícia é acionada.

Quais são os resultados?

Diminuímos a criminalidade na região (sul do Estado) e agora as medidas estão sendo ampliadas para outros Estados.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Em crime misterioso, idoso leva tiro na cabeça em plena BR-060 e bate em poste, em Abadiânia

A teoria do delegado responsável pelo caso é a de que o autor do homicídio estava com a vítima dentro do carro.

Por Ton Paulo
18/01/2019, 10h00

Um caso registrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na final da noite da última quinta-feira (17/1) intrigou a corporação. O que inicialmente pensou-se se tratar de um acidente, descobriu-se depois ser um crime de homicídio. Um idoso de 60 anos foi encontrado morto na BR-060, próximo ao município de Abadiânia, com o carro batido em um poste de uma propriedade rural da região. Ao ser feita a perícia no corpo, constatou-se que o homem bateu o carro após levar um tiro na cabeça.

De acordo com informações da PRF, o condutor do GM Vectra, Paulo Alberto Ribeiro, de 60 anos de idade, perdeu o controle da direção do veículo que ele dirigia e colidiu com um poste de cimento de cerca de Fazenda. Tudo aconteceu nno KM 70 da BR-060, no sentido Abadiânia-Anápolis.

Como no local não foi encontrado nenhuma marca de frenagem, inicialmente a PRF, a equipe de socorrismo e os peritos que compareceram ao local acreditaram que o homem pudesse ter sofrido de um mal súbito.

O corpo de Paulo Alberto foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Anápolis, para perícia, e foi lá que houve a surpresa. Por volta de 1h desta sexta-feira (18/1), um perito criminal lotado no 10º Núcleo Regional de Polícia Técnico-científica entrou em contato com a Polícia Civil (PC) para informar que, na verdade, o homem foi vítima de um homicídio.

O tiro na cabeça fez a bala atravessar crânio de idoso que bateu carro na BR-060, em Abadiânia

O perito informou à Central de Flagrantes policiais da Polícia Rodoviária Federal haviam atendido uma ocorrência que, a princípio, acreditavam se tratar de acidente de trânsito. Ao verificarem que dentro de um veículo havia uma pessoa já em óbito, esses policiais teriam feito a comunicação para que o corpo fosse coletado e levado diretamente ao OML.

Então, ao inspecionarem o corpo, constatou-se uma ferida no crânio da vítima, provavelmente causada por disparo de arma de fogo a curta distância. A bala atravessou o crânio do idoso, levando-o a óbito.

Todas essas informações foram repassadas à Central de Flagrantes pelo perito criminal. Os policiais, então, comunicaram o Delegado de Polícia Cleiton Lobo do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH), de Anápolis, que ficará a cargo do caso.

Segundo o delegado, a teoria mais provável é que o autor do homicídio estaria dentro do carro com a vítima, no banco do carona. “Como o tiro foi da direita para a esquerda, tudo leva a crer que o autor do crime estava no veículo com a vítima”, explica.

Entretanto, segundo ele, o caso ainda será investigado.

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