Entretenimento

'Charlie Brown Jr. sem Chorão não existe': rebate guitarrista sobre volta

"Não é homenagem. O Charlie Brown Jr. vai voltar à ativa em 2019", disse o filho cantor.
20/01/2019, 17h40

O anúncio da volta da banda Charlie Brown Jr. por parte de Alexandre Abrão, filho do cantor Chorão, tem dividido opiniões. O ex-guitarrista da banda, Thiago Castanho, se posicionou contrário à ideia: “Charlie Brown Jr. sem Chorão não existe.”

Em stories publicados em seu Instagram no sábado, 19, o filho de Chorão comentou: “Não é homenagem. O Charlie Brown Jr. vai voltar à ativa em 2019. A gente vai fazer uma turnê grande, f***, pesada. Vai ser do c***”

De acordo com ele, o guitarrista Marcão (formação original), o baixista Heitor Gomes e o baterista Pinguim (membros da banda a partir de 2005) fazem parte do projeto, que contará com outros artistas convidados, como Dinho Ouro Preto, Di Ferrero, Supla e Digão, do Raimundos.

Morte de Chorão

Alexandre Magno Abrão, o Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., foi encontrado morto em seu apartamento em Pinheiros, São Paulo, na madrugada do dia 6 de março de 2013, vítima de overdose de cocaína. A banda marcou uma nova geração de adolescentes nos anos 90, encantou jovens e adultos ao longo de sua jornada. Ao longo de sua história, o grupo já misturou ritmos como rock, rap, reggae e punk.

Imagens: Yahoo 

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Goiás

Corpo de motorista de aplicativo é encontrado, em Aparecida de Goiânia

Vanusa da Cunha Ferreira era técnica de enfermagem e trabalhava como motorista de aplicativo nas folgas.
20/01/2019, 20h25

O corpo da motorista de aplicativo Vanusa da Cunha Ferreira, de 36 anos, foi encontrado próximo ao local em que o carro foi abandonado, na Rua Um, no Polo Industrial, em Aparecida de Goiânia, no início da noite deste domingo (20/1).

A informação foi confirmada pela amiga e também motorista de aplicativo, Daniela Cassia Morais Ferreira.

O carro, um Gol vermelho, estaria abandonado desde às 12h de sábado. Em grupos de motoristas de aplicativos, o clima é de consternação.

Vanusa desapareceu na noite de sexta-feira (18/1) depois de uma corrida particular. A motorista buscou uma dupla sertaneja e o empresário na Rodoviária de Goiânia. Ela teria aguardado o término do show, como costumava fazer quando atendia os mesmos clientes.

Como ela não voltou para casa, familiares registraram  o desaparecimento na tarde de sábado (19/1) na Central de Flagrantes.

A sobrinha de Vanusa, Rafaela Kedma, de 20 anos, conversou com o último passageiro da tia. “Liguei e ele não atendeu. Insisti e liguei outras vezes. O filho atendeu a chamada de vídeo e eu o pressionei. Ele deu várias versões de onde minha tia tinha deixado ela”, contou ao Portal Dia Online, enquanto aguardava informações na Deic no final da tarde de domingo.

Durante todo o dia, uma romaria de motoristas de aplicativo foram à DEIC e checavam tudo que chega por grupos de whatsapp. Em alguns momentos, se irritavam com mentiras que um ou outro participante dizia.

Motorista de aplicativo trabalhava no Hugol

Por meio das redes sociais, os amigos de Vanusa compartilham, desde a sexta-feira, mensagens pedindo apoio para encontrar a motorista de aplicativo. Vanusa é técnica de enfermagem no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), faz pós-graduação e nas horas vagas trabalha como motorista de transporte por aplicativo.

A Polícia Civil ainda não deu qualquer declaração sobre o caso.

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Goiás

Motorista de aplicativo morta aparece em fotos e vídeo com últimos passageiros

O passageiro, empresário de uma dupla sertaneja, chegou a tirar fotografias e enviar a amigos da vítima.
20/01/2019, 23h02

Amigos e familiares da motorista de aplicativo Vanusa da Cunha Ferreira, de 36 anos, decidiram investigar por conta própria o celular da vítima assim que ficou claro o desaparecimento na noite de sexta-feira (18/1) depois de uma corrida particular.

O corpo da motorista, que também é enfermeira, foi encontrado no Jardim Copacabana, no início da noite deste domingo (20/1).

Levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Aparecida de Goiânia, o corpo da mulher vai passar por necrópsia na manhã de segunda-feira (20/1) devido ao estado inicial de decomposição.

Antes de chegar à rodoviária de Goiânia, Vanusa havia conversado em chamada de vídeo com sua mulher, Juliana Pereira, com quem comentou que buscaria uma dupla sertaneja e o empresário dos artistas.

Não seria a primeira vez que eles ligaram para ela, que desligou o aplicativo para levá-los a um bar onde a dupla se apresentaria no Novo Mundo, na capital. A prática de transportar passageiros com o aplicativo desligado é desaconselhada tanto pela Uber quanto pelo 99Pop.

Ela teria aguardado o término do show, como costumava fazer quando atendia os mesmos clientes. Fotografias divulgadas pelo empresário mostram Vanusa durante a apresentação da dupla e, depois, dentro do carro.

Em vídeo, as últimas horas de vida da motorista de aplicativo morta em Aparecida

Vanusa é chamada de “Vanessa” em um vídeo, também divulgado pelo empresário, em que aparece sentada em uma mesa de bar com a dupla e outro rapaz.

O mesmo nome foi utilizado erroneamente em áudios que o empresário enviou para amigos e familiares de Vanusa que cobraram dele explicações desde que desapareceu.

Em selfies dentro do carro, Vanusa parece desconfortável segundo amigos. “Ela parecia preocupada. Eu conheço ela”, comenta a mulher, Juliana.

“Ele deu muitas informações controversas”, disse ao Portal Dia Online, a amiga e também motorista de aplicativo, Daniela Cassia Morais Ferreira. Ela mostrou ao repórter a conversa que teve com o empresário que chegou a afirmar que encontraria com Daniela, mas desistiu.

A sobrinha de Vanusa, Rafaela Kedma, de 20 anos, também conversou com o último passageiro da tia, o empresário. “Liguei e ele não atendeu. Insisti e liguei outras vezes. O filho atendeu a chamada de vídeo e eu o pressionei. Ele deu várias versões de onde minha tia tinha deixado ele”, contou.

A titular da DEIC, Delegada Mayana Rezende, não quis se pronunciar até o fim das investigações.

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Goiás

Corpo de motorista passa por autópsia na manhã desta segunda no IML de Aparecida

Vanusa da Cunha foi encontrada morta no Jardim Copacabana; corpo estava em estado inicial de decomposição.
21/01/2019, 07h44

A autópsia no corpo da motorista de aplicativo, encontrado no Jardim Copacabana, em Aparecida de Goiânia, será feita na manhã desta segunda-feira (21/1). Informações preliminares apontam que Vanusa da Cunha Ferreira, de 36 anos, foi encontrada semi nua e com marcas de queimaduras nas costas, mas apenas o exame cadavérico pode apontar as causas da morte.

Ao Dia Online, uma fonte do Instituto Médico Legal (IML) de Aparecida de Goiânia disse que o corpo já estava em estado inicial de decomposição, mas juntamente com a família de Vanusa foi decidido que os procedimentos começariam às 8h de hoje.

Corpo de motorista de aplicativo é encontrado em Aparecida de Goiânia

O corpo de Vanusa da Cunha foi encontrado na tarde deste domingo (20/1), no Jardim Copacabana, em Aparecida de Goiânia. Mais cedo, o carro da motorista de aplicativo também havia sido encontrado próximo ao Polo Industrial, trancado e com a chave no parabrisas.

Vanusa, que era enfermeira do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) e nas horas vagas atuava como motorista de transporte por aplicativo, estava desaparecida desde a madrugada de sábado (19/1). Na noite de sexta-feira (18/1), dia em que falou pela última vez com a mãe, ela havia sido acionada por dois passageiros, um empresário e um cantor sertanejo, que já tinha costume de atender.

Ainda na madrugada de sábado, Vanusa aparece em um vídeo, divulgado pelo empresário do cantor. Nas imagens, a motorista é chamada pelo nome de “Vanessa” enquanto está sentada em uma mesa de bar com a dupla e outro rapaz. Reveja:

Amigos registram desaparecimento de motorista

Na tarde de sábado (19/1), amigos e familiares de Vanusa registraram a ocorrência do desaparecimento na Central de Flagrantes, em Goiânia.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que a investigação do caso, feita pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), corre sob sigilo. “A Polícia Civil trabalha incessantemente a fim de solucionar o crime, informando que a Deic não se manifestará à imprensa com o caso em andamento, sob pena de prejuízo da investigação”, reafirma o texto.

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Goiás

Polícia persegue cavalo solto em BR por mais de duas horas, próximo de Jataí

O cavalo, que trotava e corria livremente em meio aos carros, foi capturado depois de um esforço conjunto da PRF e uma equipe de zoonoses.

Por Ton Paulo
21/01/2019, 08h01

Um cavalo deu um verdadeiro “olé” nos motoristas que passavam pela BR-060, entre Rio Verde e Jataí, e na Polícia Rodoviária Federal (PRF), na tarde do último domingo (20/1). O equino, que estava solto na BR, trotava e corria tranquilamente entre os carros, atrapalhando o trânsito e provocando risco de acidentes. A PRF precisou de cerca de duas horas para capturar o bicho.

O cavalo, conforme a PRF, que transitava entre os KMs 381 a 384, na BR-060, entre Rio Verde e Jataí, corria de um lado para o outro, chamando a atenção de quem passava pelo local e provocando lentidão no trânsito, uma vez que os motoristas redobravam a atenção para não haver o risco de atropelamento do bicho.

Ainda segundo a PFF, depois de aproximadamente duas horas, com a ajuda de uma equipe de zoonoses da Prefeitura de Rio Verde, composta por uma veterinária e um motorista, o animal foi apreendido e conduzido à um local seguro.

Veja o momento em que o cavalo é perseguido pelos policiais:

Além do cavalo solto em BR, em Jataí, 50 denúncias de animais soltos na pista foram registradas na última semana

Agentes da corporação têm visitado as propriedades rurais que margeiam as BRs e orientado os proprietários sobre a manutenção das cercas e as responsabilidades de cada um com relação aos perigos dos animais soltos nas rodovias.

Para se ter uma ideia, de acordo com levantamentos da PRF, só na última semana, cerca de cinquenta denúncias foram registradas pela Central de Operações do órgão para informar sobre animais de grande porte soltos na via.

A PRF orienta os usuários da rodovia para quando avistarem animais soltos na via para reduzir a velocidade do veículo, não acionar a buzina e imediatamente comunicar o fato à PRF através do número de emergência 191.

Quando o proprietário do animal é identificado, em desfavor do mesmo pode ser lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

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