Goiás

Mulher e filho de João de Deus são denunciados em nova acusação do MP contra o médium

A mulher do médium foi denunciada por posse ilegal de arma de fogo e o filho por coação de testemunha.
24/01/2019, 17h17

Durante uma entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (24/1), o médium João Teixeira, conhecido como João de Deus, foi denunciado pela terceira vez pelos crimes de abusos sexuais cometidos durante os atendimentos na casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, no Entorno do Distrito Federal (DF).

Diferente das outras denúncias, em que apenas o médium foi denunciado pelos promotores do MP, nesta terceira acusação, a mulher do médium foi acusada por posse ilegal de armas, e o filho de João de Deus, por coagir as testemunhas. Em virtude destas acusações, o MP protocolou um novo pedido de prisão contra os suspeitos.

Em entrevista ao portal de notícias G1, a Promotora de Justiça Gabriella Clementino afirmou que as ações de coerção e coação das testemunhas, reforçam a necessidades de garantir a proteção delas, durante os depoimentos e no decorrer do processo. Em nenhuma das oportunidades que foi ouvido, tanto no dia em que foi preso, como em outros depoimentos, o médium sempre negou todas as acusações. A defesa de João de Deus não se manifestou sobre a nova denúncia, pois ainda não tiveram acesso ao teor do documento do MP.

Além dos abusos praticados por João de Deus, nova denúncia tem registro de coação

No documento enviado pelo Ministério Público ao Poder Judiciário nesta quinta-feira, os promotores relatam pelo menos cinco casos de estupros de vulneráveis, com uma das vítimas sendo do Distrito Federal (DF) e as outras de São Paulo. A denúncia do MP, mostra que os abusos foram registrados entre julho de 2016 a março de 2018.

Na denúncia apresentada nesta quinta-feira, além do médium, o filho dele Sandro Teixeira de Oliveira vai responder pelos crimes de coação e corrupção ativa de testemunhas, referente a um caso de 2016. Conforme a publicação, um dos promotores afirmou que um dia após a vítima registrar um boletim de ocorrência.

Na matéria veiculada, o promotor afirmou que João de Deus e o filho, com uma arma de fogo em mãos, foram até a cidade da vítima, e ofereceram pedras preciosas para que ela retirasse a registrado contra o médium.

Caso João de Deus

As investigações sobre os abusos sexuais praticados pelo médium em Abadiânia, começaram após o programa Conversa com Bial da Rede Globo de Televisão, exibir uma reportagem com 12 mulheres que denunciaram terem sido vítimas dos abusos de João de Deus.

Após a reportagem ir para o ar na noite de sexta-feira 7 de dezembro de 2018, duas forças tarefas foram criadas no Estado para investigar as denúncias, uma do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) e outra da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO).

Em evidência de forma negativa pelas acusações, João de Deus apareceu na casa Dom Inácio de Loyola, apenas na quarta-feira 12 de dezembro, e ficou por alguns minutos, depois não se teve mais informações do paradeiro do médium. No mesmo dia, ele teria retirado de suas contas bancárias o valor de R$ 35 milhões de reais e com isso, os investigadores agilizaram o pedido de prisão preventiva contra João de Deus.

O médium só voltou a ser visto no dia 16 de dezembro de 2018, quando se entregou à polícia e continua preso no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. Desde então o caso segue sendo investigado pelas duas forças tarefas, inclusive com a PCGO concluído o inquérito sobre o caso e encaminhado para o MP. O Ministério por sua vez havia oferecido outras duas denúncias contra o médium, que foram acatadas pela juíza da comarca de Abadiânia e em que ele se tornou réu.

Via: G1 

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Goiás

Homem é executado com cerca de 20 disparos, em Anápolis

Daniel foi alvejado com pelos menos 19 disparos, sete na cabeça e o restante no tórax.
24/01/2019, 19h01

Um homem foi executado com cerca 20 tiros na tarde desta quinta-feira no setor Chácaras Americanas, próximo a um espaço de eventos, em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia. A principal suspeita da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) que investiga o caso através do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da cidade, é que a vítima foi morta em uma disputa pelo tráfico de drogas no município.

Portal Dia Online conversou com o delegado plantonista do GIH, Clayton Lobo, que esteve no local e afirmou que o rapaz foi reconhecido pelo pai. Segundo o delegado, o pai da vítima informou que o filho se chamava Daniel do Carmo Batista, mas não soube precisar a data de nascimento do rapaz.

“Nós nos deparamos com o indivíduo morto e sem documentos e no local nós encontramos 4 capsulas de pistola 9 milímetros que é arma de uso restrito da polícia”, conta o delegado.

Delegado acredita que os tiros que executaram Daniel foram disparados de dentro de um carro

Conforme o delegado, a região em que Daniel foi encontrado sem vida, não possui câmeras de segurança e não teve testemunhas, o que dificulta as investigações sobre a execução do rapaz. “Foram efetuados pelos menos 19 disparos, sendo 7 deles na cabeça e o restante no tórax do rapaz”, afirma Cleyton Lobo.

O delegado acredita que os suspeitos de executar o rapaz efetuaram os disparos de dentro do carro, pois pela quantidade de tiros que atingiram Daniel, o número de capsulas encontradas no chão deveria ser maior do que as quatro que foram encontradas.

“Nós vamos investigar o caso e se foi montada uma casinha para ele, pois ele teria ido entregar algo, e esse algo provavelmente era droga, mas não foi encontrado”. O delegado explicou que essa arma utilizada com um kit rajada por ser automática pode se tornar uma metralhadora e ao invés de efetuar um tiro, é capaz fazer vários disparos em um único acionamento. O caso agora vai ser investigado pelo GIH de Anápolis e até o momento não há informações sobre a autoria e motivação do crime.

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Goiás

Decreto de calamidade financeira é aprovado pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego)

Apenas os deputados Thalles Barreto e Hélio de Sousa (ambos do PSDB) votaram contra.
24/01/2019, 19h50

O decreto de calamidade financeira no Estado foi votado na tarde desta quinta-feira (24/1), na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e aprovado com 28 votos a favor e dois contra.

A proposta do governador Ronaldo Caiado (DEM), situa fornecedores e credores de Goiás sobre a situação financeira na qual a atual gestão encontrou o Estado. Caiado afirmou em outras oportunidades que o déficit ao final do ano de 2019 nas contas do Estado será equivalente a mais de R$ 6 bilhões de reais.

O decreto divulgado na última segunda-feira (21/1) pelo governador, além de levar em consideração o déficit que Goiás terá ao final de 2019 para redigir o documento. Os salários atrasados dos servidores de dezembro que não tiveram a folha empenhada pelo governo anterior, e as dívidas com fornecedores também foram utilizados para elaborar o decreto.

Contrário ao decreto o deputado Talles Barreto afirmou que os técnicos da Secretaria de Estado da Fazenda não foram consultados sobre o teor do documento. Conforme Talles Barreto, a matéria não reconhecida legalmente pelo Governo Federal e nem prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A argumentação do tucano foi a de que o documento não beneficia o povo e que a função do documento é assustar as empresas que poderiam investir no Estado.

Decreto aprovado pela Alego não prevê as medidas que serão adotadas pelo governo de Goiás para contornar a crise

O documento que foi enviado a Alego e aprovado nesta quinta-feira, não previa as medidas a serem adotadas pelo Estado, para contornar a crise. As medidas vão ser editadas pela Secretaria de Planejamento de Goiás (Segplan). Vale lembrar que o decreto tem prazo de 180 dias, mas com a possibilidade de ser prorrogado caso necessário.

Vale ressaltar que Goiás não é o primeiro Estado do Brasil a decretar Calamidade financeira, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Roraima, Rio Grande do Norte e Mato Grosso também fizeram o mesmo processo diante das dívidas encontradas.

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Goiás

Fecomércio anuncia expansão de investimentos em Caldas Novas

O presidente Marcelo Baiocchi garantiu que a meta da gestão é ampliar mais as ações que o sistema já executa na cidade.
24/01/2019, 20h15

O presidente do sistema Federação do Comércio/Sesc/Senac-GO, Marcelo Baiocchi, e diretores da entidade receberam comitiva de autoridades, como o prefeito  Evandro Magal, secretários do município, lideranças do turismo e representantes do empresariado de Caldas Novas. Durante a reunião na sede da Federação foram anunciados uma série de investimentos que a entidade fará na cidade, um dos destinos turísticos mais importantes de Goiás e do Brasil.

O presidente Marcelo Baiocchi garantiu que a meta da gestão é ampliar mais as ações que o sistema já executa lá. “Vamos investir muito em Caldas Novas, na área de turismo e eventos. A melhor indústria que nós podemos investir em Goiás hoje é o turismo”, disse. Dentre os focos da ampliação, está a capacitação de mão de obra na área de hotelaria e gastronomia. “Queremos fortalecer o turismo fortalecendo o serviço que é entregue. O Senac terá uma atuação ainda mais forte em Caldas Novas”, assinalou.

Outros focos são a promoção de eventos e a consolidação de espaços e parcerias que devem valorizar mais ainda a vocação turística da cidade cidade. Baiocchi sublinhou que o apoio do município e das entidades empresariais será fundamental no plano de expansão. O prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal, agradeceu o apoio da Federação, como na realização de eventos, e elogiou o dinamismo da gestão do presidente Marcelo Baiocchi. “Deu um gás”, disse.

“Viemos agradecer as parcerias e fomos surpreendidos com esse anúncio importantíssimo”, elogiou, apostando no sucesso do trabalho conjunto da iniciativa privada e do poder público, e reafirmando que quer o apoio da Federação para os eventos na cidade turística em 2019.Já o diretor do Sesc e do Senac em Goiás, Leopoldo Veiga Jardim, lembrou que a Fecomércio entende Caldas Novas como uma grande vitrine para o Brasil.

“Nós vamos investir muito naquela região, melhorar ainda mais o atendimento. Estamos levando para lá, no Senac, escola de hotelaria e gastronomia”, citou. Ele lembrou que o Sesc Caldas Novas recebeu, recentemente, o reconhecimento pela revista Viagem e Turismo, especializada na área, como um dos melhores do Brasil. Na semana que vem haverá uma nova reunião, desta vez em Caldas Novas, quando uma equipe técnica da Fecomércio vai começar a formatar os projetos com a prefeitura e o empresariado.

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Brasil

Promotor chama Bruno Covas para depor sobre viadutos

Prefeitura de São Paulo utilizou até terça-feira, 15, apenas 5% do orçamento inicial para este ano com conservação e manutenção de viadutos e pontes.
24/01/2019, 20h38

O promotor de Justiça de São Paulo Marcelo Milani notificou o prefeito Bruno Covas (PSDB) a prestar depoimento em investigação sobre a manutenção de pontes na capital paulista. Em novembro de 2018, o jornal O Estado de S. Paulo revelou que a Prefeitura de São Paulo utilizou até terça-feira, 15, apenas 5% do orçamento inicial para este ano com conservação e manutenção de viadutos e pontes. O inquérito foi aberto com base na reportagem.

Enquanto a previsão era de R$ 44,7 milhões, foram gastos R$ 2,4 milhões, segundo dados de execução orçamentária do Município.

Ao longo do ano, ocorreram diversas mudanças no orçamento. Em outubro, a um mês da queda do viaduto da Marginal do Pinheiros, foram retirados R$ 11,3 milhões da previsão de gastos. Hoje, o orçamento atualizado é de R$ 18,2 milhões, 59,1% inferior ao previsto no início do ano. Em 2017, foram liquidados 1,5 milhões.

À época da reportagem, a gestão Bruno Covas (PSDB) afirmou que o orçamento empenhado (gasto autorizado, mas ainda não pago) é maior do que o do ano passado, com aumento de R$ 2,9 milhões para R$ 9,5 milhões. Afirmou, ainda, que o Programa de Recuperação de Pontes e Viadutos foi retomado em 2017 após de “ter sido paralisado pela gestão anterior”.

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