Brasil

Promotor chama Bruno Covas para depor sobre viadutos

Prefeitura de São Paulo utilizou até terça-feira, 15, apenas 5% do orçamento inicial para este ano com conservação e manutenção de viadutos e pontes.
24/01/2019, 20h38

O promotor de Justiça de São Paulo Marcelo Milani notificou o prefeito Bruno Covas (PSDB) a prestar depoimento em investigação sobre a manutenção de pontes na capital paulista. Em novembro de 2018, o jornal O Estado de S. Paulo revelou que a Prefeitura de São Paulo utilizou até terça-feira, 15, apenas 5% do orçamento inicial para este ano com conservação e manutenção de viadutos e pontes. O inquérito foi aberto com base na reportagem.

Enquanto a previsão era de R$ 44,7 milhões, foram gastos R$ 2,4 milhões, segundo dados de execução orçamentária do Município.

Ao longo do ano, ocorreram diversas mudanças no orçamento. Em outubro, a um mês da queda do viaduto da Marginal do Pinheiros, foram retirados R$ 11,3 milhões da previsão de gastos. Hoje, o orçamento atualizado é de R$ 18,2 milhões, 59,1% inferior ao previsto no início do ano. Em 2017, foram liquidados 1,5 milhões.

À época da reportagem, a gestão Bruno Covas (PSDB) afirmou que o orçamento empenhado (gasto autorizado, mas ainda não pago) é maior do que o do ano passado, com aumento de R$ 2,9 milhões para R$ 9,5 milhões. Afirmou, ainda, que o Programa de Recuperação de Pontes e Viadutos foi retomado em 2017 após de “ter sido paralisado pela gestão anterior”.

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Goiás

Preso grupo de criminosos que aterrorizava região Noroeste de Goiânia

Foram cumpridos vários mandados de prisão e busca e apreensão.

Por Ton Paulo
25/01/2019, 08h09

A Polícia Civil deflagrou, na última quinta-feira (24/1), uma operação que teve como objetivo desarticular uma associação criminosa ligada ao tráfico de drogas e roubo de veículos, que atuava na região Noroeste de Goiânia. Foram cumpridos vários mandados de prisão e busca e apreensão.

A operação, batizada de Operação Donos da Rua Fase II, foi deflagrada pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA). Na ação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e sete de busca e apreensão.

Na primeira fase da operação, foram cumpridos 12 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão. As investigações da delegacia responsável apontam que esse grupo atemorizava a população da região Noroeste de Goiânia.

A investigação da polícia concluiu ainda que um dos presos, para fugir da fiscalização policial e transportar drogas para o líder do grupo, utilizava uma motocicleta com materiais de limpeza de piscina.

Também descobriu-se nas buscas que o líder do grupo está envolvido na exploração ilegal de jogos de azar, mais precisamente de “jogo do bicho”. As diligências ocorreram sob a coordenação do delegado José Antônio de Podestà Neto. Essa operação contou com a participação da Gerência de Operações de Inteligência (GOI) e Grupo Tático 3 (GT3).

Primeira fase da operação da polícia que prendeu grupo criminoso que atuava na região Noroeste foi deflagrada em 2015

A Operação Donos da Rua Fase I, deflagrada em maio de 2015, prendeu 17 homens que atuavam como flanelinhas, principalmente em ruas do Setor Marista, onde há maior concentração de bares e boates. Os flanelinhas tiveram materiais apreendidos, como um serrote e um cachimbo para usar crack,  e assinaram um termo de compromisso com a polícia, se comprometendo a não voltar às ruas para vigiar carros. Os detidos foram liberados em seguida.

As investigações da polícia se prolongaram por três meses. Nesse período eles descobriram que há casos em que os vigias ameaçam donos de carros e até praticam furtos. Vídeos gravados durante as investigações mostram um dos flanelinhas contando que é possível faturar até R$ 8 mil reais por semana e outro admitindo que é comum serem quebrados vidros dos carros para furto de objetos de valor.

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Goiás

Homem é encontrado desmaiado na rua após ser assaltado, no Residencial Guanabara, em Goiânia

Segundo informações dos bombeiros, o homem levou coronhadas na cabeça até perder a consciência.

Por Ton Paulo
25/01/2019, 09h48

Um homem que saía para trabalhar na manhã desta sexta-feira (25/1), em Goiânia, acabou indo parar no hospital depois de ser assaltado e agredido pelos criminosos, ainda na rua de sua casa, no Residencial Guanabara. O homem foi encontrado inconsciente no meio da rua, e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Segundo informações da corporação, o homem levou coronhadas na cabeça até perder a consciência.

O caso ocorreu no início da manhã de hoje, e o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 6h. Conforme informações da corporação, Gilberto Araújo da Costa saía de casa, na Rua A, Residencial Guanabara, em Goiânia, para ir trabalhar, quando foi abordado por dois homens numa moto, que anunciaram o assalto.

A dupla de criminosos anunciou o assalto e a vítima, então, começou a discutir com a dupla. Um dos suspeitos atirou para o alto para assustar o homem e intimidá-lo para que ele entregasse seus pertences, mas não deu certo e eles entraram em uma luta corporal. Os criminosos começaram a agredir a vítima com coronhadas na cabeça e depois fugiram.

Os bombeiros, que foram informados que a vítima tinha ferimentos na cabeça por arma de fogo, encontraram Gilberto desacordado no meio da rua. Após os primeiros atendimentos, o homem foi encaminhado para o pronto socorro de um hospital particular.

Apesar de ferido na cabeça e desmaiar após ser assaltado no Residencial Guanabara, homem chegou consciente no hospital

Ao contrário do que deduziram inicialmente os bombeiros pelas informações preliminares, os ferimentos por arma de fogo na cabeça do homem não eram por bala, e sim de coronhadas.

Ainda segundo os bombeiros, o homem chegou consciente ao hospital para ser atendido.

De acordo com os bombeiros, o homem foi encaminhado para o Centro Médico da Unimed. A reportagem do Dia Online segue tentando contato para obter informações sobre o estado de saúde dele.

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Goiás

Corpo carbonizado é encontrado dentro de carro na BR-153, em Morrinhos

PRF não encontrou marcas de frenagem na pista, para impedir a saída do veículo da via.
25/01/2019, 09h49

Um corpo foi encontrado carbonizado dentro de um carro, na noite da última quinta-feira (24/1) na BR-153, em Morrinhos, a 128 quilômetros de Goiânia.

As informações sobre o caso foram confirmadas ao Portal Dia Online pelo coordenador de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Inspetor Newton Morais.

“A equipe foi acionada no posto por volta das 22h50 da noite, para atender um acidente de saída com um carro  em chamas, na BR-153, no sentido Morrinhos a Goiatuba “, informou o inspetor.

Corpo encontrado carbonizado é de um homem

Conforme as informações repassadas pelo inspetor, o carro foi encontrado em chamas e a PRF começou os trabalhos para identificar as causas do acidente.

“Do ponto em que ele saiu da pista até onde foi encontrado, são aproximadamente 18 metros, mas nós não verificamos na rodovia marcas de frenagem que poderiam indicar alguma ação do motorista, para evitar sair da via”, explica.

O inspetor afirmou que o carro era um veículo VW/Gol, e que durante o combate ao incêndio, os agentes conseguiram retirar a placa e identificar que o mesmo era de Morrinhos.

“Após o corpo ser retirado nós conseguimos constatar a genitália masculina, e o corpo foi encaminhado para o Instituto Médio Legal (IML) de Morrinhos que vai fazer os exames para identificar quem é a vítima”, afirma o inspetor.

Conforme o inspetor da PRF, pela maneira que o carro foi encontrado, ele não seguiu o seu percurso natural. O inspetor afirmou que, como não foram identificadas as marcas de frenagem na rodovia, o normal seria o veículo atingir a cerca de uma propriedade rural logo a frente. O caso vai ser investigado pela Polícia.

Homem morre carbonizado após colidir com caminhão na BR-153

Um acidente registrado na noite do dia 12 de dezembro de 2018, em que um carro e um caminhão colidiram de frente, no KM 201 da BR-153, em Uruaçu, terminou com o motorista do veículo de passeio morto carbonizado. O choque entre os dois veículos causou um incêndio e fez com que o caminhão tombasse na pista.

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Política

PF prende Beto Richa, ex-governador do Paraná, na Lava Jato

O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Integração, da Lava Jato.
25/01/2019, 10h08

O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) foi preso por agentes da Polícia Federal nesta sexta-feira, 25. O tucano foi detido por volta das 7 horas.

A prisão preventiva de Richa foi decretada pelo juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba. O magistrado também determinou a prisão do contador Dirceu Pupo Ferreira, homem de confiança do tucano.

O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Integração, da Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro na concessão de rodovias federais no Estado do Paraná que fazem parte do “Anel da Integração”.

Pupo foi investigado por promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em setembro de 2018 por suspeitas de tentar atrapalhar as investigações que levaram Richa à prisão naquela ocasião.

São apurados pagamentos de propinas para agentes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Paraná e da Casa Civil do governo do Estado do Paraná.

A integração foi a primeira fase da Lava Jato em 2018. Por ordens do então juiz federal Sérgio Moro, a PF prendeu o diretor-geral do DER, Nelson Leal Júnior, e o diretor-presidente da Econorte, Helio Ogama.

Ambos se tornaram delatores meses depois. Na oportunidade, Leal Júnior contou que participou de um ‘encontro sobre propina’, no qual Richa estaria presente, no Palácio Iguaçu, sede do Executivo paranaense. O irmão do tucano – que é candidato ao Senado -. José Richa Filho, o Pepe Richa, foi preso na Operação Integração II, fase 55 da Lava Jato.

Em fevereiro de 2018, o gabinete da Casa Civil de Richa, localizada na sede do governo estadual, foi alvo de busca e apreensão da ‘Integração’. O tucano, que se candidatou ao Senado nas eleições 2018 e recebeu 377.872 votos, entrou novamente na mira da Lava Jato mais duas vezes em setembro, nas fases ‘Piloto’ e ‘Integração II’.

Richa foi preso em setembro em outra operação, a ‘Radiopatrulha’, conduzida pelo Gaeco. Ele foi solto quatro dias depois pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.

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