Goiás

Homem é encontrado desmaiado na rua após ser assaltado, no Residencial Guanabara, em Goiânia

Segundo informações dos bombeiros, o homem levou coronhadas na cabeça até perder a consciência.

Por Ton Paulo
25/01/2019, 09h48

Um homem que saía para trabalhar na manhã desta sexta-feira (25/1), em Goiânia, acabou indo parar no hospital depois de ser assaltado e agredido pelos criminosos, ainda na rua de sua casa, no Residencial Guanabara. O homem foi encontrado inconsciente no meio da rua, e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Segundo informações da corporação, o homem levou coronhadas na cabeça até perder a consciência.

O caso ocorreu no início da manhã de hoje, e o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 6h. Conforme informações da corporação, Gilberto Araújo da Costa saía de casa, na Rua A, Residencial Guanabara, em Goiânia, para ir trabalhar, quando foi abordado por dois homens numa moto, que anunciaram o assalto.

A dupla de criminosos anunciou o assalto e a vítima, então, começou a discutir com a dupla. Um dos suspeitos atirou para o alto para assustar o homem e intimidá-lo para que ele entregasse seus pertences, mas não deu certo e eles entraram em uma luta corporal. Os criminosos começaram a agredir a vítima com coronhadas na cabeça e depois fugiram.

Os bombeiros, que foram informados que a vítima tinha ferimentos na cabeça por arma de fogo, encontraram Gilberto desacordado no meio da rua. Após os primeiros atendimentos, o homem foi encaminhado para o pronto socorro de um hospital particular.

Apesar de ferido na cabeça e desmaiar após ser assaltado no Residencial Guanabara, homem chegou consciente no hospital

Ao contrário do que deduziram inicialmente os bombeiros pelas informações preliminares, os ferimentos por arma de fogo na cabeça do homem não eram por bala, e sim de coronhadas.

Ainda segundo os bombeiros, o homem chegou consciente ao hospital para ser atendido.

De acordo com os bombeiros, o homem foi encaminhado para o Centro Médico da Unimed. A reportagem do Dia Online segue tentando contato para obter informações sobre o estado de saúde dele.

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Goiás

Corpo carbonizado é encontrado dentro de carro na BR-153, em Morrinhos

PRF não encontrou marcas de frenagem na pista, para impedir a saída do veículo da via.
25/01/2019, 09h49

Um corpo foi encontrado carbonizado dentro de um carro, na noite da última quinta-feira (24/1) na BR-153, em Morrinhos, a 128 quilômetros de Goiânia.

As informações sobre o caso foram confirmadas ao Portal Dia Online pelo coordenador de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Inspetor Newton Morais.

“A equipe foi acionada no posto por volta das 22h50 da noite, para atender um acidente de saída com um carro  em chamas, na BR-153, no sentido Morrinhos a Goiatuba “, informou o inspetor.

Corpo encontrado carbonizado é de um homem

Conforme as informações repassadas pelo inspetor, o carro foi encontrado em chamas e a PRF começou os trabalhos para identificar as causas do acidente.

“Do ponto em que ele saiu da pista até onde foi encontrado, são aproximadamente 18 metros, mas nós não verificamos na rodovia marcas de frenagem que poderiam indicar alguma ação do motorista, para evitar sair da via”, explica.

O inspetor afirmou que o carro era um veículo VW/Gol, e que durante o combate ao incêndio, os agentes conseguiram retirar a placa e identificar que o mesmo era de Morrinhos.

“Após o corpo ser retirado nós conseguimos constatar a genitália masculina, e o corpo foi encaminhado para o Instituto Médio Legal (IML) de Morrinhos que vai fazer os exames para identificar quem é a vítima”, afirma o inspetor.

Conforme o inspetor da PRF, pela maneira que o carro foi encontrado, ele não seguiu o seu percurso natural. O inspetor afirmou que, como não foram identificadas as marcas de frenagem na rodovia, o normal seria o veículo atingir a cerca de uma propriedade rural logo a frente. O caso vai ser investigado pela Polícia.

Homem morre carbonizado após colidir com caminhão na BR-153

Um acidente registrado na noite do dia 12 de dezembro de 2018, em que um carro e um caminhão colidiram de frente, no KM 201 da BR-153, em Uruaçu, terminou com o motorista do veículo de passeio morto carbonizado. O choque entre os dois veículos causou um incêndio e fez com que o caminhão tombasse na pista.

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Política

PF prende Beto Richa, ex-governador do Paraná, na Lava Jato

O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Integração, da Lava Jato.
25/01/2019, 10h08

O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) foi preso por agentes da Polícia Federal nesta sexta-feira, 25. O tucano foi detido por volta das 7 horas.

A prisão preventiva de Richa foi decretada pelo juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba. O magistrado também determinou a prisão do contador Dirceu Pupo Ferreira, homem de confiança do tucano.

O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Integração, da Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro na concessão de rodovias federais no Estado do Paraná que fazem parte do “Anel da Integração”.

Pupo foi investigado por promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em setembro de 2018 por suspeitas de tentar atrapalhar as investigações que levaram Richa à prisão naquela ocasião.

São apurados pagamentos de propinas para agentes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Paraná e da Casa Civil do governo do Estado do Paraná.

A integração foi a primeira fase da Lava Jato em 2018. Por ordens do então juiz federal Sérgio Moro, a PF prendeu o diretor-geral do DER, Nelson Leal Júnior, e o diretor-presidente da Econorte, Helio Ogama.

Ambos se tornaram delatores meses depois. Na oportunidade, Leal Júnior contou que participou de um ‘encontro sobre propina’, no qual Richa estaria presente, no Palácio Iguaçu, sede do Executivo paranaense. O irmão do tucano – que é candidato ao Senado -. José Richa Filho, o Pepe Richa, foi preso na Operação Integração II, fase 55 da Lava Jato.

Em fevereiro de 2018, o gabinete da Casa Civil de Richa, localizada na sede do governo estadual, foi alvo de busca e apreensão da ‘Integração’. O tucano, que se candidatou ao Senado nas eleições 2018 e recebeu 377.872 votos, entrou novamente na mira da Lava Jato mais duas vezes em setembro, nas fases ‘Piloto’ e ‘Integração II’.

Richa foi preso em setembro em outra operação, a ‘Radiopatrulha’, conduzida pelo Gaeco. Ele foi solto quatro dias depois pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.

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Goiás

Homem com esposa grávida e três filhos é preso com 15 quilos de drogas, em Luziânia

O homem, que estava com a esposa grávida e os três filhos pequenos, havia escondido a droga no banco traseiro do carro.

Por Ton Paulo
25/01/2019, 11h21

Uma prisão realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) chamou atenção pelas circunstância, no início da madrugada desta sexta-feira (25/1). Um homem que estava com a esposa grávida e seus três filhos foi preso depois de ser flagrado com com 15 quilos de entorpecentes. Ele foi detido em um posto de gasolina, em Luziânia, Entorno de Brasília.

Segundo informações da PRF, o homem, que estava com a família inteira (esposa grávida e três filhos pequenos), foi abordado no KM 38 da BR-040, em Luziânia. A PRF, em procedimento padrão, abordou um veículo estacionado no pátio de um posto de gasolina às margens da BR. Ao ser questionado, o homem de 29 anos alegou ser motorista de aplicativo e despertou desconfiança nos policiais que de pronto iniciaram a revista no interior do veículo.

De acordo com a polícia, a abordagem foi feita quando o motorista e a família pararam para dormir no posto de gasolina em questão.

Durante a averiguação, os policiais rodoviários federais, então, encontraram aproximadamente 15 quilos de droga escondidos no banco dentro do banco do Voyage que o homem conduzia.

Ele alegou ter adquirido a droga na capital federal (DF) e que a entrega seria no estado do Espírito Santo.

Também escondidos dentro do banco traseiro, onde as crianças estavam sentadas, os policiais encontraram a quantia de R$ 4.400 reais em dinheiro, além dos 15 quilos de drogas que estavam distribuídos em 14 tabletes de cocaína.

Ele ainda contou que o transporte bem sucedido da droga renderia a ele o valor de R$ 5 mil reais.

O homem recebeu voz de prisão e a ocorrência foi encaminhada para o CIOPS de Luziânia para lavratura do flagrante.

Drogas e dinheiro apreendidos em Luziânia estavam escondidos dentro do banco traseiro onde as crianças sentadas

O homem preso com as drogas escondeu os tabletes de cocaína e o dinheiro dentro do banco traseiro do carro que conduzia, um Voyage.

Veja o momento em que a droga é encontrada pelos policiais:

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Goiás

Padrasto é suspeito de estuprar enteadas de 8 e 10 anos, na Cidade Ocidental

Suspeito entregava o celular para as vítimas e cometia os abusos.
25/01/2019, 11h32

O padrasto de duas meninas de 8 e 10 é suspeito de estuprar as crianças, na Cidade Ocidental, a 192 quilômetros de Goiânia, no Entorno do Distrito Federal (DF).

O caso só foi descoberto após as meninas denunciarem sofrer os abusos, em um Centro de Assistência Social da cidade, que não teve o nome divulgado e os responsáveis encaminharem as meninas e a mãe das crianças à polícia.

O delegado Daniel Marcelino, que investiga o caso, confirmou as informações ao Portal Dia Online e que na última terça-feira (22/1), a mãe das meninas e as crianças, acompanhadas pelo Conselho Tutelar prestaram os depoimentos sobre os estupros.

“Ele aproveitava o momento que a mãe das meninas não estava em casa para cometer os estupros. Entregava o celular para elas ficarem brincando e então cometia os estupros”, conta o delegado.

Exames comprovaram os estupros

O delegado afirmou que o  suspeito não foi encontrado para prestar depoimento, e que o mesmo era funcionário da prefeitura da cidade.

“Houve um episódio, onde a mais velha relatou que ele tentou fazer a penetração e que os exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) comprovaram os estupros”, afirma Daniel Marcelino.

Daniel Marcelino afirmou que o caso envolvendo as duas meninas, é o quarto inquérito que ele monta nesse sentido na cidade.

“Esses caso acontece geralmente em ambiente familiar, ou é o pai, o avô, o tio ou primo que são os autores nestas situações”, conta o delegado.

Responsável pelas investigações, Daniel Marcelino lembrou que existem mães que muitas vezes tentam proteger os companheiros, mas que foi diferente nesse caso, pois a mãe assim que soube que o padrasto estava abusando sexualmente das filhas, procurou a polícia para fazer a denúncia.

Como o suspeito de abusar sexualmente das meninas não foi encontrado, a polícia continua as buscas para prendê-lo e ouvir o seu depoimento sobre o caso.

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