Goiás

Idoso é preso suspeito de agredir e causar a morte da esposa, em Goiânia

João Batista e Santina eram casado há 15 anos.
25/01/2019, 18h04

O idoso João Batista Graciano, de 72 anos, foi preso nesta sexta-feira (25/1) suspeito de agredir e causar a morte da esposa, Santina D`Abadia, de 83, em Goiânia. O caso foi apresentado nesta sexta, na Delegacia do Idoso (DEAI) pela Polícia Civil do Estado de Goiás.

Segundo a versão apresentado pelo idoso na delegacia, ele afirmo que deu apenas um tapa na vítima. Apesar da afirmação, a polícia não acredita na história contada por João Batista e vai indiciá-lo pro feminicídio.

Conforme a publicação do portal de notícias G1 João Batista e Santina eram casado há 15 anos, e em seu depoimento o idoso afirma que só agrediu a mulher, pois ela o teria empurrado primeiro. A matéria traz ainda que João negou que correu atrás de Santina com um tijolo na mão e afirmou “Não fui eu que deixei o rosto dela machucado”.

Idosa agredida pelo marido morre em hospital

O idoso foi apresentando nesta sexta-feira,  na Delegacia do Idoso, em Goiânia. As investigações começaram após ele agredir Santinha no último dia 15 de janeiro, na casa do casal, situada no Parque Santa Cruz, em Goiânia.

Segundo a polícia, João Batista agrediu a esposa, pois ela teria deixado cair comida no chão da casa. A titular da (DEAI), Ana Lívia Batista, em entrevista coletiva afirmou que o idoso ficou muito irritado e aproveitou o momento que a mulher se abaixou para tentar limpar o chão, para chutar ou empurrar a vítima e dar um soco nela.

“Vizinhos contaram que ele saiu na rua para pedir socorro, e que ele teria corrido atrás dela com um tijolo na mão”, conta a delegada.

Os vizinhos do casal chamaram a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) e levaram Santina a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Entretanto, em seu depoimento sobre o caso, a esposa negou que o marido foi o autor das agressões.

Como a idosa negou que João Batista seria o autor das agressões, a polícia instaurou o inquérito policial e levou Santina ao Instituto Médio Legal (IML) e os exames comprovaram as lesões.

Bruna Damasceno que é delegada da Deam também participou da coletiva, e afirmou que a idosa foi levada para um hospital de Aparecida de Goiânia, uma semana após as agressões

Delegada da Deam, Bruna Damasceno contou que uma semana depois da agressão, a idosa foi levada para um hospital de Aparecida de Goiânia. Mas veio a óbito no dia seguinte.

Conforme a delegada, embora a idosa estivesse aguardando por uma cirurgia para tirar um edema do cérebro dela. A polícia acredita que a morte de Santina foi causada pelas agressões que sofreu.

Via: G1 

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Brasil

Bombeiros estimam cerca de 200 desaparecidos após barragem se romper

A estrutura, que pertence à Vale, liberou no meio ambiente um volume de mais de 13 milhões de rejeitos de mineração.
25/01/2019, 18h27

O Corpo de Bombeiros informou nesta tarde (25) que aproximadamente 200 pessoas estão desaparecidas após o rompimento da Barragem da Mina Feijão, em Brumadinho (MG). A estrutura, que pertence à Vale, liberou no meio ambiente um volume de mais de 13 milhões de rejeitos de mineração.

O Hospital João XXIII, instituição pública vinculada ao estado de Minas Gerais e sediada em Belo Horizonte, acionou um plano de atendimento para múltiplas vítimas de catástrofes. Até o momento, a instituição confirmou a chegada de duas pacientes, de helicóptero.

Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que o Sistema de Comando de Operações (SCO) está estruturado no Centro Social do Córrego do Feijão, em Brumadinho. “Vários órgãos, principalmente de segurança pública, estão no local e em reunião neste momento definindo as estratégias de atendimento”, diz a nota.

Ao lado do Centro Social do Córrego do Feijão, há um campo de futebol que está sendo usado como área de avaliação e triagem das vítimas para atendimento médico, além de estacionamento de viaturas. Também foi estruturado um posto para arrecadação de alimento na Faculdade Asa de Brumadinho.

O Corpo de Bombeiros informou que está atuando com 51 militares, e que contam ainda com seis aeronaves.

O Corpo de Bombeiro alerta os órgãos de imprensa, que estão utilizando drones, pois estariam atrapalhando o sobrevoo das aeronaves da corporação. “As aeronaves estão resgatando inúmeras pessoas ilhadas em diversos pontos a todo momento”.

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Brasil

Semad-MG diz que barragem estava licenciada e que não recebia rejeitos desde 2014

Segundo dados da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), Minas Gerais tinha 698 barragens cadastradas em 2017, desse total 22 eram consideradas de risco.
25/01/2019, 18h57

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) de Minas Gerais afirmou, em nota, que a barragem da Mina do Feijão estava devidamente licenciada. Em dezembro, a empresa obteve “nova licença para o reaproveitamento dos rejeitos dispostos na barragem e para seu descomissionamento (encerramento de atividades)”.

Segundo o comunicado da Semad, a barragem não recebia rejeitos desde 2014 e tinha estabilidade garantida pelo auditor, conforme laudo elaborado em agosto de 2018. “As causas e responsabilidades pelo ocorrido serão apuradas pelo Governo de Minas”, diz a nota.

A secretaria ainda informou que foi comunicada pela Vale às 13h37 sobre o rompimento da Barragem I de Contenção de Rejeitos da Mina do Feijão. Segundo dados da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), Minas Gerais tinha 698 barragens cadastradas em 2017, desse total 22 eram consideradas de risco. Isso significa que essas estruturas apresentaram estabilidade “não garantida pelo auditor” ou “o auditor não concluiu sobre a situação de estabilidade por falta de dados e/ou documentos técnicos”.

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Mundo

Democratas esperam que Trump assine hoje orçamento-tampão para governo dos EUA

Schumer reforçou que os democratas ainda são "contra o muro" que Trump vinha exigindo construir na divisa com o México.
25/01/2019, 19h27

Pouco após Donald Trump anunciar ter chegado a um acordo com os congressistas de ambos os partidos para encerrar o shutdown nos Estados Unidos e reabrir as partes paralisadas do governo até 15 de fevereiro, o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, afirmou esperar que o projeto de lei com o orçamento-tampão passe pela Câmara e seja assinado pelo presidente ainda hoje.

“Quero agradecer ao presidente Trump e ao líder (da maioria republicana no Senado, Mitch) McConnell”, discursou Schumer. “O shutdown mais longo da história americana finalmente vai acabar. O presidente concordou com nosso pedido de abrir o governo e depois debater segurança na fronteira.”

O senador democrata comentou que as minúcias do orçamento para financiar o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) para além do projeto-tampão, pelo restante do ano fiscal de 2019, serão discutidas em um comitê misto, com lideranças da Câmara de Representantes e do Senado de ambos os partidos.

“Democratas e republicanos terão a oportunidade de negociar detalhes da legislação para o DHS como segurança na fronteira, assistência humanitária, tecnologia de inspeção antidrogas e muitos outros”, explicou.

Schumer reforçou que os democratas ainda são “contra o muro” que Trump vinha exigindo construir na divisa com o México. “Mas concordamos com (os republicanos em) muitas coisas, como a necessidade por nova tecnologia e a necessidade de fortalecer a segurança nos postos de controle na fronteira”, concluiu.

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Brasil

Governo de MG confirma ao menos 7 mortos em tragédia em Brumadinho

Segundo o governo, são cerca de 150 pessoas desaparecidas vinculadas à empresa.
26/01/2019, 07h58

O governo de Minas Gerais confirmou na noite da última sexta-feira, 25, que pelo menos sete pessoas morreram atingidas pelo rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ainda não há identificação das pessoas que morreram.

Segundo o governo, foram retiradas nove pessoas com vida da lama e cerca de 100 pessoas ilhadas foram resgatadas. Dados repassados pela Vale ao governador de Minas, Romeu Zema (Novo), indicaram que havia 427 pessoas no local – e 279 foram resgatadas vivas.

Segundo o governo, são cerca de 150 pessoas desaparecidas vinculadas à empresa.

Quase 100 bombeiros foram deslocados para a região para buscar pessoas desaparecidas. O contingente, segundo o governo de Minas Gerais, será dobrado a partir da madrugada deste sábado, 26.

‘Dano humano será maior’

Em entrevista nesta sexta-feira, o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, se disse “arrasado”. “Dessa vez o dano ambiental será muito menor que em Mariana, mas o humano será maior”, disse Schvartsman, recém-chegado de Davos, na Suíça.

Schvartsman se refere ao rompimento de uma barragem da Samarco em Mariana (MG), em novembro de 2015. A lama atingiu o distrito de Bento Rodrigues, matando 19 pessoas.

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