Economia

Motoristas devem comunicar em até 30 dias a venda de veículos ao Detran Goiás

Novo proprietário também tem 30 dias para fazer a transferência do veículo para seu nome.
28/01/2019, 09h29

Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) alerta aos motoristas a importância de comunicar a venda de veículos pelo menos dentro do prazo mínimo de 30 dias. A obrigação é prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e segundo o órgão, ajuda a prevenir futuras complicações ao vendedor. O Detran-GO reforça que sem o comunicado, o motoristas que passou o veículo adiante continua sendo o responsável pelos impostos, multas, taxas, inclusive danos causados a terceiros.

O ideal, segundo o diretor de Operações do Detran-GO, José Sóter Arantes de Faria, é que o ex-proprietário do veículo faça o procedimento até 30 dias após a negociação. Conforme o órgão, se o comunicado de venda de veículo foi feito dentro dessa data, terá efeito retroativo, ou seja, se antes do registro, o novo dono cometer alguma infração, ela não será de responsabilidade do antigo proprietário. Isso não ocorre quando o comunicado é realizado depois dos 30 dias.

São feitas diariamente em Goiás reclamações de pessoas que venderam seus veículos e estão com problemas como pontuação na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou o nome inscrito em dívida ativa por falhas dos atuais proprietários. “Se o vendedor não informa ao Detran-GO, formalmente, é o nome dele que continua vinculado ao veículo”, explica a coordenadora do Padrão Vapt Vupt, Rosana Lima.

Como comunicar a venda de veículos em Goiás

Para comunicar a venda de veículos basta comparecer a alguma das unidades do Vapt Vupt ou Ciretran, munido com o documento de identificação e cópia autenticada do Certificado de Registro do Veículo (CRV), já preenchido e com firma reconhecida nas assinaturas do vendedor e do comprador. O procedimento é simples e gratuito.

As mudanças são válidas tanto para quem vende quanto para quem compra. Segundo o Detran-GO, o novo proprietário tem 30 dias para fazer a transferência do veículo para seu nome, contados da data anotada no CRV. “O artigo 233 do CTB preconiza que deixar de fazer o registro é falta grave, com multa de R$ 195,23 e retenção do veículo”, reforça o diretor do órgão.

O atraso na transferência de documentos do veículos acarretou na aplicação de 55.091 multas no estado, em 2018.

Via: Portal Goiás 
Imagens: Passe Carros 

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Goiás

MP abre procedimento para investigar aplicação de verba pública em Aruanã

A investigação, de iniciativa do promotor Danilo Guimarães, vai fiscalizar como foi aplicada a verba de R$ 200 mil recebida pelo município em 2018.

Por Ton Paulo
28/01/2019, 10h45

Um procedimento administrativo foi aberto pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) para acompanhar e fiscalizar a execução de verba pública recebida pelo município de Aruanã, a 314 quilômetros de Goiânia. A investigação é de iniciativa do promotor Danilo Guimarães, e tem como objetivo acompanhar de perto como foi aplicada a verba de R$ 200 mil reais recebida pelo município no ano passado para a manutenção de unidades de saúde da região.

De acordo com o promotor, a verba pública foi conseguida pelo município através de emenda parlamentar, e destina-se a apoio à manutenção de unidades básicas de saúde.

Como primeiras medidas, o promotor do MP requisitou à Prefeitura informações detalhadas sobre a aplicação dos recursos, que deve, agora, apresentar notas fiscais, recibos, comprovantes de empenho, entre outros documentos que atestem que o dinheiro público foi gasto da maneira correta. A administração municipal tem o prazo exato de 15 dias para responder ao questionamento do promotor

No documento, Danilo Guimarães lembra que cabe ao MP zelar pelo respeito dos poderes públicos e dos serviços de relevância aos direitos assegurados na Constituição, promovendo as medidas necessárias à sua garantia.”Muitas vezes, os valores repassados aos municípios, a título de emendas parlamentares, têm sua destinação parcialmente desviada para supostamente favorecer o parlamentar que conseguiu a verba, bem como o chefe do Executivo que irá executá-la no município de destino, circunstância que requer uma maior fiscalização por parte do MP”, avalia o promotor. 

Prefeito de de Aruanã afirma que ainda não tem conhecimento do procedimento

Em entrevista à reportagem do Dia Online, o prefeito de Aruanã, Hermano de Carvalho, do PSDB, afirmou que ainda não possui conhecimento do procedimento aberto pelo promotor do Ministério Público. “Eu posso estar falando coisa sem saber, mas até agora não recebemos nada quanto a isso não [referindo-se ao ofício]”, disse.

O prefeito ainda disse que, se houve a interpelação por parte do MP, “com certeza o município vai responder”.

À reportagem do Dia Online, o prefeito solicitou ainda um prazo para se inteirar do procedimento em questão para poder se manifestar.

Via: MP-GO 

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Trânsito

De hoje a 1º de fevereiro, trechos da BR-153 em Goiânia recebem reparos noturnos

Atenção, motoristas!
28/01/2019, 10h46

A partir desta segunda-feira (28/1) trechos do perímetro urbano da BR-153, em Goiânia, receberão reparos durante a noite. A manutenção noturna, feitas por equipes de Conservação e Pavimentação da Triunfo Concebra, concessionária responsável pela rodovia, segue até a próxima sexta-feira, dia 1º de fevereiro.

Nesta semana, as obras de pavimentação e conservação serão feitas entre os quilômetros 91 e 503, no sentido norte (Goiânia/Anápolis). Os serviços terão início às 21h, com previsão para término às 5h. As faixas serão parcialmente interditadas.

A Concessionária pede atenção redobrada aos motoristas que trafegam pela região.

Operação tapa-buracos na BR-153

Na última quarta-feira (23/1) buracos na BR-153 começaram a ser tapados, entre os quilômetros 368 e 372 da rodovia, no entroncamento da GO-080 com a BR-153 e o trevo de acesso a Jaraguá, interior de Goiás. Outros trechos da rodovia goiana também devem receber os reparos no asfalto, com isso, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) alerta os motoristas para que reduzam a velocidade no trecho e tenham paciência, já que a pista é simples e qualquer ultrapassagem mal realizada pode resultar em acidentes graves.

A operação tapa-buracos não tem previsão para encerramento, portanto, PRF reforça a necessidade de cuidados por parte dos motoristas, especialmente no trecho entre Anápolis e Ceres. Se possível, os motoristas devem evitar transitar por essa parte da rodovia.

O serviço de reparo no asfalto da rodovia teve início depois que motoristas protestaram contra os prejuízos e quantidade de acidentes que ocorrem na BR-153 devido às más condições do asfalto. No dia 11 desse mês, um grupo se reuniu próximo a Jaraguá pedindo melhorias na rodovia.

No dia 31 de dezembro, um motorista que passava pela BR-153, no trecho entre Anápolis e o trevo que dá acesso a Pirenópolis, interior Goiás, sinalizou um dos buracos da via com uma placa improvisada. O registro foi feito por agentes da PRF, que substituíram o alerta feito pelo condutor por um cone.

Leitores do Portal Dia Online também relataram, por meio das redes sociais, que outros trechos da BR-153 apresentam péssimas condições, principalmente pela quantidade de buracos na via.

Imagens: Global Locações 

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Goiás

PM do DF lamenta morte trágica de sargento e sua família em acidente em Vila Boa

A família estava em uma Fiat Toro que colidiu frontalmente com uma carreta, próximo ao município de Vila Boa.

Por Ton Paulo
28/01/2019, 12h46

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) publicou no início da tarde desta segunda-feira (28/1) uma nota de pesar em que lamenta a morte trágica de um sargento da corporação e de sua família em um acidente, registrado na manhã do último domingo (27/1). O Sargento Marcílio da Costa Ferreira Silva, de 45 anos, veio a óbito juntamente com sua esposa e seu filho. A família estava em uma Fiat Toro que colidiu frontalmente com uma carreta, próximo ao município de Vila Boa, entorno de Brasília.

O Sargento Marcílio, de 45 anos, era lotado no 20º Batalhão, em Paranoá. Ele, sua esposa Elzilene de Sousa Silva Ferreira, de 40, e o filho do casal, Lyncon Sousa da Silva, tiveram morte instantânea ao colidirem de frente como uma carreta no KM 80 da BR-020, no município de Vila Boa, entorno de Brasília.

Na nota publicada pela PMDF, a corporação informa ainda o local e horário do velório do sargento e sua família.

Confira abaixo a íntegra da nota:

“É com imenso pesar que a Polícia Militar do Distrito Federal informa o falecimento do sargento Marcílio Costa, de sua esposa e do filho do casal em um grave acidente ocorrido na manhã deste domingo (27) na BR – 020, próximo a Vila Boa no estado do Goiás. O policiais (sic) tinha 45 anos e era lotado no 20º Batalhão (Paranoá).

O velório será realizado nesta segunda-feira (28), das 14h às 16h, na quadra coberta  do Paranoá, ao lado da Administração Regional.”

O acidente que tirou a vida do sargento e sua família em Vila Boa

O sargento e sua família (esposa e filho) estava em uma caminhonete Fiat Toro, conduzido pela mulher. Os três chegaram a ser resgatados com vida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiram aos ferimentos. A família havia passado férias no Piauí e voltava para Brasília.

O sargento era lotado no Batalhão do Paranoá. Amigos o descreveram como prestativo e “extremamente competente no trabalho”. Ele estava no banco do carona da caminhonete Fiat Toro conduzida por sua mulher, Elzilene de Sousa Silva Ferreira.

O garoto, Lyncon Sousa da Silva, ocupava o banco traseiro. Segundo informações publicadas por um jornal local, por volta das 7h, a caminhonete entrou na contramão e colidiu frontalmente com uma carreta. Após a batida, Elzilene perdeu o controle e saiu da pista. Na sequência, o veículo pegou fogo.

O condutor da carreta, Jean Paulino de Godoi, de 53 anos, não teve ferimentos e dispensou atendimento médico.

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Goiás

Carlinhos Cachoeira, ex-mulher e ex-contador são denunciados por lavagem de dinheiro pelo MPF

O contraventor usou o ex-cunhado e a ex-mulher para registrar 58 imóveis que estão avaliados em mais de R$ 23,8 milhões.
28/01/2019, 14h22

Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi denunciado mais duas vezes pelo Ministério Público Federal (MPF) em dezembro de 2018, pelo crime de lavagem de dinheiro. A denuncia contra Cachoeira foi recebida pela 11ª vara da Justiça Federal de Goiânia, na última quinta-feira (24/1).

Conforme a publicação do MPF, a primeira denúncia acusa Cachoeira e o seu Contador na época, Geovani Pereira da Silva, responsável por gerenciar as finanças da organização criminosa que explorava jogos de azar em Goiás, pelos crimes de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

As investigações mostram que o contraventor usava as contas bancárias de Geovani para movimentar o dinheiro conquistado através das máquinas caça-níqueis no Estado. Segundo o MPF, no período entre 2008 e 2011 o contraventor movimentou mais de R$ 13,8 milhões por meio das contas do Contador.

Carlinhos Cachoeira comprou cerca 58 imóveis e os registrou nos nomes do ex-cunhado e da ex-mulher

A Receita Federal, através de uma fiscalização, identificou que o Carlinhos Cachoeira sonegou mais de R$ 3,8 milhões de reais. Conforme a publicação, com os juros somados, o valor sonegado atinge atualmente R$ 13,4 milhões de reais.

A segunda denúncia oferecida pelo MPF acusa Cachoeira, o ex-cunhado, Adriano Aprígio de Sousa, e a ex-mulher do contraventor Andréa Aprígio de Souza, pelos crimes de lavagem de dinheiro e contra a Administração Pública.

Segundo a publicação, os crimes praticados pelos três acusados foram convertidos na compra de cerca de 58 imóveis pelo contraventor, com Adriano e Andréa usados como laranjas para registrar os bens. O MPF afirmou que as avaliações dos imóveis em 2014 totalizaram mais de R$ 23,8 milhões, e a publicação informa ainda que caso Cachoeira e os denunciados sejam condenados, o MPF pode decretar a perda dos bens em favor da União.

Operação Monte Carlo

A organização chefiada por Carlinhos Cachoeira foi desarticulada após ser deflagrada a Operação Monte Carlo, no final do mês de fevereiro de 2012. O grupo comandando pelo contraventor tinha duas frentes de atuações, uma no Entorno do Distrito Federal (DF) e outra em Goiânia.

Cachoeira foi condenado no âmbito da Operação Monte Carlo a 39 anos e 8 meses de prisão, pelos crimes de corrupção ativa, violação de sigilo funcional, advocacia administrativa, peculato e formação de quadrilha. Além de ser condenado por estes crimes na operação, Cachoeira também foi condenado a 6 anos e três meses de reclusão por contrabando.

Vale lembrar que Carlinhos Cachoeira também foi condenado por fraudes nas loterias do Rio de Janeiro e cumpre pena no regime semiaberto, inclusive monitorado pelo uso de tornozeleira eletrônica.

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