Brasil

Moradores do DF lincham homem após criança dizer que foi estuprada por ele

Segundo delegada, ainda não é possível afirmar que o homem é o autor do crime.
30/01/2019, 09h27

Um homem de 52 anos, que não teve a identidade revelada, foi linchado por moradores do Paranoá, no Distrito Federal (DF), depois de ter sido apontado como autor de um estupro. A denúncia foi feita pela suposta vítima, uma criança de 12 anos, que contou que o homem a teria pegado na porta da escola, cometido o abuso e depois a devolvido no local. O crime ocorreu no dia 30 de novembro de 2018.

Após as agressões, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi chamada para atender a ocorrência. No local, uma equipe de policiais constatou que os agressores já haviam ido embora e o homem linchado estava deitado no asfalto, ensanguentado e acompanhando por alguns familiares.

De acordo com a ocorrência, a vítima foi espancada na porta de casa; os agressores usaram pedaços de madeira. Ele foi socorrido e levado ao Hospital Regional do Paranoá (HRP), com suspeita de traumatismo craniano e fraturas no maxilar e em outras regiões da cabeça. Os responsáveis pelo linchamento serão investigados e indiciados.

Criança vítima de estupro no DF

Segundo a delegada Jane Klébia, responsável pelas investigações, ainda não é possível afirmar que o homem espancado seja o autor do estupro. “O que se sabe é que a menina reconheceu o homem em uma praça e contou aos familiares. A notícia se espalhou pela comunidade e um grupo se juntou para agredir o suspeito”, relatou ao Correio Braziliense. Ao receber alta médico, o homem deve ser encaminhado para a 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá).

O estupro, ocorrido no ano passado, foi revelado pela criança na última quinta-feira (24/1). De acordo com a investigadora, a mãe da menina percebeu que a filha andava triste e chorando; depois de muita insistência, a menina se abriu. Ao saber do crime, a mulher registrou um boletim de ocorrência.

A criança relatou que o homem estava na porta na escola e fingiu pedir uma informação, momento este que ela foi jogada no banco traseiro do carro. “O relato leva a crer que o suspeito colocou algo no rosto dela para que desmaiasse, já que ela não lembra do percurso, só de acordar em um parque, com as calças abaixadas e as dele também”, explicou a delegada. Ela disse ainda que após o ocorrido, ele a mandou ficar calada e em seguida a levou de volta para a porta da escola.

De acordo com a polícia, o homem não tem passagens. Caso seja confirmada que ele é o autor do estupro de vulnerável, ele pode pegar de cinco a 15 anos de prisão.

Imagens: Hermes C. Fernandes 

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Goiás

Cantor Wellington Camargo é preso por não pagar pensão alimentícia, em Goiânia

Irmão de Zezé di Camargo e Luciano está detido na Unidade Prisional de Senador Canedo.
30/01/2019, 10h07

O cantor gospel Wellington Camargo, de 47 anos, irmão da dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano, foi preso na noite desta terça-feira (29/1), no Jardim América, em Goiânia, por não pagar pensão alimentícia. Ele foi levado para a Central de Flagrantes, na capital, e em seguida encaminhado Unidade Prisional de Senador Canedo, na Região Metropolitana. A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).

Wellington Camargo, que atualmente mora em Goiânia, se separou de Yara Silva, mãe de seu filho caçula, em 2017. Segundo nota da PCGO, “o mandado não tem cunho criminal e é oriundo da vara de família.” O caso segue em segredo de justiça.

O Dia Online tenta contato com a assessoria do cantor.

Sequestro de Wellington Camargo

Há 17 anos, Wellington Camargo, ficou mais de 90 dias sob o poder de quatro sequestradores; o caso mobilizou o Brasil. O cantor, cadeirante, que iniciou carreira gospel após o sequestro, teve a orelha esquerda cortada pelos criminosos no cativeiro localizado a 27 quilômetros de Goiânia.

Os sequestradores pediram um resgate no valor de US$ 5 milhões, mas aceitaram US$ 300 mil. O total foi pago no dia 20 de março de 1999. Wellington foi deixado pelos sequestrados em um buraco, a 150 metros de uma estrada vicinal,  entre Goiânia e Guapó.

Atualmente, Wellington viaja o país divulgado seus trabalhos. Ele, que já teve três milhões de cópias vendidas em seus cinco CDs, faz ao menos 20 shows por mês.

Sequestrador de Wellington foge da prisão

No dia 11 de setembro de 2018, um dos sequetradores de Wellington Carmargo, Ozélio de Oliveira, fugiu da Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP I), na Região Metropolitana de Curitiba; outros 28 presos também fugiram. Eles tiveram ajuda de homens fortemente armados que invadiram o local. Os criminosos queimaram caminhões e carros próximo ao presídio para evitar que policiais se aproximassem.

Além da pena pelo sequestro de Wellington, Ozélio, conhecido como Sumô, foi condenado a mais de 108 anos por crimes como roubo e homicídio.

Via: G1 
Imagens: R7 

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Goiás

Ônibus multado quase 40 vezes é apreendido durante viagem em Cristalina; veja vídeo

A constatação das multas se deu depois que os policiais pararam o veículo para uma fiscalização de rotina, em Cristalina.

Por Ton Paulo
30/01/2019, 10h55

Uma apreensão veicular chamou a atenção da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite da última terça-feira (29/1), na BR-050, em Cristalina, no Entorno do Distrito Federal. Um ônibus de viagem interestadual que transportava 22 passageiros contava com um total de 37 multas na conta, a maioria por excesso de velocidade. A constatação se deu depois que os policiais rodoviários federais pararam o veículo de grande porte durante uma fiscalização de rotina.

De acordo com informações da PRF, o ônibus, que foi parado por volta das 20h de ontem em Cristalina, na BR-050, seguia de São Paulo para São Raimundo Nonato, no interior do Piauí. Segundo a PRF, ao fazer a verificação de rotina dos documentos do veículo, os policiais descobriram que havia um histórico longo de multas em seu prontuário.

O ônibus, de linha convencional, em situação regular junto a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), seguia com 22 passageiros. Em consulta ao histórico do veículo, os agentes se surpreenderam ao constatarem que o veículo já havia sido notificado 37 vezes por infrações de trânsito, sendo que boa parte delas eram por excesso de velocidade.

Durante a abordagem, o ônibus recebeu mais duas autuações; Licenciamento Vencido e Jornada de Descanso do motorista.

Diante da irregularidade constatada e do histórico de infrações, o veículo foi retido. A empresa foi informada, enviou outro ônibus em condições de prosseguir a viagem e cerca de duas horas depois o transbordo dos passageiros e seus pertences foi concluído.

Veja o momento em que os passageiros embarcam no outro veículo, este com condições de seguir viagem:

Além de caso de ônibus multado, um ônibus pirata também foi apreendido em Cristalina

A PRF também apreendeu um ônibus em situação irregular que transportava romeiros, no fim da tarde da última segunda-feira (28/1), na BR-040, em Cristalina. O ônibus “pirata”, lotado de peregrinos, saiu do Tocantins no último domingo (27/1) e teria como destino a cidade de Aparecida do Norte, em São Paulo.

De acordo com informações da PRF, o ônibus clandestino que trafegava irregularmente pela BR-040, em Cristalina e levava 55 romeiros, teve a viagem interrompida por irregularidades da empresa contratada.

O veículo, que saiu de Araguaíana, no Tocantins, no último domingo, teria como destino diversas cidades religiosas, entre elas Aparecida do Norte, em São Paulo, e Trindade, em Goiás. A volta dos religiosos estava programada para o dia 4 de fevereiro.

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Economia

Governo multa TIM Celular em R$ 9,7 mi por cobranças ilegítimas ao consumidor

Operadora também terá de devolver, em dobro, o valor cobrado indevidamente dos consumidores.
30/01/2019, 11h08

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) aplicou multa de R$ 9,7 milhões à TIM Celular “pela prática da oferta indiscriminada e pouco clara dos chamados ‘serviços de valor adicionado’, gerando um sem número de contratações viciadas e de cobranças ilegítimas em desfavor dos consumidores brasileiros“.

O valor da multa – precisamente de R$ 9.736.859,94 – foi definido levando em conta a gravidade e a extensão da lesão causada a milhares de consumidores em todo o País, a vantagem auferida e a condição econômica da empresa, explica despacho do DPDC, órgão da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

TIM Celular terá de devolver valor cobrado dos consumidores

Além da multa, a operadora terá de devolver, em dobro, o valor cobrado indevidamente dos consumidores. O documento não especifica qual seria o montante dessa devolução. O valor da multa deverá ser recolhido pela TIM em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos, informa o despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

No documento, o DPDC avisa ainda que, se a prática abusiva persistir, poderá determinar a suspensão temporária da atividade da empresa. Segundo o órgão, a continuidade de eventuais infrações será verificada com base no portal Consumidor.Gov e nos índices do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec).

Pelo despacho, o DPDC notificou a TIM e encaminhou o processo à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), “para adoção das providências que entendam cabíveis, relativamente aos critérios de validade das ofertas e contratações dos chamados ‘serviços de valor adicionado’, do ponto de vista regulatório”, e à Superintendência de Seguros Privados (Susep), “para que proceda à análise da regularidade quanto à forma aqui abordada de comercialização de seguros e de títulos de capitalização, por parte da operadora TIM Celular S.A”.

O caso também foi remetido ao Ministério Público Federal e aos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.

O que diz a TIM

Por meio de nota, a TIM informa que ainda não foi notificada a respeito da decisão e prefere se manifestar após tomar ciência dos fatos. Veja abaixo o comunicado na íntegra:

A TIM informa que ainda não foi formalmente intimada da decisão e, portanto, prefere apenas se manifestar após tomar ciência do seu inteiro teor. Essa sanção relativa à um processo administrativo de Serviços de Valor Adicionado (SVA) de 2013 já havia sido aplicada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) às principais operadoras do setor em setembro de 2018, fato que não ocorreu à época com a Tim em razão da negociação de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que considerava que, nos últimos anos, a empresa aprimorou os seus processos internos em relação ao VAS, com medidas voltadas para a melhoria na gestão, qualidade do produto e na experiência do cliente. A Tim, igualmente, buscará entender os motivos que levaram a Senacon a desistir da negociação do TAC.

Imagens: InfoMoney 

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Goiás

Homem que matou médica de Brasília e se passava por ela no WhatsApp é preso

Durante dois meses o acusado manteve contato com a família da médica por WhatsApp, passando-se por ela.

Por Ton Paulo
30/01/2019, 12h07

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu nesta quarta-feira (30/1) um homem de 32 anos acusado de assassinar a médica e então diretora do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Gabriela Rebelo Cunha, de 44 anos. O crime ocorreu no dia 24 de outubro do ano passado, mas o que chamou a atenção da polícia é que durante dois meses, antes de ser preso, o acusado manteve contato com a família da médica de Brasília por WhatsApp, passando-se por ela. O crime foi elucidado pela Divisão de Repressão a Sequestros da Polícia Civil.

Segundo informações da Polícia Civil a um jornal de Brasília, o autor do crime, cuja identidade ainda não foi divulgada, era motorista particular da vítima. Ele levou Gabriela ao HRT pela manhã do dia 24 e, por volta das 12h, seguiu com ela até uma agência bancária em Sobradinho para que ela fizesse uma transferência bancária.

Quando os dois estavam retornando para Taguatinga, ele parou o carro próximo a uma parada de ônibus, alegando que estava ouvindo um barulho na roda.

Nesse momento, um comparsa entrou no veículo, simulou um assalto e mandou-os ir para Brazlândia. Chegando em uma estrada de chão, a médica foi enforcada, e o corpo foi deixado no local.

Durante dois meses, o homem se passou pela médica, que era diretora do HRT, mantendo contato com a família pelo WhatsApp, dizendo que estava internada em uma clínica de repouso. No período, movimentou a conta bancária da servidora, que recebia salário mensal de R$ 17 mil reais.

O homem ainda dizia que ela estaria internada na clínica para tratar problemas pessoais e retornaria apenas no Natal.

Médica de Brasília foi morta por enforcamento

O sumiço da servidora, num primeiro momento, não causou surpresa porque ela já havia sido internada anteriormente para tratar de depressão. No Portal da Transparência, o último pagamento informado em nome dela foi feito em novembro do ano passado.

Com a prisão, o autor levou dois policiais até onde foi cometido o crime e lá foi localizado a ossada. A médica foi morta por enforcamento e o corpo dela foi deixado no local. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) identificou a vítima. Os policiais também encontraram na residência do acusado objetos da casa de Gabriela, como cartões bancários e dois veículos da médica.

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