Goiás

Briga de trânsito acaba com troca de tiros entre Policiais Militares, em Goiânia

Depois da troca de tiros os dois envolvidos descobriram que eram colegas de farda.
03/02/2019, 16h45

Uma briga de trânsito entre dois Policiais Militares, por pouco não terminou em morte, na noite do último sábado (2/2), no Jardim América, em Goiânia.

A confusão entre os dois PMs foi registrada na Rua C-25, por volta das 20h30. Os dois militares acabaram se desentenderam no trânsito. Após o desentendimento, os dois pararam os veículos na via e continuaram a discussão.

Para dar um fim na briga e poder seguir viagem, o cabo Cléber Alves Rodrigues, sacou uma arma e efetuou um disparo que atingiu a porta do veículo modelo Chevrolet/Ônix conduzido pelo soldado Maurício Estevan.

Policiais Militares que trocaram tiros, só descobriram depois que eram companheiros de farda

O soldado por sua vez, após ver o seu veículo ser atingido com um tiro, sacou uma pistola .40 e atirou contra o cabo Cleber. A troca de tiros entre os dois policias foi meio da rua, e os disparos atingiram duas vezes a perna do cabo.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi chamado para atender a ocorrência, e encaminhou o PM ferido para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), onde passou por cirurgia para a retirada das balas e seu estado de saúde é estável, conforme informou a assessoria do hospital.

Durante a discussão, e a troca de tiros entres os PMs, os dois nem imaginavam que faziam parte da mesma corporação. Após atingir o cabo na perna duas vezes e o mesmo ser socorrido pelos bombeiros, é que o soldado Maurício Estevan e o cabo Cleber descobriram que são colegas de farda.

Portal Dia Online entrou em contato com o Tenente Coronel Pascoal, que confirmou o caso e afirmou que a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) instaurou processo administrativo para investigar as circunstâncias que levaram os dois policiais militares a trocarem tiros, no meio da rua, na noite do último sábado, em Goiânia.

Imagens: Mais Goiás 

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Mundo

Trump diz que enviar militares para a Venezuela é 'uma opção'

"Bem, ele pediu uma reunião e eu recusei porque estamos muito longe no processo", afirmou Trump.
03/02/2019, 17h31

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo, 3, que enviar militares para a Venezuela é “uma opção” e que recusou convite do presidente Nicolás Maduro para uma reunião.

Quando perguntado, durante uma entrevista com o canal americano CBS, sobre o que o levaria a recorrer ao exército, o presidente disse que não comentaria a questão. “Mas é certamente uma opção”, reconheceu.

Trump afirmou ter recusado um encontro com Maduro solicitado meses atrás pelo líder venezuelano. “Bem, ele pediu uma reunião e eu recusei porque estamos muito longe no processo”, afirmou.

Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o governo de Maduro, vestindo as cores amarelo, vermelho e azul da bandeira venezuelana.

Trump reconheceu em 23 de janeiro o opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, após a sua autoproclamação.

Os Estados Unidos não reconheceram a reeleição do presidente Nicolás Maduro, que assumiu seu segundo mandato em 10 de janeiro. Washington aplicou severas sanções econômicas para pressionar Maduro a deixar o poder e também instiga o exército da Venezuela a apoiar Guaidó.

As pressões domésticas e internacionais aumentam pela renúncia de Maduro. No sábado, 2, um general de alto escalão da Força Aérea venezuelana disse renegar o presidente Nicolás Maduro e agora reconhecer o líder oposicionista Juan Guaidó como chefe de Estado em exercício, de acordo com um vídeo compartilhado no Twitter.

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Brasil

Bombeiro que escapou em Mariana morreu no desastre de Brumadinho

"A menina pergunta todos os dias pelo pai. Já não sabemos mais o que dizer", comentou o irmão do desaparecido.
03/02/2019, 17h57

Uma parada para o almoço salvou a vida do soldador Eridio Dias, de 32 anos, em 2015. Ele era um dos operários que trabalhavam em Mariana. Na época, Dias escapou da lama que desceu da barragem de Fundão e saiu vivo da tragédia, que deixou 19 pessoas mortas.

O irmão do soldador, Laércio Dias, contou ao jornal “O Estado de S. Paulo” que constantemente o soldador relatava, com muita emoção, como escapou ileso do rompimento em Mariana. “Ele contava que saiu pra almoçar fora do local de serviço naquele dia e, quando voltou, a lama tinha tomado conta da parte baixa da mineradora, bem onde ele trabalhava”.

Três anos depois a sorte não foi a mesma. Dias é uma das 226 pessoas desaparecidas na tragédia em Brumadinho. “Ele estava almoçando no refeitório quando veio aquele monte de lama e levou todo mundo”, contou a tia de 49 anos, Luzia Aparecida Felipe.

Muito abalada e sem sinais do sobrinho, dona Luzia diz que não há muitas esperanças de encontrá-lo com vida. “Cheguei a pensar que estava em um mato ou tivesse sido socorrido por alguém, que estivesse em alguma casa da região. Mas a ficha vem caindo com o passar dos dias”, contou emocionada.

“Naquela, ele se salvou, mas, nessa, a gente acha muito difícil. Só Deus sabe”, disse o irmão que veio acompanhar os trabalhos de busca. Antes de chegar à Brumadinho ele passou pelo Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte onde amostras de DNA foram colhidas. “É muita dor, um sofrimento que não tem fim”, comentou Laércio.

Dias é funcionário de uma empresa terceirizada da Vale e sempre viaja para outras áreas de mineração. Não tinha base fixa, segundo a família. O rapaz tem uma filha de 7 anos e estava há cerca de 6 meses prestando serviços em Brumadinho. “A menina pergunta todos os dias pelo pai. Já não sabemos mais o que dizer”, comentou o irmão do desaparecido.

Revoltada, a tia faz um apelo. “Tem que acabar com essas barragens. Esta é a segunda vez que o meu sobrinho passa por isso. Segunda vez que inocentes morrem por trabalharem em áreas onde não há condições e nenhuma segurança.”

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Goiás

Depois de dias de calor intenso, volta a chover em regiões de Goiás

Tchau, calorão!
04/02/2019, 07h40

Depois de registrar os dias mais quentes no mês de janeiro dos últimos anos, Goiás terá dias mais frescos, pelo menos esta semana. De acordo com o site ClimaTempo, as temperaturas em Goiânia e demais municípios do estado devem variar de 20°C a 31°C. Os dias devem ser nublados e com pancadas de chuva a qualquer momento.

Nesta segunda-feira (4/2), em Goiânia, o dia deve ter aumento da nebulosidade com chuvas rápidas durante o dia e noite; a mínima será de 20°C e a máxima 35°C. Na terça-feira (5/2), o dia será de sol com muitas nuvens durante o dias e períodos de nublado, com chuva a qualquer hora; máxima 31°.

De quarta a sexta-feira (6, 7 e 8/2) os dias serão ainda mais frescos, já que as temperaturas não devem ultrapassar os 30°C. Nos dois primeiros dias da semana, a meteorologia prevê de 10 a 15 milímetros de chuva. Já na quarta-feira (6/2) o volume de água deve ser maior, sendo esperado 37 milímetros, baixando para 16 no dia seguinte e 10mm na sexta-feira.

Chuva no fim de semana em Goiás

No fim de semana, choveu forte em diversas regiões de Goiás. No domingo (3/2), em Goiatuba, no Sul do estado, choveu forte com tempestade de ventos e raios. Em Goiânia, na noite de ontem, diversos pontos da cidade ficaram alagados, entre eles a Avenida T-8; Avenida 87; Jardim Guanabara; vias próximas ao Aeroporto de Goiânia; a Rua C-206, no Jardim América e a Avenida Raposos Tavares, onde parte do asfalto foi arrancada.

Onda de calor em Goiás

Nos últimos dias os goianos enfrentaram os dias com recorde de calor em Goiânia e outras regiões do estado. No dia 22 de janeiro a temperatura na capital ultrapassou os 35°C, registrando assim o terceiro recorde de dia mais quente do ano, segundo dados do site ClimaTempo. O calor superou os 34,8°C do dia 16 de janeiro e os 34,7°C dos dias 3 e 12 do mês passado.

Via: Climatempo 
Imagens: SOL 

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Política

Planalto formaliza Major Vitor Hugo como líder do Governo na Câmara

Major Vitor Hugo foi eleito, pela primeira vez, deputado federal por Goiás.
04/02/2019, 08h35

A Presidência da República formalizou no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 4, a indicação do deputado Major Vitor Hugo para exercer a função de líder do governo na Câmara dos Deputados. Eleito pela primeira vez como deputado federal, Major Vitor Hugo é do PSL de Goiás e tem 41 anos.

O anúncio de seu nome para o cargo foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro ainda em meados de janeiro pelo Twitter. “Comunico que a Liderança do Governo na Câmara será exercida pelo Deputado Federal Major Vitor Hugo (PSL/GO), advogado e consultor legislativo concursado desde 2015″, escreveu Bolsonaro à época.

O líder do governo tem como tarefa articular com as bancadas aliadas a votação de projetos de interesse do Planalto. Somente seu partido, o PSL, o mesmo do presidente, elegeu 52 deputados para esta legislatura, a segunda maior bancada. Ficou atrás do PT, com 56 eleitos. Major Vitor Hugo foi eleito em outubro do ano passado com 31.190 votos, de acordo com dados da Justiça Eleitoral.

Deputado Major Vitor Hugo

Vitor Hugo de Araujo Almeida, de 41 anos, é filiado ao Partido Social Liberal, partido de Jair Bolsonaro, e foi eleito deputado federal nas eleições de 2018 por Goiás com 31.190 votos totalizados (1,03% dos votos válidos), com o nome parlamentar de “Major Vitor Hugo”.

Nascido na Bahia, em Salvador, o Major Vitor Hugo veio para Goiás, sendo eleito pelo mesmo Estado. É advogado e Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados – Área XVII – Segurança e Defesa, Major de Infantaria, Forças Especiais e Estado-Maior do Exército Brasileiro na reserva não remunerada.

Formado em direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, o novo líder do governo também é bacharel em ciências militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). Possui, ainda, mestrado em operações militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército Brasileiro.

Novato na política, Vitor Hugo dedicou a maior parte da carreira profissional ao Exército, onde atuou por mais de 20 anos. Integrou a XIII Viagem de Instrução de Guardas-Marinha (VIGM), a bordo no Navio-Escola Brasil (1999-2000) – 6 meses e mais de 19 portos internacionais (por ter sido o 1º geral da AMAN de 1998).

No período, de 2008 a 2009, foi observador militar da Organização das Nações Unidas (ONU) na Costa do Marfim, segundo o currículo dele.

Imagens: Acesse Política 

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