Goiás

Menino de 2 anos morre afogado em piscina, em Goiânia

A mãe de Alejandro tirou ele de dentro da água e buscou por ajuda, mas infelizmente o pequeno morreu.
03/02/2019, 13h45

O pequeno Alejandro Sousa Azevedo, de 2 anos, morreu afogado em uma piscina na noite do último sábado (2/2), em um condomínio de Goiânia.

As informações foram confirmadas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBGMO) ao Portal Dia Online.

Conforme a corporação, a equipe foi chamada para atender a ocorrência de afogamento por volta das 19h25 do último sábado.

Segundo os Bombeiros, a mãe da criança percebeu que Alejandro tinha caído na piscina e o retirou da água em seguida com ele nos braços buscou por ajuda.

O CBMGO afirmou que no momento que a equipe chegou ao local, uma médica tentava reanimar a crianças, a equipe de socorristas dos Bombeiros assumiu o procedimento, mas infelizmente o menino morreu no local.

Á reportagem entrou em contato com o Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia, para saber se o corpo do pequeno Alejandro já havia sido retirado pela família para o velório, e fomos informados que o corpo do menino não estava mais na unidade.

Em menos de uma semana este é o segundo caso, em que um menino de 2 anos morre afogado no Estado

Na última segunda-feira (28/1) o menino português Guilherme Mourtinho da Silva, de 2 anos, morreu afogado em uma represa na fazenda dos avós, no distrito de Souzânia, em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia.

Guilherme veio com o pai de Portugal para conhecer os familiares que moram na cidade. Os dois chegaram no dia 15 de janeiro de 2019 e planejavam voltar para o país ibérico no dia (18/2).

Entretanto mesmo com o cronograma de retorno marcado, na última segunda-feira, o pai da criança foi preparar o almoço, e quando se deu conta Guilherme havia caído na represa da propriedade rural.

O pai de Guilherme retirou ele da água e o levou para o Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), mas infelizmente o menino não resistiu e morreu na unidade de saúde.

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Brasil

Morre Sabrina Bittencourt, ativista que liderou denúncias contra João de Deus

"Ela não queria ser morta pelas quadrilhas nem pelo câncer. Minha mãe lutou até o final. Ela não desistiu. Ela só se libertou do inferno que estava vivendo", disse Gabriel Baum.
03/02/2019, 14h09

A ativista Sabrina Bittencourt, que coletou denúncias contra o médium João de Deus e criou o movimento Combate ao Abuso no Meio Espiritual (Coame), morreu por volta das 21 horas deste sábado, 2, em Barcelona, na Espanha. Ativistas dizem que causa da morte foi suicídio.

A morte foi confirmada pelo filho Gabriel Baum e por Maria do Carmo Santos, presidente do grupo Vítimas Unidas, criado por mulheres abusadas pelo ex-médico Roger Abdelmassih, com quem Sabrina lutava para coletar provas e reunir vítimas para denunciar crimes sexuais.

No início da tarde deste sábado, o Estado falou por WhatsApp com a ativista, que disse, enquanto dava detalhes sobre as denúncias em curso: “Estou tratando um linfoma e não vejo meus filhos para poder ajudar todo mundo”. Na conversa, ela disse ainda que estaria sendo perseguida.

Em nota, assinada pela presidente Maria do Carmo, o grupo Vítimas Unidas disse: “A ativista cometeu suicídio e deixou uma carta de despedida relatando os porquês de tirar sua própria vida. Pedimos a todos que não tentem entrar em contato com nenhum integrante da família, preservando-os de perguntas que sejam dolorosas neste momento tão difícil. Dois dos três filhos de Sabrina ainda não sabem do ocorrido e o pai, Rafael Velasco, está tentando protegê-los. Ainda não temos informações sobre o local do velório, nem mesmo onde ela será enterrada”.

“A luta de Sabrina jamais será esquecida e continuaremos, com a mesma garra, defendendo as minorias, principalmente as mulheres que são vítimas diárias do machismo”, informou o movimento.

O filho Gabriel Baum confirmou a morte da mãe em uma rede social. “Ela não queria ser morta pelas quadrilhas nem pelo câncer. Minha mãe lutou até o final. Ela não desistiu. Ela só se libertou do inferno que estava vivendo”, disse.

Denúncias

Sabrina esteve envolvida na coleta de denúncias de vítimas de João Teixeira de Faria, acusado de abusos sexuais e preso desde de dezembro. Na manhã deste sábado, Sabrina chegou a se manifestar sobre a prisão do filho do médium, Sandro Teixeira de Faria. A Justiça recebeu denúncia do Ministério Público de Goiás (MP-GO) contra ele por coação no curso do processo e corrupção ativa e determinou sua prisão.

“Confirmo que Sandro Teixeira tem ameaçado nossas testemunhas, coagido, entrado na casa das pessoas, proíbe que falem comigo, Maria do Carmos Santos e Vana Lopes, do Grupo Vítimas Unidas. Estamos protegendo várias destas vítimas e testemunhas”, disse ela.

Durante a repercussão do caso João de Deus, Sabrina disse ter recebido ao menos 185 denúncias contra 13 líderes espirituais brasileiros desde setembro. Sabrina começou a reunir os relatos após mulheres relatarem supostos abusos cometidos pelo guru Sri Prem Baba.

Em contato com supostas vítimas do guru, Sabrina teria percebido que as mulheres estariam sofrendo ameaças, o que a motivou a criar um movimento organizado de denúncias. Em um mês, foram 103 relatos.

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Brasil

Suspeito invade casa de vizinha e estupra primas de 13 e 15 anos, em Brasília

O rapaz pegou carona com a tia das meninas, fingiu entrar em casa e esperou elas ficarem sozinhas para cometer o crime.
03/02/2019, 15h40

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prendeu neste domingo (3/2) um homem de 27 anos, suspeito de invadir a casa vizinha e estuprar duas primas de 13 e 15 anos, em Brasília.

Conforme as informações da PMDF ao portal de notícias G1, o suspeito identificado como Gleison Braga Botelho, e o mesmo foi encontrado trancado dentro de casa, armado com um facão e pedras, temendo ser linchado pela população, após o crime.

A publicação traz ainda que o irmão de uma das vítimas precisou ser controlado para não agredir o suspeito.

Vizinho pegou carona com a tia das meninas, antes de estuprar as vítimas

As duas meninas estavam em um bar que pertence ao padrasto da garota de 13 anos, e por volta das 4h da manhã, a tia delas as levou para casa da família, onde esperariam até os pais voltarem do estabelecimento comercial.

O vizinho que é suspeito do crime, aproveitou para pegar uma carona com a tia das meninas e ir para casa. Após chegar ao destino, o suspeito fingiu entrar em sua residência e aguardou a vizinha sair e deixar as garotas sozinhas em casa.

O rapaz então voltou e bateu a porta, como as duas meninas não abriram, ele arrombou e invadiu a casa vizinha. Segundo a publicação, o suspeito armado com facas e ameaçou as vítimas, e durante a ação, ele chegou a rasgar as roupas delas.

O crime foi registrado na área rural conhecida como Café Sem Troco e encaminhado para a 6ª Delegacia de Polícia, em Paranóa, onde o rapaz foi autuado por estupro. De acordo com a polícia, o suspeito não possuí passagens pela polícia.

A delegada da 6ª DP, Jane Klebia, afirmou que o suspeito é vizinho das vítimas e que ele alegou estar arrependido do crime. Além de ser autuado por dois estupros de vulneráveis, Gleison também foi enquadro pelos crimes de roubo e invasão de domicílio.

Via: G1 

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Goiás

Briga de trânsito acaba com troca de tiros entre Policiais Militares, em Goiânia

Depois da troca de tiros os dois envolvidos descobriram que eram colegas de farda.
03/02/2019, 16h45

Uma briga de trânsito entre dois Policiais Militares, por pouco não terminou em morte, na noite do último sábado (2/2), no Jardim América, em Goiânia.

A confusão entre os dois PMs foi registrada na Rua C-25, por volta das 20h30. Os dois militares acabaram se desentenderam no trânsito. Após o desentendimento, os dois pararam os veículos na via e continuaram a discussão.

Para dar um fim na briga e poder seguir viagem, o cabo Cléber Alves Rodrigues, sacou uma arma e efetuou um disparo que atingiu a porta do veículo modelo Chevrolet/Ônix conduzido pelo soldado Maurício Estevan.

Policiais Militares que trocaram tiros, só descobriram depois que eram companheiros de farda

O soldado por sua vez, após ver o seu veículo ser atingido com um tiro, sacou uma pistola .40 e atirou contra o cabo Cleber. A troca de tiros entre os dois policias foi meio da rua, e os disparos atingiram duas vezes a perna do cabo.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi chamado para atender a ocorrência, e encaminhou o PM ferido para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), onde passou por cirurgia para a retirada das balas e seu estado de saúde é estável, conforme informou a assessoria do hospital.

Durante a discussão, e a troca de tiros entres os PMs, os dois nem imaginavam que faziam parte da mesma corporação. Após atingir o cabo na perna duas vezes e o mesmo ser socorrido pelos bombeiros, é que o soldado Maurício Estevan e o cabo Cleber descobriram que são colegas de farda.

Portal Dia Online entrou em contato com o Tenente Coronel Pascoal, que confirmou o caso e afirmou que a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) instaurou processo administrativo para investigar as circunstâncias que levaram os dois policiais militares a trocarem tiros, no meio da rua, na noite do último sábado, em Goiânia.

Imagens: Mais Goiás 

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Mundo

Trump diz que enviar militares para a Venezuela é 'uma opção'

"Bem, ele pediu uma reunião e eu recusei porque estamos muito longe no processo", afirmou Trump.
03/02/2019, 17h31

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo, 3, que enviar militares para a Venezuela é “uma opção” e que recusou convite do presidente Nicolás Maduro para uma reunião.

Quando perguntado, durante uma entrevista com o canal americano CBS, sobre o que o levaria a recorrer ao exército, o presidente disse que não comentaria a questão. “Mas é certamente uma opção”, reconheceu.

Trump afirmou ter recusado um encontro com Maduro solicitado meses atrás pelo líder venezuelano. “Bem, ele pediu uma reunião e eu recusei porque estamos muito longe no processo”, afirmou.

Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o governo de Maduro, vestindo as cores amarelo, vermelho e azul da bandeira venezuelana.

Trump reconheceu em 23 de janeiro o opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, após a sua autoproclamação.

Os Estados Unidos não reconheceram a reeleição do presidente Nicolás Maduro, que assumiu seu segundo mandato em 10 de janeiro. Washington aplicou severas sanções econômicas para pressionar Maduro a deixar o poder e também instiga o exército da Venezuela a apoiar Guaidó.

As pressões domésticas e internacionais aumentam pela renúncia de Maduro. No sábado, 2, um general de alto escalão da Força Aérea venezuelana disse renegar o presidente Nicolás Maduro e agora reconhecer o líder oposicionista Juan Guaidó como chefe de Estado em exercício, de acordo com um vídeo compartilhado no Twitter.

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