Brasil

Aviso em condomínio de Águas Claras dá dicas de como lidar com vizinho maconheiro 

Administração do prédio garante que medida foi estudada para não ser ofensiva ao moradores.
08/02/2019, 10h10

Um comunicado em um condomínio de Águas Claras, região administrativa do Distrito Federal, dá dicas para os demais moradores em como lidar com o “vizinho maconheiro”. A ação foi feita depois que a direção do prédio recebeu reclamações da recorrência de “cheiro forte” provocado pelo uso da droga em um dos apartamentos. As informações são do Portal Metrópoles.

O comunicado foi fixado nos elevadores e nos murais do prédio. De acordo com a síndica, a medida foi estudada para não ser feita de forma ofensiva para os moradores, além de baseada em uma ação semelhante adotada em um condomínio de São Paulo.

“Eu pedi para o advogado dar uma olhada, para ver se não era ofensivo para ninguém, ele deu o ok e nós distribuímos. Em dezembro recebi muitas reclamações, mas, para o síndico fazer alguma coisa, é preciso apontar a unidade, e eles [os moradores] não fazem isso porque têm receio”, explicou a administradora, Denise da Silva.

Dicas de como lidar com vizinho maconheiro em condomínio de Águas Claras

A primeira dica do texto é optar por uma boa conversa para resolução do problema. “O síndico deve procurar o morador em um momento propício e alertá-lo sobre as regras do local, lembrando-o sempre de que está sujeito a multa”. Em seguida, o texto deixa claro que se o problema não for sanado e se houver transtornos, como brigas, causados pelo uso da droga, a polícia deverá ser acionada.

A administração explica no comunicado que o assunto é delicado, mas que não deve ser ignorado. “O uso de drogas em condomínio é muito mais comum do que se imagina e pode causar grandes transtornos, assim como a prática de qualquer outro ato ilegal nas dependências da área comuns ou nas privadas”, diz trecho do texto.

Veja abaixo parte do comunicado: 

Neste casos, a atuação da Polícia Militar também é restrita, uma vez que, se não houver flagrante, a ação pode ser caraterizada como invasão de domicílio. “A PM só vai entrar se houver flagrante, se a gente vir a pessoa usando [drogas], porque pode caracterizar invasão. Sobre ver a questão do odor, às vezes a droga já foi consumida. O policial chega e não acha nada, o que pode reverter toda a situação contra o PM”, disse o porta-voz da Polícia Militar do DF, major Michello Bueno, ao portal.

Imagens: Gazeta do Povo 

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Goiás

Caminhão carregado com álcool tomba na BR-153, em Anápolis

O trânsito no trecho da BR-153 está fluindo com lentidão e a carga, inflamável, acabou esparramada pela pista.

Por Ton Paulo
08/02/2019, 10h22

Um caminhão carregado com álcool tombou na manhã desta sexta-feira (8/2), na altura do km 410 da BR-153, entre Anápolis e o trevo de acesso a Pirenópolis. A Polícia Rodoviária Federal (PRF)  pede aos motoristas que redobrem a atenção e reduzam a velocidade no trecho em questão, pois o trânsito está fluindo com lentidão e a carga, inflamável, acabou esparramada pela pista.

O acidente aconteceu no início desta manhã, e policiais rodoviários federais estão no local atendendo a ocorrência.

A principal preocupação dos agentes é que a carga de produto perigoso, além de ser inflamável, com risco de explosão, derramou nas proximidades do ribeirão Padre Sousa, que abastece a cidade de Pirenópolis.

A PRF está no local, porém, segundo a própria corporação, o contato é precário. Foram acionados o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Ibama, e o Corpo de Bombeiros para apoiar no atendimento.

Ainda não há informações sobre estado físico dos envolvidos. A reportagem do Dia Online está acompanhando, e deve trazer mais notícias sobre a acidente a qualquer momento.

Além do caso de caminhão com álcool que tombou na BR-153, em Anápolis, um acidente semelhante foi registrado em Niquelândia

No dia 18/1, um acidente de alto risco fez com que uma equipe do Corpo de Bombeiros do município de Niquelândia, a 320 quilômetros de Goiânia, fosse acionada para realizar o resgate a evitar o pior. Uma carreta carregada com 30 mil litros de óleo diesel na BR-414, provocando grande risco de explosão e incêndio. Felizmente, o motorista do veículo teve apenas algumas escoriações pelo corpo, e a área foi isolada pelos bombeiros.

De acordo com informações da corporação, uma guarnição da Companhia Independente Bombeiro Militar de Niquelândia foi acionada ontem para atender ocorrência de saída de pista na BR-414, km 268, próximo à ponte do rio Maranhão. Lá, uma carreta carregada com 30 mil litros de óleo diesel havia perdido o controle e saído da pista, tombando logo em seguida.

Ainda conforme os bombeiros, no local foi feito o resgate do condutor pela guarnição da UR-198, e transportado até o hospital municipal em situação estável, apresentando algumas escoriações pelo corpo.

A guarnição realizou o isolamento da área e contenção do combustível derramado, fazendo a segurança do local enquanto a empresa realizava o transbordo da carga remanescente.

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Esportes

Mortos em incêndio no CT do Flamengo ainda não foram identificados

Cauã Emanuel Gomes Nunes, de 14 anos; Jonathan Cruz Ventura e Francisco Diogo Bento Alves, ambos de 15 anos, estão internados.
08/02/2019, 10h44

O tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Douglas Henaut, afirmou nesta sexta-feira que as vítimas do incêndio no CT do Flamengo ainda não foram identificadas. Na madrugada desta sexta, 10 pessoas morreram no Centro de Treinamento George Helal, mais conhecido como Ninho do Urubu, em Vargem Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro.

“A gente tem o local, que é o alojamento, onde os jogadores da base do Flamengo dormiam. A identificação das vítimas é feita posteriormente pela Polícia Civil”, disse Douglas Henaut em entrevista à TV Globo.

Ele também disse ser cedo para falar sobre as causas da tragédia. “O que causou o incêndio só posteriormente pela perícia. Mas a identificação destes óbitos a perícia vai averiguar. Eram jovens, segundo informações do Flamengo”, declarou o tenente-coronel.

Adolescente feridos em incêndio no CT do Flamengo

Além dos dez mortos, que podem ser jogadores da base ou funcionários do clube, o incêndio deixou três feridos, que já foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.

Um dos três feridos se chama Cauã Emanuel Gomes Nunes. Ele tem 14 anos, é de Fortaleza e mora no Rio de Janeiro há três anos. Os outros dois garotos que estão internados são Jonathan Cruz Ventura e Francisco Diogo Bento Alves, ambos de 15 anos. Familiares e amigos de jogadores da base do clube foram para o CT e para o hospital desesperados, em busca de maiores informações. Alguns deles alegam que não conseguem contatos com os garotos.

O time sub-16 do Flamengo chegou a treinar na quinta-feira e foram liberados depois da atividade, de acordo com o clube. Entretanto, alguns atletas que não tinham condições de retornar imediatamente para casa, por morar em outros estados, ficaram no alojamento. O pai do atleta Samuel Barbosa, que escapou da tragédia, contou que conseguiu falar com o filho, que chorava muito, assustado. O menino disse que acordou com o barulho do incêndio e conseguiu chamar um companheiro de time de apelido Bolívia.

“Pelo horário, todos estavam dormindo e isso pode ter contribuído com a tragédia. Sabemos que são jovens da base”, declarou o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros.

Segundo informações iniciais, em razão das fortes chuvas que ocorreram no Rio de Janeiro, na quinta-feira, o CT estava sem luz elétrica e por causa disso, velas estavam acesas no local. O secretário estadual de Esportes, Felipe Bornier, chegou ao Ninho do Urubu por volta das 9h, e disse que o governador do Rio, Wilson Witzel, vai decretar três dias de luto no Estado do Rio de Janeiro.

Imagens: Band News 

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Brasil

O fogo que destruiu o sonho de meninos de jogar futebol no Flamengo, no Rio

Corpo do goleiro da categoria de base foi identificado. "Mensagem não chega no celular de nenhum", diz jogador da base que conhecia as vítimas.
08/02/2019, 10h53

Na biografia de jogadores de futebol famosos do Flamengo e outros clubes é comum a fase em que franzinos e magrelos se esforçam para se destacar por meio da categoria de base. É o que adolescentes que foram para o Rio de Janeiro buscavam até a madrugada de sexta-feira (8/2) quando o fogo matou seis deles – entre 14 e 17 anos – e quatro funcionários. Três jovens ficaram feridos – um gravemente.

Esses jovens são levados para o Rio por olheiros do Flamengo. Normalmente são observados por causa da qualidade técnica que se destacam em periferias de cidades de todo o Pais no Brasil.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a corporação recebeu chamado às 5h17. Quando chegaram, encontraram chama alta, desespero, mas três feridos que precisavam ser atendidos: Cauan Emanuel Gomes Nunes, 14 anos, de Fortaleza (CE), Francisco Diogo Bento Alves, 15 anos e Jonathan Cruz Ventura, 15 anos, em estado mais grave.

Por causa do temporal que deixou seis mortos no Rio, treinamentos foram cancelados. Como os jovens moravam fora do Rio, eles dormiam no Ninho do Urubu quando o incêndio atingiu um dos alojamentos.

Um pai, que veio do Piauí com o filho, deu entrevista. “Meu filho sobreviveu, mas está desesperado por causa dos amigos”, disse ele ao vivo para a Record TV, no Fala Brasil.

Meia da base do Flamengo posta mensagem sobre incêndio, no Rio

Um dos jogadores, o meia Felipe, publicou no Twitter que sobreviveu ao incêndio que teria ocorrido em seu quarto.

Nas imagens transmitidas pela TV, teto e ferros retorcidos. O cenário que não combina nenhum pouco com o sonho de jogar futebol. Os jovens treinariam no Maracanã durante a tarde, conforme um dos jogadores da base. Ele ainda disse que tentou ligar aos colegas. “Mensagem não chega no celular de nenhum”, disse ele a uma repórter.

Com as notícias, pais e amigos chegaram desesperados ao local e foram autorizados a entrar. Por volta das 9h, a bandeira do Flamengo e do Brasil foram arreada a meio mastro, em sinal de solidariedade às mortes. O Rio de Janeiro decretou três dias de luto.

No local, têm seis quartos, com seis camas, para acolher 30 jovens. Durante a manhã, adolescentes sobreviventes saíam abraçados com colegas que moravam próximo ao CT.

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Goiás

Reforma administrativa na Câmara Municipal de Goiânia vai criar mais de 120 cargos comissionados

Já lida em Plenário, uma reforma administrativa proposta deve começar a tramitar na Câmara Municipal de Goiânia a partir da semana que entra.

Por Ton Paulo
08/02/2019, 12h14

O presidente da Câmara Municipal de Goiânia, vereador Romário Policarpo, foi eleito com discurso de ‘reforma na Casa’, e parece já estar seguindo por esse caminho. Já lida em Plenário, uma reforma administrativa proposta deve começar a tramitar na Câmara a partir da semana que entra. Um dos pontos que mais chama a atenção na reforma, é a criação de nada menos que 121 cargos comissionados, entre assessorias, diretorias e coordenadorias.

Conforme adiantado por um jornal local, somente no quadro de assessoramento superior, a matéria prevê 56 novas assessorias, das quais 28 são para comissões permanentes e diretorias e 8 coordenadorias. Além disso, devem ser criadas 35 assessorias para cada um dos vereadores, caso a matéria venha a ser aprovada.

Nas especificações consta que o cargo de assessor deve ser ocupado, preferencialmente, por alguém formado em direito, inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O que, na realidade, torna possível o acesso de qualquer pessoa à função.

De acordo com o presidente da Casa, a medida, inclusive, foi uma recomendação da OAB. “A recomendação da OAB, aliás, era pra criar 70 cargos de assessor jurídico”, ressalta.

O projeto cria também 9 chefias de Divisão e 13 chefias de Núcleo a serem ocupadas por servidores municipais e ainda abastece a Mesa Diretora com mais 61 novos cargos comissionados.

Reforma administrativa na Câmara Municipal de Goiânia terá impacto milionário com criação de cargos comissionados

Ainda segundo informações adiantadas pelo jornal local, levando em conta o pagamento de 13 salários por ano dos novos cargos, o impacto calculado será de R$ 5,45 milhões, na ordem de 3,46%. De acordo com Policarpo em entrevista, não haverá aumento para a Prefeitura. Segundo ele, o dinheiro já ira para a Câmara (que recebe o duodécimo). Ele conta ainda que, como serão feitos cortes em combustível e impressão por parte da Câmara, o valor deve cair um pouco.

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