Trânsito

De 28, 17 veículos de transporte escolar de Anápolis são reprovados por irregularidades

A ação policial que flagrou as irregularidades nos veículos de transporte escolar ocorreu na noite da última sexta-feira (7/2), em pontos estratégicos de bloqueio.

Por Ton Paulo
09/02/2019, 09h48

Uma ação realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município de Anápolis, região metropolitana de Goiânia, reprovou mais de 50% dos veículos de transporte escolar que foram abordados pelos policiais. A ação policial ocorreu na noite da última sexta-feira (7/2), em pontos estratégicos de bloqueio no município, e constatou irregularidades em 17 dos 28 veículos parados.

Segundo informações da PRF, a ação ocorreu em três pontos de bloqueios montados nas BRs 060, 153 e 414 para checar as condições dos veículos de transporte escolar de cerca de 20 cidades que transportam alunos que estudam em Anápolis.

Nas primeiras duas horas da Operação Viagem Segura, dos 28 veículos abordados, vans e ônibus, 17 foram reprovados e foram anotadas mais de 80 infrações. De acordo com o Inspetor Newton Morais, da PRF, esses 17 veículos reprovados estavam sem absolutamente nenhuma condição de circular. “Alguns estavam até com o farol quebrado. Agora imagine um veículo assim circulando à noite”, revelou.

Além disso, foram detectadas irregularidades como pneus lisos, para-brisa trincado, extintor vencido, sistema de iluminação inoperante e falta do cinto de segurança, infrações que variam de leves até gravíssimas.

Irregularidades como falta de inspeção veicular semestral e motoristas sem o curso específico para o transporte de escolares foram as infrações mais anotadas.

Os veículos que foram parados nos pontos de bloqueios, transportaram os alunos até seus destinos, colégios ou faculdades. Em seguida, foram conduzidos até à Unidade Operacional da PRF local onde foram inspecionados.

Irregularidades constatadas nos veículos de transporte escolar em Anápolis podem causar acidentes

Conforme o Inspetor Newton, o objetivo da operação da PRF, que deve passar por vários municípios de Goiás, é fiscalizar para combater irregularidades causadores de acidentes. A falta do cinto de segurança é uma das maiores vilãs.

Passageiros do ônibus clandestino que caiu no viaduto da BR-153 na madrugada do dia 27/1, próximo ao Ginásio Goiânia Arena, dizem que o veículo não possuía cinto de segurança. Em entrevistas a jornais locais, eles relataram ainda que a passagem custou cerca de R$ 250, metade do preço de empresas de viagens que atuam de forma legalizada. Das 49 pessoas que estavam no ônibus, ao menos 41 ficaram feridas e duas morreram no local.

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Goiás

Menos de 1 ano após prisão, líder do Comando Vermelho em Goiás entra com pedido de Habeas Corpus

O "Andrezinho", líder do Comando Vermelho em Goiás, cumpre vários mandados de prisão no Núcleo de Custódia, em Aparecida de Goiânia.

Por Ton Paulo
09/02/2019, 10h49

Um dos criminosos mais procurados pela polícia, antes de ser preso no início de 2018, acaba de entrar com pedido de Habeas Corpus junto à Justiça. André Luiz de Oliveira Lima, de 37 anos, vulgo Andrezinho, é o líder em Goiás da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e cumpre vários mandados de prisão no Núcleo de Custódia, em Aparecida de Goiânia

De acordo com o advogado de Andrezinho a um jornal local, Emerson Vita, os pedidos foram feitos na semana passada e ele agora aguarda a decisão da justiça. “São pedidos sobre a pena dele, sobre o tempo de cumprimento”, disse Vita, que evitou entrar em detalhes sobre, inclusive, o conteúdo e as justificativas feitas nos autos processuais. O defensor ainda disse que a decisão pode acontecer a qualquer momento.

As solicitações estão na 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), e a decisão deverá ficar a cargo da desembargadora Carmecy Rosa Maria Alves de Oliveira. Dois habeas corpus foram protocolados na Justiça. Um deles, no dia 4 de fevereiro, teve pedido de juntada de processo para que a magistrada tenha mais informações sobre o que foi pedido inicialmente. No dia 7 de fevereiro a defesa protocolou outro pedido, que já tem os autos conclusos, mas ainda segue sem decisão.

Entretanto, o advogado de Andrezinho esclarece que mesmo com as decisões, o cliente ainda não pode ser solto. “Ele está preso em cumprimento a mais de dois mandados de prisão. Ainda que estas duas situações atuais sejam atendidas, ele seguirá preso para cumprir as determinações judiciais”, disse.

A prisão de Andrezinho, líder do Comando Vermelho em Goiás

Andrezinho foi preso na manhã do dia 28 de fevereiro do ano passado, em Balneário Camboriú, Litoral Norte de Santa Catarina. Conforme informações da Polícia Civil na época, Andrezinho estava foragido do sistema penitenciário goiano desde 2015. O líder do CV em Goiás possui 10 condenações na Justiça, sendo quatro por tráfico de drogas, quatro por porte ilegal de arma de fogo, uma por himcídio e outra por uso de documento falso.

O Comando Vermelho

Comando Vermelho (CV) é outra das maiores organizações criminosas do Brasil. Foi criada em 1979 na prisão Cândido Mendes, na Ilha Grande, Angra dos Reis, Rio de Janeiro.

Em novembro do ano passado, um dado preocupante relacionado à segurança pública goiana foi entregue pelo Ministério da Segurança Pública ao governador eleito Ronaldo Caiado (DEM). De acordo com o relatório entregue ao democrata, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) contam com ao menos 1.500 membros em Goiás, respectivamente.

Via: Mais Goiás 

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Trânsito

Atingido por caminhão, motorista perde controle do carro e cai em córrego, em Damolândia

Felizmente, as ocupantes do carro não tiveram ferimentos graves.

Por Ton Paulo
09/02/2019, 12h19

Um acidente envolvendo um caminhão e um carro de passeio foi registrado no começo da manhã deste sábado (9/2) na GO-080, próximo ao trevo do município de Damolândia, a 60 quilômetros de Goiânia. O caminhão teria colidido na traseira do carro, fazendo com que a motorista perdesse o controle do veículo e caísse dentro de um córrego ali próximo. Felizmente, as ocupantes não tiveram ferimentos graves.

Conforme relatado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, que atendeu a ocorrência, o acidente aconteceu por volta das 7h09 de hoje. Em informações levantadas pela reportagem do Dia Online, o carro, um Toyota Corolla, era ocupado por quatro mulheres do município de Jaraguá.

Segundo os bombeiros, o caminhão colidiu na traseira do carro de passeio fazendo com que a motorista perdesse o controle e caísse com o carro dentro do córrego.

No momento da chegada no local para fazer o socorro, as guarnições se depararam com quatro vítimas, com uma delas presa às ferragens do veículo, que ficou destruído.

Utilizando técnicas de salvamento veicular, a vítima foi retirada das ferragens pelos bombeiros e transportada pela USB do Samu de Petrolina para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), juntamente com outra vítima que teve escoriações. As outras duas vítimas foram transportadas para o Hospital de Nerópolis pela UR-228.

Ao contrário da batida na GO-080 em Damolândia, acidente envolvendo caminhão em Porangatu deixou cinco mortos

Em dezembro do ano passado, um grave acidente envolvendo dois carros e três caminhões deixou cinco mortos e seis feridos na BR-153, em Porangatu, interior de Goiás. O acidente ocorreu por volta das 12h de sábado (22/12). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, quatro pessoas morreram carbonizadas e uma presa às ferragens; os feridos, sendo dois deles bebês que sofreram parada cardiorrespiratória, foram encaminhados ao Hospital Municipal de Porangatu.

As vítimas que morreram carbonizadas estavam todas no mesmo veículo. Entre os feridos estão os ocupantes do segunda carro de passeio envolvido e dois motoristas dos caminhões. O terceiro condutor do veículo de carga sofreu ferimentos leves.

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Goiás

Procon Goiás recebeu 80 reclamações por cobrança indevida da Enel nos primeiros 21 dias do ano

O órgão recebeu 184 reclamações contra a Enel Distribuição. Desse total, 80 eram por cobranças indevidas por parte da empresa de energia elétrica.

Por Ton Paulo
09/02/2019, 13h10

Parece que o ano começou sem muita energia para os goianos, literalmente. Isso porque, segundo dados divulgados pelo Procon Goiás essa semana, somente nos primeiros 21 dias de 2019, o órgão recebeu 184 reclamações contra a Enel Distribuição, empresa responsável pelo fornecimento e distribuição de energia elétrica no estado de Goiás. Desse número, um total de 80 pesam contra a empresa por cobranças indevidas ao consumidor.

Conforme o órgão, além disso, a interrupção no serviço, que ocorreu em decorrência a forte chuva do dia 12 de janeiro, resultou em reclamações de moradores e comerciantes de várias regiões de Goiânia.

Entre os dias 16 a 18, fiscais do Procon Goiás estiveram em diversos estabelecimentos comerciais e residências da capital.  Foi constatada a má prestação do serviço nos setores Cidade Jardim, Estrela Dalva e Parque Eldorado Oeste. Sendo que, neste último os usuários narraram que ficaram sem energia por aproximadamente quatro dias.

Os fiscais também verificaram que muitos consumidores tiveram danos em aparelhos de TV, geladeira, motores elétricos de portão, entre outros equipamentos, devido às quedas de energia e má prestação do serviço de fornecimento.

Os serviços de atendimento ao consumidor (SAC-0800-620196) também foram monitorados. O Decreto Federal 6523 / 2008, que determina as normas gerais para o SAC e fixa tempo para o atendimento , está sendo descumprido.

O Procon Goiás informou que a Enel foi autuada e tem o prazo de 10 dias para apresentar defesa escrita.

Orientações do Procon Goiás

O Procon Goiás alerta aos usuários que tiveram algum tipo de prejuízo  com a interrupção dos serviços de energia elétrica que entrem em contato com a concessionária Enel, solicitem o ressarcimento e anotem o número do protocolo de atendimento.

O órgão informa que, a partir do contato, a empresa terá 10 dias corridos para inspecionar o equipamento danificado. Em caso de aparelhos que acondicionam produtos alimentícios perecíveis ou medicamentos, o prazo é de um dia útil.

“A resolução estabelece que a distribuidora de energia elétrica deve informar ao consumidor, pelo meio de comunicação escolhido, o  resultado da solicitação, através de documento padronizado, no prazo de  15 dias, contados a partir da data da vistoria ou, na falta desta, a partir da solicitação de ressarcimento”, informa o site oficial.

No caso de deferimento, a distribuidora deve ressarcir, em até 20 dias, por meio do pagamento em moeda corrente, realizar o  conserto ou a substituição do equipamento danificado. O consumidor deve registrar os fatos relativos aos danos com provas, tais como: fotografias, parecer por escrito de um técnico particular em relação aos problemas nos equipamentos, notícias veiculadas na imprensa, entre outras.

Ainda conforme o órgão, os consumidores que se sentirem prejudicados podem entrar em contato com o  Procon Goiás através do site, telefone (151 /  (62) 3201-7124) ou a unidade presencial, localizada na Rua 8, nº 242, Setor Central, em Goiânia.

Enel diz que número de ocorrências como essas equivalem a “menos de 1%”

Por meio de nota, a Enel Distribuição Goiás minimizou as ocorrências de cobranças indevidas e disse que esses casos correspondem “a menos de 1% dos atendimentos”.

Sobre os atendimentos via telefone que, segundo o Procon Goiás, extrapolam o tempo determinado por Lei, a Enel disse que “os clientes podem solicitar os serviços pela agência virtual no site da distribuidora”.

Veja abaixo a nota na íntegra:

“A Enel Distribuição Goiás esclarece que presta atendimento a todas as solicitações realizadas no Procon e reforça que equipes especializadas realizam esclarecimentos ao órgão. A empresa informa que o número destes atendimentos é equivalente a menos de 1% (0,0061%) dos clientes da distribuidora.

Sobre o decreto mencionado, a Enel informa que cumpre os prazos de atendimento e que todos os atendentes do Call Center da empresa são treinados e capacitados para atender qualquer tipo de solicitação. A distribuidora esclarece que o informe do protocolo de atendimento é fornecido no início da opção selecionada pelo cliente e o mesmo pode ser utilizado para acompanhar o andamento de sua solicitação em todos os canais de atendimentos. A empresa acrescenta ainda que, além do Call Center, os clientes podem solicitar os serviços pela agência virtual no site da distribuidora (www.enel.com.br), pelo aplicativo Enel Goiás (iOS: https://apple.co/2pb8F66 ou Android: https://bit.ly/2HioUtv) ou pelos perfis nas redes sociais Facebook (www.facebook.com/EnelClientesBR) e Twitter (@EnelClientesBR).”

Via: Procon Goiás 

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Goiás

Desaparecimento de bancário aposentado em Pirenópolis completa três dias

Informações sobre o paradeiro de Evaldo Borges Leal: (61) 9 9536-1881 ou (62) 9 9355-0840.
09/02/2019, 14h23

O bancário aposentado, Evaldo Borges Leal, de 57 anos, está desaparecido desde a última quarta-feira (6/2) depois de viajar com a família para Pirenópolis, região turística de Goiás, onde tirariam uns dias de descanso. De acordo com os familiares, ele saiu da casa de veraneio da família por volta das 8h30 para fazer uma caminhada e desde então não foi mais visto.

Ao Dia Online, a irmã de Evaldo, Francineide Leal, disse que família chegou a receber algumas ligações por meio da rádio de Pirenópolis, mas as informações não procederam. Ele saiu da residência usando uma camisa gola polo verde, bermuda jeans e chinelo. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Evaldo pode entrar em contato pelos números (61) 9 9536-1881; (61) 9 8219-6354; ou (62) 9 9355-0840.

Bancário aposentado desaparece em Pirenópolis

Evaldo chegou a Pirenópolis por volta das 7h30 de quarta-feira 96/2), acompanhado pela mãe e por uma tia. Depois de mais ou menos uma hora, o bancário aposentado disse que sairia para caminhar e  “espairecer a cabeça”, mas não retornou mais para o local. Desde então, a família, com o auxílio do Corpo de Bombeiros de Goiás (CBMGO), procura por ele. “Ficamos desesperados. Minha mãe chamou toda a família e aparecemos assim que foi possível”, contou Francisco Leal, também irmão de Evaldo, ao Correio Braziliense.

Segundo Francisco, o bancário, que toma remédio para depressão, viajou para a cidade turística com o objetivo de descansar, curtir a natureza e “esquecer das preocupações da cidade”. O homem já foi procurado na mata próxima a casa de veraneio, cachoeiras e outros pontos da cidade. “Sabemos, apenas, que ele não passou pela BR, o que já reduz o nosso campo de ação”, explicou o imrão.

Evaldo mora no Distrito Federal com a mulher, Ana Paula Alves, de 36 anos, com que é casado há 16 anos, e com os filhos João Pedro Leal, de 13; Lucas Gabriel Leal, de 11; e Luis Rafael Leal, de 4 anos. O filho mais velho de Evaldo, Guilherme Frazão Martins Borges, também está em Pirenópolis e ajuda nas buscas.

Imagens: Facebook 

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