Goiás

Procon Goiás recebeu 80 reclamações por cobrança indevida da Enel nos primeiros 21 dias do ano

O órgão recebeu 184 reclamações contra a Enel Distribuição. Desse total, 80 eram por cobranças indevidas por parte da empresa de energia elétrica.

Por Ton Paulo
09/02/2019, 13h10

Parece que o ano começou sem muita energia para os goianos, literalmente. Isso porque, segundo dados divulgados pelo Procon Goiás essa semana, somente nos primeiros 21 dias de 2019, o órgão recebeu 184 reclamações contra a Enel Distribuição, empresa responsável pelo fornecimento e distribuição de energia elétrica no estado de Goiás. Desse número, um total de 80 pesam contra a empresa por cobranças indevidas ao consumidor.

Conforme o órgão, além disso, a interrupção no serviço, que ocorreu em decorrência a forte chuva do dia 12 de janeiro, resultou em reclamações de moradores e comerciantes de várias regiões de Goiânia.

Entre os dias 16 a 18, fiscais do Procon Goiás estiveram em diversos estabelecimentos comerciais e residências da capital.  Foi constatada a má prestação do serviço nos setores Cidade Jardim, Estrela Dalva e Parque Eldorado Oeste. Sendo que, neste último os usuários narraram que ficaram sem energia por aproximadamente quatro dias.

Os fiscais também verificaram que muitos consumidores tiveram danos em aparelhos de TV, geladeira, motores elétricos de portão, entre outros equipamentos, devido às quedas de energia e má prestação do serviço de fornecimento.

Os serviços de atendimento ao consumidor (SAC-0800-620196) também foram monitorados. O Decreto Federal 6523 / 2008, que determina as normas gerais para o SAC e fixa tempo para o atendimento , está sendo descumprido.

O Procon Goiás informou que a Enel foi autuada e tem o prazo de 10 dias para apresentar defesa escrita.

Orientações do Procon Goiás

O Procon Goiás alerta aos usuários que tiveram algum tipo de prejuízo  com a interrupção dos serviços de energia elétrica que entrem em contato com a concessionária Enel, solicitem o ressarcimento e anotem o número do protocolo de atendimento.

O órgão informa que, a partir do contato, a empresa terá 10 dias corridos para inspecionar o equipamento danificado. Em caso de aparelhos que acondicionam produtos alimentícios perecíveis ou medicamentos, o prazo é de um dia útil.

“A resolução estabelece que a distribuidora de energia elétrica deve informar ao consumidor, pelo meio de comunicação escolhido, o  resultado da solicitação, através de documento padronizado, no prazo de  15 dias, contados a partir da data da vistoria ou, na falta desta, a partir da solicitação de ressarcimento”, informa o site oficial.

No caso de deferimento, a distribuidora deve ressarcir, em até 20 dias, por meio do pagamento em moeda corrente, realizar o  conserto ou a substituição do equipamento danificado. O consumidor deve registrar os fatos relativos aos danos com provas, tais como: fotografias, parecer por escrito de um técnico particular em relação aos problemas nos equipamentos, notícias veiculadas na imprensa, entre outras.

Ainda conforme o órgão, os consumidores que se sentirem prejudicados podem entrar em contato com o  Procon Goiás através do site, telefone (151 /  (62) 3201-7124) ou a unidade presencial, localizada na Rua 8, nº 242, Setor Central, em Goiânia.

Enel diz que número de ocorrências como essas equivalem a “menos de 1%”

Por meio de nota, a Enel Distribuição Goiás minimizou as ocorrências de cobranças indevidas e disse que esses casos correspondem “a menos de 1% dos atendimentos”.

Sobre os atendimentos via telefone que, segundo o Procon Goiás, extrapolam o tempo determinado por Lei, a Enel disse que “os clientes podem solicitar os serviços pela agência virtual no site da distribuidora”.

Veja abaixo a nota na íntegra:

“A Enel Distribuição Goiás esclarece que presta atendimento a todas as solicitações realizadas no Procon e reforça que equipes especializadas realizam esclarecimentos ao órgão. A empresa informa que o número destes atendimentos é equivalente a menos de 1% (0,0061%) dos clientes da distribuidora.

Sobre o decreto mencionado, a Enel informa que cumpre os prazos de atendimento e que todos os atendentes do Call Center da empresa são treinados e capacitados para atender qualquer tipo de solicitação. A distribuidora esclarece que o informe do protocolo de atendimento é fornecido no início da opção selecionada pelo cliente e o mesmo pode ser utilizado para acompanhar o andamento de sua solicitação em todos os canais de atendimentos. A empresa acrescenta ainda que, além do Call Center, os clientes podem solicitar os serviços pela agência virtual no site da distribuidora (www.enel.com.br), pelo aplicativo Enel Goiás (iOS: https://apple.co/2pb8F66 ou Android: https://bit.ly/2HioUtv) ou pelos perfis nas redes sociais Facebook (www.facebook.com/EnelClientesBR) e Twitter (@EnelClientesBR).”

Via: Procon Goiás 

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Goiás

Desaparecimento de bancário aposentado em Pirenópolis completa três dias

Informações sobre o paradeiro de Evaldo Borges Leal: (61) 9 9536-1881 ou (62) 9 9355-0840.
09/02/2019, 14h23

O bancário aposentado, Evaldo Borges Leal, de 57 anos, está desaparecido desde a última quarta-feira (6/2) depois de viajar com a família para Pirenópolis, região turística de Goiás, onde tirariam uns dias de descanso. De acordo com os familiares, ele saiu da casa de veraneio da família por volta das 8h30 para fazer uma caminhada e desde então não foi mais visto.

Ao Dia Online, a irmã de Evaldo, Francineide Leal, disse que família chegou a receber algumas ligações por meio da rádio de Pirenópolis, mas as informações não procederam. Ele saiu da residência usando uma camisa gola polo verde, bermuda jeans e chinelo. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Evaldo pode entrar em contato pelos números (61) 9 9536-1881; (61) 9 8219-6354; ou (62) 9 9355-0840.

Bancário aposentado desaparece em Pirenópolis

Evaldo chegou a Pirenópolis por volta das 7h30 de quarta-feira 96/2), acompanhado pela mãe e por uma tia. Depois de mais ou menos uma hora, o bancário aposentado disse que sairia para caminhar e  “espairecer a cabeça”, mas não retornou mais para o local. Desde então, a família, com o auxílio do Corpo de Bombeiros de Goiás (CBMGO), procura por ele. “Ficamos desesperados. Minha mãe chamou toda a família e aparecemos assim que foi possível”, contou Francisco Leal, também irmão de Evaldo, ao Correio Braziliense.

Segundo Francisco, o bancário, que toma remédio para depressão, viajou para a cidade turística com o objetivo de descansar, curtir a natureza e “esquecer das preocupações da cidade”. O homem já foi procurado na mata próxima a casa de veraneio, cachoeiras e outros pontos da cidade. “Sabemos, apenas, que ele não passou pela BR, o que já reduz o nosso campo de ação”, explicou o imrão.

Evaldo mora no Distrito Federal com a mulher, Ana Paula Alves, de 36 anos, com que é casado há 16 anos, e com os filhos João Pedro Leal, de 13; Lucas Gabriel Leal, de 11; e Luis Rafael Leal, de 4 anos. O filho mais velho de Evaldo, Guilherme Frazão Martins Borges, também está em Pirenópolis e ajuda nas buscas.

Imagens: Facebook 

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Esportes

Dois dos sobreviventes do Flamengo apresentam quadro estável e um permanece grave

Dez jogadores das categorias de base do Clube, entre 14 e 17 anos, morreram no incêndio.
09/02/2019, 14h46

O Flamengo soltou uma nota oficial na tarde deste sábado informando que os atletas Cauan Emanuel e Francisco Dyogo, sobreviventes da tragédia de sexta-feira, seguem em situação estável no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca. Segundo o clube, os meninos passaram a noite sem complicações e se alimentam normalmente por via oral.

Os dois atletas permanecem na Unidade de Tratamento Intensivo, recebendo antibióticos venosos e suporte por máscara de oxigênio. O chefe do Departamento Médico do Flamengo, Márcio Tannure, e o clínico cardiologista do Hospital Vitória, responsável pela internação dos atletas, Fernando Bassan, acompanham a evolução do quadro, segundo o clube.

Já o quadro do atleta Jhonata Ventura inspira maiores cuidados. Ele segue internado no hospital municipal Pedro II em estado grave. O clube informou que o jovem passou as últimas 24 horas sem intercorrências e alterações laboratoriais significativas.

“Jhonata está estável hemodinamicamente e sedado, com melhora dos parâmetros respiratórios, e permanece no CTI. Os médicos do Flamengo, Luiz Baldi e Gustavo Dutra, acompanham a situação de Jhonata, que está sob os cuidados da equipe especializada do Centro de Tratamentos de Queimados”, informou.

Cauan, Francisco Dyogo e Jhonata são os três sobreviventes da tragédia no CT do Flamengo. Nas primeiras horas da última sexta-feira, um incêndio tomou conta do alojamento das categorias de base do Flamengo no Ninho do Urubu e matou dez jogadores entre 14 e 17 anos.

Imagens: Paraiba online 

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Brasil

Trabalhos de buscas por vítimas em Brumadinho entram 16º dia

Até o momento, 157 mortes foram confirmadas e 182 pessoas seguem desaparecidas.
09/02/2019, 14h55

Os trabalhos de buscas por vítimas do rompimento da barragem 1 da mina Córrego do Feijão em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), entraram no 16º dia nesta sábado, 9. Até o momento, 157 mortes foram confirmadas e 182 pessoas seguem desaparecidas, segundo a Defesa Civil de Minas Gerais.

Os focos de buscas por vítimas estão na usina de Instalação de Tratamento de Minério (ITM) na parte administrativa – refeitório, casa e estacionamento -, na área da ferrovia e em locais de acúmulo de rejeitos.

A operação deste sábado conta com 37 equipes em campo, com 390 pessoas empenhadas nos trabalhos, 39 máquinas pesadas, 12 aeronaves e 17 cães.

A barragem da mineradora Vale se rompeu no dia 25 de janeiro. Os rejeitos atingiram a área administrativa da empresa, uma pousada e comunidades que moravam perto da mina.

As causas da tragédia ainda não foram esclarecidas. A principal linha de investigação sobre as causas do colapso é o acúmulo anormal de água e a falha no sistema de drenagem da barragem.

Imagens: Exame.com 

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Goiás

Mais de 25 mil domicílios goianos não têm água encanada, aponta mapa da pobreza

Quase 10 mil não têm atendimento sanitário e em mais de 14 mil residências há pelo menos um morador analfabeto.
09/02/2019, 16h15

De acordo com mapa da pobreza, mais de 25 mil domicílios goianos não possuem água encanada; mais de 9 mil não tem atendimento adequado de esgoto sanitário e em mais de 14 mil residências há pelo menos um morador analfabeto. O levantamento foi encomendado pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), ao Instituto Mauro Borges.

O estudo foi feito a partir de dados do cadastro único do governo federal para beneficiários de programas sociais como o Bolsa-Família. O resultado da pesquisa, divulgado pelo site BR18, será usado para uma série de iniciativas do governo estadual, voltadas para as políticas sociais, para enfrentar os problemas apontados.

Mapa da pobreza de Goiás

A radiografia do mapa da pobreza de Goiás foi realizada pelo Instituto Mauro Borges, entidade estadual de pesquisas que atua de forma semelhante ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Foram analisados os 775.448 domicílios goianos cadastrados em programas sociais de Goiás.

Com o levantamento, foi possível identificar que, até o momento, desse total, 25.854 domicílios não têm água encanada, 9.557 não têm atendimento adequado de esgoto sanitário e em 114.193 domicílios têm ao menos um morador analfabeto.

As pesquisas mostram a localização geográfica de cada município, o que possibilita o desenvolvimento de ações específicas e localizadas. Ainda segundo o site, mesmo com a crise financeira no Estado, as ações não serão prejudicadas, uma vez que serão usados recursos  já existentes no Orçamento ou em programas sociais estaduais e federais, mas de forma mais eficiente.

Calamidade financeira em Goiás

Os governantes de sete estados, no início de seus mandatos, decretaram “calamidade financeira”, entre eles Goiás. Ronaldo Caiado (DEM), governador do estado, decretou situação de emergência por pelo menos seis meses. A medida foi encaminhada à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), onde precisa passar pela aprovação dos deputados.

Durante o estado de calamidade financeira, o governo goiano vai poder renegociar contratos com fornecedores e suspender serviços não essenciais. Segundo o decreto, o prazo de seis meses pode ser prorrogado em caso de necessidade. Assim que, e se, o decreto for aprovado, a Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento de Goiás passa a ter mais liberdade para remanejar recursos e adotar as medidas que considerar necessárias para reequilibrar as contas estaduais.

Via: BR18 
Imagens: A Crítica 

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