Goiás

PM é preso suspeito de participar de homicídio de jovem encontrado dentro de cisterna, em Rio Verde

Confusão por causa de uma bicicleta causou a morte de Glendon.
11/02/2019, 19h35

Um policial militar foi preso na tarde desta segunda-feira (11/2) em Rio Verde suspeito de participar do assassinato de Glendon da Silva Alves, no último dia 5 de fevereiro de 2019 e jogar o corpo do rapaz em uma cisterna no município.

O caso que é investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Rio Verde, e chegou até o policial e outro suspeito que participaram do crime. Na tarde desta segunda-feira, a Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) cumpriu o mandado de prisão preventiva contra o cabo da Polícia Militar (PM) Paulo Mota.

Conforme as informações da polícia, o cabo e o outro indivíduo estão diretamente ligados a morte de Glendon. O Portal Dia Online entrou em contato com o GIH de Rio Verde, que confirmou o cumprimento do mandado de prisão contra o PM, e que está em diligências nesse momento para efetuar a prisão do outro suspeito.

Policial Militar se envolveu em uma confusão com Glendon por causa de uma bicicleta

A confusão que terminou com a morte do rapaz começou por conta de uma bicicleta. Segundo as informações da polícia, um amigo do PM apanhou por conta dessa bicicleta, o policial estava bêbado e foi tirar satisfações com Glendon.

Durante a confusão o cabo da PM matou o rapaz e o jogou dentro da cisterna. Glendon foi encontrado dentro do local com marcas de tiros e desde então o GIH investiga o caso e segundo a polícia o jovem tinha passagem por porte ilegal de arma de fogo.

O Portal Dia Online entrou em contato com o Tenente Coronel Pascoal responsável pela Comunicação da PM, e informou à reportagem que o policial militar foi levado para corregedoria e vai ficar preso no Presídio Militar. Conforme o Tenente Coronel um processo administrativo foi instaurado para investigar o caso.

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Goiás

Jovem é morto a tiros dentro de casa e duas crianças baleadas, em Catalão

Carro usado pelos suspeitos no dia do crime foi abandonado no setor em que Alan morava.
11/02/2019, 20h40

Um jovem foi morto a tiros na noite do último sábado (9/2) enquanto brincava com duas crianças de 2 e 8 anos que foram baleadas durante o homicídio, em  Catalão. Conforme uma testemunha relatou a um Jornal local, a vítima foi identificada como Alan de Oliveira Silva, de 23 anos, e brincava com os meninos dentro da sua casa.

No relato da testemunha, Alan estava deitado dentro área e brincava com os meninos, que estavam em cima dele. Conforme as informações repassadas pela testemunha, momentos depois ela voltou e viu quando um carro parou e uma pessoa chamou Alan e atirou contra o rapaz.

O caso foi registrado pela Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) na noite do último sábado, no Residencial Parati, em Catalão. A PM afirmou que um carro com três homens encapuzados parou na frente da casa de Alan, e que um dos ocupantes desceu atirando e aproveitou que os portões estavam abertos para entrar na casa de Alan.

Os tiros atingiram o tornozelo das crianças

De acordo com a publicação, Alan não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A polícia afirmou que os dois meninos baleados foram baleados no tornozelo e levados para a Santa Casa de Misericórdia de Catalão pelos vizinhos, onde passaram por cirurgia.

O mais novo inclusive recebeu alta no último domingo (10/2) e filho do namorado da irmã de Alan. Enquanto o mais velho continua internado e é filho de um vizinho da vítima.

A polícia afirmou que Alan era monitorado por uma tornozeleira eletrônica, e que ele tinha passagens por tentativa de homicídio, furto e roubo. Segundo as informações da PM, o carro usado no dia do crime pelos suspeitos foi abandonado no bairro onde o crime ocorreu e apreendido.

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) investiga o caso e até o momento não há informações sobre motivação e autoria do crime.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Goiás

Com porta amarrada por corda, ônibus com 18 pacientes do interior é apreendido na BR-153

Veículo também estava com licenciamento vencido e tacógrafo irregular.
12/02/2019, 07h35

Um ônibus de transporte de pacientes foi apreendido na noite desta segunda-feira (11/2), na BR-153, em Hidrolândia. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Goiás, o veículo, que transportava 18 pacientes do interior, apresentava diversas irregularidades, além do licenciamento vencido e a porta amarrada por uma corda.

O ônibus, que pertence a prefeitura de Caldas Novas, foi abordado durante uma fiscalização de rotina que ocorria na altura do quilômetro 525 da rodovia. Durante a abordagem, os policiais perceberam que o veículo apresentava problemas.

Foram constatadas irregularidades como uma seta quebrada, a porta amarrada por uma corda, pneu de estepe liso e murcho, tacógrafo irregular, banheiro sem água, além da falta de equipamentos obrigatórios como macaco, chave de roda e triângulo. O licenciamento também estava vencido.

O ônibus foi apreendido e autuado em cinco infrações de trânsito. Os 18 pacientes da Casa de Apoio em Goiânia que eram transportados no momento da apreensão seguiram viagem em outro veículo, providenciado pela administração do município.

O Dia Online tenta contato com a Prefeitura de Caldas Novas.

Ônibus clandestino se envolve em acidente na BR-153

No dia 27 de janeiro deste ano, um ônibus clandestino, que seguia do Maranhão para São Paulo, também com irregularidades, caiu de um viaduto na BR-153, em frente ao Ginásio Goiânia Arena. Segundo dados da PRF, no veículo estavam 49 pessoas, sendo 43 passageiros adultos, três crianças, dois motoristas e o guia do coletivo.

Desse total, ao menos 41 pessoas ficaram feridas, entre elas um bebê de seis meses, e duas morreram no local. As vítimas fatais foram identificadas como Carleiton Mendes da Conceição, de 18 anos, e Ana Lúcia dos Santos Silva, de 37 anos.

Dois dias depois do acidente, a empresa responsável pelo veículo disponibilizou um outro ônibus para levar os passageiros até São Paulo. Mas depois de verificado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi concluído que o veículo não tinha condições de seguir viagem. Além de também ser clandestino, ele estava com a documentação vencida e para-brisas trincado.

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Brasil

Com fila de admiradores, Boechat é velado no Museu da Imagem e do Som, em SP

Velório foi aberto ao público por volta da meia-noite.
12/02/2019, 08h01

Mesmo com o avançar das horas, uma fila de fãs e admiradores foi tomando forma do lado de fora do Museu da Imagem e do Som (MIS), no Jardim Europa, na zona sul de São Paulo, para prestar a última homenagem a Ricardo Boechat. O corpo do jornalista, morto aos 66 anos, vítima de um acidente de helicóptero, só chegaria às 23h20 desta segunda-feira, 11, em um caixão fechado.

Às 6h10 da manhã desta terça-feira, 12, Veruska, mulher de Ricardo Boechat, chegou ao velório: “Meu marido que dizia que era ateu, era o que mais seguia o mandamento mais importante: o de amar ao próximo. Era um coração, uma pessoa sem luxo. Tudo o que conquistou era pensando em mim e nos filhos.”

Por volta da meia-noite, o velório foi aberto ao público. “Não perdia um programa”, comentou a diarista Marly Sudário, de 51 anos, fã que todos os dias o acompanhava na TV e no rádio. Para ela, é o humor de Boechat que vai guardar na memória. “Gostava da risada.”

Entre os presentes, o clima era de consternação. Curiosos também faziam selfies e lives na entrada do MIS. O produtor de eventos e motorista de aplicativo Arnaldo de Freitas, de 34 anos, fez questão de cumprimentar a mulher de Boechat, Veruska Seibel Boechat, que ele só conhecia de ouvir o jornalista falar ao microfone. “Todo dia, às 7h30, o escutava no rádio. E sentia como se fosse da família”, disse. “Ele sentia como a população. E eu gostava de como trazia para a conversa a família dele.”

Com quase 50 anos de carreira jornalística e uma coleção de prêmios no currículo, Boechat era atualmente apresentador do Jornal da Band e âncora da BandNews FM. “Era um grande jornalista e um amigo de infância. Era divertido, um humorista”, comentou o jornalista Augusto Nunes. Os dois foram contemporâneos no jornal O Estado de S. Paulo e conviveram diretamente. “Sempre foi muito generoso, ajudou tanta gente”, disse.

Presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação, João Carlos Saad também compareceu ao velório. “Tinha uma graça e um jeito de fazer jornalismo que não vai ter outro”, disse sobre Boechat.

Ao ser perguntado sobre as lições que o jornalista deixou, acrescentou: “Ensinou a ser duro sem perder a ironia e o humor. Quando apurar, vamos encontrar um fio condutor dessa tragédia (e as outras recentes)”.

O diretor de jornalismo da Band, Fernando Mitre disse que soube da morte durante a reunião de pauta da emissora. Àquela altura, já se sabia sobre a queda do helicóptero no Rodoanel, mas a identidade das vítimas era desconhecida. Ele demorou a acreditar. “Conversava com ele todos os dias durante 12 anos. Era uma pessoa espetacular”, afirmou. “Perdemos o Boechat. Ontem estava conosco. Hoje não está mais.”

Envolto em coroas de flores, o caixão foi posto em cima do palco de um auditório do MIS. Ao passar, fãs tocavam a madeira, faziam sinal de despedida com as mãos e alguns até tiravam foto. Veruska, com quem Boechat teve dois filhos, ficou sentada em uma cadeira nas primeiras fileiras. Mais cedo, havia comentado que o marido era o “ateu que mais praticava o bem” e disse que a ficha ainda não caiu. Também agradeceu o apoio e as homenagens.

Por lá, também passaram o empresário Abílio Diniz e o apresentador Otávio Mesquita. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), chegou às 23h30. “O jornalismo perde uma referência. (Ele) conduziu sem trabalho com grandeza”, comentou. “Jogamos bola juntos várias vezes. Era uma figura fraterna, adorável. E tinha um sentimento de justiça muito grande”, disse.

Colega de emissora, o apresentador do programa MasterChef Érik Jacquin tinha os olhos cheios de lágrimas ao lembrar do jornalista. “Todo dia ele estava lá, de manhã, à noite. Dancei com ele o carnaval de Salvador. Tenho a impressão de que todo mundo o amava.”

Homenagem de taxistas

Um grupo de taxistas que conhecia Boechat se juntou para prestar uma homenagem ao jornalista na madrugada desta terça. Eles colocaram duas placas de táxi sobre o caixão e elogiaram o tratamento dado por Boechat aos motoristas.

“Era uma pessoa muito boa, amável, que conhecia nossas dificuldades”, disse Mauro Simões, de 56 anos, que transportou Boechat algumas vezes do trabalho, no Morumbi, zona sul, para casa. No caminho, conversavam de tudo um pouco. “Falávamos sobre o dia a dia do Brasil”, lembra.

Imagens: Revista Quem 

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Trânsito

Parado por embriaguez na BR-060, caminhoneiro admite que bebeu por 12 horas seguidas

O homem, cuja embriaguez foi detectada pelo teste do bafômetro, seguia para o Mato Grosso do Sul e foi parado em Rio Verde.

Por Ton Paulo
12/02/2019, 08h32

A direção alcoolizada é um dos fatores que mais causam acidentes nas rodovias, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). É algo óbvio mas que precisa ser enfatizado: se beber, não dirija. Mas um condutor parado pela polícia na tarde da última segunda-feira (11/2) na BR-060, em Rio Verde, parece ter tomado isso como um desafio. O homem, cuja embriaguez foi detectada pelo teste do bafômetro, confessou aos policiais que bebeu por 12 horas seguidas, e algum tempo depois seguiu viagem.

Conforme informações da PRF, o motorista de caminhão foi flagrado na tarde desta segunda-feira dirigindo alcoolizado quando seguia do município de Anápolis, em Goiás, para Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. Ele foi parado pela PRF em Rio Verde, no sudoeste goiano, e afirmou que havia ingerido bebidas alcoólicas por 12 horas no dia anterior.

Submetido ao teste do bafômetro, que apontou o teor alcoólico de 0,10 miligramas de álcool por litro de ar (o limite para que o condutor não seja multado é de 0,05 miligramas de álcool por litro de ar), o motorista profissional, de 45 anos, contou aos policiais que estava surpreso com o resultado pois havia parado de beber já fazia 15 horas.

Mesmo tendo ingerido álcool das 11h às 23h sem parar, conforme ele mesmo confessou, o condutor não imaginava que ainda pudesse estar alcoolizado. A quantidade constatada pelo aparelho enseja multa gravíssima no valor de quase R$ 3 mil, 7 pontos na carteira de motorista e seu recolhimento.

O veículo também foi autuado por estar com os pneus desgastados, sem condições de segurança, e a carga estava mal acondicionada, com a amarração irregular. O caminhão, que deveria percorrer 725 quilômetros até seu destino final, foi retido na unidade da PRF para ser regularizado e continuar a viagem em segurança.

Caso de caminhoneiro embriagado detido na BR-060 também foi registrado no ano passado

Em fevereiro do ano passado, um caso praticamente igual foi registrado na mesma altura, na BR-060, em Rio Verde, quando um caminhoneiro, de 59 anos, foi preso após ser flagrado dirigindo embriagado. Imagens veiculadas na época mostram quando o condutor sai do veículo e tem dificuldade de conversar e andar. O homem foi preso por embriaguez ao volante, multado em R$ 3mil e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) aprendida.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o homem estava fazendo zigue-zague na pista e pensou estar em Jataí, enquanto estava em Rio Verde

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