Goiás

CASAG entrega auxílio maternidade à mamães nesta quarta-feira

"Esse auxílio não poderia ser entrega apenas via depósito. É necessário esse momento de solenidade, da shantala, da mãe olhar nos olhos do filho. É um momento de carinho", afirmou Rodolfo.
12/02/2019, 20h57

A Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás (CASAG) entrega amanhã, às 16 horas, mais de R$ 80 mil a advogadas mães. Os recursos são referentes ao benefício Auxílio Maternidade. Essa será a primeira solenidade de entrega do ano e contemplará mais de oitenta mamães, que além do um cheque no valor de R$ 992,00, receberão um kit maternidade, com produtos para o bebê.

O evento, que será realizado no Espaço Meu Escritório (Avenida Goiás, esquina com a Rua 1, Setor Central – Goiânia), contará ainda com uma palestra sobre à técnica milenar Shantala, que é indicada para alívio de cólicas e funciona como técnica de relaxamento para a criança, além de aproximar o recém nascido da mãe.

Presidente da CASAG afirma que benefício celebra a vida e o nascimento

CASAG entrega auxílio maternidade à mamães nesta quarta-feira
FOTO: divulgação

Para o presidente da Caixa de Assistência, Rodolfo Otávio Mota, o auxílio-maternidade é um dos benefícios da CASAG que celebram a vida e o nascimento. “Esse auxílio não poderia ser entrega apenas via depósito. É necessário esse momento de solenidade, da shantala, da mãe olhar nos olhos do filho. É um momento de carinho”, afirmou Rodolfo.

Em 2018, a CASAG entregou mais de R$ 345 mil a advogadas mães que deram entrada no benefício. O auxílio maternidade é concedido à advogada devidamente inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB/GO) e adimplente com as suas obrigações junto à Seccional.

O benefício é concedido em uma única parcela, que corresponde ao valor da anuidade da OAB, no período em que a advogada der entrada no auxílio. O valor é pago por meio de depósito bancário ou na participação da advogada no evento de entrega do referido benefício, realizado mensalmente. As futuras mamães que desejam receber o auxílio devem fazer o requerimento pessoalmente na sede da CASAG. O pedido deve ser realizado em até 12 meses após o parto.

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Saúde

Projeto prevê isenção de taxas funerárias para famílias de doadores de órgãos em Goiânia

"O projeto objetiva propor um reconhecimento que se presta ao tão belo gesto de doar órgãos”, diz autora da matéria.
13/02/2019, 07h46

Um projeto de lei, apresentado nesta terça-feira (12/2), na Câmara Municipal de Goiânia, prevê isenção de taxas funerárias cobradas pela Prefeitura para famílias de doadores de órgãos. Se aprovado, os familiares dos falecidos ficam livres também da cobrança das tarifas dos serviços do funeral, como remoção e transporte do corpo, taxas de velório e sepultamento.

“O projeto objetiva propor um reconhecimento que se presta ao tão belo gesto de doar órgãos”, explica a vereadora Tatiana Lemos (PCdoB), autora do projeto.

Isenção de taxas funerárias para famílias de doadores de órgãos

Segundo a matéria, para conseguir a isenção, será exigido uma declaração, feita em vida, em que o falecido manifeste o desejo de doar seus órgãos. Essa declaração pode ser feita por meio de documento registrado em cartório ou inscrição na carteira de identidade. Com isso, o benefício é garantido às famílias mesmo que não haja comprovação do efetivo aproveitamento dos órgãos doados.

O projeto de lei prevê ainda que, em caso de mortes ocorridas em hospitais ou postos de saúde, as unidades deverão comunicar às famílias sobre o direito garantido pela lei. A matéria segue para avaliação e votação na Câmara Municipal de Goiânia.

Doadores de órgãos em Goiás

No ano passado, somente no Hospital Estadual de Urgências da Região Noroeste de Goiânia (Hugol), foram realizadas captações de órgãos e tecidos de 30 doadores, sendo coração, rins, pulmão, fígados, córneas e pâncreas. Os órgãos foram distribuídos para 138 pacientes de Goiás, Acre, Brasília, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. A unidade é responsável por aproximadamente 60% das captações do Estado nos últimos três meses, de acordo com a Central de Transplantes do Estado.

Atualmente no Brasil, 95% das captações são realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com dados divulgados em dezembro de 2018 pelo Ministério da Saúde, 33.000 pessoas estão na fila de espera para receber algum órgão ou tecido, sendo 316 delas em Goiás.

Imagens: IPOG Blog 

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Goiás

Justiça pede bloqueio de bens de Marconi Perillo e devolução de R$ 3,9 bilhões ao Estado

Marconi Perillo é acusado de conceder benefício fiscal para empresas de R$ 1,3 bi em ano eleitoral, em 2014, no programa Regulariza.

Por Ton Paulo
13/02/2019, 08h17

O Ministério Público de Goiás (MP-GO), na pessoa da promotora Leila Maria de Oliveira, entrou com uma ação civil pública pedindo o bloqueio dos bens do ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). A informação foi veiculada pela revista Veja, e confirmada pela comunicação do MP-GO. Marconi é acusado de conceder benefício fiscal para empresas de R$ 1,3 bi em ano eleitoral, em 2014, no programa Regulariza.

Na ação, a promotora Leila Maria cobra do ex-governador o ressarcimento de R$ 3,9 bilhões aos cofres do Estado.

Segundo a ação, a concessão envolvia quitação de dívidas de ICMS. A promotora aplicou ainda uma multa equivalente a duas vezes o valor da renúncia fiscal.

O ex-governador é acusado ainda de transgredir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Para Leila Maria de Oliveira, o prejuízo atinge toda coletividade.

À coluna Radar, da revista Veja, a defesa de Marconi Perillo afirmou que irá recorrer, e que tudo foi feito dentro da lei e em benefício do Estado. O advogado de defesa do ex-governador, João Paulo Brzezinski, disse ainda que o praticado por Marconi é corriqueiro. “A União faz isso todos os anos, o estado de Goiás em todos os governos e todos os anos fez um programa de regularização fiscal”, argumenta.

No mês passado, Justiça já havia determinado bloqueio de R$ 22 milhões de Marconi Perillo

Uma decisão do juízo da 11ª da Justiça Federal divulgada no final de janeiro deste ano, que corria em segredo de justiça, determinou o bloqueio de cerca de R$ 22 milhões em imóveis do ex-governador de Goiás, Marconi Perillo, e do ex-presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, assim como de sua família.

A medida de arresto, que consiste na apreensão judicial de bens para garantir a futura cobrança da dívida, foi decretada no mês passado e ocorreu no âmbito da operação Cash Delivery.

A divulgação da decisão só possível na ocasião pois era mantida em segredo de justiça até que a ordem de arresto fosse cumprida. O pedido de arresto foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF), que considerou a medida essencial para resguardar eventual condenação ao ressarcimento dos valores recebidos como propina, uma vez que os investigados, Perillo e Rincón, poderiam se desfazer de seu patrimônio até o julgamento final do feito.

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Brasil

Vídeo mostra PM do DF atirando em cachorro após ser acionado para conter animal 

Momentos antes de ser baleado, o cachorro havia mordido um vizinho.
13/02/2019, 08h30

Um vídeo gravado por uma moradora de Samambaia Sul, no Distrito Federal, mostra o momento em que um Policial Militar atira contra um cachorro. O caso ocorreu na manhã de terça-feira (12/2), após a PM ser acionada para conter o animal enfurecido, que havia se soltado e mordido um outro vizinho.

Nas imagens, é possível ver o momento em que o cachorro sai pela grade de um portão e anda ao lado dos policiais. Outras pessoas também presenciam a ação. Quando o animal se aproxima da viatura um disparo é dado em sua direção. Foram feitos dois disparos, mas no vídeo é possível ouvir apenas um.

As imagens foram divulgadas pelo Correio Braziliense. Veja o vídeo:

Cachorro baleado havia atacado vizinho momentos antes

De acordo com o militares, o cachorro, da raça pitbull, havia mordido um vizinho do dono dele. O ataque ocorreu por volta das 8h de terça-feira (12/2). O homem foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros com cortes nos braços, mãos e nas pernas, e em seguida encaminhado para o Hospital Regional de Taguatinga.

Por meio de nota, a PM do DF informou que “o animal que era de grande porte e avançou contra a equipe policial que teve de efetuar dois disparos para evitar o ataque e resguardar a integridade física da equipe e das pessoas que estavam próximas, inclusive crianças que se encontravam nos arredores.”

Ainda segundo a corporação, “os policiais militares agiram em estado de necessidade própria e de terceiros, e, infelizmente, tiveram que efetuar disparos contra o animal, uma vez que ele se encontrava muito agressivo e poderia atacar as crianças e a própria equipe.”

Ao portal, a Associação Protetora dos Animais do DF (ProAnima) disse ocorrências como esta esta não são raras no Distrito. Mas de qualquer forma, o caso deve ser avaliado e as circunstâncias em que o tiro foi disparado apuradas, para considerar se houve legítima defesa.

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Saúde

Homem cobrava até R$ 2 mil para pacientes furarem fila de cirurgia do SUS, em Goiás

De acordo com informações da PC, Eder Alves da Rocha foi alvo de um mandado de prisão preventiva ontem (12/2), depois das investigações terem apontado para o esquema dele.

Por Ton Paulo
13/02/2019, 09h35

A Polícia Civil, através da Delegacia Estadual de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública (DERCAP), prendeu preventivamente na última terça-feira (12/1) um homem acusado de vender vagas para cirurgias em hospitais públicos de Goiás. O suspeito cobrava até R$ 2 mil reais para que os pacientes pagantes furassem a fila de cirurgia do SUS e burlassem o tempo de espera regular para o procedimento médico.

De acordo com informações da DERCAP, que ainda vai apresentar o caso, Eder Alves da Rocha foi alvo de um mandado de prisão preventiva ontem, depois das investigações terem apontado para o esquema dele.

Ainda segundo a Polícia Civil, Eder é suspeito de cobrar valores para que pacientes fossem atendidos sem ter que aguardar a regular ordem de espera. Os atendimentos, feitos com intermédio dele, visavam principalmente a realização de cirurgias em tais pacientes, eletivas ou de emergência, burlando a fila de espera em hospitais públicos do estado de Goiás. As cirurgias eram feitas no Sistema Único de Saúde, o SUS.

De acordo com as investigações, os valores cobrados por Eder variavam de R$ 1.200 a R$ 2 mil, a depender da intervenção cirúrgica. Conforme a Polícia Civil, as investigações continuam para a identificação de agentes públicos e outros particulares envolvidos no esquema.

O investigado responderá pelo crime de corrupção ativa, sem prejuízo de outros delitos eventualmente comprovados na fase final da investigação.

Detalhes do caso, bem como imagens obtidas no decorrer das diligências, serão apresentadas nesta quarta-feira (13), pelos delegados responsáveis, Webert Leonardo e Rhaniel Almeida.

Vereadores de Caldas Novas já foram acusados de beneficiar pacientes e furar fila de cirurgia do SUS

Em 2016, uma denúncia do Ministério Público de Goiás (MP-GO) apontou que vereadores de Caldas Novas, no sul do estado, fraudavam a fila de espera para consultas e exames no SUS. Uma planilha apreendida pelo órgão na época mostrou que alguns políticos eram responsáveis por mais de 200 encaminhamentos.

Segundo o MP-GO, participaram do esquema 14 dos 15 vereadores da cidade, além do ex-vice-prefeito da época, Marquinho do Privê (PSDB). Ao todo, eles foram acusados de fraudar 2.442 encaminhamentos na rede pública de saúde entre 2013 e 2015. Dois políticos chegaram a ser responsáveis por 215 encaminhamentos, cada um, segundo uma planilha recolhida durante as investigações.

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