Goiás

Rapaz atira em jovem e tenta atropelá-la após levar um fora dela, em Goiás

O jovem de 19 anos, de Planaltina, não aceitou ter sido rejeitado pela moça.

Por Ton Paulo
12/02/2019, 11h38

Um caso de tentativa de feminicídio, registrado no último domingo (10/2), chamou a atenção dos policiais. Um rapaz de 19 anos foi preso após tentar atropelar uma jovem de 17 anos e atirar nela, depois de ter levado um fora da moça. O crime aconteceu numa festa em Planaltina, no entorno do Distrito Federal, em Goiás.

De acordo com a Polícia Civil (PC), Maxsuel Soares Costa, de 19 anos, é acusado de ter tentado passar com o carro por cima da moça e atirar contra ela, após ela ter se negado a ficar com ele na festa. O caso aconteceu no domingo, na Vila Buritis, em Planaltina.

Conforme informações do delegado responsável pelo caso, Fabrício Augusto, os dois estavam em uma festa particular, por volta das 23h30 de domingo. Após repetidas investidas e tentativas de “ficar” com a moça, todas negadas por ela, Maxsuel se irritou e foi em direção ao seu carro, um Gol preto.

O criminoso, então, entrou no veículo e arrancou para cima da jovem e de duas amigas que estavam com ela. Felizmente, a moça e as amigas conseguiram se desviar do carro. Não satisfeito, Maxsuel desceu do Gol com a arma em punho e atirou duas vezes contra a jovem. Ambos os disparos atingiram sua perna.

Criminoso confessou ter tentado atropelar jovem após levar um fora dela, em Planaltina, mas negou que tenha efetuado os disparos

O delegado Fabrício Augusto informou que a jovem foi socorrida e encaminhada para o hospital, onde teve que passar por uma cirurgia na perna, região atingida pelas balas.

O acusado do crime só foi encontrado um dia depois, na última segunda-feira (11/2) e apresentado pela Polícia Civil na manhã de hoje (12/2).  O delegado conta que Maxsuel confessou ter tentado atropelar a jovem, mas negou que tivesse tirado contra ela.

Entretanto, ao ser questionado sobre quem então cometeu o crime, ele se reservou ao direito do silêncio. O criminoso estava escondido em uma residência na Quadra 4 do Paranoá Park, e vai responder pela tentativa de feminicídio.

O caso é investigado pela 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina).

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Trânsito

Camareira que morreu atropelada no Parque Oeste Industrial estava voltando do trabalho

A camareira Rosângela Gomes de Amorim, de 43 anos, tinha acabado de finalizar seu turno num motel próximo da região, e voltava para casa.

Por Ton Paulo
12/02/2019, 13h21

A camareira Rosângela Gomes de Amorim, de 43 anos, que morreu após ser atropelada por um caminhão na manhã desta terça-feira (12/2), no Setor Parque Oeste Industrial, trabalhava em um motel próximo da região e estava voltando do trabalho. Ela tinha acabado de finalizar seu turno.

Conforme informações repassadas pela Delegacia de Crimes de Trânsito (DICT), Rosângela conduzia uma motocicleta preta na manhã de hoje, por volta das 7h, em direção a Avenida Pedro Ludovico, Parque Oeste Industrial. A mulher, que trabalhava como camareira no Kiss Motel, próximo da região, havia acabado de finalizar seu turno.

Segundo a DICT, Rosângela conduzia sua motocicleta à direita de um caminhão-baú no cruzamento com a avenida, no momento em que o condutor do caminhão dobrou à direita e a carreta atingiu a motocicleta.

O veículo acabou passando por cima de Rosângela, que morreu na hora. O caminhão, entretanto, não parou para prestar socorro e seguiu viagem, como se nada tivesse acontecido.

O motorista do caminhão, Paulo Pereira Rosa, de 46 anos, foi ouvido na DICT e alegou que não tinha visto a motocicleta antes do acidente e não sentiu nenhum impacto no veículo, razão pela qual prosseguiu e só tomou conhecimento do envolvimento no acidente após policiais da DICT procuraram a empresa para a qual ele trabalha, a DM Transportes.

Rosângela teve o óbito constatado no local do acidente. O óbito ocorreu na rua do Kiss Motel.

A reportagem do Dia Online tentou entrar em contato com a DM Transportes, mas não obteve retorno. Quanto à direção do Kiss Motel, a mesma disse que não vai se manifestar.

Além do caso da camareira no Setor Parque Oeste Industrial, motociclista morreu atropelado na BR-153

Em outubro do ano passado, um motociclista de 34 anos morreu após se envolver em um acidente na BR-153, no perímetro urbano de Aparecida de Goiânia, na manhã de sábado (6/10).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na época, o motociclista pilotava no sentido em Aparecida/Goiânia, na altura no km 504, quando colidiu na traseira de um veículo. Ao cair, a vítima foi atropelada por um caminhão que vinha atrás. O condutor fugiu do local do acidente.

Uma unidade de resgate da Triunfo Concebra, concessionária da rodovia, foi acionada, mas só constataram o óbito. O corpo ficou aos cuidados do Instituto Médico Legal (IML) do município. A pista foi totalmente liberada algum tempo depois.

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Goiás

Projeto de lei que proíbe canudos de plástico em Goiânia é aprovado em primeira votação

Proposta prevê advertência, multa de até R$ 13 mil reais ou interdição do estabelecimento pelo descumprimento.
12/02/2019, 14h09

O projeto de lei que proíbe o uso de canudos de plástico em Goiânia foi aprovado por unanimidade em primeira votação na manhã desta terça-feira (12/2), na Câmara Municipal de Goiânia. A proposta foi apresentada em junho de 2018 pelo vereador e atual presidente da Casa, Romário Policarpo (PROS).

A proposta apresentada além de proibir canudos de plástico, afirma que os tubos devem ser fabricados com outros materiais, por exemplo papel reciclável, comestível ou biodegradável. Conforme o projeto apresentado pelo vereador, estabelecimentos comerciais como bares, restaurantes e lanchonetes serão os principais atingidos com a medida.

O projeto do vereador estava parado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa desde sua apresentação em Junho do ano passado e apenas agora foi votado e aprovado em primeira votação.

Projeto que proíbe canudos de plástico deve voltar ao plenário da casa para segunda e última votação

Com a aprovação por unanimidade, a proposta volta à CCJ e no prazo de 48 hora retorna para o plenário para segunda e última votação. Caso seja aprovado pelos vereadores, o projeto vai ser encaminhado para sanção ou veto do prefeito Iris Rezende (MDB).

Em caso de ser sancionado pelo prefeito, a proposta do atual presidente da Câmara Municipal passa a ser lei após 180 dias da sua publicação. E em caso de descumprimento, os estabelecimentos que não tiverem canudos biodegradáveis poderão ser punidos com advertência e multa de até R$ 13 mil e até mesmo com a interdição do comércio, em virtude da quantidade de autuações.

O presidente da Casa afirmou que propôs o projeto por se tratar de uma questão ambiental. Além disto Policarpo explicou que a ideia é uma tendência mundial adotada em outros países e que pode trazer benefícios para Goiânia.

Conforme o texto do projeto, a proposta busca dar continuidade a uma cidade sustentável, e que as matérias primas dos canudos não são biodegradáveis e podem levar até mil anos para se decompor.

Via: G1 

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Goiás

Prefeitura de Formosa é alvo de operação do Ministério Público de Goiás

A operação visa apurar a prática de possíveis desvios de recursos  em processo de licitação em contratos de 2017 e 2018.

Por Ton Paulo
12/02/2019, 16h21

A Prefeitura de Formosa, município do entorno do Distrito Federal, foi alvo na tarde desta terça-feira (12/2) de uma operação do Ministério Público de Goiás (MP-GO) para apurar a prática de possíveis desvios de recursos  em processo de licitação em contratos de 2017 e 2018.

A operação, batizada de Operação Gaugamela, partiu de iniciativa da 5ª Promotoria de Formosa, com atribuição na defesa do patrimônio público, e foi comandada pelo promotor Douglas Chegury. Ela tem o objetivo de cumprir nove mandados de busca na prefeitura daquele município e em endereços residenciais.

São alvo da operação o ex-secretário de Obras do município, Jorge Saad Neto; o ex-secretário municipal de Finanças, Luís Gustavo Nunes de Araújo; o empresário André Luiz Gontijo de Souza, proprietário da empresa Multi-X, além das secretarias de Obras, Finanças, Administração, Controle Interno, Licitação e Gestão de Contratos.

A operação conta com a participação dos promotores Fernanda Balbinot e Caroline Ianhez, também de Formosa, Frederico Machado, de Posse, e Bernardo Frayha, de Campos Belos, além de apoio da Polícia Militar. De acordo com o MP-GO, a medida visa instruir inquéritos civis instaurados com a finalidade de apurar a prática de possíveis desvios de recursos em processos de licitação e contratos administrativos nos anos de 2017 e 2018.

Investigações do MP-GO revelaram esquema de desvio de recursos públicos na Prefeitura de Formosa

As investigações cíveis conduzidas pela 5ª Promotoria de Formosa revelaram esquema de desvio de dinheiro do município em benefício de agentes públicos e particulares. Esses desvios foram verificados, sobretudo, em contratos de pavimentação asfáltica, que deveriam ter sido realizados pela empresa Multi-X. Os mandados judiciais de busca foram cumpridos na prefeitura (seis) e em endereços dos investigados (três).

Por meio de nota, o prefeito de Formosa disse que está à disposição para esclarecimento dos fatos

A Prefeitura de Formosa divulgou uma nota em sua página oficial no Facebook, onde disse que a gestão municipal “está à disposição para que todos os fatos sejam esclarecidos e averiguados”.

Confira abaixo:

“NOTA DE ESCLARECIMENTO

Na manhã desta terça-feira, dia 12 de fevereiro, a Prefeitura Municipal recebeu o Ministério Público. O governo municipal está à disposição para que todos os fatos sejam esclarecidos e averiguados. Avisamos a população que o prédio ficará fechado no decorrer do dia para resguardar o trabalho do Ministério Público.”

Via: MP-GO 

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Goiás

Negado pedido de habeas corpus a João de Deus por posse ilegal de arma de fogo

Médium foi denunciado três vezes pelo MP e uma pela PCGO.
12/02/2019, 16h27

O pedido de habeas corpus do médium João Teixeira, de 76 anos, conhecido como João de Deus, por posse ilegal de arma de fogo, foi negado nesta terça-feira (12/2) após julgamento na 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO).

No dia 27 de dezembro de 2018, o juiz Wilson Safatle Faiad concedeu prisão domiciliar ao médium pelo crime de posse de arma de fogo, encontradas nas residências do médium durante as investigações sobre os casos de abusos sexuais. Na ocasião, o magistrado determinou que João de Deus fosse monitorado por tornozeleira eletrônica.

O relator do julgamento foi o desembargador Edison Miguel, que votou para derrubar a liminar concedida por Faiad. Na decisão o relator do julgamento afirmou que ficou demonstrada a gravidade do crime pelo grande número de armas encontradas nas casas em nome do médium.

Além do relator do processo que conduziu o julgamento do pedido de Liberdade em favor de João Teixeira, os outros quatro desembargadores votaram a favor de derrubar a liminar concedida no último dia 27 de dezembro de 2018.

Caso João de Deus

No dia 7 de dezembro de 2018 uma reportagem exibida pelo programa Conversa com Bial da Rede Globo de Televisão, trouxe a tona as primeiras denúncias contra o médium João de Deus. Após a veiculação da matéria, duas forças tarefas foram criadas em Goiás, uma pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) e outra pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO).

Com as duas forças-tarefas criadas no Estado, o médium foi preso apenas no domingo 16 de dezembro de 2018, quando se entregou a polícia. Desde então João Teixeira continua preso no Núcleo do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

Durante as investigações a polícia encontrou diversas armas nas residências pertencentes a João Teixeira. Além do pedido de prisão pelos crimes de abuso sexual mediante fraude durante os atendimentos, um outro pedido de prisão foi expedido contra o médium pelo posse ilegal de armas. No dia 27 de dezembro do ano passado, a defesa conseguiu por meio de liminar que João Teixeira fosse transferido para prisão domiciliar, mas a decisão foi derrubada nesta terça-feira.

O médium mesmo que tivesse o habeas corpus concedido nesta tarde não poderia ser liberado, em virtude dos pedidos de prisão em desfavor dele pelos crimes de abusos sexuais contra as pacientes.

João de Deus é réu em três ações do MP-GO

Após os levantamentos o MPGO ofereceu três denúncias contra João de Deus. Todas as acusações contra o médium foram pelos crimes de estupro de vulnerável e abuso sexual mediante fraude. Na última denúncia, além do médium, o filho e a esposa de João de Deus também foram denunciados pelo MPGO.

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