Goiás

Motorista morre carbonizado após colisão de carretas, na BR-060; veja vídeo

Um dos caminhoneiros que estava em um veículo de Aparecida de Goiânia acabou ficando preso nas ferragens.

Por Ton Paulo
19/02/2019, 10h18

Um trágico acidente com uma vítima fatal envolvendo dois veículos de grande porte foi registrado na madrugada desta terça-feira (19/2), na BR-060, próximo a Samambaia, Distrito Federal. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente tratou-se de uma colisão de carretas.

Conforme informações adiantadas por um veículo local, após a batida, um dos caminhoneiros que estava em um veículo de Aparecida de Goiânia acabou ficando preso nas ferragens e morreu carbonizado.

O Corpo de Bombeiros relatou, preliminarmente, que a Carreta Volvo/FH440, de cor prata, estava parada na pista da direita com problemas mecânicos, e foi atingida na traseira pela Carreta VW/19300CTC, de cor branca, onde estava o motorista que não resistiu. O veículo da frente levava um carregamento de areia, enquanto o que bateu por trás estava com mercadorias diversas.

Com o impacto da batida, o veículo pegou fogo e o condutor de 36 anos, que estava preso às ferragens, morreu carbonizado.

Até a conclusão do trabalho dos socorristas, a pista foi totalmente fechada, sendo liberada parcialmente às 6h30. Segundo a Polícia Militar, o desvio proposto fica no KM 10 da BR-060, no acesso pela DF-180 em direção à cidade do Gama.

A perícia da Polícia Civil irá concluir a logística do acidente.

Vídeo mostra equipes de resgate na BR-060, onde houve a colisão de carretas

Em um vídeo divulgado nas redes, é possível ver equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal no local do acidente nesta madrugada. Infelizmente, um dos motoristas não teve chances e morreu carbonizado.

No vídeo em questão, é possível ver ainda o estado de uma das carretas, que ficou completamente destruída pela batida e pelo fogo. A carga que o veículo de grande porte levava chegou a ficar espalhada pela pista, que fica próximo a Samambaia, no Distrito Federal.

Veja o vídeo abaixo:

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Goiás

Prefeitura de Goiânia afirma que beneficiários do Minha Casa Minha Vida devem pagar IPTU

Taxa de 2019, na capital, vence na próxima quinta-feira (21/2).
19/02/2019, 10h19

Os beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), inclusive os da Faixa I, devem pagar Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), de acordo com entendimento do próprio Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), responsável pela viabilização de recursos de natureza privada para financiamento das moradias. As informações foram publicadas no site da Prefeitura de Goiânia.

Para a Caixa Econômica Federal (CEF), gestora do FAR, a partir da assinatura do contrato e do recebimento das chaves, os contemplados assumem a responsabilidade pelo pagamento de impostos, taxas e qualquer outra contribuição ou encargo que recaia sobre o imóvel. Entre os impostos a serem pagos, está o IPTU 2019, que vence na próxima quinta-feira (21/2).

Entende-se que, mesmo que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheça que imóveis de propriedade da Caixa têm direito a imunidade tributária, a assinatura do contrato marca a transferência da posse do imóvel para um particular e automaticamente afasta a proteção constitucional que impõe isenção de cobrança de imposto.

“O STF deu um decisão reconhecendo a imunidade dos imóveis que pertencem à Caixa, são aqueles que estão na propriedade do FAR. Esses imóveis, antes da venda, realmente pertencem ao Fundo e têm imunidade, conforme reconhecido pelo STF, mas, a partir da assinatura do contrato, o domínio do imóvel passa para o particular, sendo, portanto, devido o IPTU”, explicou o superintendente de Administração Tributária da Secretaria Municipal de Finanças (Sefin), Lucas Morais.

Se houver contrato de arrendamento referente ao imóvel, mesmo que no Cadastro Imobiliário da Prefeitura de Goiânia conste que a titularidade do imóvel pertença ao FAR, o Imposto Predial e Territorial Urbano é devido, inclusive porque a alteração na titularidade depende do próprio contratante.

“Por lei, desde 1975, o particular tem a obrigação de informar a assinatura deste contrato. Aqueles que deixaram de informar ao município receberam o boleto em nome do FAR, mas a cobrança é devida exatamente porque existe o contrato de arrendamento”, esclareceu o superintendente.

Guia de isenção do IPTU em Goiânia

Ainda de acordo com Lucas Morais, cabe ao morador que se apossou do imóvel do FAR requerer ao poder público municipal, por meio do Atende Fácil, o guia de isenção de taxa e apresentar no cartório a documentação necessária ao registro da propriedade. Com a atualização do cadastro, imobiliário, a titularidade deixa de ser emitida em nome do FAR.

A obrigatoriedade de atualizar o Cadastro Imobiliário é prevista no Código Tributário Municipal, que determina o prazo de 30 dias para comunicar à prefeitura mudanças relacionadas ao imóvel e à identificação do proprietário. Ao todo, segundo levantamento da Caixa Econômica Federal, Goiânia tem cerca de oito mil imóveis ligados ao Fundo de Arrendamento Residencial.

IPTU 2019

Moradores de Goiânia tem até o dia 21 de fevereiro para pagar o IPTU 2019. Mais de 500 mil boletos já foram entregues nas residências e até o dia 10 deste mês todos os contribuintes devem receber o guia de pagamento. De acordo com a Prefeitura de Goiânia, se o imposto for pago à vista, o morador tem 10% de desconto; também é possível parcelar o pagamento em até 11 vezes.

Os donos de imóveis edificados que ainda não receberam os boletos mas querem antecipar o pagamento, podem pegar o Documento Único de Arrecadação Municipal (Duam) por meio do site da Prefeitura de Goiânia, nas unidades Atende Fácil do Paço Municipal ou Setor Cidade Jardim, ou nos postos de atendimento nas unidades Vapt Vupt. O procedimento é o mesmo para quem precisar emitir a segunda via do IPTU 2019.

Imagens: Rápido no Ar 

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Brasil

Vale destina R$ 2,6 milhões para ampliar assistência humanitária em Brumadinho

Barragem da empresa se rompeu no último dia 25 de janeiro em uma tragédia que caminha para deixar um saldo de mais de 300 mortos.
19/02/2019, 10h30

A Vale informou nesta terça-feira, 19, que assinou com a prefeitura de Brumadinho (MG) um termo de cooperação de R$ 2,6 milhões que prevê a contratação, pelo município, de equipes multidisciplinares para atuar nas áreas de saúde e psicossocial junto aos atingidos pelo rompimento da barragem I da Mina Córrego do Feijão.

A barragem da empresa se rompeu no último dia 25 de janeiro em uma tragédia que caminha para deixar um saldo de mais de 300 mortos. A ação da mineradora atende a uma determinação judicial no âmbito de ação civil pública proposta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG).

No acordo, assinado na segunda-feira, 18, está previsto ainda a aquisição de equipamentos e materiais necessários na prestação dos serviços, além da alocação de 20 veículos para locomoção desses profissionais e imóveis para promoção desse atendimento emergencial.

“Essa ampliação da assistência humanitária na região contará com 142 novos servidores públicos, como médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, motoristas, entre outros”, disse a Vale em nota nesta terça-feira, 19.

De acordo com a Vale, o município de Brumadinho promoverá a capacitação desses profissionais, com contrato vigente por seis meses, podendo ser prorrogado, caso comprovada a necessidade. Uma auditoria externa independente, contratada pela Vale, fará acompanhamento e fiscalização das atividades.

Imagens: El Pais 

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Goiás

DECAR e PM recuperam 55 toneladas de mercadorias roubadas na Grande Goiânia

Segundo informações da PC, os produtos foram roubados nos últimos 10 dias.
19/02/2019, 11h33

Em ação conjunta, a Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (DECAR) e batalhão de Choque da Polícia Militar de Goiás (PMGO) recuperaram 55 toneladas de mercadorias roubadas na Região Metropolitana de Goiânia. De acordo com informações da Polícia Civil, os produtos apreendidos foram roubados nos últimos 10 dias.

As cargas, de bebidas, produtos de limpeza e enxovais, foram localizadas em um galpão na capital. Ao todo, elas estão avaliadas em aproximadamente R$ 120 mil. Em entrevista, a delegada Rafaela Azzi, responsável pelo caso, disse que se trata de uma organização criminosa especializada em roubo de cargas nas rodovias estaduais e federais do estado.

Quatro integrantes da quadrilha foram presos em flagrante, por receptação e participação em organização criminosa. Outros envolvidos no mesmo esquema já foram identificados e estão sendo procurados por equipes da DECAR. O grupo é investigado há seis meses pela PC, entre eles o ‘cabeça’ da organização.

Furto de mercadorias em Goiás

Em janeiro deste ano, uma outra ação de policiais civis das Delegacias Estaduais de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar) e a Ações Criminosas Organizadas (Draco) prenderam três homens que atuavam em uma quadrilha especializada no furto de cargas de gêneros alimentícios.

Mais de 15 horas de campana resultaram nas prisões de Douglas Bradam de Sousa, Rozemberg Ribeiro Gomes e Thiago Duarte da Silva. Os homens ocupavam as funções de motorista e auxiliares, respectivamente. De acordo com a PC, uma das empresas, vítima do bando, teve prejuízo de mais de R$ 100 mil.

A carga de leite longa vida, que deveria ser entregue em Uberlândia, foi desviada pelo bando. Mas quando estavam em Itumbiara, foram convencidos a entregar o produto a um receptador que morava em Goiânia. Como investigações já estavam em curso nas duas delegacias especializadas,  foi possível direcionar as equipes para a deflagração da operação. Todo o carregamento foi recuperado. O caminhão da vítima também foi apreendido.

Via: PC PC 

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Política

MP pede bloqueio de R$ 763 milhões do Estado de Goiás para pagamento de salário de servidores

Na ação, a promotora chega a citar relatos recebidos de servidores desesperados pelo não pagamento dos salários.

Por Ton Paulo
19/02/2019, 12h41

Uma ação movida pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), na pessoa da promotora Carmen Lúcia Santana de Freitas, pede o bloqueio de R$ 763 milhões de reais das contas do Estado de Goiás para o pagamento de salário de servidores, referente a dezembro do ano passado, em atraso. Na ação, a promotora chega a citar relatos recebidos de servidores desesperados pelo não pagamento dos salários.

Na ação, consta que o bloqueio do valor em questão é o suficiente para pagar os servidores ativos e inativos, que ainda esperam receber o pagamento do salário de dezembro. A promotora, na ação, ressalta a necessidade de imediato “pagamento da dívida com pessoal referente a folha de pagamento do mês de dezembro de 2018 e do 13º salário dos aniversariantes do mês de dezembro de 2018”. A promotora solicita ainda a manutenção do pagamento em dias do salário dos servidores estaduais.

A promotora critica também a insistência do Governo em parcelar os salários. “Ocorre que, a despeito da necessidade de o Estado de Goiás, pessoa jurídica de direito público interno, honrar com seus compromissos financeiros, o Governo do Estado insiste em parcelar a dívida com pagamento de pessoal em cinco vezes, em que pese a não concordância dos servidores públicos”, argumenta.

“Moro de aluguel e não tenho nada em casa”, diz servidora à promotora que pediu bloqueio nas contas do Estado de Goiás para pagamento de salário de servidores

Na ação movida, Carmen Lúcia traz, inclusive, relatos de servidores em estado de desespero por conta do não pagamento do salário, que já acumula um atraso de dois meses.

Numa das falas, um servidor diz: “Moro de aluguel, não tenho nada em casa e o Governo de Goiás não paga. Estou com vergonha, não tenho como fazer, já faz dois pagamentos. Tenho de ir morar na rua. Nos ajude em nome de Deus”. Já em outro relato, um servidor desabafa: “O atraso de pagamento do servidor do Estado, vencimentos parcelados, é uma terrível atrocidade que se comete contra o ser humano”.

Carmen Lúcia enfatiza que o Governo vem arrecadando os impostos regularmente e, portanto, não justificativa para o não pagamento e parcelamento dos salários. “O Estado de Goiás vem recebendo, normalmente os repasses que lhe cabem constitucionalmente. Portanto, e para evitar a ocorrência de dano ao patrimônio público estadual, bem assim, garantir a continuidade do serviço público, manter a ordem jurídica instituída indisponível dos servidores lesados, outa saída não há a não ser propor a presente demanda, a fim de ver o Estado de Goiás obrigado judicialmente a realizar os pagamentos devidos em dia”, diz.

Via: O Popular 

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