Goiás

Adolescente é morta a facadas enquanto dormia, em Aparecida de Goiânia; padrasto é suspeito 

Homem teria matado a jovem de 16 anos por não aceitar o fim do relacionamento com a mãe dela.
21/02/2019, 10h23

Uma adolescente de 16 anos foi morta a facadas, por volta das 5h30 desta quinta-feira (21/2), no setor Madre Germana, em Aparecida de Goiânia. Informações preliminares apontam que o padrasto teria matado a jovem por vingança, porque a mãe dela não queria mais se relacionar com ele.

A menina, que havia feito aniversário recentemente, foi assassinada com um golpe de faca no pescoço, ainda na cama onde dormia. Na madrugada de hoje, o padrasto, principal suspeito, teria pulado o muro da casa, arrombado a porta de entrada e ido direto para o quarto da adolescente.

Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica estão no local. Mais cedo, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve na residência onde o crime ocorreu e constatou a morte da adolescente. O nome da vítima ainda foi divulgado.

Padrasto suspeito de matar enteada em Aparecida de Goiânia fazia ameaças à família

Segundo testemunhas, o homem fazia constantes ameaças contra a família da ex-companheira e se caso chamassem à polícia, ele logo sairia da prisão e “mataria todo mundo”. Vizinhos relataram ainda que o suspeito dizia que “não tinha nada a perder”.

Em declaração rápida a uma equipe de reportagem, uma amiga da adolescente disse que ela e mãe foram avisadas do perigo que corriam. A moça chegou a mencionar que por diversas vezes a polícia era acionada, mas nada podia ser feito. “Ela era contra esse relacionamento da mãe. Ninguém conhecia ele direito, não sabia de onde era”, disse. A amiga da vítima disse ainda que o homem costumava beber, mas hoje, dia em que cometeu o crime, ele não aparentava estar bêbado.

Com a movimentação, os vizinhos acordaram e conseguiram segurar o homem até a chegada da polícia. O principal suspeito, que também não teve a identidade revelada, foi preso em flagrante por policiais militares e levado para o 4º Distrito Policial de Aparecida de Goiânia. O caso será investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH).

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Goiás

Suposta chácara em Nazário de Sebastião Peixoto, preso hoje, era cedida para festas em anos de eleição

Sebastião Peixoto foi preso hoje, suspeito de integrar organização criminosa no IMAS. Chácara em Nazário seria cedida para festas e eventos.

Por Ton Paulo
21/02/2019, 11h21

Uma chácara que supostamente é de propriedade do presidente do Instituto de Assistência a Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (IMAS), Sebastião Peixoto, localizada no pequeno município de Nazário, a 70 quilômetros de Goiânia, e considerada pelos moradores como um dos principais pontos de realização de festas e eventos da região, seria usada como “presente de gratidão” por Peixoto e cedida em épocas de eleição. Sebastião Peixoto foi preso hoje na operação do MP-GO, suspeito de integrar uma organização criminosa que, através de falsificação ou uso de documentos adulterados, agiu para apropriar-se de verbas do IMAS.

A propriedade, localizada em Nazário, município com aproximadamente 11 mil habitantes, fica próxima ao cemitério da cidade e é conhecida por todos como “Chácara do Sebastião Peixoto”. A chácara já foi usada para festas, reuniões, aniversários e até casamentos. De acordo com fontes ouvidas pela reportagem do Dia Online, moradores da cidade, as negociações do aluguel da chácara eram feitas diretamente por um chacareiro que respondia por Sebastião Peixoto, que é pai do líder do Governo na Assembleia, Bruno Peixoto, e do vereador por Goiânia Welington Peixoto, todos do MDB.

Ao Dia Online, um morador de Nazário, que não quis se identificar, disse que a chácara é “emprestada” para festas em ano de eleição, quando algum membro da família Peixoto concorre a cargo público. Já outra moradora, que já participou de festas na propriedade, disse que “quando os moradores fazem campanha para outros candidatos, a chácara é fechada em sinal de represália”.

“Quando Nazário dá muito voto [para membros da família Peixoto], eles liberam  [a chácara]. Mas quando a política está ruim, ele fecha aquilo lá e não empresta pra ninguém”, conta uma moradora à reportagem.

A “Chácara do Sebastião Peixoto”, como é conhecida, conta com uma grande área verde, com churrasqueira e piscina. Em dias de festa, carros de som automotivo ficam estacionados e mesas são montadas ao redor da casa.

Os moradores ouvidos pelo Dia Online foram unânimes ao afirmar que a chácara está fechada já há algum tempo.

Bruno e Wellington Peixoto, filhos de Sebastião Peixoto, ainda não se manifestaram

Procuradas pela reportagem do Dia Online para comentar a prisão de Sebastião Peixoto e confirmar a propriedade em Nazário, as assessorias do deputado estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto, e do vereador de Goiânia, Wellington Peixoto, prometeram enviar um retorno, não recebido até o fechamento desta matéria.

A reportagem segue tentando contato com a defesa de Sebastião Peixoto.

Sebastião Peixoto foi preso suspeito de integrar organização criminosa no IMAS

Uma operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Goiás (MP-GO), na manhã desta quinta-feira (21/2), para apurar a existência de uma organização criminosa que, através de falsificação ou uso de documentos adulterados, agiu para apropriar-se de verbas do Instituto de Assistência a Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (IMAS), na capital de Goiás. Foram presos, até agora, Sebastião Peixoto, presidente do IMAS, e outro cinco médicos.

De acordo com o MP-GO, ao todo estão sendo cumpridos seis mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Fatura Final, todos em Goiânia. Além do atual presidente do IMAS, Sebastião Peixoto, também foi decretada a prisão de outros cinco médicos que participaram do esquema.

Conforme o MP-GO, as fraudes, que são alvos da operação, aconteciam em atendimentos médicos inexistentes, registrados em uma clínica de fachada que foi credenciada no IMAS por contrato celebrado no valor de RS 10 milhões de reais.

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Goiás

Mãe mata filha de 1 ano a marretadas e coloca fogo no corpo, em Goiânia

A mulher utilizou uma marreta e quebrou crânio, pernas e braços da menina. Caso ocorreu no Parque Santa Rita, em Goiânia.

Por Ton Paulo
21/02/2019, 12h23

Um crime chocante foi registrado na manhã desta quinta-feira (21/2), no Setor Parque Santa Rita, em Goiânia. Segundo a Polícia Militar (PM), uma mulher teria matado a própria filha, de 1 ano e 8 meses, com golpes de marreta. Não bastando, a mulher teria ainda colocado fogo no corpo da criança após matá-la.

Conforme apurado pela reportagem do Dia Online, a mãe foi identificada como Alessandra Fiuza Neves. A principal suspeita é que a mulher sofra de problemas psicológicos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada para atender a uma ocorrência de incêndio no local informado, na Rua SR1 do Parque Santa Rita. Entretanto, no meio do caminho, foram informados que o incêndio já havia sido controlado, e que havia uma vítima. Só depois foi constatado que o incêndio na verdade tratou-se de uma tentativa da mulher de colocar fogo em um monte de entulho no quintal de casa.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), a mulher utilizou uma marreta e quebrou crânio, pernas e braços da menina. Depois, ela jogou a criança no monte de entulho no quintal da residência e ateou fogo.

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros ainda estão no local do crime. A mãe, que estava em estado de choque, foi levada ao Cais do Bairro Goiá. Após atendimento, ela será encaminhada para a Central de Flagrantes da Polícia Civil.

Além de caso no Parque Santa Rita, um homem foi preso depois de matar o próprio filho de 6 meses com um tiro

Em setembro do ano passado, um pai foi preso suspeito de matar o próprio filho, um bebê de 6 meses, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, na madrugada de quarta-feira (12/9).

O homem teria dado um tiro à queima-roupa, com a arma encostada no peito da criança, enquanto ela estava no berço. De acordo com a delegada Caroline Matos, que apurou o caso à época, ele disse que havia ingerido bebida alcoólica e consumido maconha e, por isso, não se lembrava do ocorrido.

Segundo a delegada, a mãe que contou que ele queria manter relações sexuais com ela. Diante da negativa, ele teria buscado a arma. Primeiro ameaçou de morte a mãe, depois apontou para o bebê. Ela diz que pediu calma, e que ele perguntou se ela duvidava que ele tinha coragem. Então, teria atirado.

Ele foi autuado por homicídio e pela posse da arma. A delegada disse descartar, em um primeiro momento, o envolvimento da mãe no crime.

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Goiás

Corpo de estudante de medicina é encontrado em cachoeira na Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso de Goiás

Daniel estava com um grupo de amigos quando se afogou na Cachoeira da Carioca.
21/02/2019, 14h34

O corpo do estudante de medicina do Rio de Janeiro, Daniel Chagas Dalpian, de 22 anos, foi encontrado na manhã desta quinta-feira (21/2) na Cachoeira da Carioca, no Distrito de São Jorge em Alto Paraíso de Goiás, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) afirmou que o Daniel estava em uma viagem com um grupo de amigos, quando se afogou na Cachoeira na tarde da última quarta-feira (20/2). Conforme a corporação, os amigos do estudante relataram que o jovem estava nadando quando o volume de água aumentou e arrastou o Daniel. Além de ser arrastado pela correnteza o rapaz caiu de uma cachoeira e não foi mais visto pelos amigos.

De acordo com os bombeiros, os amigos de Daneil chamaram a corporação para iniciar as buscas pelo rapaz ainda na noite de ontem, por volta das 18h45. A corporação afirmou que iniciou aos trabalhos, mas devido a chuva que caía na região as buscas por Daniel foram suspensas e retomadas hoje.

Corpo do estudante de medicina foi encontrado a 10 metros de profundidade

Os mergulhadores retomaram os trabalhos no poço em que Daniel foi visto pela última vez, percorrendo o trajeto da correnteza e por volta das 10h25 o corpo do jovem foi encontrado a 10 metros de profundidade.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) se manifestou por meio de nota publicada em seu site na manhã de hoje, após o corpo de Daniel ser encontrado pelos Bombeiros. Na nota o ICMBio lamenta a morte do rapaz que morreu afogado após uma queda acidental na base da Cachoeira das Cariocas. Além de lamentar o incidente, o instituto afirmou que se solidariza com os familiares e amigos de Daniel.

Confira a nota do Instituto

“Com muito pesar, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informa a ocorrência de um acidente fatal numa cachoeira no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO), na quarta-feira (20). Segundo informações, o estudante Daniel Chagas Dalpian, de 22 anos, sofreu uma queda acidental no poço situado na base da Cachoeira das Cariocas, aproximadamente às 13h de ontem.O Corpo de Bombeiros foi acionado prontamente, e esteve local avaliando as circunstâncias do acidente e preparando o mergulho de busca e salvamento.

No início da manhã de hoje (21/02) as buscas foram retomadas, com equipe composta por bombeiros militares de Goiás, brigadistas/ICMBio, analista ambiental do PNCV/ICMBio e guias locais especialistas em busca e salvamento. Às 10:22h o corpo da vítima foi encontrado, no mesmo local do acidente. A brigada em atuação, comandada pelo Sargento Leonel (CBMGO), é composta por mergulhadores experientes na região da Chapada dos Veadeiros.

O gestor do Parque, Fernando Tatagiba, e toda a equipe, prestaram o apoio nas buscas pelo visitante. A Polícia Civil foi informada, para trâmites necessários à liberação do corpo. A equipe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e a direção do ICMBIo lamentam imensamente o ocorrido e se solidarizam com familiares e amigos de Daniel Dalpian.”

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Goiás

"Parecia ser amorosa com os filhos", diz amiga de mulher que matou filha de 1 ano a marretadas, em Goiânia

A profissional de Educação Física e vendedora Alessandra Fiuza Neves, de 33 anos, matou a própria filha, de 1 ano e 8 meses, a marretadas. Caso aconteceu hoje (21/2), em Goiânia.

Por Ton Paulo
21/02/2019, 15h57

A diarista Maria (nome fictício) mal conseguiu trabalhar nesta quinta-feira (21/2). A mulher ainda está em estado de choque depois que recebeu a notícia de que sua amiga, Alessandra Fiuza Neves, de 33 anos, matou a marretadas a própria filha de 1 ano e 8 meses, hoje no setor Parque Santa Rita, em Goiânia. Maria conta que ainda está absorvendo o fato, uma vez que sempre viu a amiga como uma mulher “extrovertida e amorosa com os filhos”.

Em entrevista exclusiva ao Dia Online, Maria conta que Alessandra e ela são amigas próximas. “Sempre ia na casa dela, a gente cozinhava juntas, malhava juntas na mesma academia. Eu jamais esperava por isso”. A diarista conta que Alessandra é formada em Educação Física, e já chegou a substituir o professor na academia que frequentam. Entretanto, sua principal fonte de renda seria a revenda de produtos como roupas e sapatos.

Segundo Maria, a extrema vaidade de Alessandra foi algo que sempre chamou a atenção da amiga. “Ela é muito vaidosa, muito. Se cuida demais, do corpo, tudo. Mas depois que ela teve a filha, mudou muito”, revela. Maria conta que Alessandra vinha tomando já há algum tempo medicamentos para emagrecer, uma vez que a mulher havia ganhado muito peso desde que teve a filha.

Alessandra teve dois filhos: um menino de 8 anos e a menina, de 1 ano e 8 meses, que foi morta pela própria mãe. Entretanto, uma coisa chama a atenção: segundo Maria, Alessandra escondeu a segunda gravidez de todos até onde pôde. Maria conta que, mesmo convivendo diariamente com Alessandra, só foi saber que a amiga estava grávida no sétimo mês de gestação. “Ela escondeu até onde deu, mas todo mundo comentava, desconfiava que ela estava grávida mas ela não falava nada”, lembra.

Segundo Maria, Alessandra teve um relacionamento conturbado com o pai da filha. Ela conta que Alessandra se separou do homem quando ainda estava grávida. Reatou um tempo depois, ainda durante a gravidez, rompendo definitivamente depois. O motivo da primeira separação teria sido, segundo a amiga de Alessandra, traição por parte dele.

Alessandra não aparentava ter problemas mentais, conta a amiga

Uma das principais hipóteses com a qual a polícia trabalha no caso do assassinato da criança pela própria mãe, é a de que Alessandra sofre de problemas psicológicos. Entretanto, essa possibilidade parece ser ligeiramente refutada pela amiga.

Maria conta ao Dia Online que nunca percebeu nada de anormal na amiga, nem qualquer distúrbio ou transtorno mental. Perguntada se a amiga tomava algum medicamento controlado, Maria responde: “Que eu saiba, a única coisa que ela tomava era remédio para emagrecer”.

A última vez que Maria viu a amiga antes do terrível acontecido, segundo ela, foi no supermercado há cerca de 20 dias. A mulher reafirmou que não percebeu nada de suspeito nela ou nas crianças. “Ela é muito extrovertida. Mesmo assim, se estivesse fingindo, a gente perceberia pelas crianças, criança não mente. Mas eles sempre estavam bem, ela era muito amorosa com eles. Parecia muito amorosa com os filhos. Nunca notei nenhum sinal de maus-tratos, nada. Nunca.”, finaliza.

Crime ocorrido em Goiânia, no Parque Santa Rita, chocou pelos requintes de crueldade

A profissional de Educação Física e vendedora Alessandra Fiuza Neves matou a própria filha, de 1 ano e 8 meses, com golpes de marreta. Não bastando, a mulher colocou fogo no corpo da criança após matá-la. Crime foi registrado na manhã desta quinta-feira (21/2).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada para atender a uma ocorrência de incêndio no local informado, na Rua SR1 do Parque Santa Rita. Entretanto, no meio do caminho, foram informados que o incêndio já havia sido controlado, e que havia uma vítima. Só depois foi constatado que o incêndio na verdade tratou-se de uma tentativa da mulher de colocar fogo em um monte de entulho no quintal de casa.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), a mulher utilizou uma marreta e quebrou crânio, pernas e braços da menina. Depois, ela jogou a criança no monte de entulho no quintal da residência e ateou fogo.

Alessandra, que estava em estado de choque quando foi detida, foi levada ao Cais do Bairro Goiá. Após atendimento, ela foi encaminhada para a Central de Flagrantes da Polícia Civil.

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