Goiás

Por causa de desgaste, Caiado recua e não vai mais fechar unidades do Vapt Vupt em Goiás

O secretário admitiu um desgaste causado ao Governo devido aos cortes e restrições que Caiado vem impondo ao Estado.

Por Ton Paulo
28/02/2019, 09h51

O secretário Estadual de Administração do Estado de Goiás, Pedro Henrique Sales, afirmou recentemente que as medidas anteriormente anunciadas pelo governador Ronaldo Caiado (DEM), de realizar cortes no Vapt Vupt com fechamento de unidades e demissões de servidores, estão descartadas pelo menos para este ano. O secretário admitiu ainda um desgaste causado ao Governo devido aos cortes e restrições que Caiado vem impondo ao Estado.

De acordo com Sales a um jornal local, serão preparadas “medidas caseiras mais rápidas” que garantam redução das despesas do Estado, como revisão de contratos e a redução dos valores de aluguel. O secretário admitiu um desgaste gerado pela proposta inicial de Caiado, de fechar unidades do Vapt Vupt e exonerar o que ele chamou de “servidores ociosos”.

Ao veículo local, Sales declarou que “esse tipo de medida tem impacto na política” e que o Governo já estria vivendo um “momento complicado com o funcionalismo e outros setores”. “Vamos pensar nisso em momento político mais apropriado. Não será este ano”.

Além dos pontos adiantados, o secretário ainda não deu detalhes sobre as “medidas caseiras mais rápidas” que serão aplicadas.

Caiado havia anunciado fechamento de unidades do Vapt Vupt no início do mês

Os cortes no Vapt Vupt foram anunciados pelo governador Ronaldo Caiado no dia 5/2. Caiado convocou entrevista coletiva e fez um balaço do primeiro mês à frente do Executivo estadual. Na ocasião, destacou as medidas adotadas pelo governo nos primeiros 30 dias e anunciou reestruturação do Vapt-Vupt.

Na época, Caiado pretendia economizar R$ 51,7 milhões por ano com mudanças na estrutura do serviço de atendimento. Para isso, o democrata queria fazer a exoneração de “servidores ociosos” e fechamento de “unidades pouco utilizadas”.

“São várias as cidades que já estão oferecendo a nós espaços em centros comerciais e shoppings centers a custo zero porque a disponibilização desses serviços atrai as pessoas. Então em um primeiro momento queremos cortar custos com locação de espaços, para isso já estamos em contato com as prefeituras. Queremos dar ainda mais eficiência ao Vapt-Vupt”, disse Caiado, na ocasião.

Via: O Popular 

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Goiás

Decon apreende mais de 3 mil pares de tênis falsificados em duas lojas, em Anápolis

Produtos eram vendidos como sendo de marcas famosas como Adidas, Nike, Oakley, entre outras.
28/02/2019, 10h32

Mais de 3 mil pares de tênis, 500 peças de roupas e 15o bonés falsificados foram apreendidos em duas lojas, no Bairro Jundiaí, em Anápolis. Ação foi realizada nesta terça-feira (27/2), por policiais da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor do Estado de Goiás (Decon), sob coordenação do delegado Frederico Maciel.

Os produtos falsificados eram vendidos como se fossem de marcas famosas como Adidas, Nike, Oakley, entre outras. Duas pessoas foram levadas à delegacia para prestar esclarecimentos e liberadas em seguida. De acordo com informações da Polícia Civil (PC), proprietários das mercadorias responderão por crime contra as relações de consumo, onde a pena pode chegar a cinco anos de prisão e por delito contra marcas, com pena de até um ano de detenção.

Decon doa roupas piratiadas apreendidas na Região da 44

Na última terça-feira (26/2), a Polícia Civil, por meio da Decon, conseguiu evitar o descarte de milhares de peças de roupas apreendidas em Goiânia, e que serviram para fazer a alegria de pessoas carentes no interior de Goiás. Mais de 3.200 peças de roupas de marcas famosas pirateadas, que foram apreendidas em operações da polícia na Rua 44, foram doadas para pessoas hipossuficientes após decisão da Justiça. Ao todo, 3.260 peças de vestuário, como camisas, camisetas, calças masculinas e femininas foram entregues à Secretaria de Assistência Social do município de Campestre, cidade a 50 quilômetros da capital.

Os produtos doados foram apreendidos em julho do ano passado, durante ação da Decon, denominada Operação Piratas do Cerrado, numa galeria na região da Rua 44.  Para que não se descartasse as peças (que seriam queimadas), a Decon solicitou ao Poder Judiciário que fosse feita a doação a pessoas carentes. A Justiça deferiu o pedido e determinou que, para fazer a doação, fosse feita a retirada das etiquetas, marcas e símbolos das peças piratas.

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Economia

Brasil teve necessidade de financiamento de R$ 58,1 bilhões em 2018, aponta IBGE

PIB brasileiro registrou alta de 1,1% em 2018 ante o ano anterior.
28/02/2019, 10h51

O Brasil encerrou 2018 com uma necessidade de financiamento de R$ 58,1 bilhões. No ano anterior, a necessidade de financiamento tinha sido de R$ 47,2 bilhões. Os dados são das Contas Nacionais apuradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou na manhã desta quinta-feira, 28, o desempenho do Produto Interno Bruto no ano passado. O PIB brasileiro registrou alta de 1,1% em 2018 ante o ano anterior.

O saldo externo de bens e serviços caiu de R$ 65,7 bilhões em 2017 para R$ 36,1 bilhões em 2018, uma redução de R$ 29,6 bilhões.

Já a renda líquida de propriedade enviada ao resto do mundo diminuiu de R$ 122,4 bilhões em 2017 para R$ 104,8 bilhões em 2018, o equivalente a R$ 17,6 bilhões a menos.

Revisões

O IBGE revisou o PIB do terceiro trimestre de 2018 ante o segundo trimestre, de 0,8% para 0,5%. O órgão também revisou a taxa do PIB do segundo trimestre de 2018 ante o primeiro trimestre do mesmo ano, de 0,2% para 0,0%.

A taxa do primeiro trimestre de 2018 ante o quarto trimestre de 2017 saiu de 0,2% para 0,4%. Já o resultado do quarto trimestre de 2017 ante o terceiro trimestre de 2017 passou de 0,2% para 0,3%.

Imagens: pinterest 

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Goiás

Membros de facção de alta periculosidade são presos em Goiás

Segundo a polícia, os membros da facção praticavam crimes de homicídios e tráfico de drogas, e um deles chegou a explodir o presídio onde estava para poder fugir, em Trindade.

Por Ton Paulo
28/02/2019, 11h57

A Polícia Civil de Goiás, através da Delegacia de Acreúna, interior de Goiás, cumpriu na manhã desta quinta-feira (28/2) 16 mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão contra membros de uma facção considerada de alta periculosidade que atuava no sudoeste do estado. Segundo a polícia, os faccionados praticavam crimes de homicídios e tráfico de drogas, e um deles chegou a explodir o presídio onde estava para poder fugir, em Trindade.

A operação da Polícia Civil foi conduzida pelo delegado Daniel Moura, e teve como alvo os municípios goianos de Rio Verde, Acreúna, Indiara, Maurilândia, Caldas Novas, além de Belém do Pará (PA) onde foi cumprido mandado contra o líder da facção, Lucas Stefano dos Santos, que está preso.

De acordo com o delegado, Lucas é considerado indivíduo de alta periculosidade. Ele conta que o criminoso empregou o uso de explosivos durante uma fuga na Unidade Prisional de Trindade, região metropolitana de Goiânia, e recentemente, ao tentar resgatar presos da mesma facção no Pará, Lucas utilizou armamento pesado, como fuzil, porém foi capturado e preso.

Membros da facção presos em Goiás praticavam crimes chocantes

A prisão dos membros da facção, que atuava na região sudoeste de Goiás, representou um grande passo no combate ao crime organizado no estado.

Conforme o delegado Daniel Moura, todos os acusados são considerados de alta periculosidade, “dado emprego de extrema violência da facção, dente outros fatores, como a motivação do grupo, qual seja ocupação de território para práticas de tráfico”. A polícia conta que em um dos crimes de homicídio praticado pela facção, a vítima foi decapitada, teve as digitais cortadas e o corpo queimado.

A operação contou com 50 Policiais Civis e apoio das Instituições de Polícia Civil de Goiânia, Goianira, Guapó, Edéia, Indiara, Jandaia e Jataí, além do GT3 (Grupo de Operações Táticas).

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Política

Deputados goianos derrubam requerimentos que pediam fim de auxílios-moradia e mudança

Com decisão do Plenário, pedidos serão arquivados, sem mesmo tramitar na Casa de Leis.
28/02/2019, 12h03

Os deputados goianos derrubaram, nesta quinta-feira (28/2), dois requerimentos que pediam o fim dos auxílios-moradia e mudança. As propostas foram apresentadas pelo deputado Delegado Humberto Teófilo (PSL), único parlamentar da Casa a protocolar pedido de dispensa do benefício. Com a decisão do Plenário, os documentos serão diretamente arquivados, sem mesmo tramitar na Casa de Leis.

Após rejeição, o deputado, autor dos requerimentos que acabavam com a concessão de auxílio-moradia e de ajuda de custo para mudança, aos deputados estaduais, lamentou, ainda durante a Ordem do Dia, a decisão dos colegas. “Estou decepcionado, mas respeito a decisão soberana do Plenário”, declarou Humberto Teófilo (PSL). Segundo ele,

Pagamento de auxílios-moradia e mudanças a deputados goianos

O pagamento dos benefícios aos deputados estaduais foram feitos pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), mesmo depois de uma liminar, concedida na última quinta-feira (21/2) pelo juiz Reinaldo Alves Ferreira, da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, impedir o repasse.

O presidente da Casa, Lissauer Vieira (PSB), disse que “se a liminar tivesse chegado antes de pagar, a determinação teria sido cumprida”. A decisão do magistrado, que foi tomada após uma ação popular movida por um dos coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) em Goiás, Pedro Feldon, proíbe a Alego de pagar um salário equivalente a R$ 25.322,20, que se refere ao auxílio-mudança, para os deputados que encerraram o mandato em janeiro e aos que acabaram de entrar. Além disso, dos 41 deputados da Alego, 21 foram reeleitos e receberam duas vezes, pois o valor foi viabilizado para despesas com mudança e transporte de bens.

Na decisão, o juiz Reinaldo Alves defendeu “que não faz sentido o pagamento de auxílio-mudança para quem não vai mudar, ou para deputado que já tem residência em Goiânia”, como é o caso de deputados reeleitos. Além disto o magistrado alega  que o pagamento na forma como foi anunciada causa prejuízo ao erário público.

Imagens: Mais Sudoeste 

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