Entretenimento

'Não peguei ninguém', diz Anitta após curtir camarote com Neymar

"Infelizmente, não peguei ninguém. Acordei, inclusive, com um pouco de raiva porque saí no zero a zero. As amigas também", comentou a cantora.
05/03/2019, 17h23

Anitta passou a noite de segunda-feira, 4, ao lado de Neymar e do surfista Gabriel Medina em um camarote no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Isso já motivou comentários de que os dois haviam ‘ficado’ na comemoração de carnaval.

Porém, na tarde desta terça-feira, 5, a cantora negou os rumores e o fato de que teria ido ao local para provocar Bruna Marquezine, ex-namorada de Neymar que estava no mesmo local, mas em lado oposto.

“Eu sou amiga do Neymar há muitos e muitos anos. Não é só porque as pessoas são famosas e se cruzam nos lugares, que elas são melhores amigas. Eu não sou amiga da Bruna Marquezine. Conheço. Ela foi no meu trio porque meu assessor de imprensa é um grande amigo dela, então eles estavam curtindo o carnaval”, disse a cantora nos stories do Instagram. “Não tenho nada contra ela, não tenho nada contra ninguém.”

Sobre o possível affair com Neymar, Anitta negou. “Infelizmente, não peguei ninguém. Acordei, inclusive, com um pouco de raiva porque saí no zero a zero. As amigas também”, comentou.

Nesta terça-feira, o perfil no Instagram de Bruna Marquezine amanheceu fora do ar. Os internautas e fãs dela, de Neymar e Anitta estão especulando que o motivo teria sido a presença do ex e da funkeira no evento. O E+ entrou em contato com a assessoria da atriz para saber o motivo da ausência do perfil na rede social, mas não obteve resposta até a publicação desta nota.

Anitta nega que tenha ido ao camarote para “provocar” Bruna. “Eu jamais fui para camarote nenhum para provocar ninguém. As pessoas que estavam organizando os dois camarotes que eu fui são todos meus amigos, estão me chamando há anos. Eu não vou deixar de ir porque tem gente lá”, disse a cantora.

“O único que perdeu a linha foi o David Brazil de botar aquela legenda nada a ver, mas não vem me meter em briga dos outros, não”, comentou a cantora.

David Brazil estava no camarote ao lado dela e de Neymar e publicou fotos dos dois com as legendas “segura esse casal, Brasil” e “também estou passado”.

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Brasil

Mancha Verde é campeão do carnaval de São Paulo; Vai-Vai é rebaixada

O samba-enredo, "Óxala, Salve a Princesa! A Saga de uma Guerreira Negra!", é um canto às tradições de origem africana: citou maracatu, Iemanjá, África e Zumbi dos Palmares.
05/03/2019, 17h47

A Mancha Verde, escola de samba do Palmeiras, é campeã do grupo especial do carnaval paulistano em 2019. A Vai – Vai, escola que mais vezes venceu o carnaval paulistano, foi rebaixada para o grupo de acesso em 2020.

A Mancha foi a terceira a desfilar na madrugada de sexta-feira, 1°, para sábado, 2, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. O grupo entrou na avenida por volta de 1h30.

Nas cores verde, branco e vermelho, a escola cantou, sambou e desfilou em homenagem à saga de uma guerreira negra. O samba-enredo, “Óxala, Salve a Princesa! A Saga de uma Guerreira Negra!”, é um canto às tradições de origem africana: citou maracatu, Iemanjá, África e Zumbi dos Palmares.

Uma ala do grupo fez referência ao Congo como local de escoamento de marfim e outros produtos da região. Logo no primeiro carro alegórico, os destaque eram os elefantes com dentes de marfim e imagens de mulheres negras.

A primeira ala entrou na avenida com fantasias ricas em detalhes com lantejoulas, brilhos e fitas. O verde em diferentes tonalidades dominou o desfile, que reuniu três mil componentes ao todo.

Vai-Vai

No quesito “Comissão de Frente”, a Vai-Vai caiu para a última colocação entre as 14 agremiações na disputa. O grupo do Bexiga não tirou uma nota 10 no quesito avaliado. As duas últimas escolas caem para o grupo de acesso do carnaval de 2020.

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Goiás

Fundação Pró-Cerrado ganhou contrato milionário sem licitação

Dispensa de menores aprendizes segue recomendação da CGE que identificou diversas irregularidades em contrato. MP descobriu jovens filhos de fazendeiros e de políticos que eram beneficiários de Programa Jovem Aprendiz.
05/03/2019, 18h59

A polêmica dispensa de 5.000 jovens inscritos no Programa Jovem Cidadão, firmado entre o Governo de Goiás e a Fundação Pró-Cerrado tem como pano de fundo a continuidade de um contrato que começou sob o signo da ilegalidade e continuou com a marca do compadrio e do desrespeito ao dinheiro público. O contrato foi iniciado em 2017 com o sugestivo nome de “Termo de Colaboração” porque não houve licitação que conferisse legalidade ao processo e que por diversas vezes teve pareceres contrários à continuidade pela Procuradoria-Geral do Estado, Controladoria Geral do Estado e até da Advocacia Setorial durante o governo que o firmou.

No ano de 2017 a relação comercial entre o Estado de Goiás e a Fundação Pró-Cerrado foi de pouco mais de R$ 50 milhões, ou R$ 5,902 milhões mensais, sendo que o pagamento nunca atrasou nenhum dia. Para 2018 da FPC tinha intenção de ampliar o contrato em mais de 40%, passando para astronômicos R$ 70,835 milhões. Mas, a torneira foi fechada quando o governo resolveu acatar a orientação da PGE, da CGE e reviu os atos que haviam sido praticados. Cancelando o contrato com 5.000 jovens o governo se tornou alvo de ataques de ira de quem perdeu o posto e, principalmente, de quem perdeu os milhões movimentados com o contrato.

O Ministério Público requisitou cópias integrais dos documentos que instruíram o processo de seleção da Fundação Pró-Cerrado para o “gerenciamento, a operacionalização e a execução das atividades administrativas de apoio para a execução do Programa Jovem Cidadão”. Começou ainda em novembro de 2016 com um despacho da então titular da Secretaria Cidadã, a hoje deputada estadual Lêda Borges. Somente a Fundação Pró-Cerrado participou do chamamento, que pretendia dar aura de licitação e imprimir uma inexistente legalidade.

Um extenso relatório conclusivo de auditoria feito pela Controladoria Geral do Estado esmiuçou o “Termo de Colaboração” desde o edital de chamamento ou o arremedo de certame licitatório que pretenderam aplicar. Nele os técnicos apontam que houve a inclusão de critérios restritivos à concorrência, que não houve avaliação da capacidade financeira para o contrato, que critérios muito subjetivos e dirigidos retiraram a capacidade de participação de outras entidades como Espro, CIEE, CAMP, Fundação Crescer e Centro Salesiano do Menor. Mas, o mais grave é que a Renapsi, uma subsidiária da Fundação Pró-Cerrado, que venceu o chamamento por ser a única habilitada, sequer possuía sede em Goiás, como exigia o edital, o que anularia por completo o certame.

Entretanto, há um outro porém. Os técnicos identificaram que houve momentos no curso do contrato que pagamentos foram feitos para a Fundação Pró-Cerrado, que se misturou com a Renapsi e que teria “implicado desta forma em pagamento indevido ou prestação de serviço de forma irregular, no caso da entidade ter desenvolvido as atividades sem cobertura contratual”, ou que “o pagamento em questão pode ter sido efetuado à empresa diversa daquela que prestou”.

Como, curiosamente, nenhuma outra empresa, entidade do Terceiro Setor ou mesmo fundação participou, a FPC foi a vencedora. No início de 2017 foi assinado o “Termo de Colaboração”. Destinava-se a atender jovens adolescentes de 14 a 17 anos que receberiam uma ajuda de custo para serem aprendizes e começarem a ser inseridos no mercado de trabalho. Para cada jovem o Estado pagaria R$ 1.120,00 e empregaria 3.624 indivíduos. O valor anual do contrato seria de R$ 48,7 milhões. Já em janeiro de 2017, com o Segundo Termo Aditivo o contrato foi substancialmente acrescido, passando para 5.000 jovens beneficiados ao valor individual de R$ 1.180,55 e um total de R$ 50,173 milhões anuais. Com o detalhe de que cada jovem recebe apenas R$ 428,00, ou seja, os R$ 752,00 ficam no caixa da Fundação Pró-Cerrado para o que seus responsáveis classificam de “taxa administrativa e pagamento de encargos trabalhistas”.

Ilegalidade

Mas, a assinatura do contrato e os aditivos firmados posteriormente foram duramente atacados pela CGE e PGE, sob a firme convicção dos técnicos de que o “Termo de Colaboração” apresentava vícios de ilegalidade desde o início. Todos os pareceres foram pela declaração de ilegalidade e fim da continuidade, acusando principalmente que a assinatura de termo aditivo seria absolutamente ilegal. O parecer da Procuradoria Geral do Estado apontou “falha na publicidade do Edital de Chamamento” porque sequer foi publicado em jornal de grande circulação, como manda a lei.

O contrato ou “Termo de Colaboração” firmado em 2017 teria validade até 14 de março desse ano. Mas, aí os técnicos da Advocacia Setorial da Secretaria Cidadã, instados a se manifestarem sobre novo aditivo detectaram outros problemas graves. É o caso da “não apresentação de relatórios mensais do último período, correspondente à obrigação de apresentação de relatório e fatura mensal detalhada e discriminativa por situações individualizadas para fins de pagamento, tendo sido ofertado apenas o relatório de faltas dos jovens aprendizes correspondente ao mês de setembro/2018”. Frisaram também que a administração pública “manteve-se omissa quanto ao seu dever de acompanhar, fiscalizar, conferir e avaliar a execução do objeto da parceria, inexistindo manifestação formal acerca dos resultados alcançados através do ajuste”. Não bastasse tudo isso ainda consideraram “que a situação delineada é de gravidade tão elevada capaz de configurar, até mesmo, indício de provável desvirtuamento do objetivo institucional do Programa”.

Os advogados recomendaram a suspensão imediata do contrato de parceria, além de um encontro de contas entre os valores efetivamente transferidos por meio das ordens de pagamentos e a comprovada execução dos serviços. Que também seja aberto processo licitatório para recompor o programa.

A cereja do bolo ficou por conta de um ofício do Ministério Público de Novo Gama que apareceu no compêndio de documentos do “Termo de Colaboração”. Nele a promotora de Justiça Tarsila Costa Guimarães revela que o MP descobriu a existência de “vários adolescentes, que no momento da admissão, possuíam renda familiar mensal superior à exigida” para figurarem no Programa Jovem Cidadão. Há denúncias no MP que filhos de fazendeiros e filhos de políticos da região eram contemplados, mesmo não sendo hipossuficientes.

Lobby

Fundação Pró-Cerrado ganhou contrato milionário sem licitação
Adair Antônio Meira (Foto: Reprodução)

O diretor da Fundação Pró-Cerrado e sua subsidiária, Renapsi, é o empresário Adair Antônio de Freitas Meira, dono de veículos de comunicação, empresa de transporte coletivo de passageiros e dono de ONGs que em tese não teriam qualquer lucro. Ele foi preso em março de 2017 na esteira da Operação Terceiro Setor e responde a ação criminal por corrupção, formação de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude a licitação.

O MP o acusou junto a outros envolvidos, inclusive um promotor de Justiça, de transferir ilegalmente para a Funser (Fundação Universitária do Cerrado) outra ONG que ele presidia. Seu poder de ação vai a ponto de derrubar ministro, como foi o caso de Carlos Lupi, em 2011, que foi defenestrado do governo Dilma Rousseff após ser flagrado mentindo que não tinha nenhuma relação com Adair. Dizem que o próprio Adair divulgou as fotos em que Lupi descia do King Air que ele alugara e que motivou a queda do ministro. As ONGs chefiadas por Adair movimentaram muitos milhões em governos petistas e até hoje são objeto de investigações do Ministério Público Federal.

Fundação Pró-Cerrado ganhou contrato milionário sem licitação
Adair Meira com o ex-ministro Carlos Lupi (Foto: Reprodução)

A reportagem tentou falar com Adair Meira. Em seu telefone (62) 99971-XXXX as chamadas aconteciam sem que ele atendesse. Fontes informaram que ele poderia estar em Barcelona, na Espanha, onde vivem sua mulher e seu filho.

 

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Goiás

Homem é preso suspeito de assaltar mercearia pela 2ª vez na mesma semana, em Anápolis

Suspeito havia cometido um roubo no mesmo local no último domingo (3/3).
06/03/2019, 07h46

Um homem foi preso em flagrante na tarde desta terça-feira (5/3), feriado de Carnaval, ao tentar assaltar uma mercearia pela segunda vez na mesma semana. O caso ocorreu em Anápolis, a 59 quilômetros de Goiânia. Segundo informações da Polícia Militar de Goiás (PMGO), o suspeito havia cometido um roubo no mesmo local no último domingo (3/3), voltando dois dias depois, armado, para cometer o mesmo crime.

Imagens da câmera de segurança do estabelecimento registraram o momento em que o homem, que chega ao caixa com uma garrafa de bebida, aparentemente alcóolica, e mostra a arma para o atendente e mais pessoas no local. Os comerciantes informaram aos policiais que o homem mostrava a arma para obter “ganhos” nas lojas.

Veja o exato momento da ação criminosa:

Suspeito de assaltar mercearia em Anápolis é preso em flagrante

Após o segundo assalto, os comerciantes acionaram a Polícia Militar e passaram as características do homem, que foi preso logo em seguida. Maike da Silva Sousa Monteiro, de 24 anos, que usava uma arma na cintura para ameaçar os funcionários, foi encontrado no Residencial Leblon, em Anápolis, ainda com os produtos roubados na mercearia.

Ele foi reconhecido pelas vítimas e em seguida levado à Delegacia Geral da cidade.

Prisões em Anápolis

Na última semana, uma briga de vizinhas culminou na prisão de duas jovens, de 18 e 19 anos, que teriam dado continuidade aos negócios dos companheiros que estão presos: o tráfico. A ocorrência foi registrada na noite da última terça-feira (26/2), em Anápolis.

Na casa de uma das jovens, que foram apelidadas de “damas do tráfico”, a PM encontrou porções de crack, LSD e mais de R$ 1.500 reais em dinheiro que seria dinheiro de tráfico, além de vários cartões de crédito. A polícia deu voz de prisão às acusadas, que foram encaminhadas junto com substâncias e objetos apreendidos à Delegacia Central de Anápolis, onde aguardam a lavratura do auto de prisão em flagrante.

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Trânsito

Carnaval termina sem óbitos registrados nas rodovias de Goiás

A Operação Carnaval 2019, deflagrada pela PRF nas rodovias de Goiás na última sexta-feira (1/3), segue até meia-noite de hoje (6/3).

Por Ton Paulo
06/03/2019, 08h47

O feriado de carnaval, felizmente, chegou às “cinzas” de quarta-feira (6/3) com nenhum óbito registrado em acidentes nas rodovias de Goiás. A informação é da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que deflagrou no dia 1º, sexta-feira, a Operação Carnaval 2019, visando prevenir acidentes e combater irresponsabilidades nas BRs no feriado.

Conforme as informações adiantadas pelo inspetor Newton Morais, da PRF, o carnaval acabou e nenhum óbito foi registrado em acidentes pela corporação nas BRs que cortam Goiás. O fato representa um feliz avanço, uma vez que no balanço parcial da Operação Carnaval 2018 foram registradas duas mortes.

Entretanto, o saldo de abordagens da PRF não foi lá tão positivo. De acordo com o inspetor, até agora foram registrados 75 flagrantes de condutores alcoolizados. Além disso, os casos de excesso de velocidade nas rodovias já ultrapassa 5 mil, contra 4.600 registrados no ano passado – indicando um aumento.

O inspetor enfatiza ainda que a operação, que começou na última sexta-feira (1/3), continua o trabalho de monitoramento e prevenção nas rodovias até meia-noite desta quarta-feira de cinzas.

Preocupação da PRF nas rodovias de Goiás agora é com quem está voltando para casa

Ainda segundo o inspetor Newton Morais, muita movimentação é esperada pela PRF na manhã de hoje, uma vez que os motoristas, foliões cansados da festa, estão todos voltando para casa. “Hoje a preocupação maior é para quem está retornando com sono, cansado, ressaqueado”, destaca.

O inspetor chama a atenção ainda para o dever de redobrar a cautela ao voltar para casa, pedindo para que os condutores tenham prudência, paciência, e “não se arrisquem em manobras perigosas”. Ele finaliza lembrando que para qualquer problema ou dificuldade que o condutor possa vir a ter nas BRs que cortam Goiás enquanto estiverem voltando para casa, deve acionar a Polícia Rodoviária Federal através do número 191.

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