Entretenimento

Zoológico de Goiânia oferece muita diversão e aprendizado

Além de muito lazer e contato com a natureza, o Zoológico de Goiânia também conta com programas de conscientização ambiental.
08/03/2019, 18h22

Embora Goiânia não tenha tantas opções de lazer quando comparada a uma cidade realmente grande, não podemos descartar as boas alternativas que ainda constam em nossa agenda. Principalmente quando falamos sobre as crianças, existem opções bem atraentes que, em sua maioria, ficam por conta dos diversos parques que existem na capital. No entanto, um lugarzinho em especial é capaz de conquistar ainda mais o coraçãozinho dos pequenos: o Zoológico de Goiânia.

Localizado no Parque Lago das Rosas, também conhecido como uma das principais atrações da cidade (com destaque para os pedalinhos), o zoológico possui fácil acesso e representa um excelente passeio não apenas aos fins de semana, mas também de terça a sexta.

Apenas para que você tenha ideia, mais de 500 animais vivem no lugar, que atualmente conta também com uma equipe de educação ambiental composta por funcionários e professores da Secretaria Municipal de Educação.

Zoológico de Goiânia
Foto: Reprodução: Wikimedia

Por tal razão, o Zoológico de Goiânia também é um dos destinos mais visitados por professores da rede municipal de ensino, que acompanham seus alunos em visitas ricas em diversão, mas que também despertam a conscientização ambiental e estimulam o aprendizado.

Ali dentro, além da oportunidade de conhecer diferentes espécies de animais, as crianças também conhecem diferentes vegetações, sendo que diversas plantas e árvores também contam com plaquinhas explicativas, contando um pouquinho de sua origem, assim como acontece com os animais. Dessa forma, os pequenos entendem um pouquinho mais sobre a importância de preservar o meio ambiente, e passam por uma experiência que os incentiva a cuidar do futuro de nossa fauna e flora.

Zoológico de Goiânia: um pouquinho de sua história

Zoológico de Goiânia
Foto: Reprodução/ O Popular

Saturnino Maciel de Carvalho foi encarregado e morador do Lago das Rosas, sendo também o grande responsável pela fundação do Zoológico de Goiânia, que aconteceu no ano de 1956.

Naquela época o parque já era um local de lazer para a população da cidade, mas foi somente depois da doação de animais pelo ornitólogo e professor José Hidasi, que o zoológico foi construído, mudando completamente a rotina de quem frequentava o Lago das Rosas. Vale lembrar que no mesmo ano também nasceu o Museu de Zoologia.

Os anos se passaram e o local se transformou em um dos principais pontos de encontro entre famílias e amigos. Muita gente ia até ali apenas para ter maior contato com a natureza e recarregar as energias, deixando para trás a rotina  desgastante. Portanto, nem sempre o foco era visitar os animais.

Zoológico de Goiânia
Foto: Reprodução/ Prefeitura de Goiânia

À medida que o tempo foi passando, infelizmente a estrutura do lugar já não era mais suficiente para suportar a quantidade de bichos que ali moravam. Falhas estruturais começaram a aparecer e a cidade ficou chocada com a notícia de que muitos animais começavam a morrer.

Assim, o Zoológico de Goiânia precisou fechar as portas em junho de 2009. A partir daí, o ambiente passaria por uma reforma completa para se adequar às novas necessidades. Foi somente em 2012 que o lugar foi reaberto e tudo estava dentro dos conformes. Apenas para que você tenha ideia, em dezembro de 2015 o zoo já somava 522 animais, sendo 135 répteis175 mamíferos 212 aves.

Dentre os espécimes ali encontrados, é possível visitar alguns animais exóticos como as sucuris e pítons, o macaco Syamang, a ararajuba e muitos outros. Apesar disso, uma pesquisa realizada entre os anos de 2012 e 2013 revelou que os animais preferidos pelos visitantes são os hipopótamos, serpentes e, como já é de se esperar, os grandes felinos (tigres e leões).

Zoológico de Goiânia
Foto: Reprodução/ Prefeitura de Goiânia

Embora seja um passeio divertido e rico em aprendizado, vale considerar que o Zoológico de Goiânia, assim como qualquer outro zoo, possui regras que devem ser seguidas e que visam tanto a segurança das pessoas, quanto a dos animais. Confira abaixo:

  • Não ultrapassar as barreiras (cordões de isolamento, correntes, telas, cercas) entre o passeio e recintos
  • Não alimentar, tentar entrar em contato físico, gritar ou jogar objetos nos animais. Os pais devem sempre estar atentos para que as crianças cumpram as regras, pois a melhor forma de ensiná-las é dando o exemplo.
  • Não adentrar ao Parque Zoológico com: animais domésticos, bebidas alcoólicas ou latas de qualquer tipo de bebida, aparelhos de som
  • Sempre descartar o lixo nas lixeiras adequadas (lixo orgânico e reciclável)

Sabendo disso, agora é só programar o dia da próxima visita e aproveitar o passeio! Com certeza você, sua família e amigos terão bons momentos para levar do local. Para saber de mais detalhes sobre o zoológico, acesse o site da prefeitura clicando aqui.

Abaixo você também encontra outras informações relevantes e que podem esclarecer algumas dúvidas. Confira!

Horário de funcionamento: terça a domingo, das 8h30 às 16h

Ingressos: inteira por R$ 5 (crianças de até 12 anos e idosos com 60 anos ou mais pagam meia. Pessoas com necessidades especiais não pagam)

Telefone: (62) 3524-2390

Endereço: Alameda das Rosas – St. Oeste, Goiânia – GO, 74110-010

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Brasil

Por negligência hospital é condenado a pagar R$ 200 mil a casal que perdeu bebê no Mato Grosso

O representante do hospital afirmou que o bebê já teria morrido antes mesmo do casal dar entrada na unidade.
08/03/2019, 20h10

Um hospital e uma seguradora em Várzea Grande, no Mato Grosso foram condenados a pagar uma indenização de R$ 200 mil reais a um casal que perdeu o bebê, ainda no útero da mãe, por falta de atendimento de urgência. A decisão é do juiz da 3ª Vara Cível de Várzea Grande, Luís Otávio Pereira Marques e foi divulgada na última quarta-feira (6/3).

De acordo com a decisão do magistrado, o hospital e a seguradora vão ter que pagar ao casal o valor R$ 1,5 mil por danos materiais. O juiz julgou como procedente o pedido feito pelo casal e negou a solicitação de pensão dos  14 anos até os 65.

Após perderem a filha, os pais da criança entraram com uma ação pedindo uma indenização por danos materiais e morais. No pedido o casal afirmou que o hospital foi negligente pois não prestou o atendimento devido à mãe da criança, que estava no ciclo final de gestação.

Conforme a publicação de um Jornal da cidade, a mãe da criança chegou ao hospital se queixando de dores intensas na região inferior da barriga. O que segundo a matéria não é normal para o estado da gestação que ela estava e, por essa razão, precisaria ser encaminhada para o atendimento de urgência e não para triagem, onde o caso foi classificado como pouco urgente.

Hospital alegou em sua defesa que o bebê já chegou morto na unidade

Com a decisão do juiz, um representante do hospital afirmou que não houve qualquer ato culposo pois, durante o pré-atendimento, feito por uma enfermeira não foi possível conferir os batimentos cardíacos do feto. O representante do hospital afirmou que o bebê já teria morrido antes mesmo do casal dar entrada na unidade, devido a perda do tampão de mucosa e o sangramento vaginal identificado na mãe da criança.

Depois de esperar durante muito tempo no pré-atendimento, o casal decidiu ir a uma unidade de saúde privada de Cuiabá. No hospital particular, a mãe da criança foi submetida ao exame de ultrassom e constatou que o bebê estava com bradicardia, ou seja, a frequência cardíaca da criança havia diminuído. O resultado do exame foi uma das provas apresentadas pelos pais da menina, para demonstrar que o bebê não havia morrido como afirmou o representante do hospital condenado.

Na decisão, o magistrado lembrou que a prova pericial relatou a ausência de atendimento médico e dos exames no momento que a gestante chegou ao hospital. Conforme o juiz, caso essas medidas tivesse sido adotadas, a morte do bebê poderia ter sido evitada, mas a avaliação superficial da enfermeira comprova que houve negligência do hospital para prestar o serviço de saúde.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Brasil

Mulheres protestam em SP por direitos iguais e contra a violência

Por volta das 18h30, algumas mulheres tentaram ocupar a segunda faixa, mas não conseguiram impedir os carros que continuaram trafegando no sentido Paraíso.
08/03/2019, 20h37

Milhares de mulheres pararam uma das vias da Avenida Paulista, no centro de São Paulo, no início da noite desta sexta-feira, 8. Contra a violência, a desigualdade, o feminicídio e o desrespeito, elas se juntaram ao movimento de milhões de mulheres que marcharam em diversas cidades do mundo neste Dia Internacional da Mulher para reivindicar seus direitos.

O ato foi marcado ainda pela insatisfação delas com políticos. Em vários momentos, as músicas eram interrompidas por gritos de “ele não”, contra o presidente Jair Bolsonaro. E “Doria também não”, contra o governador tucano de São Paulo. Muitas mulheres também se manifestaram contra a reforma da previdência.

A professora aposentada Marlene Barbosa, de 57 anos, estava acompanhada da neta Isadora, de 3 anos. “Estou aqui e quis trazê-la, porque o meu maior sonho é que ela, quando crescer, não precise lutar por direitos básicos. Estou aqui lutando pelo direito à segurança, igualdade e à minha vida, da minha neta e de todas as mulheres”, disse com a menina no colo.

A publicitária Ana Paula Sousa, de 37 anos, levou o filho Gael, de 8 anos, para que ele compreenda as dificuldades que as mulheres enfrentam e não reproduza comportamentos machistas. “Sempre conversamos e o educamos em casa para que ele trate mulheres com respeito. Trazê-lo aqui é uma forma de mostrar pra ele a importância de tratar todos com igualdade, com respeito.”

Policiamento

A Polícia Militar só autorizou que as manifestantes ocupassem uma das vias da Avenida Paulista, apesar do grande número de pessoas. Por volta das 18h30, algumas mulheres tentaram ocupar a segunda faixa, mas não conseguiram impedir os carros que continuaram trafegando no sentido Paraíso.

Ao menos 30 policiais do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) acompanham o protesto. Eles usam capuzes negros cobrindo os rostos e estão sem a identificação do nome nos uniformes. Um tenente informou que o capuz é antichamas e é utilizado quando há risco de serem atingidos por coquetel molotov.

No entanto, o protesto segue pacífico e sem nenhum incidente. Há famílias e mulheres com crianças de colo.

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Goiás

Número de casos de meningite em Goiás já chega a 18

Órgãos de saúde tranquilizam população e dizem que não existe epidemia de meningite em Goiás e nem motivo para alarde.

Por Ton Paulo
09/03/2019, 09h24

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que, até na última sexta-feira (8/3), foi confirmado um total de 18 casos de meningite em Goiás. Desses casos confirmados, seis levaram à morte, e pelo uma delas é meningocócica, o tipo de meningite que tirou a vida do pequeno Arthur Araújo Lula da Silva, neto do ex-presidente Lula. Órgãos de saúde tranquilizam população e dizem que não existe epidemia e nem motivo para alarde.

Conforme a gerente de Vigilância Epidemiológica da SES, Magna Carvalho, a um jornal local, Goiás não vive uma epidemia ou surto da doença. “Os casos estão dentro de uma distribuição normal”, disse. No ano passado, segundo a pasta, foram 213 registros da doença, com 39 mortes.

A vacinação é considerada pela medicina como a forma mais eficaz de prevenir a doença. A vacina contra o sorogrupo C está incorporada no Calendário Nacional de Vacinação para crianças menores de cinco anos e adolescentes de 11 a 14 anos, e é gratuita.

Entretanto, a cobertura do remédio no Brasil em 2017 foi de 86,58%, conforme dados do Ministério da Saúde.

Goiânia é a cidade com mais registros da doença. São quatro casos (um deles com vítima fatal). Atrás vem Aparecida de Goiânia, com três casos, com uma morte e Santa Helena, com dois casos e uma morte. Já os municípios de Anápolis, Rio Verde, Santa Terezinha, Trindade, Mundo Novo, Itaberaí, Britânia, Rubiataba e Jaraguá registraram, cada um, um caso (sem mortes).

Morte de neto do ex-presidente Lula reacendeu debate sobre casos de meningite em Goiás

Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, morreu no início da tarde de sexta-feira, 1/3. O hospital onde a criança estava internada, em Santo André (São Paulo), informou que ela foi diagnosticada com meningite meningocócica e não resistiu, devido ao agravamento do quadro infeccioso. Arthur era filho Marlene Araújo Lula da Silva e Sandro Luis Lula da Silva, filho da ex-primeira-dama Marisa Letícia (que faleceu em fevereiro de 2017) e do ex-presidente Lula.

A meningite meningocócica é uma infecção causada pela bactéria Neisseria meningitidis. Esta bactéria pode causar inflamação nas meninges, membranas que revestem o sistema nervoso central, e infecção generalizada. As meningites bacterianas são as mais graves do ponto de vista clínico. Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, o meningococo apresenta os sorotipos: A, B, C, X, Y e W135 e a transmissão é por via respiratória. É uma doença considerada rara. Os sintomas da meningite incluem febre alta e repentina; dor de cabeça intensa e contínua, vômitos, náuseas, rigidez de nuca e podem surgir pequenas manchas vermelhas na pele (se a meningite for causada pelo meningococo).

Via: G1 El Pais 

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Brasil

Crianças são amarradas e levadas por PMs em viatura no Maranhão; veja o vídeo

A prisão dos menores ocorreu após denúncia de que estariam praticando furto.
09/03/2019, 09h58

Duas crianças foram amarradas e conduzidas por policiais militares em uma viatura, na manhã desta sexta-feira, 8, em Caxias, a 360 km de São Luís, no Maranhão. A prisão dos menores ocorreu após denúncia de que estariam praticando furto.

A forma como os menores foram conduzidos até a delegacia local, com as mãos amarradas com cordas, repercutiu nas redes sociais. O tenente-coronel Márcio Rogério Sales da Silva, comandante do 2.º Batalhão de Polícia Militar de Caxias, confirmou o fato, mas alegou que foi motivado pela agressividade da população com as crianças.

“A guarnição da Polícia Militar foi acionada pela Central de Operações da PM, para atender uma ocorrência de arrombamento a domicilio. Ao chegar no local, constatou-se a veracidade dos fatos, identificando que os autores se tratavam de duas crianças, praticando ato infracional análogo a crime, as quais encontravam-se com os pulsos amarrados com cordas. Visando a dar agilidade ao atendimento da ocorrência, por populares hostilizarem os menores, a Policia Militar encaminhou todos os envolvidos, nas condições em que os mesmos se encontravam, para a Delegacia de Polícia Civil, a fim de que fossem tomadas as providencias cabíveis”, disse por meio de nota o comando em Caxias.

O comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Luongo, também foi procurado e afirmou que será “instaurado um inquérito policial para investigar a conduta dos militares”. “Nem eu, nem o governador Flávio Dino, nem o secretário Jefferson Portela concordamos com tal postura.”

Oficialmente, o governo do Maranhão falou em “grave violação a direitos” e exigiu investigação.

Quem vai pedir também apuração do caso de Caxias será o secretário de Direitos Humanos e Políticas Públicas, Chico Gonçalves (PT). Informações vão ser solicitadas ao comandante da PM, ao secretário de Segurança Pública e ao Conselho Tutelar do município. O caso também já chegou ao conhecimento do Ministério Público, que informou que vai apurar o que aconteceu.

Veja o vídeo do momento:

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