Goiás

PM de Goiás briga com a mulher, surta e sai atirando e invadindo apartamentos, em Águas Claras

O PM só cessou a fuga e os disparos quando caiu da janela do apartamento.

Por Ton Paulo
09/03/2019, 11h01

Um policial militar goiano causou pânico nos moradores da Alameda Gravatar, no município de Águas Claras, região de Brasília, na manhã deste sábado (9/3). O PM de Goiás, após uma briga com a esposa no apartamento do casal, começou a disparar aleatoriamente com sua arma de fogo. Com a chegada da PM-DF para atender a ocorrência, o homem, então, começou a disparar contra os militares e arrombou a porta de outro apartamento para tentar fugir. O PM só cessou a fuga e os disparos quando caiu da janela do apartamento. Conforme a polícia do Distrito Federal, o homem teria tido um surto psicótico.

De acordo com informações da PM-DF, testemunhas ouviram o barulho de, ao menos, quatro disparos durante uma briga de casal no apartamento na quadra 301 Norte, Alameda Gravatar, em Águas Claras, e acionaram a polícia. Conforme a PM-DF, felizmente nenhum dos tiros acertou a mulher, no entanto a informação é de que ela sofreu agressões físicas durante a confusão.

Segundo o major Michello Bueno, quando as equipes chegaram ao apartamento do casal, no quinto andar, o suspeito também disparou contra os militares. O major conta que depois ele correu e os policiais começaram a fazer um cerco para o homem não entrar em outro imóvel e não fazer ninguém de refém. Entretanto, o homem chegou a arrombar e invadir um outro apartamento. “Ele ainda atirou pela segunda vez, desceu até o segundo andar, conseguiu quebrar a porta de outro apartamento, entrou e pulou da janela”, esclareceu a um jornal local.

O homem saltou com a arma na mão e, quando caiu, o revólver disparou mais uma vez. Bombeiros o socorreram com vida ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT). A mulher não foi atingida e seguiu para 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga) registrar ocorrência. A PM-DF trabalha com a hipótese de que o homem teve um surto psicótico, segundo o major Michello Bueno.

Além do próprio PM que causou pânico, ninguém mais ficou ferido.

Major contesta nota da Polícia Civil do DF sobre PM de Goiás que surtou em Águas Claras

Conforme o major Michello Bueno, a Polícia Civil do Distrito Federal soltou nota informando que o homem nada verdade seria PM-DF. Entretanto, o major disse que a informação é falsa, e que já foi confirmado que ele pertence à PM-GO.

A reportagem do Dia Online segue tentando contato com a assessoria da Polícia Militar de Goiás.

Veja o vídeo do momento em que o PM de Goiás atira contra os outros policiais militares quando estes fazem um cerco para detê-lo:

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Política

"Nosso objetivo é dar uma resposta", diz deputado Amilton Filho sobre CPI que vai investigar Enel de Goiás

O deputado estadual recém-eleito ainda teceu críticas ao projeto de Ronaldo Caiado que mudou a política de incentivos fiscais em Goiás.

Por Ton Paulo
09/03/2019, 12h24

Eleito pela primeira vez deputado estadual por Goiás, o novato Amilton Filho, do Solidariedade, é um dos membros titulares a serem nomeados na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar a Enel de Goiás. O recém-eleito deputado saiu da Câmara Municipal de Anápolis, órgão que presidia, para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e foi anunciado pelo presidente da Casa esta semana como um dos titulares da comissão. O parlamentar já adianta: “Nosso objetivo é dar uma resposta” a diferentes segmentos da sociedade sobre a crise energética em Goiás.

O deputado anapolino também é advogado e foi eleito em 2018 com 16.486 votos. Na Alego, Amilton preside a Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor. Em entrevista ao Dia Online, o parlamentar disse que já havia manifestado interesse em integrar a CPI da Enel, instaurada no final de fevereiro. Na última quinta-feira (7/3), o presidente da Casa, Lissauer Vieira (PSB), definiu os seguintes nomes como titulares na CPI: Henrique Arantes (PTB), Alysson Lima (PRB), Diego Sorgatto (PSDB), Cairo Salim (Pros) e Amilton Filho (SD).

Conforme Amilton ao Dia Online, a primeira reunião da CPI será realizada na próxima terça-feira (12/3). A Enel de Goiás (antiga Celg) é hoje a pior empresa fornecedora de energia do Brasil, segundo Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Há reclamações sobre serviços de baixa qualidade, apagões que somariam mais se 26 horas e reajuste acima da média de outros estados no preço das tarifas. Além disso, o Ministério Público de Goiás (MP-GO) ampliou a investigação sobre eventuais prejuízos ao patrimônio público com a privatização da Celg Distribuição S.A., concretizada em 2017.

"Nosso objetivo é dar uma resposta", diz deputado Amilton Filho sobre CPI que vai investigar Enel de Goiás
Deputado Amilton Filho em plenário (Foto: Reprodução/Facebook)

De acordo com o deputado Amilton, a intenção da CPI é responder às demandas dos goianos diante do impasse quanto à Enel. “Nosso objetivo é dar uma resposta ao produtor rural, empresas e empreendedores, sobre a prestação de serviços da empresa”. Ela também conta que a CPI vai apurar se o contrato e os investimentos acordados com o Estado estão sendo devidamente cumpridos.

O relator e presidente da CPI também serão escolhidos na próxima semana.

Crítico ao projeto de Caiado que cortou subsídios da indústria goiana, Amilton Filho se diz forte defensor dos incentivos fiscais

O deputado Amilton Filho, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor na Alego, foi categórico ao afirmar que é “um forte defensor da política de incentivos” à indústria. Ao Dia Online, o parlamentar ainda teceu críticas ao projeto de Ronaldo Caiado já aprovado na Alego de corte de subsídios. “Para se fazer algo assim é necessária uma auditoria, uma análise. Do jeito que foi feito, foi prematuro, muito rápido. Não pode ser feito do dia para a noite”, comenta.

Os deputados da Alego aprovaram em primeira votação na noite de terça-feira (4/12), em sessão extraordinária, o projeto da governadoria com o substitutivo do relator, o deputado Lívio Luciano (Podemos), que dispõe sobre a redução de incentivos fiscais a setores produtivos em Goiás. A proposta, já aprovada, vai gerar um impacto de aproximadamente R$ 1 bilhão na economia do Estado, uma vez que mudará os quadros de reinstituição dos incentivos, dos benefícios fiscais ou financeiros-fiscais e das isenções relativos ao ICMS. O projeto foi acordado após uma reunião entre Caiado e nomes do empresariado goiano.

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Goiás

PMGO se manifesta sobre policial que atirou contra colegas de farda e invadiu apartamento em Águas Claras

Em nota à imprensa, a corporação goiana confirmou e lamentou o falecimento do policial.

Por Ton Paulo
09/03/2019, 14h57

A Polícia Militar do Estado de Goiás se manifestou sobre o caso chocante registrado na manhã de hoje (9/3), no município de Águas Claras, região de Brasília, onde um PM de Goiás, após brigar com a esposa, supostamente teve um surto psicótico e disparou contra PMs do Distrito Federal, invadiu um apartamento para tentar fugir e caiu da janela logo em seguida.

Em nota à imprensa, a corporação goiana confirmou e lamentou o falecimento do policial, 3º Sargento Wesley Cardoso Mâncio, de 34 anos, que foi internado no Hospital Santa Maria (DF), logo após ser socorrido.

A PM ainda informou que ainda não sabe em quais circunstâncias se deu a queda que matou o 3º sargento Wesley. Confira abaixo a nota divulgada pela corporação na íntegra:

“NOTA À IMPRENSA

A Policia Militar do Estado Goiás lamenta e confirma o falecimento do 3º SGT Wesley Cardoso Mâncio, após queda de um edifício, em Águas Claras/ DF, onde residia, não sabemos em quais circunstancias se deu a queda, no entanto o 3º Sgt Wesley, que era lotado na 35ª CIPM, Águas Lindas de Goiás, foi socorrido pelo CBMDF e encaminhado ao Hospital de Santa Maria/DF e lá não resistiu aos ferimentos.”

Caso ocorreu na manhã de hoje em Águas Claras

O caso do policial militar goiano que causou pânico nos moradores da Alameda Gravatar, no município de Águas Claras, região de Brasília, foi registrado na manhã deste sábado (9/3). O PM de Goiás, após uma briga com a esposa no apartamento do casal, começou a disparar aleatoriamente com sua arma de fogo. Com a chegada da PM-DF para atender a ocorrência, o homem, então, começou a disparar contra os militares e arrombou a porta de outro apartamento para tentar fugir. O PM só cessou a fuga e os disparos quando caiu da janela do apartamento. Conforme a polícia do Distrito Federal, o homem teria tido um surto psicótico.

Imagens: Correio Braziliense 

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Mundo

Apoiadores de Maduro e Guaidó vão às ruas da Venezuela neste sábado, 9

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o opositor Juan Guaidó incentivaram os seus apoiadores a irem para as ruas, em uma nova escalada de tensões.
09/03/2019, 16h17

O governo e a oposição da Venezuela foram às ruas neste sábado, 9, em todo o país, que está saindo do mais longo apagão em décadas, embora ainda haja algumas zonas sem luz.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o opositor Juan Guaidó incentivaram os seus apoiadores a irem para as ruas, em uma nova escalada de tensões.

Maduro, que convocou os seus seguidores para uma marcha “anti-imperialista”, quando completam quatro anos desde que os Estados Unidos declararam que a Venezuela era uma ameaça para a sua segurança, atribuiu o apagão a uma “guerra elétrica” promovida pelo “imperialismo norte-americano”.

“Seguimos em batalha e vitória frente a permanente e brutal agressão contra o nosso povo. Hoje, mais do que nunca, somos anti-imperialistas. Jamais nos renderemos!”, escreveu neste sábado no Twitter. O presidente não fez nenhuma aparição pública durante o apagão, mas é esperado que compareça à manifestação chavista no centro de Caracas.

Venezuela

“Convoco todo o povo venezuelano a nos expressarmos maciçamente nas ruas contra o regime usurpador, corrupto e incapaz que deixou o nosso país às escuras”, disse, em uma mensagem pelo Twitter, na sexta-feira, o presidente do Parlamento, Juan Guaidó.

Guaidó se autoproclamou presidente interino do país em 23 de janeiro, invocando artigos da Constituição, e foi reconhecido pelos Estados Unidos, Brasil e dezenas de países, que acusam o presidente Nicolás Maduro de ganhar a reeleição em eleições fraudulentas.

Confrontos

Opositores ao regime de Maduro e a polícia venezuelana entraram em confronto na manhã deste sábado. Muitos manifestantes tentaram andar por uma avenida em Caracas, mas foram removidos para a calçada pela polícia em uma tentativa de evitar o motim. De acordo com uma emissora local, uma mulher foi atingida por spray de pimenta.

“A polícia é abusiva mesmo que eles também sofram da mesma calamidade que a gente”, disse a comerciante Lilia Trocel, de 58 anos. “Eu ainda não tenho energia e perdi parte da minha comida”, declarou em referência à comida que estragou durante o apagão.

“Queremos marchar”, gritava um grupo de seguidores de Guaidó a um contingente policial que bloqueava o acesso à Avenida Victoria, no leste de Caracas.

Deputados de oposição denunciaram em suas contas no Twitter que três motoristas que ajudavam, na madrugada de sábado, a instalar um palco onde Guaidó apareceria foram detidos pela polícia, que os obrigou a desmontar os andaimes.

Na sede da estatal telefônica, por outro lado, já era possível identificar um dos palcos do governo, que também fechou uma das principais avenidas de Caracas, onde há a previsão de uma atividade. Não foi confirmada a presença de Maduro.

Agentes do serviço de inteligência rondavam a zona. “Não há água, não há luz, não há comida. Já não aguentamos”, disse Jorge Lugo, venezuelano que levava uma bandeira no pescoço.

Apagão

Depois de mais de 20 horas sem energia elétrica, o serviço foi retomado parcialmente em algumas áreas de Caracas e do interior do país, mas outras cidades, como Maracaibo e Barinas, completavam 40 horas sem fornecimento, segundo a Reuters.

O apagão da Venezuela, que começou na tarde de quinta-feira, afetou inclusive o Estado de Roraima, que precisou recorrer às suas cinco termoelétricas para suprir a energia normalmente procedente da principal hidroelétrica venezuelana de Guri.

A extensa interrupção ocorre em um momento em que o país é sacudido por instabilidade política, hiperinflação e recessão econômica.

Organizações não governamentais denunciaram que a falta de fornecimento de energia e o mal funcionamento, ou a falta de geradores de emergência em hospitais públicos, provocaram, na sexta-feira, as mortes de um recém-nascido e de um adolescente de 15 anos em Caracas.(AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

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Goiás

Grupo que roubou R$ 100 mil de cofre de escola em Planaltina é preso

O grupo composto por quatro integrantes foi preso pelos policiais civis na operação batizada de Grand Finale, em Planaltina.

Por Ton Paulo
09/03/2019, 16h40

A Delegacia de Polícia Civil do município de Planaltina, interior de Goiás, em combate aos crimes contra o patrimônio, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva na manhã da última sexta-feira (8/3). O grupo teria roubado cerca de R$ 100 mil reais de uma escola da região.

De acordo com informações da Polícia Civil (PC), Eli Fonseca de Melo e Henrique Pereira de Sousa Ramos foram presos pelos policiais civis na operação batizada de Grand Finale pela prática do crime de furto qualificado e corrupção de menores. Os dois, na companhia de um adolescente, subtraíram um cofre da escola Moraes Gualberto, causando um prejuízo de cerca de R$ 100.000,00. O furto aconteceu no dia 10 do mês passado.

Durante as diligências, os policiais civis ainda encontraram cerca de 300 gramas de maconha com o adolescente envolvido, sendo lavrado um Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC) pela prática dos atos infracionais análogos aos crimes de furto qualificado e tráfico de drogas.

Já Antônio Fábio Alves dos Santos e Arley de Souza Guedes foram presos em razão de roubo majorado pelo emprego de arma de fogo. Após informações repassadas à Polícia Civil, foram efetuadas diligências e ambos foram identificados como autores do crime de roubo majorado com emprego de arma de fogo a um ônibus de transporte de passageiros. O roubo aconteceu também no dia 10 de fevereiro deste ano.

Os autores foram recolhidos na Cadeia Pública de Planaltina e passam à disposição do Poder Judiciário. O cumprimento dos mandados de prisão contou com o apoio da Polícia Militar.

Ainda em Planaltina, 10 foram presos por suspeita de associação criminosa

No final do mês passado, dia 28/2, 10 pessoas foram presas em flagrante suspeitas de integrar uma associação criminosa voltada para a prática de roubo, tráfico de drogas e receptação. O grupo ainda é acusado de crimes como porte e posse de arma de fogo e atuava na região conhecida como Pombal, em Buritis 2, em Planaltina. Entre os presos, um homem e uma mulher cumpriam pena em regime semiaberto. E, segundo a Polícia Civil, ao saírem da prisão para trabalhar, organizavam e comandam o esquema criminoso.

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