Goiás

Chuvas e fortes ventos derrubam árvores e destelham lojas, em Goiânia

Choveu 21 milímetros em apenas 30 minutos; ventos chegaram a 90 km/h.
14/03/2019, 09h33

As fortes chuvas e ventos, ocorridos nesta quarta-feira (13/3), derrubaram árvores e destelharam lojas, além de causar outros prejuízos, no Parque Atheneu, na região Sudoeste de Goiânia. De acordo com informações do Sistema de Meteorologia e Hidrologia do Estado de Goiás (SIMEHGO), choveu ao menos 21 milímetros por metro quadrado, em apenas 30 minutos; as rajadas de vento variaram de 60 a 90 km/h.

Segundo a Defesa Civil, umas das árvores caiu em cima de uma casa. Apesar do susto, ninguém se feriu. Veja abaixo algumas imagens do local:

Ainda na noite de ontem, equipes da Enel Distribuição Goiás e da Companhia de Urbanização de Goiânia (COMURG) estiveram no local para retirar as árvores da casa e das vias. Os trabalhos continuam na manhã desta quinta-feira (14/3), acompanhados pela Defesa Civil.

Chuvas em Goiânia

Na manhã de ontem, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) publicou um alerta amarelo, com risco de chuvas intensas em diversas regiões de Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins. O órgão previa risco de corte de energia, queda de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

E atenção, em caso de rajadas de vento, o Inmet recomenda: não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda; se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia; obtenha mais informações junto à Defesa Civil – 199 e ao Corpo de Bombeiros – 193.

Previsão

Já nesta quinta-feira (14/3), segundo o site Climatempo, a previsão para Goiânia são de chuvas mais tranquilas, com sol e aumento de nuvens de manhã e pancadas de chuva à tarde e à noite. A temperatura fica entre 22° e 32°. O tempo deve continuar desta forma até o fim de semana.

Ainda de acordo com a previsão, o volume de chuva entre esta quinta-feira (14/3) e o próximo domingo (17/3), deve ficar entre 10 e 18 mm.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Brasil

Vítimas do massacre em escola são veladas coletivamente em Suzano

Psiquiatras e psicólogo dão apoio no atendimento às famílias e demais envolvidos na ocorrência; ataque ocorreu na manhã de ontem (13/3).
14/03/2019, 09h53

O velório coletivo das vítimas do massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, cidade da Grande São Paulo, começou por volta das 7h desta quinta-feira, 14, na Arena Suzano, localizada no Parque Max Feffer.

Os corpos que estão sendo velados no local são dos adolescentes Caio Oliveira, Kaio Lucas da Costa Limeira, Samuel Melquíades Silva de Oliveira e Claiton Antonio Ribeiro; e das funcionárias da escola Eliana Regina de Oliveira Xavier e Marilena Ferreira Vieira Umezo.

Douglas Murilo Celestino, de 17 anos, será o único dos cinco alunos assassinados que não será velado na Arena Suzano. Evangélica, a família optou por realizar a cerimônia em uma igreja da Assembleia de Deus de Suzano a partir da 13h desta quinta.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo enviou, ainda na quarta-feira, 13, dois psiquiatras e um psicólogo para dar apoio no atendimento às famílias e demais envolvidos na ocorrência, atuando em conjunto com a equipe do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Suzano.

A Secretaria também mobilizou médicos do Grupo de Resgate, que atuaram ao lado dos Bombeiros e do Grupamento Aéreo (Águia), fortalecendo o trabalho do Resgate no atendimento pré-hospitalar às vítimas.

Sete feridos estão sendo assistidos por equipes especializadas de hospitais estaduais – Hospital das Clínicas (HCFMUSP) e hospitais Luzia de Pinho Melo e Geral de Itaquaquecetuba.

Três vítimas, uma em estado grave, permanecem na UTI. Os outros quatro adolescentes continuam internados com estado de saúde estável.

A reportagem está entrando em contato com hospitais municipais para atualizar o estado de saúde dos outros adolescentes feridos. Até a publicação desta matéria, assim estavam os feridos:

– Adna Isabella Bezerra de Paula, de 16 anos: transferida do PSM Suzano para o HC/FMUSP – estável, na UTI.

– Anderson Carrilho de Brito, 15 anos: transferido do PSM Suzano para o HC/FMUSP – grave, na UTI.

– Jenifer da Silva Cavalcante: HC Luzia de Pinho Melo – estável, na UTI.

– Leonardo Martinez Santos: socorrido ao HC Luzia de Pinho Melo – estável; passará por cirurgia.

– Leonardo Vinícius Santa Rosa, 20 anos: estava na Santa Casa de Suzano e foi transferido para o HC/FMUSP – estável, no PS.

– Letícia de Melo Nunes: Hospital Santa Maria e transferida para Hospital Geral de Itaquaquecetuba – estável e sob acompanhamento especializado de cirurgia geral.

– Murillo Gomes Louro Benites, 15 anos: socorrido ao HC/FMUSP pelo Águia, estável, na enfermaria.

Imagens: Metro Jornal 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Mãe que matou filha a marretadas é denunciada por homicídio qualificado pelo MP-GO 

Crime ocorreu no dia 21 fevereiro deste ano, no Parque Santa Rita, em Goiânia.
14/03/2019, 10h37

Alessandra Fiuza Neves, de 33 anos, acusada de matar a filha, de 1 ano e 8 meses, a marretadas foi denunciada por homicídio quadruplamente qualificado, uma vez que o crime teve motivação torpe, com uso de meio cruel, além de ter sido cometido contra menor de 14 anos. Ela também foi denunciada por destruição de cadáver. O crime ocorreu no dia (21/2), no setor Parque Santa Rita, em Goiânia.

De acordo com o promotor João Teles de Mora Neto, autor da denúncia, Jullyana Neves da Cunha, a bebê assassinada, é fruto do relacionamento de Alessandra com Rômulo Nunes da Cunha, com quem foi casada por 12 anos. O casamento teve fim cinco meses antes do crime. Jullyana e o irmão mais velho ficaram sob os cuidados da mãe.

Consta na denúncia, segundo o Ministério Público de Goiás (MP-GO), que Rômulo tinha a intenção de ficar com a guarda da menina, mas antes disso, Alessandra proibiu o pai de sair com as crianças nos dias das visitas regulamentadas na separação, passando a exigir a presença dele em casa. Três dias antes do crime, na última visita aos filhos, o homem foi até a casa acompanhado de uma irmã e uma sobrinha, o que teria impedido mais um plano da mulher em reconquistar o marido.

Mãe mata filha a marretadas e tenta queimar corpo

Na manhã do crime, Alessandra levou a menina para o quarto e, na frente do outro filho, atingiu a bebê com série de golpes de marreta e, para esconder o crime, foi até o fundo do quintal da casa, jogou o corpo da criança numa piscina de plástico, onde estavam vários objetos e também um colchão, e ateou fogo.

Ao perceberem a fumaça, os vizinhos foram até a casa, mas Alessandra informou que estava tudo normal e que apenas havia colocado fogo na piscina de plástico. Os vizinhos, preocupados, entraram no imóvel em busca das crianças, mas encontraram apenas Pedro Henrique, outro filho de Alessandra. Quando chegaram no fundo da casa, os vizinhos encontraram o corpo de Jullyana encolhido e já carbonizado. O laudo da perícia confirmou diversas fraturas pelo corpo da bebê.

Alessandra, que estava em estado de choque quando o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar chegaram, foi presa em flagrante e levada ao Cais do Bairro Goiá. Após atendimento, ela foi encaminhada para a Central de Flagrantes e em seguida para a Casa de Prisão Provisória, em Aparecida de Goiânia, onde continua detida. Ela culpa o filho pelo crime e também pelo fim do casamento.

Via: MP-GO 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Homem morre afogado após tentar atravessar rio a cavalo, em Padre Bernardo

Após sair de uma fazenda para visitar um amigo, apenas o cavalo em que o homem estava montado retornou ao local de origem.

Por Ton Paulo
14/03/2019, 10h44

O corpo do funcionário de uma fazenda no município de Padre Bernardo, no Entorno de Brasília, foi encontrado boiando em um rio que corta a região após dois dias desaparecido. O homem teria saído na segunda-feira (11/3) a cavalo para visitar o amigo na fazenda vizinha, mas no dia seguinte apenas o cavalo, com sinais de atolamento, retornou ao local de origem.

Conforme informações da Polícia Civil de Goiás, o registro do desaparecimento de Aparecido Pereira Duarte, funcionário da fazenda Nossa Senhora de Fátima, localizada em Padre Bernardo às margens do rio Verde, foi feito por seu patrão, Edo Antônio, na terça-feira (12/3) às 17h24, depois que o cavalo em que Aparecido saiu para visitar o amigo na fazenda vizinha retornou sem ele, sem a sela e com sinais claro de atolamento.

Ainda segundo a polícia, Aparecido saiu a cavalo da fazenda onde trabalhava na segunda-feira de manhã para visitar um amigo em outra fazenda. Esse amigo conta que Aparecido chegou ao local, ajudou-o no trato com o gado e após o horário do almoço, por volta das 13h, decidiu ir embora. Entretanto, apenas o cavalo de Aparecido conseguiu voltar para a fazenda Nossa Senhora de Fátima, na tarde do dia seguinte.

Corpo de funcionário da fazenda foi encontrando boiando no rio, em Padre Bernardo

Um dia após o registro de desaparecimento de Aparecido, infelizmente os bombeiros confirmaram a principal suspeita.

O Corpo de Bombeiros também foi acionado, e após intensas buscas pelo local o corpo de Aparecido foi encontrado boiando no rio Verde às 17h30 de ontem (13/3). Segundo a corporação, após tentar atravessar o rio a cavalo, por circunstâncias ainda não esclarecidas mas indicando que o cavalo tenha atolado, o funcionário da fazenda acabou se afogando.

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) do Distrito Federal.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Bandidos aproveitam portão aberto de condomínio, invadem e fazem reféns, em Águas Claras

Três mulheres, uma menina de 10 anos, e um menino de 2 ficaram por cerca de uma hora sob poder dos assaltantes.

Por Ton Paulo
14/03/2019, 11h55

Uma família inteira, assim como os funcionários da residência, viveram momentos de terror na última quarta-feira (13/3) em um condomínio fechado no município de Águas Claras, região de Brasília. Aproveitando-se do portão aberto do condomínio, três ladrões adentraram o local e invadiram uma residência onde estavam os moradores.

O caso ocorreu por volta das 10h20 de ontem na Quadra 5 do Park Way, em Águas Claras. Conforme informações de um veículo local, três mulheres, uma menina de 10 anos, e um menino de 2 ficaram por cerca de uma hora sob poder dos assaltantes que conseguiram entrar no condomínio fechado.

Os bandidos estavam armados cada um com uma faca quando invadiram a residência e anunciaram o assalto. Já dentro da casa e tendo rendido os que lá estavam, os homens trancaram as funcionárias (a empregada, a babá e uma cuidadora de idosos) no closet, com as duas crianças, que são irmãs.

Logo em seguida, o trio fugiu em um Hyundai HB20 preto com cinco televisores, quatro relógios, várias joias e outros pertences pessoais da família, como bonés e celulares.

Ainda conforme o veículo local, na casa residem uma total de 11 pessoas, mas, no momento do crime, só estavam em casa as funcionárias, além da menina e do menino. Durante o assalto, a babá, de 23 anos, conseguiu esconder o celular na roupa e avisar um dos moradores por mensagem. Ela conta que os três bandidos entraram na casa, subiram as escadas e arrombaram a porta de um dos quartos. Segundo ela, o assalto durou cerca de uma hora.

Agentes da 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) estiveram no endereço, além de integrantes do Instituto de Criminalística e da Polícia Militar. A equipe conseguiu imagens da fuga dos suspeitos por meio de uma câmera instalada em uma das casas.

Bandidos aproveitaram portão aberto no condomínio em Águas Claras para realizar o assalto

Ainda segundo adiantado pelo jornal local, há oito casas no condomínio, mas três estão desocupadas. A guarita passou por reforma e ficou pronta no fim do ano, ma ainda não há vigilante na entrada.

Cada morador tem um controle remoto do portão, e por causa da obra finalizada recentemente, não houve tempo de instalar câmeras de segurança. Segundo os donos da casa assaltada, os ladrões acessaram o condomínio de carro pela entrada principal. Por causa de um imóvel em construção, os pedreiros costumam deixar o portão aberto para facilitar a entrada e a saída de caminhões e equipamentos.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.